Psiquiatra mais lido no mundo, Augusto Cury lança seu novo livro, As Poderosas Ferramentas de Gestão da Emoção para Relações Saudáveis

Publicado pela editora DreamSellers, o livro reúne ensinamentos sobre como as pessoas podem construir relações inteligentes consigo mesmas e com os outros

“Conhecer quem somos, pelo menos minimamente, muda nossa maneira de ser, reagir e nos relacionarmos”

“Quem não se relaciona bem consigo não se relacionará bem com ninguém” – ensinamentos do novo livro de Augusto Cury

Com mais de 35 milhões de exemplares vendidos em 70 países, Augusto Cury é considerado o psiquiatra mais lido no mundo atualmente e o autor mais lido no Brasil nos últimos 20 anos. Sua última obra, “365 Dias de Inteligência”, inclusive, entrou para as listas de best sellers da revista Veja e do portal PublishNews. Agora, o escritor se prepara para lançar seu novo título, “As Poderosas Ferramentas de Gestão da Emoção para Relações Saudáveis”, publicado pela editora DreamSellers (com 160 páginas e preço sugerido de R$44,90), que está previsto para chegar às livrarias entre o final de abril e começo de maio de 2022.

A obra é uma espécie de manual de psicologia aplicada que tem a proposta de fornecer algumas ferramentas práticas e dinâmicas para que as pessoas aprendam a construir relações saudáveis consigo mesmas em primeiro lugar e com os outros. São ensinamentos universais e indicados sobretudo para casais, para pais e filhos, para empresários e seus colaboradores, para colegas de trabalho e até para pessoas que cruzam nossos caminhos no dia a dia.

O autor parte do princípio de que, quando não há uma boa gestão dos pensamentos e das emoções, podemos prejudicar as relações em todos esses âmbitos, o que é capaz de deteriorar bastante a nossa qualidade de vida. E os ensinamentos partem do desenvolvimento das funções mais complexas da inteligência para tornar o Eu o autor da própria história e das 10 Regras de Ouro das Relações Saudáveis.

Com a obra, Augusto Cury espera que os leitores se tornem mais capazes de se comunicar com empatia e assertividade; consigam proteger a emoção e administrar seus pensamentos para construir relacionamentos mais inteligentes; e passem a gerenciar as armadilhas da mente que sabotam as relações interpessoais.

O livro ainda vem com um conteúdo bônus preparado pelo psiquiatra que pode ser acessado por meio de um QR Code. 

Atualmente, além do lançamento, o autor está em cartaz no Teatro Fernando Torres (SP) com dois espetáculos teatrais inspirados em seus livros. Trata-se de “Nunca Desista dos seus Sonhos”, estrelado por Myrian Rios e Paulo Goulart Filho; e “A Turma da Floresta Viva”, inspirado no primeiro livro infantil dele.

Sobre Augusto Cury

Psiquiatra, psicoterapeuta, cientista, escritor e professor de pós-graduação da USP, Augusto Cury tem mais de 80 livros publicados e é autor de uma das raras teorias mundiais sobre a construção do pensamento e o processo de formação do “eu”. Fundou o primeiro programa de Gestão da Emoção e é um dos poucos autores vivos cuja teoria é estudada em universidades.

Recebeu o prêmio de melhor ficção do ano de 2009 da Academia Chinesa de Literatura pelo livro “O Vendedor de Sonhos” e é membro de Honra da Academia de Gênios do Instituto Europeu de Inteligência. Além disso, fundou a “Escola de Inteligência”, um programa socioemocional e educacional para crianças, baseado em sua teoria, que conta com mais de 400 mil alunos no Brasil. 

Ele teve obras adaptadas para o cinema e teatro, tais como o filme “O Vendedor de Sonhos”, com direção do renomado diretor Jayme Monjardim, e as futuras produções para as telonas de “O homem mais inteligente da história” e “O futuro da humanidade”. 

Serviço

As Poderosas Ferramentas de Gestão da Emoção para Relações Saudáveis

Editora: DreamSellers

Páginas: 160 | Peso: 200g | Tamanho: 16x23cm | ISBN: 9786584661042

Preço de capa: R$44,90

Logotipo

Descrição gerada automaticamente com confiança média

Pombo Correio Assessoria de Comunicação
Douglas Picchetti e Helô Cintra(11) 9 9814-6911 | (11) 9 9402-8732
douglas@pombocorreio.art.br | helo@pombocorreio.art.br
www.pombocorreio.art.br

Lado a Lado lança documentário sobre sua mentoria para impulsionar iniciativas socioculturais na cidade de Porto Feliz (SP)

Programa é especializado em mapear iniciativas socioculturais em diferentes regiões do país para potencializar habilidades de pequenos empreendedores, otimizar seus modelos de gestão e ajudá-los a transformar seus negócios e comunidades. Lançamento do doc acontece gratuitamente no dia 10 de junho, às 19h30, na Praça da Matriz. Clique aqui para acessar o release.

