Rodrigo Sant’anna estreia comédia E Aí, Deu Certo? em única apresentação no Tokio Marine Hall

No espetáculo dirigido por Dani Calabresa com roteiro de Junior Figueiredo, o ator faz uma retrospectiva bem-humorada da própria vida e propõe reflexão sobre a corrida maluca pelo sucesso

Fotos de Rodrigo Casanossa 

Figura icônica no humor brasileiro atual, o ator, diretor e roteirista Rodrigo Sant’anna estreia a divertida comédia E Aí, Deu Certo?, com uma única apresentação em São Paulo. O solo escrito por Junior Figueiredo e dirigido pela humorista Dani Calabresa, pode ser conferido no dia 28 de maio, às 21h30, no Tokio Marine Hall (antigo Tom Brasil).

Em um cenário minimalista formado apenas por uma luminária, que busca desconstruir o formato clássico da stand-up comedy, o comediante traça uma retrospectiva da própria vida e tenta responder à inquietante pergunta: e aí, deu certo? 

“O espetáculo surgiu a partir de um desejo de fazer um balanço de tudo da minha vida até aqui, claro que com muito humor. Questionar o quanto que a gente fica tentando dar certo o tempo inteiro. Falo sobre essa angústia humana, a obsessão pelo sucesso, a partir da minha vida, das minhas questões e com histórias e situações engraçadas que vivi”, conta o ator.

Na peça, Rodrigo passa por vários marcos de sua vida, desde a infância humilde no Morro dos Macacos, na zona norte do Rio de Janeiro, até o momento em que começou a ser reconhecido como um dos principais nomes do humor nacional. 

Sinopse:

Por mais diferente que sejamos, uma coisa a gente tem em comum: A vontade de dar certo na vida. Passar naquela prova de concurso e esfregar na cara da família no Natal. Abrir o próprio negócio e mandar o chefe para aquele lugar. Ser selecionado no BBB e virar a nova Juliette… Quanto a gente precisa correr pra um dia poder dizer que chegamos lá? E você aí, já deu certo?

Ficha Técnica

Elenco: Rodrigo Sant’anna

Direção: Dani Calabresa

Roteiro: Junior Figueiredo

Assessoria de Imprensa: Pombo Correio

Produção: Ricardo Menezes

Serviço

E Aí, Deu Certo?, com Rodrigo Sant’anna

Apresentação: 28 de maio, às 21h30 (abertura da casa às 19h30)

Tokio Marine Hall – Rua Bragança Paulista, 1281

Ingressos: R$70 (inteira) e R$35 (meia-entrada)*

Vendas online em eventim.com.br/artist/rodrigo-santana/

*Preços especiais para empresas (compras acima de 20 ingressos)

Classificação: 16 anos

Duração: 60 minutos

Gênero: Monólogo 

Estilo: Humor

Logotipo

Descrição gerada automaticamente com confiança média

Pombo Correio Assessoria de Comunicação
Douglas Picchetti e Helô Cintra

(11) 9 9814-6911 | (11) 9 9402-8732

Rua Áurea, 232 – Vila Mariana
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Cia. Novelo estreia no Parque Augusta a peça O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá, uma livre adaptação do romance de Jorge Amado. Com direção de Maristela Chelala e direção musical de Marco França, a montagem explora as linguagens do teatro de rua, do circo e da música. Espetáculo é a segunda peça realizada pelo IBT – Instituto Brasileiro de Teatro. Clique aqui para acessar o release completo.

A Taboom é o novo app de live commerce e transmissões ao vivo do Brasil. Suas lives são mais que lives e contam com quiz, enquete, votação, mudança de layout em tempo real, link clicável na tela e live commerce!

Com isso, criadores e marcas conseguem oferecer lives muito mais interativas e monetizar através de presentes virtuais, lives pagas, batalhas com voto pago e claro, vendendo seus produtos.

A audiência, por sua vez, tem uma experiência muito mais dinâmica, remunera de maneira direta seus criadores favoritos e também pode ganhar dinheiro participando de diversos quizzes.

Toda programação pode ser acessada na página do Instagram da Taboom: @taboom.app

Musical Cabaret dos Bichos, adaptação do romance de George Orwell, estreia no Teatro do Núcleo Experimental. Com dramaturgia, letras e direção de Zé Henrique de Paula e música original e direção musical de Fernanda Maia, a linguagem utilizada se inspira nos cabarés alemães, fortemente referenciados em Bertolt Brecht e Kurt Weil. Clique aqui para acessar o release completo.

