Maracujá Laboratório de Artes estreia peça adulta Vacamundi, inspirada nos quadrinhos de Michele Iacocca. Com direção de Sidnei Caria, espetáculo cômico-musical narra a jornada épica-histórica de parasitas desbravadores que conquistam e ocupam um território não-civilizado: o corpo de uma vaca. Clique aqui para acessar o release.
Espetáculo que relata o desastre de Chernobyl faz apresentação gratuita em Praia Grande no dia 1º de julho. O desespero de uma família que abandona tudo em meio ao caos de um acidente nuclear é narrado na peça da dramaturga francesa Florence Valéro. Clique aqui para acessar o release completo.
Estrelado por Ana Guasque e João Baldasserini, espetáculo Amores do Palco pode ser conferido até julho no YouTube. Com muito humor e leveza, a comédia romântica retrata um casal de atores que ensaia uma peça com textos de Tchekhov, Aristófanes e Shakespeare. Clique aqui para acessar o release.
Projeto Trem Selvagem reúne dois solos de Denise Dietrich e Bruna da Matta que entram em cartaz no Teatro de Contêiner. Aquele Trem é dirigido por Erica Montanheiro e Selvageria: O Nascimento do Outro, por Maria Giulia Pinheiro. Clique aqui para acessar o release completo.
Humoristas Gregório Duvivier e Ricardo Araújo Pereira apresentam Um Português e Um Brasileiro Entram num Bar… no Teatro Procópio Ferreira
Espetáculo mescla palestra, improviso e conversa para discutir de forma espirituosa como fazer humor em tempos de cancelamento e outras questões inquietantes
Considerados dois importantes nomes do humor em língua portuguesa, o brasileiro Gregório Duviver e o português Ricardo Araújo Pereira se encontram no espetáculo Um Português e Um Brasileiro Entram no Bar…, que tem apresentações nos dias 25 e 26 de junho no Teatro Procópio Ferreira.
Em uma mistura de palestra, conversa e improviso, os dois amigos – separados apenas pelo oceano Atlântico – contam histórias engraçadas e falam sobre vários temas que os inquietam, como, por exemplo, como fazer humor em tempos de cancelamento e os novos obstáculos que tornam a profissão de humorista ainda mais desafiadora.
Gregório e Ricardo não responderão, no entanto, a perguntas como: “Pode-se rir de tudo?” ou “qual o limite do humor?”. Cansados de ouvir sempre essas mesmas questões, eles resolveram fazer novas perguntas: por que é que “já” é agora, mas “já já” é daqui a pouco? Por que é que “ãrrã” é sim, mas “ã-hã” é não?. Muitos dirão que existem pouquíssimos elementos que unam todas as variantes do português. A dupla de palestrantes vai discordar. Todas as variantes desprezam com igual fervor o Novo Acordo Ortográfico.
Assim, com esse tom debochado, eles exploram fatos que os aproximam. Gregório, por exemplo, criou junto com amigos o Porta dos Fundos. Já Ricardo fundou o Gato Fedorento, grupo que serviu de inspiração para esse canal. E ambos escrevem semanalmente para o jornal Folha de S.Paulo e fazem um programa de humor político.
Um Português e Um Brasileiro Entram no Bar… surgiu em 2017 e os dois humoristas se juntaram e conversaram apenas duas vezes. Os vídeos desses encontros ultrapassaram um milhão de visualizações no YouTube. Mas o mais importante: ficaram amigos. Nunca mais se viram. Hoje são duas figuras ímpares do humor em português e precisam de um pretexto para voltar a se juntar.
Sinopse
O encontro pretende debater como fazer humor em tempos de cancelamento. Ricardo Araújo Pereira e Gregório Duvivier entendem muito bem disso e trazem a discussão à tona de uma forma bem-humorada. O mundo mudou, e não para de mudar. O humor mudou junto. Fazer graça está, de fato, cada vez mais difícil. Mas ninguém falou que seria fácil. Os obstáculos de se fazer humor hoje tornam a profissão ainda mais desafiante e, por que não, engraçada.