Com uma combinação entre as atmosferas das galerias de arte, dos cafés, dos restaurantes e das baladas, o Galeria Café SP tem a proposta de criar um ambiente confortável, aconchegante e seguro para pessoas LGBTQIA+ em um dos endereços mais boêmios da cidade, a Praça Benedito Calixto, em Pinheiros. Clique aqui para acompanhar a programação completa.

Tatuagem prorroga temporada na Cia Da Revista até dia 31 de julho 

Com ingressos esgotados, o musical tem direção de Kleber Montanheiro e canções da banda As Baías na trilha sonora

Link para download de fotos  

A Cia. da Revista comemora seus 25 anos de trajetória com o musical Tatuagem, uma adaptação dirigida por Kleber Montanheiro para o longa-metragem que rendeu o Kikito de melhor filme ao cineasta recifense Hilton Lacerda no Festival de Cinema de Gramado, em 2013. 

O espetáculo estreou no dia 14 de abril, no Espaço Cia da Revista, e fez todas as sessões com ingressos esgotados. Agora, o musical prorroga temporada até dia 31 de julho. 

O elenco conta com a participação de André Torquato, Bia Sabiá, Cleomácio Inácio, GuRezê, Júlia Sanchez, Lua Negrão, Lucas Truta, Mateus Vicente, Natália Quadros, Romário Oliveira e Zé Gui Bueno. Já a direção musical e os arranjos são assinados por Marco França.

A trama acompanha a trupe teatral recifense Chão de Estrelas, que é liderada pelo extravagante Clécio Wanderley. Em uma noite, em 1978, os artistas recebem a visita do jovem Fininha, que é cunhado de Paulete, a estrela do grupo. Encantado com aquele universo marginal, o militar logo é seduzido pelo charmoso líder da companhia.

Os dois iniciam um tórrido relacionamento, que vai colocar Fininha diante de um grande problema: como viver esse amor e continuar trabalhando no repressivo ambiente militar em plena ditadura?

Algo curioso é que o Chão de Estrelas é inspirado no Teatro Vivencial, uma trupe pernambucana que fez sua arte nos anos de 1970 e 1980 e ficou conhecida por sua militância poética e como ícone da contracultura. E, de acordo com o diretor Kleber Montanheiro, o próprio trabalho feito pela Cia. da Revista tem muitas semelhanças com o do grupo retratado pelo filme.

“Nós todos temos essa ideia de junção de linguagens. A música sempre está muito presente em nossos espetáculos e exploramos outras possibilidades, como a dança, o circo, o circo-teatro e a própria revista como um gênero. Isso tem muito a ver com o Chão de Estrelas. E é interessante porque esse grupo estava inserido em um contexto de luta pela liberdade e nós estamos lutando para continuar com nosso espaço aberto, que ficou muito tempo fechado durante a pandemia”, compara o encenador.

Para transpor toda essa atmosfera criada pelo Chão de Estrelas no filme, a Cia. da Revista modificou até a estrutura de seu espaço. A plateia, por exemplo, será acomodada em cadeiras e mesas de dois lugares e até o hall de entrada e a fachada do espaço foram repensados para lembrar a sede do grupo fictício.

Tatuagem é o segundo espetáculo da trilogia de peças “Conexão São Paulo-Pernambuco”, que teve início em 2021, com a estreia de Nossos Ossos, a partir do romance do escritor Marcelino Freire. 

Trilha sonora d’As Baías

Kleber Montanheiro conta que a ideia de montar a adaptação surgiu nesse período de isolamento, em um momento que ele estava revisitando obras que marcaram sua vida. “Acho que a música acabou sendo o ponto de partida. Eu estava assistindo ao filme e notei que as canções d’As Baías se encaixavam perfeitamente em várias cenas. Tenho amizade com a banda, principalmente com a Assucena, pois dirigi o show da turnê “Mulher”, do primeiro disco delas. E parecia que as músicas tinham sido feitas para o filme”, comenta.

Embora a adaptação seja muito fiel aos diálogos do longa, a trilha sonora passou a incorporar as 23 canções de Raquel Virgínia, Rafael Acerbi e Assucena – que ainda compôs mais uma música inédita, “Tatuagem”, como tema do espetáculo.