Laia do Teatro estreia peça A Morte e a Donzela, de Ariel Dorfman, uma reflexão sobre as ditaduras militares na América Latina

Com direção de Laerte Mello, espetáculo fica em cartaz no Espaço Parlapatões, de 28 de maio a 26 de junho. Elenco traz Aline Pimentel, André Barreiros e Victor Barreto

Homem com os braços para cima

Descrição gerada automaticamente com confiança médiaBaixe mais fotos de divulgação aqui

Cenas em vídeo do espetáculo

Questionamentos sobre as consequências das ditaduras civil-militares na América Latina são levados à cena pela Laia do Teatro em A Morte e a Donzela, do autor argentino-chileno Ariel Dorfman. O espetáculo, dirigido por Laerte Mello e estrelado por Aline Pimentel, André Barreiros e Victor Barreto, estreia no dia 28 de maio no Espaço Parlapatões, onde segue em cartaz até 26 de junho.

Escrita em 1990, durante o período de transição para a democracia, logo após o fim da ditadura de Augusto Pinochet, a peça de Dorfman já foi traduzida para mais de 40 idiomas e ganhou uma adaptação cinematográfica bem-sucedida do diretor Roman Polanski em 1994. O autor também é conhecido por denunciar os crimes cometidos nos regimes autoritários latino-americanos em outras obras, como no livro “O Longo Adeus a Pinochet”.

A Morte e a Donzela conta a história de um casal que sofreu na própria pele a repressão no Chile e ainda convive com os fantasmas da tortura, das perdas e do medo. Paulina Salas é uma ex-ativista que foi sequestrada e brutalmente torturada durante o regime militar. E Gerardo é um proeminente advogado e militante dos Direitos Humanos. 

Por uma sequência de acasos, Paulina se depara com Roberto Miranda, o homem que ela acredita ser o mais cruel de seus torturadores, dormindo em sua sala de estar. As ações e reações violentas do casal levantam questionamentos profundos sobre a elasticidade dos limites éticos em situações extremas.

O texto ainda trata de questões como a preservação da memória e a reparação de crimes cometidos contra a humanidade e os efeitos provocados pelo regime opressivo para o tecido social. “O grito de Paulina é por respeito às famílias que tiveram parentes desaparecidos, é por uma punição exemplar que desencoraje postulantes a ditadores nos tempos atuais”, reflete o diretor Laerte Mello.

“Infelizmente, a peça dialoga profundamente com o Brasil de hoje. É possível ver a olhos nus nuvens totalitárias no horizonte do povo brasileiro. Basta deslizar o feed de notícias e ler sobre o desejo de parcela da sociedade em ver o retorno do AI-5, ou o fechamento do congresso e do STF, o esforço do Executivo e a celeridade do Legislativo na aprovação de leis que facilitem o acesso às armas, o anseio pela militarização do Estado, o desejo do chefe do executivo e seus apoiadores em celebrar o golpe de 64”, acrescenta.

A encenação se passa toda na casa de Paulina e Gerardo, sobretudo no quarto e na sala de estar, onde dorme o ex-torturador. Esses espaços são retratados de forma minimalista, com poucas peças imprescindíveis para a ação, como uma mesa de jantar para duas pessoas, um aparador e duas cadeiras. As paredes que dividem os ambientes são representadas com armações de madeira como se fossem molduras de quadros.

A trilha sonora conta com músicas do compositor austríaco Franz Schubert, sobretudo o quarteto de cordas nº 14 em ré menor, mais conhecido como “Death and the Maiden”, nome escolhido por Ariel Dorfman como o título original da peça.

Sobre a Laia do Teatro

A Laia do Teatro iniciou sua trajetória em 2020. Diante da necessidade de buscar novas formas de expressão artística que pudessem minimizar distâncias, o grupo partiu para a experimentação em “Só os Pássaros São Livres”, propondo um espetáculo provocativo que convidava o público a (re)pensar o alcance das interações humanas nas redes sociais. O trabalho foi escrito e coordenado por Victor Barreto e inspirado na obra de Eduardo Galeano.

Em novembro de 2021, o grupo realizou a pré-temporada de “A Morte e a Donzela”, de Ariel Dorfman, com quatro apresentações no Teatro Pequeno Ato. 

Sinopse

Escrita em 1990, “A Morte e a Donzela” ambienta-se no Chile, durante o período de transição para a democracia, logo após o fim da ditadura de Pinochet.  O texto conta a história de Paulina Salas, uma ex-ativista que foi sequestrada e torturada durante o regime militar, e de Gerardo, advogado proeminente e militante dos Direitos Humanos. Eles são um casal que, alguns anos após o fim da ditadura, ainda convive com os fantasmas da tortura, das perdas e do medo. Por uma sucessão de acasos, Paulina se depara com Roberto Miranda, o homem que ela acredita ser o mais cruel de seus torturadores, dormindo em sua sala de estar. A partir deste ponto as ações e reações violentas de Paulina e Gerardo levantam questionamentos profundos sobre a elasticidade dos limites éticos em situações extremas.