Serviço
Um Português e Um Brasileiro Entram Num Bar, com Gregório Duvivier e Ricardo Araújo Pereira
Apresentações: 25 e 26 de junho, no sábado, às 21h, e no domingo, às 19h
Ingressos: Plateia 1: R$100 (Inteira) e R$50 (meia-entrada) | Plateia 2: R$80 (inteira) e R$40 (meia-entrada) | Plateia 3: R$50 (inteira) e R$25 (meia-entrada)
Vendas online https://bit.ly/GregRicardoSP
Teatro Procópio Ferreira – Rua Augusta, 2823, Cerqueira César
Telefone: (11) 3083-4475
Site: www.teatroprocopioferreira.com.br
Instagram: @teatroprocopioferreira
Capacidade 624 lugares
Classificação: 12 anos
Duração: 90 minutos
Com direção de Isaac Bernat, solo BOY discute os anos 90, a nova república e os direitos LGBTQIA+ sob a epidemia de HIV/AIDS. Interpretado pelo ator Gil Hernández, o solo de Rogério Corrêa estreia em junho. Clique aqui para acessar o release.
Leandro Souza apresenta solo Eles Fazem Dança Contemporânea no Teatro Arthur Azevedo
Premiado bailarino explora como é ser um artista negro criador de dança contemporânea na cidade de São Paulo. Espetáculo integra a programação da 8ª MITsp – Mostra Internacional de Teatro de São Paulo
Crédito: Cacá Bernardes. Baixe aqui mais imagens de divulgação
Depois de ganhar o prêmio APCA por sua interpretação no espetáculo Sismos e Volts, o bailarino Leandro Souza apresenta o solo Eles Fazem Dança Contemporânea durante a programação da 8ª MITsp – Mostra Internacional de Teatro de São Paulo. O trabalho tem três apresentações no Teatro Arthur Azevedo, nos dias 8 e 9 de junho (às 19h na quarta-feira e às 19h e às 21h na quinta).
O solo de Souza, que também assina a criação e a concepção, tem uma motivação de pesquisa que vai além do movimento e trata das tensões e questões envolvidas na incursão e presença negras na dança contemporânea. O bailarino foi buscar na performance e nas artes visuais inspiração para essa criação.
Em cena, num cenário que reproduz o tradicional cubo branco de galerias de arte, ele explora a relação entre o seu corpo, sua fala e um objeto cênico. O espetáculo se dá a partir de uma lógica da repetição, sobreposição e transformação continuas de ações, movimentos e produção de imagens, com o propósito de instaurar uma cena-síntese que possa dar vazão às questões em jogo no trabalho.
A voz de Leandro, repetindo as mesmas frases (em inglês e português) vai criando uma espécie de ritmo para a cena, além de uma sensação de quase hipnose junto ao público, enquanto ele executa movimentos que fogem dos sinais codificados da dança.
“Há algum tempo busco em outras linguagens além da dança desafios e respostas para as minhas inquietações. Somente a ideia de dança, entendida como realização exclusiva do movimento corporal organizado ritmicamente no tempo e espaço, não daria conta dessas questões. E o espetáculo também trata dessa tentativa de não se prender a conceitos pré-estabelecidos . Eu quero falar sobre os riscos e a potência de ser artista negro e fazer dança diante de uma paisagem tomada de demandas por representatividade, questões sobre apropriação cultural e anseio pela descolonização da produção de arte e conhecimento, que nos desafia a repensar o como viver juntos considerando, não apenas nossas similaridades, mas também nossas divergências”, explica Leandro.
“Existem muitas expectativas e idealizações no imaginário da nossa sociedade de como corpos negros devem ou deveriam dançar. Os corpos negros só podem circular alguns lugares estabelecidos por um lógica colonial (a lógica do recinto fechado como bem fala Achille Mbembe). Sei que esse trabalho só arranha o tema e não elucida nenhuma dúvida, só levanta questões que precisam ser faladas. Ao mesmo tempo, há uma necessidade e um desejo das amplas e diversas populações negras afrodescendentes de valorizar, afirmar e ressignificar modos de fazer e pensar cultura e arte, que por séculos tem sido marginalizadas e vilanizadas. Nos dias atuais, a perseguição a esses modos de existências tem sido acirrados cada vez mais. Entretanto, a diáspora produziu uma infinidade de negritudes que nem sempre podem ser alinhavadas harmonicamente. Como artista, eu penso que a divergência e uma certa critica e desobediência a mecanismos totalizadores é fonte de riqueza e não enfraquecimento. Em termos de arte, eu me interesso por essa negritude que escapa e nos dribla quando tentamos agarrá-la, domá-la e submetê-la as nossas boas ou más intenções”, questiona o bailarino.