“Existem várias camadas da música dentro da peça. Como as canções das Baías não contam uma história com começo, meio e fim, mas falam sobre um tempo, muitas vezes, a música tem uma função narrativa. Às vezes, funciona como um pensamento de uma personagem, comenta uma ação anterior e até anuncia algo que está por vir”, acrescenta o diretor.

Sinopse

Recife, 1978. A trupe teatral Chão de Estrelas é liderada pelo extravagante Clécio Wanderley e tem Paulete como a principal estrela do grupo. Numa noite de show, eles recebem a visita do cunhado de Paulete, o jovem Fininha, que é militar. Encantado com o universo criado pela companhia, ele logo é seduzido por Clécio. Os dois iniciam um tórrido relacionamento, que coloca Fininha frente a um grande problema: lidar com a repressão existente no meio militar em plena ditadura. Um espetáculo sobre o amor e a liberdade em tempos de opressão.

Ficha Técnica

Do filme de Hilton Lacerda

Adaptação, direção, cenários e figurinos: Kleber Montanheiro

Direção musical e arranjos: Marco França

Músicas: As Baías – Raquel Virgínia, Rafael Acerbi e Assucena

Música composta – Tatuagem: Assucena

Iluminação: Gabriele Souza

Visagismo: Louise Heléne

Preparação Côco de Roda: Val Ribeiro 

Assistente de direção: João Victor Silva

Co-figurinista e direção de ateliê: Marcos Valadão

Costureira: Nonata Diniz

Aderecistas: Gustavo Zanela e Rebeca Oliveira

Cenotecnia: Evas Carretero

Elenco: André Torquato, Bia Sabiá, Cleomácio Inácio, GuRezê, Júlia Sanchez, Lua Negrão, Lucas Truta, Mateus Vicente, Natália Quadros, Romário Oliveira e Zé Gui Bueno

Músico ensaiador: Gabriel Hernandes 

Projeto Feito Tatuagem: Louise Heléne e Sérgio Santoian
Fotos Feito Tatuagem: Sérgio Santoian

Fotos do elenco: Rodrigo Chueri 

Direção de produção: Jota Rafaelli e Luciana Venâncio

Produção: Movicena Produções

Realização: Cia. da Revista

Este projeto foi contemplado pela 11ª Edição do Prêmio Zé Renato de Teatro para a Cidade de São Paulo – Secretaria Municipal de Cultura.

Serviço

Tatuagem, com a Cia. da Revista

Até 31 de julho

Sextas e sábados às 20h30, e domingos às 19h

Espaço Cia da Revista – Alameda Nothmann, 1135, Campos Elíseos*

Classificação: 16 anos Duração: 135 minutos com intervalo

Ingressos: R$ 80 | Meia-entrada R$ 40

Vendas antecipadas pelo Sympla. 

*É obrigatório apresentar a carteira de vacinação para entrar no teatro. Servem como comprovante de vacinação o certificado de vacinas digital disponível na plataforma do Sistema Único de Saúde – Conecte SUS, ou Poupatempo Digital, e comprovante ou cartão de vacinação emitido pelos órgãos de saúde.

Logotipo

Descrição gerada automaticamente com confiança média

Pombo Correio Assessoria de Comunicação
Douglas Picchetti e Helô Cintra

(11) 9 9814-6911 | (11) 9 9402-8732

Rua Áurea, 232 – Vila Mariana
douglas@pombocorreio.art.br | helo@pombocorreio.art.br
www.pombocorreio.art.br

José Fernando Peixoto de Azevedo dirige montagem de Um Inimigo do Povo, do norueguês Henrik Ibsen

Com referência ao clássico do cinema ‘A Noite dos Mortos Vivos’, de George A. Romero, o espetáculo está em cartaz no Teatro Aliança Francesa até dia 1º de maio

Fotos de Ronaldo Gutierrez 

O conceituado encenador José Fernando Peixoto de Azevedo radicaliza as questões políticas propostas pelo clássico teatral Um Inimigo do Povo, do dramaturgo norueguês Henrik Ibsen (1828-1906). O espetáculo homônimo segue em cartaz até 1º de maio no Teatro Aliança Francesa, com sessões de quinta a sábado, às 20h, e aos domingos, às 18h.

O elenco é formado por Augusto Pompeo, Cesar Baccan, Clara Carvalho, Lilian  Regina, Lucas Scalco, Raphael Garcia, Rodrigo Scarpelli, Rogério Brito, Sérgio Mastropasqua, Tatah Cardozo, Thiago Liguori. 