Ficha Técnica

Texto: Ariel Dorfman

Tradução: Laia do Teatro

Direção: Laerte Mello

Assistente de direção: Fernanda Versolato

Elenco: Aline Pimentel, André Barreiros e Victor Barreto 

Cenário e iluminação: Laerte Mello

Produção de som: David Bessler 

Fotos: Artur Kraimmer

Assistente de produção: Mariana Guerrero e Gabriel Salvino

Assessoria de imprensa: Pombo Correio

Designer/projeto gráfico: Guilherme Cruz

Serviço

A Morte e a Donzela, de Ariel Dorfman, com Laia do Teatro

Temporada: 28 de maio a 26 de junho

Aos sábados, às 16h, e aos domingos, às 19h

Espaço Parlapatões – Praça Franklin Roosevelt, 158, Consolação

Ingressos: R$ 60 (inteira) e R$30 (meia-entrada)

Vendas online em sympla.com.br/produtor/espacoparlapatoes

Classificação: 16 anos

Duração: 100 minutos

Logotipo

Descrição gerada automaticamente com confiança média

Pombo Correio Assessoria de Comunicação
Douglas Picchetti e Helô Cintra

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Cia. Elevador de Teatro Panorâmico celebra 20 anos de trajetória com a estreia de Tebas. Com direção e idealização de Marcelo Lazzaratto, espetáculo reúne na mesma dramaturgia as três peças da Trilogia Tebana de Sófocles: Édipo Rei, Édipo em Colono e Antígona. Clique aqui para acessar o release completo.

Com 10 anos de trajetória, Barca dos Corações Partidos faz estreia paulistana do premiado musical Jacksons do Pandeiro no Sesc Pinheiros

 Homenagem ‘sincopada’ ao saudoso cantor e compositor Jackson do Pandeiro tem direção de Duda Maia, texto de Braulio Tavares e Eduardo Rios e direção musical de Alfredo Del-Penho e Beto Lemos

Pessoas posando para foto em frente a microfone

Descrição gerada automaticamente

Crédito: Renato Mangolin. Baixe aqui mais fotos e vídeos de divulgação

Vídeo com trechos do espetáculo

Reconhecida por criar a mistura perfeita entre teatro e música em seus trabalhos, a Barca dos Corações Partidos celebra 10 anos de estrada com a estreia paulistana de Jacksons do Pandeiro, que venceu o prêmio APTR (Associação dos Produtores de Teatro) e foi indicado como melhor espetáculo virtual pela APCA (Associação Paulista de Críticos de Artes). O musical fica em cartaz no Teatro Paulo Autran, no Sesc Pinheiros, de 19 a 29 de maio, com sessões às quintas, sextas e sábados às 20h, e aos domingos, às 18h.

Em seu novo trabalho, que tem direção de Duda Maia, texto de Braulio Tavares e Eduardo Rios e direção musical de Alfredo Del-Penho e Beto Lemos, o grupo escolheu homenagear o cantor, compositor e multi-instrumentista paraibano Jackson do Pandeiro (1919-1982), que recebeu a alcunha de ‘Rei do Ritmo’ por suas mais de 400 canções recheadas de gêneros brasileiríssimos, como samba, forró, coco, baião e frevo.

O espetáculo não é uma biografia, mas aborda episódios e músicas de Jackson que se relacionam com a vida dos atores em cena. “Optamos por distribuir a ação em brincantes que contam pedaços de suas histórias pessoais, as quais em muitos pontos coincidem com a história de Jackson. Falando de Jackson, falamos desses nordestinos anônimos. Falando deles, falamos do cantor e compositor que levou a vida deles para as rádios e as TVs, em forma de cocos e baiões”, analisa o autor paraibano Braulio Tavares, que assim como seu colega de trabalho pernambucano Eduardo Rios, tem profunda relação com a cultura nordestina e sua poesia popular.

Ainda sobre a dramaturgia, Tavares explica: “Às vezes, o texto do espetáculo aparece em forma de música, às vezes como uma poesia ou um poema musicado. Cada vez que ele aparece, ele propõe uma nova brincadeira rítmica – mesmo não tendo uma métrica de poesia – por meio de um jogo de palavras ou outro mecanismo. A nossa ideia é fazer isso para dialogar com as músicas do Jackson, que tinham poesia, brincadeira e alegria”.

O universo rítmico do homenageado norteou toda a concepção do musical. A diretora Duda Maia aprofundou sua pesquisa sobre a ideia de ‘corpo-rítmico’ dos atores, ao abordar um compositor cuja obra é marcada pelo suingue, ginga e síncope, aquele tempo musical presente no samba e em outros gêneros, quando o ritmo sai do tempo esperado.

Os integrantes da Barca (Adrén Alves, Alfredo Del-Penho, Beto Lemos, Eduardo Rios, Renato Luciano e Ricca Barros) dividem a cena com três artistas convidados: Everton Coroné, Lucas dos Prazeres e Luiza Loroza. Juntos, eles passaram meses envolvidos em oficinas, pesquisas e em um longo processo de ensaios, quando o texto foi desenvolvido a partir de exercícios e histórias pessoais.