Sinopse
Eles Fazem Dança Contemporânea é uma peça coreográfica solo gerada pelo emaranhamento da fala, do corpo e do objeto. Por meio do refrão da música “Am I Black Enough For You”, do cantor e compositor afro-estadunidense Billy Paul, e de uma pilha de cabelos sintéticos, o artista procura por uma cena-síntese capaz de dar vazão aos dilemas, ruídos e tensões, envolvendo as presenças negras na dança/arte contemporânea ocidental. Em Eles Fazem Dança Contemporânea a dança é articulada a partir de novos entendimentos sobre coreografia, dialogando com as artes visuais e da performance.
Ficha técnica
Concepção, criação e dança: Leandro Souza
Provocação: Ana Pi, Inês Terra, Renan Marcondes e Thaís de Menezes
Luz: Gabriele Souza
Som:Thiago Salas
Figurino: Leandro Souza
Cenografia: Leandro Souza e Tetembua Dandara
Fotos: Cacá Bernardes
Assessoria de imprensa: Pombo Correio
Produção: Tetembua Dandara
Serviço
Eles Fazem Dança Contemporânea, de Leandro Souza
Apresentações: 8 de junho, às 19h; e 9 de junho, às 19h e às 21h
Teatro Arthur Azevedo (Sala Multiuso) – Av. Paes de Barros, 955, Alto da Mooca
Ingressos: R$20 (inteira) e R$10 (meia-entrada)
Vendas online no site https://bileto.sympla.com.br/event/73557/d/140132/s/904614
Duração: 45 minutos
Classificação: 16 anos
Com texto de Fernando Bonassi e direção de Alexandre Brazil, espetáculo Maria da Escócia está em cartaz no Teatro Cacilda Becker até domingo, dia 26 de junho
Ao propor encontro fictício entre as rainhas Elizabeth I e Mary Stuart, a peça cria uma discussão sobre as relações de poder e o que é preciso para a sua manutenção
Baixe aqui mais fotos e vídeos de divulgação
O conflito que existiu entre as rainhas e primas Elizabeth I (1533-1603) e Mary Stuart (1542-1587) é pano de fundo para uma discussão sobre as relações de poder no espetáculo Maria da Escócia, com dramaturgia de Fernando Bonassi e direção de Alexandre Brazil. A peça, estrelada por Bete Dorgam e Kátia Naiane, é inspirada no texto “Mary Stuart” (1800), do alemão Friedrich Schiller. A temporada é curtíssima, de 17 a 26 de junho no Teatro Cacilda Becker.
O espetáculo, que teve uma versão audiovisual online bem diferente, é o segundo trabalho de Alexandre Brazil que nasce de uma investigação sobre rainhas renascentistas. De acordo com o diretor, o primeiro desses trabalhos foi “O Sorriso da Rainha” (2018), sobre a própria Elizabeth I, e ele ainda planeja montar uma peça sobre Ana Bolena (1501/1507-1536), a mãe dessa monarca.
“A pesquisa nasceu da minha paixão por William Shakespeare, que eu considero o maior dramaturgo que já existiu. Eu já montei nove espetáculos do bardo e, em todos esses trabalhos, ele menciona figuras fascinantes dessa História renascentista. A própria Elizabeth I foi a grande mecenas de Shakespeare e da companhia dele, responsável pela prosperidade que ele teve em vida. E essas rainhas são figuras que têm em suas trajetórias fatos extremamente teatrais. É isso que me interessa”, explica Brazil.
O contexto
A peça, que não se propõe a ser biográfica, parte da disputa pelo trono na Inglaterra entre as rainhas Elizabeth I e Mary Stuart. Única herdeira legítima do rei Jaime V da Escócia, Mary assumiu o trono ao seis dias de vida, teve vários maridos e sempre atuou apenas como a rainha consorte (o equivalente à primeira-dama).
Considerada pelos católicos ingleses como a legítima soberana da Inglaterra, já que Elizabeth I era filha bastarda do rei Henrique VIII, ela esteve envolvida com uma revolta conhecida como Rebelião do Norte e tentou depor a própria prima para assumir o poder em seu lugar. Vendo-a como uma real ameaça, Elizabeth I aprisionou-a em vários castelos e mansões no interior do país. E, depois de 19 anos, Mary foi condenada por tramar o assassinato da prima – dentro da própria prisão. É decapitada em 1587, aos 44 anos.