Com uma crítica extremamente atual, o texto de Ibsen acompanha o drama do médico Thomas Stockmann, que é ameaçado pelos interesses econômicos e a corrupção do poder público ao descobrir e denunciar que as águas de sua cidade – cuja principal atividade é um balneário e termas – estão contaminadas. 

O anúncio gera um enorme conflito quando os empresários locais mobilizam, com apoio da imprensa, a opinião pública contra o protagonista, transformando o herói da cidade em um inimigo do povo – a massa forjada nos confrontos de poder. E tudo ganha uma proporção ainda maior porque ele é irmão do prefeito e casado com a filha adotiva de um grande empresário.

A encenação de José Fernando Peixoto de Azevedo acentua a exposição pública do médico fazendo com que o episódio ganhe ares de terror. Para contribuir com essa atmosfera, o trabalho tem como referência cinematográfica o clássico A Noite dos Mortos Vivos (1968), do estadunidense George A. Romero, que traz um protagonista negro tentando sobreviver em um país onde as pessoas da classe média branca se transformam em zumbis, por conta de uma epidemia. Nessa sociedade armada e organizada em milícias, que quer eliminar a todo custo os mortos-vivos, o personagem vivido pelo ator Duane Jones acaba “confundido” com uma das criaturas e é assassinado.

E o diálogo com o audiovisual não para por aí. Assim como em outros trabalhos dirigidos por Azevedo, como a bem-sucedida montagem de As Mãos Sujas (2019), de Sartre, a nova peça traz para o palco um dispositivo em que a câmera contracena com os atores, desdobrando-se na materialidade da imagem, em jogo.

A discussão proposta pelo dramaturgo norueguês ainda é radicalizada pela presença de atores negros no elenco –, trazendo para a cena a dimensão dos conflitos raciais que nos tomam no tempo presente e também contribui para a discussão sobre a presença de artistas negros no teatro brasileiro. 

“A racialização dos corpos em cena potencializa, certamente, aspectos de um debate sobre as dimensões do racismo no Brasil, e nos faz ver que a trajetória de mobilidade social numa sociedade em que a violência é estrutural, quase sempre é vivida como um filme terror. A pandemia apenas evidenciou esse teor, quando cada vez mais vimos o sentido efetivo de uma sociedade confinada: aqui, desde sempre,  populações inteiras são marcadas, cercadas e alvejadas pela violência do Estado a serviço do capital; cercadas e assassinadas ao vivo”, comenta o diretor.

Todas essas questões são acentuadas pelo impacto do momento em que vivemos, já que a contaminação das águas proposta pela peça escrita em 1882 pode ser facilmente comparada à pandemia de Covid-19 e as nefastas disputas políticas e econômicas em torno da catástrofe, diariamente televisionadas.

Sinopse

Um médico se vê em meio a uma trama de interesses econômicos e corrupção, quando descobre a contaminação das águas, numa cidade que vive de seu balneário e termas. As disputas se desdobram num conflito a um só tempo particular e público.

Ficha Técnica

Texto: Henrik Ibsen

Tradução: Pedro Mantiqueira

Revisão de tradução: Karl Erik Schøllhammer

Dispositivo de cena e Direção: José Fernando Peixoto de Azevedo

Elenco: Augusto Pompeo, Cesar Baccan, Clara Carvalho, Lilia Regina, Lucas Scalco, Raphael Garcia, Rodrigo Scarpelli, Rogério Brito, Sérgio Mastropasqua e Thiago Liguori 

“Ponto” em jogo: Tatah Cardozo

Direção Musical e Live-Electronics: Thiago Liguori

Câmera e edição de imagens: André Voulgaris

Desenho de luz: Gabriel Greghi e Wagner Pinto

Figurino: Anne Cerutti 

Assistente de Direção: Lucas Scalco

Preparação corporal: Tarina Quelho

Cenotécnico: Douglas Caldas

Operador de luz: Gabriel Greghi e Jonas Ribeiro

Fotos: Ronaldo Gutierrez 

Programador Visual: Rafael Oliveira

Assessoria de Imprensa: Pombo Correio

Estágio de direção: Tatah Cardozo

Diretor de Produção: Cesar Baccan

Produtor Executivo: Marcelo Ullmann

Assistente de Produção: Lúcia Rosa

Assistente de Produção: Rebeca Oliveira

Co-Produção: Kavaná Produções 

Produção e Realização: Baccan Produções

SERVIÇOS

Um Inimigo do Povo

Temporada: entre 7 de abril e 1 de maio, de quinta a sábado, às 20h; e aos domingos, às 18h

Teatro Aliança Francesa – Rua General Jardim 182 – Vila Buarque

Ar-condicionado. Informações: (11) 3572-2379

www.teatroaliancafrancesa.com.br

Ingressos: às quintas e sextas – R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia-entrada) | aos sábados e domingos – R$60 (inteira) e R$30 (meia-entrada)

Venda online em site.bileto.sympla.com.br/teatroaliancafrancesa/

Duração: 180 minutos, com um intervalo de 15min.