Já a construção da trilha sonora da montagem partiu de uma minuciosa investigação sobre o vasto repertório de Jackson do Pandeiro. O musical reúne sucessos como ‘Sebastiana’, ‘O Canto da Ema’, ‘Chiclete com Banana’, ‘Cantiga do Sapo’ e outras composições menos conhecidas, que revelam mais da alma brasileira e sincopada do artista. 

Além dessas canções, o musical traz músicas novas, que transformam a obra do homenageado, ao dar novos arranjos, acrescentar letras e introduzir canções criadas no processo. “É um ‘pedir licença’ à obra dele, mas sem deixar de homenageá-lo com todo respeito, carinho e admiração”, conta Eduardo Rios. 

Assim como nas montagens anteriores da Barca, em Jacksons do Pandeiro todos os instrumentos são tocados pelos atores em cena. “Trazemos a forma sincopada do canto para o jogo de cena o tempo todo. Em nosso título, Jacksons aparece no plural porque são várias histórias que se cruzam e se confundem com a de Jackson”, conta Duda Maia.

A diretora revela ainda que dividiu o palco em dois espaços cenográficos, nos quais os atores brincam com seus diferentes níveis e alturas. Como Jackson era fã de filmes de faroeste, ela concebeu a encenação de algumas canções como pequenos curtas-metragens ou clipes animados, apresentados em um local que remete a uma tela de cinema.

Sobre Jackson do Pandeiro

Natural de Alagoa Grande (PB), José Gomes Filho (1919-1982) iniciou a sua trajetória artística ao acompanhar a mãe em rodas de coco, nos arredores de um engenho. Alfabetizado aos 35 anos, ele migra para o Rio de Janeiro e estreia em disco (1953) com um compacto que trazia dois sucessos que marcariam a sua carreira: ‘Sebastiana’ e ‘Forró em Limoeiro’. Nos anos que seguiram, participou de filmes, festivais e apresentou composições – a maioria com um toque característico de humor – que entrariam para a história da música popular brasileira. Deixou como legado mais de 140 discos recheados dos mais diversos gêneros, como samba, forró, baião, entre outros.

A Barca dos Corações Partidos:

Ao longo de sua primeira década de existência, a Barca dos Corações Partidos traçou uma trajetória surpreendente no cenário teatral brasileiro. O grupo coleciona feitos impressionantes: 700 mil espectadores em seis espetáculos, 779 apresentações, 139 indicações a prêmios e 115 mil curtidas nas redes sociais. Com a pandemia, a Barca se reinventou, produziu um festival virtual, gravou clipes e lançou este novo musical de forma pioneira, em uma transmissão ao vivo pela TV e pelo YouTube, onde alcançou mais de 80 mil visualizações.

A Barca dos Corações Partidos se formou após a montagem de ‘Gonzagão – A Lenda’ (2012), que rodou o Brasil por cinco anos em dezenas de cidades e centenas de apresentações. O tributo a Luiz Gonzaga foi sucedido por uma nova versão da emblemática ‘Ópera do Malandro’ (2014), de Chico Buarque. O terceiro espetáculo da trupe, ‘Auê’ (2016), usou como dramaturgia uma safra de canções inéditas compostas pelos próprios integrantes e misturava linguagens como teatro, show, circo e recital. Em 2017, a Barca comemorou os 90 anos de Ariano Suassuna com ‘Suassuna – O Auto do Reino do Sol’, texto inédito de Bráulio Tavares, com direção de Luiz Carlos Vasconcellos e músicas compostas especialmente pelo grupo em parceria com Chico César. O musical rendeu dezenas de troféus nas mais importantes premiações teatrais do país. Em 2019, a companhia passou nove meses estudando o clássico ‘Macunaíma’, de Mario de Andrade, ao lado da diretora Bia Lessa. O processo resultou na montagem de ‘Macunaíma – Uma Rapsódia Musical’, que colheu elogios em temporadas no Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte. Produtora das cinco montagens e de ‘Jacksons do Pandeiro’, Andréa Alves, da Sarau Cultura Brasileira, foi também a idealizadora de todos os projetos.

Ficha Técnica

Direção: Duda Maia
Dramaturgia: Braulio Tavares e Eduardo Rios
Direção Musical: Alfredo Del-Penho e Beto Lemos
Idealização e Direção de Produção: Andréa Alves
Com a Cia. Barca dos Corações Partidos: Adrén Alves, Alfredo Del-Penho, Beto Lemos, Eduardo Rios, Renato Luciano e Ricca Barros

Artistas convidados – Everton Coroné, Lucas dos Prazeres e Luiza Loroza

Figurinos: Kika Lopes e Rocio Moure  
Cenário: André Cortez
Iluminação: Renato Machado
Design de som: Gabriel D’Angelo
Visagista: Uirandê de Holanda
Assistente de Direção: Júlia Tizumba, Eduardo Rios e Adrén Alves
Assistente de figurino: Masta Ariane
Assistente de cenografia e produção de arte: Tuca Benvenutti  