Já Elizabeth I, que é conhecida como a “A Rainha Virgem” por nunca ter se casado, assumiu o reinado aos 25 anos, depois de uma longa briga pela sucessão do trono desencadeada pela morte de seu irmão Eduardo VI. Ao contrário de sua grande rival, ela exerceu ativamente o poder e abriu mão de se casar e ter filhos para continuar com sua soberania. Ela também é considerada uma das rainhas mais prósperas, responsável por conduzir a monarquia inglesa por sua chamada ‘Era de Ouro’.
A encenação
O espetáculo propõe um encontro fictício entre Maria e Elizabeth I, às vésperas da execução da primeira. Enquanto Maria tenta convencer a prima a não cortar sua cabeça por conspiração, Elizabeth procura motivos para não ter efetivamente que fazer isso e ainda continuar no poder.
Ao público, cabe assumir uma posição diante desse conflito. “Tomamos bastante cuidado para não retratar Elizabeth I como tirana na nossa peça. O público vai compreender que as duas tiveram sua responsabilidade no desfecho. As personagens tentam se entender. Elizabeth precisa decidir o que fazer com o destino da prima como uma questão de estado, porque a situação está insustentável e ela está sendo pressionada. Imagine o que é para uma rainha ter que mandar decapitar a outra”, indaga Alexandre Brazil.
Em cena, as rainhas estão separadas por uma cerca, que, ao contrário de uma grade de prisão medieval, lembra um presídio de segurança máxima. “É interessante que, no começo do espetáculo, o público talvez se pergunte: quem está realmente presa? E, de certa maneira, as duas estão aprisionadas. A Maria, literalmente, e a Elizabeth I, por todas as questões que ela precisa lidar para se manter no poder”, revela o diretor.
Já os figurinos preservam a ambientação do século 16, mas vão sendo ligeiramente “desmontados” ao longo da peça, tornando-se um pouco mais atemporais. Esse efeito também está presente em outros elementos da montagem com a proposta de mostrar que essa história poderia ser atemporal.
“Não queremos exatamente traçar paralelos explícitos com o que se passa hoje no Brasil. O que é fundamental e nos impressiona é como as relações de poder pouco mudaram do século 16 para cá. Queremos discutir o quanto esse poder, quando mal usado, pode ser avassalador para o povo e para os próprios governantes. É claro que estamos falando de outro sistema, a monarquia, mas acho importante olharmos para as questões políticas do passado e percebermos como tudo é muito parecido com o que temos hoje”, acrescenta.
Outro tema importante ao redor da peça é a questão do gênero. “É preciso considerar a depreciação da mulher. Quando olhamos para essas duas rainhas do século 16 ficamos impressionados, mas elas foram colocadas nesse lugar de poder por homens e elas estão cercadas por eles o tempo todo. Elizabeth consegue romper parcialmente com isso, mas, na peça, não consegue ter um companheirismo e o que hoje chamamos de sororidade com a própria prima, pois ela é pressionada a executá-la”, reflete o diretor.
Sinopse
O espetáculo propõe um encontro fictício entre Maria e Elizabeth I, às vésperas da execução da primeira. Enquanto Maria tenta convencer a prima a não cortar sua cabeça por conspiração, Elizabeth procura motivos para não ter efetivamente que fazer isso e ainda continuar no poder.
Ficha Técnica
De Fernando Bonassi
Inspirado e baseado na obra “Mary Stuart” de Friedrich Schiller
Idealização e Direção: Alexandre Brazil
Co-Direção: Cacau Merz
Elenco: Bete Dorgam e Kátia Naiane
Cenário/Cenografia e Adereços: Mateus Fiorentino Nanci e Megamini
Música Original: Dan Maia
Iluminação: Felipe Tchaça
Figurino: Alexandre Brazil
Gola Rufo: Marichilene Artisevskis
Visagismo: Sergio Gordin e Carmen Silva
Assistente de Visagismo: Leninha Uckerman
Costura de Figurinos: Judite de Lima, Glória Amaral, Lili Santa Rosa e Maria Lúcia
Fotografia: Philipp Lavra
Assessoria de Imprensa: Pombo Correio
Produção Gráfica e Mídias Socias: Felipe Apolo
Produção Executiva: Escritório das Artes
Coordenação de Produção: Maurício Inafre
Direção de Produção: Alexandre Brazil
Gestão de Produção: Escritório das Artes
Realização: Alexandre Brazil da Silva – “Este projeto foi contemplado pelo EDITAL DE APOIO A PROJETOS CULTURAIS DESCENTRALIZADOS DE MÚLTIPLAS LINGUAGENS — Secretaria Municipal de Cultura”
Serviço
Maria da Escócia, de Fernando Bonassi
Temporada: 17 a 26 de junho
Às sextas e aos sábados, às 21h, e aos domingos, às 19h.