Classificação: 12 anos

Capacidade: 226 lugares

Samara Felippo e Carolinie Figueiredo sob direção de Rita Elmôr, fazem um espetáculo que aborda de forma sensível, bem-humorada e sarcástica o cotidiano e os dilemas do renascimento da mulher com a chegada da maternidade. Clique aqui para acessar o release completo.

Espetáculo de Caryl Churchill com estreia no MASP marca o nascimento do IBT – Instituto Brasileiro de Teatro. Clique aqui para acessar o release completo.

Cia Artera de Teatro discute polarização política, radicalismo virtual e ascensão da extrema direita com estreia de Freedom City, do escocês Davey Anderson, no CCSP

Inédito no Brasil, texto encerra trilogia de peças do autor montadas pelo grupo, que celebra 18 anos de trajetória. A direção é de Davi Reis e a codireção de Ricardo Corrêa
Uma imagem contendo no interior, pessoa, jovem, homem

Descrição gerada automaticamente

Crédito: Sérgio Roizenblit. Baixe aqui mais imagens de divulgação

Para marcar seus 18 anos, a Cia. Artera de Teatro estreia uma montagem de Freedom City, texto inédito no país do dramaturgo escocês Davey Anderson. Com direção de Davi Reis e Ricardo Corrêa, o espetáculo pode ser conferido entre 14 de abril e 1º de maio, no Centro Cultural São Paulo (CCSP), de quinta a sábado, às 21h, e aos domingos, à 20h. O elenco, além de Corrêa, conta com Leticia Tomazella, Julyana Belmonte, Lucca Garcia e Pedro Guilherme. 

O trabalho encerra a trilogia de peças de Anderson montadas pelo grupo nos últimos anos, que ainda teve os textos Scavengers (2017), com direção de Francisco Medeiros, e Da desordem que não anda só (2016 – tradução de “Clutter Keeps Company”), dirigido por Carlos Baldim. 

Considerado uma das vozes mais inquietantes do teatro contemporâneo em todo o mundo, o autor é conhecido por tratar de temas árduos, como as misérias humanas e os horrores e as belezas dos nossos tempos. 

O novo espetáculo da Cia. Artera se concentra no coração e na mente de Samuel, um homem desajustado e desvalorizado em seu país. Ele trabalha como recepcionista em um hotel de baixo orçamento. Em suma, Samuel está perdido e isso o torna suscetível a um grupo de extremistas conservadores de uma comunidade chamada “Freedom City”, uma representação dos ambientes virtuais, uma realidade alternativa que oferece propósito para uma geração desnorteada que propaga ideias odiosas e terroristas sobre mulheres, imigrantes, pessoas negras e da comunidade LGBTQIA+. 

“Esta poderia ser a história de uma série de jovens e adultos ao redor do mundo conectados pela deep web e pelos chans (uma parte da web associada ao conteúdo ilegal, como organização do terrorismo e diversas outras atividades obscuras). Esta também poderia ser a história dos atiradores da escola em Suzano ou do homem que transmitiu um massacre na Nova Zelândia por meio de uma live”, antecipa o diretor Davi Reis.

A temática é universal pela discussão inadiável que ela propõe, mesmo situada em um contexto que não o brasileiro ressoa diretamente com o Brasil de hoje, principalmente em ano das eleições presidenciais, onde vemos a ascensão de grupos extremistas no Brasil.

“Realizar uma obra que se propõe a discutir o radicalismo online hoje em dia, faz quase crer que a narrativa ficcional, com toda a sua liberdade imagética e abstrata, está entrelaçada em nossa realidade: dos robôs virtuais, das milícias digitais, das máfias do WhatsApp, das Fakenews, dos haters. Nos radicalizamos numa versão mais perversa de sociedade do espetáculo. Por isso que a peça se mostra tão urgente e necessária para a reflexão que o teatro pode trazer”, diz o ator e codiretor Ricardo Corrêa.

Sobre Companhia Artera de Teatro

Com intuito de abarcar diversas dimensões da cena contemporânea, a Cia. Artera de Teatro tem como missão encenar textos com dramaturgias inéditas, direcionando a pesquisa para temas relacionados às minorias, permitindo-se o intercâmbio com outras linguagens e tecnologias. 