Assessoria de Imprensa: Pombo Correio

Coordenação de Produção: Rafael Lydio
Produção Local e Executiva: Flávia Primo 

Assistente de Produção: Matheus Castro 

Este projeto conta com o incentivo fiscal da Lei de Incentivo à Cultura

Realização: Sesc SP, Secretaria Especial de Cultura, Ministério do Turismo, Governo Federal

Produção: Sarau Cultura Brasileira

Serviço

Jacksons do Pandeiro, de Barca dos Corações Partidos

Temporada: de 19 a 29 de maio, às quintas, sextas e aos sábados, às 20h, e aos domingos, às 18h. Teatro Paulo Autran – Sesc Pinheiros – Rua Paes Leme, 195, Pinheiros

Ingressos: R$ 40,00 (Inteira) R$ 20,00 (Meia) R$ 12,00 (comerciários)

Vendas online a partir do dia 10 de maio (ao meio-dia) no site sescsp.org.br. Nas bilheterias do Sesc a partir do dia 11 de maio (às 17h) Classificação: 10 anos
Duração: 120 minutos

Cia. Razões Inversas faz apresentações extras de O Fazedor de Teatro no Sesc Pompeia de 14 a 17 de junho 

Com encenação de Marcio Aurelio, o espetáculo celebra 30 anos de companhia. O texto é de Thomas Bernhard é a peça é apresentada no Galpão da antiga fábrica

Fotos de João Caldas Fº

Para festejar seus 30 anos, a Cia. Razões Inversas escolheu o texto O Fazedor de Teatro, do autor austríaco Thomas Bernhard (1931-1989), que explora a metalinguagem para prestar uma homenagem ao fazer teatral. O espetáculo, dirigido por Marcio Aurelio e traduzido por Samir Signeu, faz apresentações extras de 14 a 17 de junho de 2022 no Galpão do Sesc Pompeia.

O elenco traz Paulo Marcello, Lilian Alves, Eduardo Santos e Gabriela Marques, além dos atores-convidados Zédú Neves e Ana Souto, que já integraram a companhia anteriormente.

Escrito em 1984, O Fazedor de Teatro tem no próprio teatro o paradigma do absurdo da existência humana. Um teatro – leia-se a vida – que falha não só perante as condições exteriores de um mundo adverso, mas também perante os fantasmas, a prepotência e as fraquezas dos protagonistas e da própria sociedade. Assim, temos o teatro como o microcosmo da sociedade. 

Na trama, Bruscon está em viagem com a peça A Roda da História, que ele escreveu, dirigiu e protagoniza. A trupe, formada pela esposa e os dois filhos desse “grande” ator do teatro nacional alemão, chega a um pequeno vilarejo da Áustria, chamado Utzbach, para se apresentar em um salão de baile de uma estalagem decadente. 

O calor, a sujeira, a falta de recursos, além do cheiro insuportável de chiqueiro e da fábrica de chouriço, completam a cena de desolação frente ao pequeno vilarejo com seus 280 habitantes embrutecidos. Para piorar a situação, os artistas precisam da autorização do chefe dos bombeiros para que a luz de emergência fique apagada durante cinco minutos, condição essencial para a perfeita realização do espetáculo. 

“Bruscon é um cara super egóico, que fala de si o tempo todo. Mas ele é totalmente apaixonado pelo teatro. Enquanto ele imagina esse mundo maravilhoso da arte, está diante da realidade de um lugar horrível, onde ninguém liga para o que ele faz. E, ao mesmo tempo que tem esse ego gigante, vai revelando toda a sua fragilidade, o medo de entrar em cena, a sua insegurança – daí essa necessidade de autoafirmação o tempo todo”, comenta Paulo Marcello, que comemora 40 anos de palco neste trabalho, sobre seu personagem.

Para o intérprete, o texto cria uma reflexão importante sobre a arte que cabe perfeitamente ao contexto brasileiro. “Thomas Bernhard cresceu na Áustria, mas odiava o país. Ele dizia que esse era um lugar atrasado, de pessoas ignorantes e nazistas, de xenofobia e desprezo pela arte – tanto que quando ele era vivo proibiu que seus textos fossem encenados lá. E, de certa forma, vivemos no Brasil um momento um pouco parecido, de desvalorização da arte”, acrescenta. 

A Cia. Razões Inversas flertava com a montagem desse texto há bastante tempo, conta o diretor Marcio Aurelio. “Conheci o texto com o Abujamra e fiquei encantado. Estávamos só esperando o momento mais propício para montá-lo e isso calhou muito bem com os 30 anos da companhia. O espaço do Sesc Pompeia também foi muito apropriado para receber a montagem, porque ele é todo feito em paredes de tijolo. E queremos retratar uma cidade sem acabamento nesse lugar, como um reflexo para a sociedade, que também não tem acabamentos”, conta.