A estreia será gratuita.
Encontros:
Dia 19 de junho, às 20h15 – bate-papo com as atrizes;
Dia 25 de junho, às 17h – bate-papo sobre a direção artística e o processo do espetáculo com Alexandre Brazil e Cacau Merz;
Dia 25 de junho, às 18h – bate-papo sobre produção e o processo de montagem com Alexandre Brazil e Mauricio Inafre.
Teatro Cacilda Becker – Rua Tito, 295, Lapa
Ingressos: R$10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia-entrada)
Vendas online: através do site Sympla e 01 horas antes do início do espetáculo diretamente na bilheteria.
Duração: 60 minutos
Classificação: 14 anos
Capacidade: 198 lugares
Antônima Cia. de Dança estreia espetáculo Desvio para o Azul, que faz apresentações no Teatro João Caetano de 24 a 26 de junho
Com direção de Adriana Nunes, criação coletiva propõe uma reflexão sobre o tempo e as diferentes formas de senti-lo
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Com 12 anos de pesquisa em dança e artes do corpo, a Antônima Cia. de Dança investiga a noção de tempo a partir de diferentes percepções e conhecimentos em seu novo trabalho, intitulado Desvio para o Azul.
O espetáculo se apresenta no Teatro João Caetano entre 24 e 26 de junho. A obra tem direção de Adriana Nunes, que também está em cena ao lado das outras intérpretes-criadoras Camila Miranda, Isadora Prata e Naíra Gascon.
Desvio para o Azul é uma é uma obra sobre o tempo, um olhar para as diferentes formas de senti-lo e uma tentativa de subvertê-lo. Para lidar com uma questão tão complexa, a companhia investiga esse conceito a partir de várias áreas do conhecimento, como a física, a geografia, a literatura e a filosofia.
O próprio nome do trabalho é uma referência a um conceito da física que explica como uma duração é percebida de acordo com a distância e como o tempo está diretamente ligado ao conceito de energia/movimento, e intrinsecamente ligado à ideia de espaço.
Outra metodologia importante usada pelo grupo nesse processo é o aprofundamento da escuta. As artistas apostaram em experiências de trocas e partilhas com outros artistas, pequenas entrevistas sobre como anda a relação das pessoas com seu tempo e deambulações pela cidade de São Paulo.
Um dos pontos de partida para esse processo foi o livro “Walkscapes – O Caminhar como Prática Estética” (2002), do autor italiano Francesco Careri, que inspirou a companhia a realizar longas caminhadas por São Paulo. A partir dessas derivas pela cidade, as criadoras começaram a se questionar sobre como se colocar numa relação com o tempo diferente da que se tem cotidianamente, como diminuir simbolicamente as distâncias entre as periferias e o centro da cidade; e como estabelecer vínculos entre seus corpos e os espaços percorridos.
A partir de todas essas pesquisas, a companhia passou a refletir: “O tempo é relativo, é curto, é metafórico, é histórico, está em falta, está sobrando, é inevitável, é acontecimento, é memória, é projeção e pode ser sintoma de desigualdade. Como é a relação com o tempo de um morador da periferia, que gasta muitas horas em deslocamentos, em comparação a um morador do centro, que mora perto do trabalho?”.
Assim, na dança, antes de propor todas essas reflexões, as intérpretes começam convidando o espectador a se colocar num outro tempo, longe da pressa e da efemeridade, para então mergulhar no universo da memória, nas projeções para o futuro e nas reflexões sobre como estamos vivendo o tempo do presente.
Sobre a Antônima Cia. de Dança
A Antônima Cia. de Dança desenvolve, desde 2010, sua pesquisa de composição em dança que pretende investigar diversas formas de produzir conteúdo cênico, passando pela coreografia, pelas partituras e pela improvisação, sempre em diálogo com os demais artistas envolvidos nos projetos, sejam do campo da poesia, máscaras, vídeo, música, figurino ou iluminação.