Em 2022, o grupo completa 18 anos de atividades ininterruptas, recebendo importantes prêmios da cena teatral. A Cia. Artera foi considerada uma das mais significativas do ano de 2017 pela Academia de Críticos Bravo pelo espetáculo “Bug Chaser – Coração Purpurinado” (2017). A Cia. foi recentemente indicada ao prêmio APCA pelo espetáculo “Monstro” (2021) de Ricardo Corrêa.

Sinopse:

A peça gira em torno de Samuel, um homem desajustado e perdido na sociedade. Ele acaba se envolvendo com uma comunidade online de extremistas conservadores chamada “Freedom City”, que propaga ideias de ódio contra mulheres, imigrantes, pessoas negras e membros da comunidade LGBTQIA+. O espetáculo apresenta questões emergenciais à atual crise de polarização e ódio no Brasil e no mundo.

Ficha Técnica:

Dramaturgia: Davey Anderson. 

Tradutor: Caio Badner. 

Revisão e inserções dramatúrgicas: Ricardo Corrêa.  

Direção: Davi Reis

Codireção: Ricardo Corrêa. 

Elenco: Ricardo Corrêa, Leticia Tomazella, Julyana Belmonte, Lucca Garcia e Pedro Guilherme.  

Vídeo design: Zeca Rodrigues. 

Figurinos: Cy Teixeira.

Iluminação: Fran Barros. 

Trilha sonora: Cia Artera e Estúdio Nave Dois. 

Cenário: Cia Artera e Cesar Resende de Santana (Basquiat). 

Operação de som e vídeo: Thiago Capella.

Operação de luz: Lucas Barbosa.

Assessoria de imprensa: Pombo Correio. 

Realização: Cia. Artera de Teatro.

Serviço:

Freedom City, de Davey Anderson

Temporada: 14 de abril a 1º de maio, de quinta a sábado, às 21h, e aos domingos, à 20h

CCSP – Centro Cultural São Paulo – Rua Vergueiro, 1.000, Paraíso

Ingressos: Grátis. Retirada de ingressos 1h hora antes diretamente na bilheteria.

Duração: 75 minutos.

Classificação: 14 anos. 

Cia. Teatro Independente encena o espetáculo Pá de Cal (Ray-lux), de Jô Bilac, no Itaú Cultural

Espetáculo dirigido por Paulo Verlings trata da terceirização das relações – até das familiares – no mundo contemporâneo. Apresentações são gratuitas e acontecem de 7 a 10 de abril

Crédito: Paula Kossatz
Clique aqui para baixar mais imagens de divulgação

Com quase 16 anos de trajetória, a Cia. Teatro Independente desembarca em São Paulo com seu novo trabalho, Pá de Cal (Ray-Lux), escrito por Jô Bilac e dirigido por Paulo Verlings. O espetáculo, que já passou por Belo Horizonte e Rio de Janeiro, tem apresentações gratuitas no Itaú Cultural, entre 7 e 10 de abril, de quinta a sábado, às 20h, e no domingo, às 19h. Os ingressos devem ser reservados pela plataforma INTI (acesso pelo site da instituição www.itaucultural.org.br). As reservas das entradas estarão disponíveis a partir de 30 de março (quarta-feira), às 12h.

A peça cria uma discussão sobre como terceirizamos as relações sociais, inclusive as mais próximas, no mundo contemporâneo. O elenco conta com Carolina Pismel, Leonardo Netto, Kênia Bárbara, Orlando Caldeira e Pedro Henrique França.

Na trama, o filho mais jovem de uma família cometeu suicídio e suas irmãs mandaram representantes legais para a reunião que definirá o destino do pai daquele núcleo e da mãe do morto, que é uma antiga empregada da casa – esta, por sua vez, também mandou um porta-voz para representá-la. Por motivos óbvios, o jovem morto também não está presente no encontro, mas é representado por uma pessoa com quem conviveu em terras estrangeiras.

Toda a ação se passa na casa onde mora o patriarca da família, imóvel disputado por todas as partes. Conflitos inesperados emergem a partir dessa reunião, e, com o passar do tempo, as relações entre o pai e seus filhos – representados – se revelam aos espectadores cada vez mais límpidas e latentes.

Além do suicídio e da terceirização das relações, a peça discute questões como a culpa e a ausência de afeto. “Pá de Cal fala essencialmente da natureza do diálogo dos encontros. O espetáculo não é o espelho da sociedade, mas pretende justamente quebrá-lo, o que nos permite permear caminhos poéticos e carnais. O humor e a tragédia são traços que nos identificam não só como grupo, mas revelam uma identidade que reflete os paradoxos do nosso país, da nossa sociedade, da vida”, comenta o dramaturgo Jô Bilac.