Além dos 30 anos da Razões Inversas, O Fazedor de Teatro comemora os 40 anos de teatro de Paulo Marcello, que foi um dos co-fundadores da companhia, montada por alunos formados pela primeira turma da graduação em Teatro da Unicamp. “Para mim, este é um trabalho muito especial e desafiador, ainda mais porque o último ano foi de recuperação de um câncer na garganta. Depois de fazer cirurgias e radioterapia, é um uma vitória particular realizar um texto de quase duas horas de duração”, relata o ator.

Sobre Thomas Bernhard

Thomas Bernhard (1931-1989), novelista, poeta e dramaturgo austríaco, é considerado um dos autores mais relevantes da literatura de língua alemã da metade do século XX. Ele nasceu em Heerlen, na Holanda; filho de mãe solteira, que após ficar grávida tinha saído da Áustria para trabalhar como diarista na Holanda. Bernhard volta para Viena ainda em 1931, onde é criado pelos avôs maternos. Na infância viveu os horrores da Segunda Guerra e na juventude estudou canto, violino e estética musical. Iconoclasta, Thomas Bernhard prima por criticar a Áustria; assim como mostrar os absurdos de uma sociedade reacionária e calcificada. Sempre lutou contra doenças pulmonares e morreu de pleurisia. 

No Brasil, no campo editorial, temos a publicação de alguns de seus romances e narrativas, como Arvores Abatidas (1991), O sobrinho de Wittgenstein (1992) e Perturbação (1999), pela editora Rocco e, pela Companhia das Letras, as obras Extinção (2000), O náufrago (2006), Origem (2006) – volume que contém seus cinco romances autobiográficos, a saber: A causa, O porão, A respiração, O frio e Uma criança –, O imitador de vozes (2009), Meus Prêmios (2011) e Mestres Antigos (2021). Há, ainda, a publicação das peças O Fazedor de Teatro (2017), pela Perspectiva, e Praça dos Heróis (2020), pela Temporal; além de O presidente, num caderno brochura, do Instituto Goethe, de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. Sua obra é marcada pela prática da estética do choque, plena do niilismo, misantropia e misoginia dos seus personagens. Uma máquina da linguagem irônica. 

Uma disposição testamentária do próprio Bernhard, falecido em 1989, proibia que suas peças fossem encenadas e publicadas na Áustria – à exceção daquelas que já estavam em curso. Essa proibição foi revertida em 1998, por iniciativa da fundação particular Thomas Bernhard, presidida por Peter Fabjan, seu meio-irmão.

Sobre a Cia. Razões Inversas

A Cia. Razões Inversas foi criada em 1990 pelo diretor Marcio Aurelio e a primeira turma de formandos do curso de Artes Cênicas da Unicamp. Nestes mais de 30 anos, construiu uma trajetória voltada para o constante processo de pesquisa, para a formação de seus intérpretes, artistas criadores, na busca do diálogo com o público contemporâneo e da excelência do fazer teatral.

A companhia criou 23 espetáculos partindo de textos consagrados da dramaturgia internacional, textos inéditos de autores nacionais e criações coletivas a partir de longos processos de pesquisa e criação.

Entre esses muitos trabalhos estão “A Bilha Quebrada” (1994 e 2011), de Heinrich von Kleist; “A Arte da Comédia” (1999), de Eduardo de Fillipo; “Agreste” (2004), de Newton Moreno; “Anatomia Frozen” (2009), uma adaptação da obra da inglesa Bryony Lavory; “Senhorita Else”, uma adaptação do romance de Arthur Schnitzler; e “Filoctetes” (2015), de Heiner Müller.

Sinopse

Bruscon, ator do teatro nacional alemão, depois de sua aposentadoria, faz turnês pelo interior da Áustria e da Alemanha. Bruscon aglutina e carrega consigo todas as funções relativas ao fazer teatral: foi ele quem escreveu e dirigiu a peça. Além disso, Bruscon se preocupa com as funções administrativas e financeiras da companhia, que é de ordem familiar: os componentes do grupo são sua esposa, sua filha e seu filho. A peça começa quando a companhia chega à hospedaria onde fará sua apresentação numa pequena cidade do interior da Áustria.

Ficha Técnica

Texto: Thomas Bernhard
Tradução: Samir Signeu
Encenação: Marcio Aurelio

Elenco:
Paulo Marcello
Ana Souto (Atriz convidada)
Zédú Neves (Ator convidado)
Lilian Alves
Eduardo Santos
Gabriela Marques 

Diretora Assistente: Lígia Pereira
Cenários: Marcio Aurelio e Marcelo Andrade
Figurinos: Marcio Aurelio e Carol Badra
Visagismo: Olívia Tartufari
Trilha Sonora: Marcio Aurelio
Projeto de Luz: Aline Santini
Operador de Luz: Henrique Andrade
Operador de Som: André Luiz Lemes
Preparação Corporal: Luciana Hoppe
Fotos: João Caldas Jr.
Design Gráfico: Alexandre Caetano
Divulgação: Pombo Correio
Produção Executiva: Cristiane Klein e Júnior Cecon – Dionísio Produção
Produtores/Colaboradores Dionísio Produção: Lívia Império, Wesley Mendes, Flávia Santos, Thomas Calux e Raissa Castilho
Produção: Paulo Marcello – Razões Inversas Marketing Cultural
Assistente de Produção: Luciana Hoppe 