Entre os trabalhos do grupo, estão “Tampoco Hay Casa” (2021) e “No Hay Tema” (2020), ambos em parceria com a artista sonora Mariana Carvalho; “Gume” (2019), realizado junto com a Spio Orquestra; e a Trilogia do Inevitável (2013-2018), composta pelas peças “Isso Ainda Não nos Leva a Nada” (2018), com textos de Bruno Brum, “História das Demolições” (2013), com textos de Fabrício Corsaletti, e “Só” (2015), com textos de Noemi Jaffe.
Sinopse
Distorcer a linearidade, ressignificar a simultaneidade, alcançar a máxima lentidão e a extrema velocidade, descobrir o que tem no meio, parar. Desviar para o azul é diminuir distâncias num universo em constante expansão. O espetáculo é uma obra sobre o Tempo, um olhar para as diferentes formas de senti-lo, uma tentativa de subvertê-lo.
Ficha Técnica:
Direção: Adriana Nunes
Intérpretes Criadoras: Adriana Nunes, Camila Miranda, Isadora Prata e Naíra Gascon
Trilha Sonora: Lello Bezerra
Técnico de som: Henrique Berrocal
Iluminação: Lúcia Galvão
Montagem de luz e operador substituto: Felipe Stucchi
Figurino: Anna Luiza Marques e Odete Ezequiel
Fotos de divulgação: Antônima Cia de Dança
Fotos das apresentações: Christian Von Ameln
Identidade Visual: Bruno Sperança e Marcos Fellip Sales
Gerenciamento de Mídia Social: Bruno Sperança e Marcos Fellip Sales
Consultoria em Marketing: Marcela Fecuri
Assessoria de Imprensa: Pombo Correio
Produção: Cotiara Produtora (Ana Elisa Mello e Samya Enes)
Desvio para o Azul faz parte de um projeto contemplado pelo Edital de Apoio a Projetos Culturais Descentralizados de Múltiplas Linguagens, da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo
Serviço
Desvio para o Azul, da Antônima Cia. de Dança
Ingressos: Grátis, distribuídos uma hora antes de cada sessão
Classificação: Livre
Duração: 60min
Teatro João Caetano – zona sul
Rua Borges Lagoa, 650, Vila Clementino, São Paulo
Quando: 24 a 26 de junho, na sexta e no sábado, às 21h, e no domingo, às 19h
Universo Casuo apresenta o espetáculo Grand Spectacle Du Cirque em oito apresentações no Teatro J. Safra de 4 a 26 de junho de 2022
Link para download de fotos de Ronnie Stein
Visto por mais de 3 milhões de pessoas entre Brasil, Argentina, Paraguai, Chile, Colômbia, Panamá, Costa Rica e México, o Grand Spectacle du Cirque, da companhia circense Universo Casuo, faz oito apresentações no Teatro J. Safra em São Paulo nos dias 04, 05, 18, 19, 25 e 26 de junho de 2022.
Apresentado pelo Ministério do Turismo e pela Volkswagen Financial Services, o espetáculo tem como plataforma música, performance, humor e poesia e a trilha sonora – criada por Charlie Dennard e Igor Pimenta – é executada pela banda The White Clowns.
A companhia Universo Casuo é liderada por Marcos Casuo, o único brasileiro a protagonizar uma obra do Cirque Du Soleil, onde atuou por oito anos, se apresentando com o espetáculo Alegria para mais de 12 milhões de pessoas.
Grand Spectacle du Cirque busca dentro de cada espectador “a sua essência de criança, os sentimentos mais doces, a pureza das emoções que habitam nossos sonhos e nos fazem passear por um mundo onde as nuvens são feitas de algodão doce e o Sol sorri, um convite para viajarmos ao sabor do vento com cheiro de tutti-frutti”, conta Marcos.
26 profissionais entre cenógrafos, artistas, músicos, produtores e bailarinos fazem parte do espetáculo. O Grand Spectacle du Cirque resgata a excelência da arte circense através de uma inovadora combinação de performances de tirar o fôlego e uma tecnologia de ponta.