Em cena, como os personagens são representantes das pessoas daquela família, a dramaturgia sugere algo parecido com a constelação familiar, um tipo de psicoterapia, na qual as pessoas devem “interpretar” o papel de outras pessoas de seu cotidiano, para que assumam o ponto de vista delas sobre determinadas situações.

 “A ideia surgiu intuitivamente. Minha mãe havia feito constelação familiar e a forma que descrevia a situação se correlacionava diretamente com o que eu estava pesquisando dentro do espetáculo: o desdobramento da ideia/palavra/sentido da ‘representatividade’. Essa terapia é uma experiência singular, não é teatro, mas existem lugares de representação, contracenação, atmosfera, algo semelhante ao que o teatro evoca”, comenta Jô Bilac.

No título do espetáculo, o termo “pá de cal” refere-se a um assunto desagradável de se discutir; e “Ray-lux” trata do nome de uma urna funerária tão cara quanto o valor de um automóvel.

Sobre a Cia. Teatro Independente

Criada em 2006, a Teatro Independente tem o compromisso de permanecer em constante movimento. O grupo tem o interesse voltado para a pesquisa continuada e a crença de que o processo colaborativo é capaz de democratizar e enriquecer as possibilidades de criação cênica.

O coletivo é formado pelo dramaturgo Jô Bilac, as atrizes Carolina Pismel e Júlia Marini e o ator, diretor e produtor Paulo Verlings. Ao longo de sua trajetória, a companhia estreou as peças “Cachorro!” (2007), indicada ao Prêmio Shell-RJ de Melhor Direção; “Rebú” (2009), indicada ao Prêmio APCA de Melhor Autor; “Cucaracha” (2012); e “Beije Minha Lápide” (2014).

Sinopse

A morte do filho mais novo de uma família em crise provoca a reunião entre os representantes legais dos parentes do defunto. Eles se encontram para decidir o destino do patriarca e da mãe do morto, uma ex-empregada da família, que também mandou seu porta-voz. A terceirização das responsabilidades interfere drasticamente na condução das questões daquele núcleo.

Ficha Técnica

Dramaturgia: Jô Bilac

Direção: Paulo Verlings

Diretora Assistente: Mariah Valeiras

Direção de Produção: Paulo Verlings

Elenco: Carolina Pismel, Leonardo Netto, Kênia Bárbara, Orlando Caldeira e Pedro Henrique França

Cenário: Mina Quental

Iluminação: Ana Luzia Molinari de Simoni

Figurinos: Karen Brusttolin

Visagismo: Rafael Fernandez

Direção Musical: Rodrigo Marçal e João Mello da Costa

Direção de Movimento: Toni Rodrigues

Programação visual: André Senna

Argumento: Paulo Verlings e Jô Bilac

Idealização: Paulo Verlings

Assessoria de imprensa: Pombo Correio      

Serviço

Pá de Cal (Ray-lux), da Cia. Teatro Independente

Temporada: 7 a 10 de abril, de quinta a sábado, às 20h, e no domingo, às 19h

Itaú Cultural -Sala Itaú Cultural (Piso Térreo)

Avenida Paulista, 149, Bela Vista (próximo à estação Brigadeiro do Metrô)

Capacidade: 224 lugares 

Entrada gratuita

Reservas de ingressos pela plataforma Inti – acesso pelo site do Itaú Cultural www.itaucultural.org.br  

As reservas de ingressos abrem no dia 30 de março, a partir das 12h:

Classificação: 12 anos (linguagem imprópria, violência, medo)

Duração: 75 minutos

Todas as apresentações contarão com interpretação em Libras.

INFORMAÇÕES PARA A IMPRENSA

Pelo espetáculo: Pombo Correio Assessoria de Comunicação
Douglas Picchetti e Helô Cintra

(11) 9 9814-6911 | (11) 9 9402-8732
douglas@pombocorreio.art.br | helo@pombocorreio.art.br
www.pombocorreio.art.br

Pelo Itaú Cultural: Conteúdo Comunicação

Cristina R. Durán: (11) 9 8860 9188  

cristina.duran@conteudonet.com
Larissa Corrêa: (11) 9 8139 9786 / 9 9722 1137

larissa.correa@terceiros.itaucultural.org.br

carina.bordalo@terceiros.itaucultural.com.br  

www.conteudocomunicacao.com.br  

Elias Andreato estrela espetáculo online O Veneno do Teatro, que homenageia o saudoso ator, diretor e apresentador Antônio Abujamra

Com roteiro e direção de Marcia Abujamra, peça tem nova apresentação seguida de bate-papo no dia 6 de abril, às 20h

Crédito: divulgação. Baixe as imagens aqui

Em 2021, a encenadora Marcia Abujamra e o ator Elias Andreato reinventaram o espetáculo O Veneno do Teatro, que foi originalmente escrito e era interpretado pelo saudoso ator, diretor, apresentador e intelectual Antônio Abujamra (1932-2015), como uma forma de homenageá-lo. Agora, o trabalho ganha uma nova apresentação online e gratuita, seguida de bate-papo, no dia 6 de abril, às 20h, por meio deste link aqui.