Serviço:

O Fazedor de Teatro, com a Cia. Razões Inversas

SESSÕES EXTRAS

14 de junho, 20h 

15 de junho, 20h 

16 de junho, 17h30

17 de junho, 20h 

Sesc Pompeia – Galpão – Rua Clélia, 93 – Água Branca

Ingressos: R$40 (inteira) e R$20 (meia-entrada) e R$ 12(credencial plena)

Classificação: 14 anos

Duração: 120 minutos

O que é preciso para entrar na Unidade? Basta apresentar comprovante de vacinação contra a Covid-19 (duas doses ou dose única) na entrada. Crianças a partir de 5 anos também devem apresentar comprovante, com pelo menos uma dose. É recomendado o uso de máscara, sendo obrigatório nos espaços de atendimento odontológico, ambulatórios e locais de exames dermatológicos.

Não temos estacionamento.

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Assessoria de Imprensa Sesc Pompeia
Dih Lemos e Lilian Ambar
Coordenador de comunicação: Silvio Basilio
Telefone: (11) 3871-7720 / 7776

Escrito por Gabriel Chalita, solo Sorriso de Mãe segue em cartaz no Teatro Eva Herz

Dirigido por Fernando Philbert e estrelado por Joelson Medeiros, monólogo trata do afeto a partir das memórias de um filho com a sua mãe

Crédito: Nil Caniné. Baixe mais imagens e vídeo de divulgação aqui

Depois de estrear no Rio de Janeiro, o monólogo Sorriso de Mãe, com dramaturgia de Gabriel Chalita e direção de Fernando Philbert, desembarca em São Paulo para uma temporada no Teatro Eva Herz, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, até dia 26 de junho. As apresentações acontecem às sextas, às 20h; aos sábados, às 17h; e aos domingos, às 18h.

Estrelada por Joelson Medeiros, a peça mostra, com delicadeza e de forma não-linear, uma série de memórias oriundas da união entre Cícero e sua mãe. Diante da plateia, o protagonista narra e revive lembranças, causos, personagens e amigos que ambos conheceram pelo caminho, costurando uma narrativa que enfatiza aspectos emocionais dessa relação e a necessária valorização dos afetos familiares.

À medida em que Cícero narra todas essas histórias, a plateia conhece como ele se sente com relação a tudo isso. Se esse encontro é uma despedida, uma visita, um sonho ou uma conversa entre Cícero e sua mãe, o público decidirá. 

“O próprio personagem diz para a mãe em determinado momento: ‘são muitas histórias, várias vidas em uma só’. E é isso. São muitas vidas em cena. E a nossa maior preocupação é humanizar ao máximo esses personagens apresentados por Cícero, sem que eles se sobreponham à história. O que vai impactar é o sentimento”, comenta Joelson Medeiros, que encara o desafio de fazer um monólogo sem uma caracterização intensa, apoiado quase que unicamente na sua interpretação.

Membro da Academia Paulista de Letras, da Academia Brasileira de Educação e da Academia Brasileira de Cultura, Gabriel Chalita conta que escreveu a peça antes da pandemia, ao se solidarizar com a história de um amigo que havia perdido sua mãe.

“Fui atingido pela tristeza daquela despedida. Fiquei pensando em tantas histórias como aquela e isso me inspirou a falar da celebração dos momentos que eles viveram juntos e de homenagear não somente esse vínculo, mas todos os vínculos humanos. Não de um jeito triste. Ao contrário. Com muita verdade e sensibilidade”, conta o autor.

Para conduzir essa história com a humanidade e a sensibilidade necessárias, Fernando Philbert optou pela simplicidade, pois para ele, a relação entre mãe e filho é baseada nas coisas simples. “Todo mundo, em algum momento, é impactado pelo texto e pelas questões que ele traz. Além disso, ‘Sorriso de Mãe’ aborda essa relação pelo cotidiano e o cotidiano tem uma força imensa. Ainda mais nos dias de hoje. É importante lembrar que ficamos dois anos isolados em casa e que muita gente ficou exilada do seu próprio cotidiano. Assim, a peça usa o dia a dia para comunicar, trazendo uma delicadeza que vai atravessar as pessoas com muita potência”, afirma.

O diretor vê no teatro um ambiente paralelamente ligado às reflexões familiares: “A gente aprende sobre a vida ouvindo e vendo os nossos pais. O teatro também é isso. Ele acontece desse encontro com o público, é uma ação de ouvir. Tanto o ator ouve a plateia, quanto o contrário”, acrescenta

Sinopse

O espetáculo narra as lembranças de um filho diante de sua mãe. Esse encontro seria um sonho? Realidade? Ele revive momentos marcantes de sua trajetória ao lado dessa mãe amorosa, trazendo à tona diversos personagens que acompanharam sua trajetória de vida.