Sinopse
O espetáculo conta a história de um universo paralelo, o “Universo Casuo”. Um lugar mágico onde tudo é possível. Nele, o personagem denominado Jean Francua, o Clown, percebe que a Terra, o Planeta Azul, o qual antigamente esbanjava cores, hoje está desbotada e quase sem cor. O Clown resolve atravessar o portal, entrar no nosso mundo e trazer de volta todos os sonhos, fantasias e tornando novamente colorido.
Sobre Universo Casuo
Após obter reconhecimento internacional por sua fantástica e criativa atuação de quase uma década no espetáculo “Alegria”, do Cirque du Soleil, e ter sido aplaudido em 24 países por 12 milhões de pessoas, inclusive, reis, rainhas, celebridades da música internacional e astros de Hollywood, Marcos Casuo, o único protagonista brasileiro na Cia Canadense, trouxe, em 2008, toda essa bagagem adquirida para sua própria “Fábrica de fazer Sonhos”. O Universo Casuo surpreende pela combinação emocionante de performances, música, humor e poesia. Com figurinos exuberantes, a Cia. encanta com maquiagem artística, body painting e com o que há de mais moderno em termos de luz, som e efeitos especiais. Uma obra totalmente brasileira que emociona e traz de volta o brilho e a vitalidade dos anos dourados do circo.
Sobre Marcos Casuo
Artista consagrado em mais de 24 países, Marcos Casuo apresenta toda sua experiência internacional junto com sua trupe. Tornou-se conhecido ao redor do mundo pela sua fantástica atuação no espetáculo ‘Alegria’, da famosa trupe Canadense Cirque du Soleil. Único brasileiro protagonista, Casuo atuou na trupe durante oito anos, sendo aplaudido em 24 países por aproximadamente 12 milhões de pessoas, inclusive, reis, rainhas, celebridades da música internacional e astros de Hollywood.
Ficha técnica:
Artistas:
Marcos Casuo (Clown)
Eduardo Garbim (Bike Shark / Eban)
Gabriel Gomes (Anuchavan Act – Mandala)
Lucas Lopes (Evron – Malabares)
Thaina Alves Feroldi (Vênus – Handstand Emotion)
Larissa Guimarães (Luna Act – Lira/ Auroras Act – Trapezio)
Ana Maria Loureiro (Lunia Act – Lira/ Auroras Act – Trapezio)
Bruna Genovez (Auroras Act – Trapezio/ Earth – Tecido)
João Marcílio (Tayrone – Duo Handstand Emotion)
Roberta Grillo (Zeldia – Duo Handstand Emotion)
The White Clowns – Banda
Stella Rocha (The Heart Singing – vocal)
Igor Pimenta (Baxis – Band Leader)
Eduardo Guarinon (Bateres)
André Bordinhon Barbosa Dias Pereira (Guits)
Rafael Castro (Teclis)
Compositor e Montagem Musical
Charlie Dennard
Igor Pimenta
Make –up Designer
Marcos Casuo
Pâmela Sgarbi
Make Hair Designer
Aroldo Velanny
Designer de Figurino
Chico Spinoza
Lesley Roveri
Sonia Roveri
Paola Roveri
Operador de PA e Monitor
Silvio Romualdo
Light Designer e Iluminador
Rodolfo Domânico
Roadie
Luis Carlos da Silva Araújo
Head Rigger
Sérgio de Souza (Boca)
Técnicos de Montagem
Flávio Santiago Ramos
Wellington da Silva
Produção Executiva
Escritório – UC
Coordenação de Produção
Anderson Lana
Andreia de Andrade Temoteo
Assistência de Produção
Lucas Mucciolo Malina
Rodolfo Menezes
Assessoria de Imprensa
Pombo Correio
Direção Geral
Rodrigo Cauchioli
Direção Artística e Criação
Marcos Casuo
Apresentado por Ministério do Turismo e Volkswagen Financial Services
Serviço:
Nome: “Grand Spectacle Du Cirque”
Duração: 90 minutos
Classificação: Livre
04 de junho 2022 – Sábado – às 21h
05 de junho 2022 – Domingo – às 19h
18 de Junho 2022 – Sábado – às 21h
19 de Junho 2022 – Domingo – às 19h
25 de Junho 2022 – Sábado às 18h e às 21h
26 de Junho 2022 – Domingo às 16h e às 19h
Ingressos:
Plateia Premium – R$ 80,00
Plateia Vip – R$ 80,00
Mezanino – R$ 50,00
Mezanino Visão Parcial – R$ 40,00