A montagem integrou a programação “Antônio Abujamra – A Voz do Provocador”, promovida pelo Itaú́ Cultural em comemoração aos 30 anos da fundação da Cia. Os Fodidos Privilegiados, criada por essa importante figura para o teatro, o cinema e a televisão brasileiros.

Ao longo de mais de dez anos, Antônio Abujamra encenou três versões de “O Veneno do Teatro”: a peça estreou com esse nome em 1996 e tinha participação de André Abujamra; em 1997, o solo passou a chamar “A Voz do Provocador”; e uma nova versão com o título de “provocador@” estreou em 2001 (e circulou até 2010), com participação dos atores da Cia. Os Fodidos Privilegiados.

O espetáculo era essencialmente íntimo e biográfico, pois combinava histórias reais da vida do apresentador, poemas e textos de diferentes autores que ele interpretava e seus pensamentos sobre o teatro e a televisão no Brasil.

“Nossa releitura/recriação apresenta trechos dessas histórias biográficas presentes no original de Abujamra, acrescenta vídeos de fragmentos de espetáculos que ele dirigiu, apresenta uma cena de um desses trabalhos interpretada por Andreato e fica completa com alguns depoimentos de outros artistas sobre Abu”, comenta a diretora e sobrinha do homenageado.

Sobre Antônio Abujamra

Conhecido pelo humor ácido e pelo espírito crítico, cético e provocativo, Antônio Abujamra (1932-2015) foi ator, diretor, crítico teatral, apresentador de TV e tradutor. Ele é considerado um dos grandes artistas responsáveis pela renovação cênica dos anos de 1960 e 1970. 

Formado em filosofia e jornalismo pela PUC do Rio Grande do Sul em 1957, Abujamra começou a trabalhar como crítico teatral e fez seus primeiros trabalhos como ator e diretor no Teatro Universitário, entre 1955 e 1958. 

Ao longo de sua trajetória nos palcos, passou por grandes companhias, como o Teatro Oficina e o TBC – Teatro Brasileiro de Comédia, e participou da fundação dos grupos Decisão, em 1963, ao lado de Antônio Ghigonetto (1930-2010) e Emílio Di Biasi (1939-2020); e Os Fodidos Privilegiados em 1991, que recebeu importantes prêmios.

Abujamra também trabalhou como diretor e ator de televisão, em novelas, especiais, programas educativos e teleteatros. E ficou bastante conhecido pelo grande público ao apresentar o programa de entrevistas “Provocações”, na TV Cultura, entre os anos de 2000 e 2015.

Para saber mais sobre a trajetória de Antônio Abujamra, leia o verbete sobre ele na Enciclopédia Itaú Cultural, disponível aqui.

Sinopse

A diretora Marcia Abujamra e o ator Elias Adreato recriam o espetáculo O Veneno do Teatro, encenado originalmente pelo grande ator, diretor e apresentador Antônio Abujamra (1932-2015). A peça reúne trechos das histórias biográficas do homenageado, vídeos de fragmentos de espetáculos dirigidos por ele e depoimentos de outros artistas sobre Abu.

Ficha Técnica

Roteiro e direção: Marcia Abujamra

Interpretação: Elias Andreato

Iluminação: Wagner Freire

Edição de Vídeo: Caio Rodriguez Montemor

Produção e administração: Mauricio I. Freitas – produção/administração 

Assessoria de Imprensa: Helô Cintra e Douglas Picchetti – Pombo Correio

Serviço

O Veneno do Teatro, de Marcia Abujamra

Apresentação seguida de bate-papo: 6 de abril, às 20h

Ingressos: grátis, assista pelo link https://us02web.zoom.us/j/86022686214

Logotipo

Descrição gerada automaticamente com confiança média

Pombo Correio Assessoria de Comunicação
Douglas Picchetti e Helô Cintra

(11) 9 9814-6911 | (11) 9 9402-8732
douglas@pombocorreio.art.br | helo@pombocorreio.art.br
www.pombocorreio.art.br