Sobre Gabriel Chalita

Ao longo de sua carreira, Chalita publicou 84 livros, entre eles “A Ética do Rei Menino”, “O Pequeno Filósofo”, “Pedagogia do Amor” e “Sócrates e Thomas More – Correspondências Imaginárias”. Dirigiu várias instituições educacionais e ocupou importantes cargos públicos, entre eles de Secretário da Educação do Estado de São Paulo e Secretário da Educação do Município de São Paulo. Foi, também, vereador em São Paulo e deputado federal. Chalita é professor dos cursos de graduação e pós-graduação nas universidades PUC-SP, Mackenzie, IBMEC e Uninove. É membro da Academia Brasileira de Educação, da Academia Brasileira de Cultura e da Academia Paulista de Letras.

Sobre Fernando Philbert

Gaúcho, radicado há mais de 30 anos no Rio de Janeiro, Philbert começou sua carreira como assistente de direção de figuras tarimbadas do teatro como Domingos Oliveira, Aderbal Freire-Filho e Gilberto Gawronski. Atualmente, é um dos diretores mais atuantes da cena carioca, tendo dirigido peças como “Quando as Máquinas Param”, “Diário do Farol”, “Contos Negreiros do Brasil”, “Idas e vindas”, “Embarque imediato”, “Parabéns, Senhor Presidente”, “Nefelibato”, “O Corpo da Mulher como Campo de Batalha” e “O Escândalo Felippe Dussaert”. Foi ainda indicado ao Shell de Melhor Direção por “Todas as Coisas Maravilhosas”, em 2019. É diretor do programa “Arte do Artista” da TV Brasil e foi codiretor do espetáculo “No Topo da Montanha”.

Sobre Joelson Medeiros

Joelson Medeiros tem mais de 30 anos de carreira no teatro, na TV e no cinema. Entre seus inúmeros trabalhos nos palcos, estão as peças “Werther” (1989), de Goethe, “O Livro de Jó” (1997), “Apocalipse 1,11” (1999), “O Bom Canário” (2012), “José do Egito” (2013), “O Lado B” (2019) e “Na Mesa com Clarice” (2020). Em 2015, é indicado ao Prêmio Shell de Melhor Ator pela peça “Madame Bovary”. Na TV, atuou em novelas como “Páginas da vida” (2006), “Caras e Bocas”, “Terra Prometida” (2016), “A Fórmula” (2017), “Tempo de Amar” (2017) e “Gênesis” (2021).

Ficha técnica:

Autor: Gabriel Chalita

Direção: Fernando Philbert

Ator: Joelson Medeiros

Cenografia: Natália Lana

Figurino: Tiago Ribeiro

Iluminação: Vilmar Olos

Iluminadora assistente: Celma Ungaro
Operador de Luz: Luiz Fernando Vaz Junior

Trilha sonora: Maíra Freitas
Operador de Som: Éder Soarez

Violino e Rabeca – Carol Panesi

Programação visual: Victor Bittow

Costura: Ateliê das Meninas
Contra-regra: Agilson dos Santos
Camareira: Gisele Pereira

Cenotécnico: André Salles

Costureira de cenário: Nice Tramontin

Produção executiva: Elisangela Monteiro

Direção de produção: Roberto Monteiro e Fernando Cardoso

Coordenadora Administrativa: Cenne Gots

Assessoria de imprensa: Pombo Correio

Fotos de divulgação: Nil Caniné

Realização: Mesa2 Produções Artísticas
Equipe Teatro Eva Herz

Curadoria Artística: André Acioli

Gerência Técnica: Hélio Schiavon Junior

Serviço

Sorriso de Mãe, de Gabriel Chalita

Temporada: 6 de maio a 26 de junho, às sextas, às 20h; aos sábados, às 17h; e domingo, às 18h. 

Teatro Eva Herz – Livraria Cultura do Conjunto Nacional – Avenida Paulista, 2073, Cerqueira César

Ingressos: R$ 60,00 (inteira) e R$ 30,00 (meia-entrada).

Compra online: em Sympla

Bilheteria: De terça a sábado, das 14h às 20h; e aos domingos e feriados, das 13h às 18h (feriados sujeitos a alterações)

Telefone: (11) 3170-4059

Duração: 60 minutos.

Classificação: Livre.

Capacidade: 168 lugares (quatro lugares para cadeirantes).

Inédita no Brasil, premiada peça Foxfinder – A Caça, da britânica Dawn King, estreia em maio no Teatro Sérgio Cardoso. Com direção de Wallyson Mota, tradução de Carolina Fabri e projeções em vídeo do coletivo BijaRi, o espetáculo é uma parábola distópica sobre o avanço do medo e do fascismo em uma sociedade. Clique aqui para acessar o release completo.