Ministério do Turismo & Banestes apresentam Júlia Rabello na comédia Romeu & Julieta (e Rosalina).

  Espetáculo acontece dia 7 de novembro em plataformas digitais de forma gratuita e ao vivo. O monólogo faz parte da 11ª edição do Circuito Banestes de Teatro – Edição especial Online, com patrocínio do Banestes, através da Lei de Incentivo à cultura – Lei Rouanet

Peça de Gustavo Pinheiro, que reconta a clássica tragédia amorosa de William Shakespeare sob a direção de Fernando Philbert, se apresenta dia 7 de novembro, sábado, às 20 horas, direto do Teatro Universitário sendo transmitido  pelas plataformas digitais da WB Produções. A transmissão conta com intérprete em libras. 

Júlia Rabello dá vida a Rosalina, apontada no texto clássico como o primeiro amor de Romeu antes de sua paixão fulminante pela jovem Julieta. A jovem então reconta a história de amor da dupla sob sua visão, abordando temas como liberdade, independência, solidão e sororidade.

“Romeu e Julieta virou o ideal de amor romântico no imaginário coletivo, mas a gente não prestou atenção que a linda história de amor aconteceu num período de menos de 5 dias, ou seja, eles se apaixonaram, se relacionaram, se casaram e se mataram em menos de uma semana! Acho que é mais uma história de dois impulsivos e temperamentais do que uma história de amor, né? “ comenta Júlia.

Sobre  “Romeu & Julieta (e Rosalina)”,

A tragédia clássica de William Shakespeare que conta a história do amor impossível entre Romeu e Julieta todo mundo conhece. Será? Julia Rabello dá vida à  Rosalina, personagem que sequer aparece em cena na peça do autor inglês, mas que acaba servindo de cupido para o casal que faz parte do ideário romântico há séculos.

Pouca gente se dá conta, mas quando Romeu vai ao baile de máscaras na casa da família Capuleto, arquirrival dos Montéquio, era atrás de Rosalina que ele estava indo! Até aquele momento, era Rosalina o seu grande amor! Mas quis o destino que ele desse de cara com Julieta e aí… nunca mais as histórias de amor foram iguais.

Em “Romeu & Julieta (e Rosalina)” é Rosalina quem nos conta a sua divertida e emocionante versão dos acontecimentos, passando por temas como sororidade, independência, liberdade e solidão.

“Há algum tempo, eu e Julia pensamos em fazer um trabalho juntos. Sou grande admirador da mulher que ela é, da sua personalidade e do seu temperamento como atriz. Temos um humor meio parecido e é nessa frequência que a gente se entende. Quando comentei com ela a ideia da Rosalina, ela curtiu e foi uma alegria! Quis a vida que a montagem acontecesse agora, durante a pandemia. Coincidentemente (coincidências existem?), pouca gente repara que “Romeu e Julieta” também se passa durante uma pandemia de peste que assola a Itália”, afirma o autor.

Bate papo

Após apresentação, a atriz conversa virtualmente com o público presente, com mediação do diretor Fernando Philbert, (@fernandophilbert). No bate papo o foco é compartilhar com o público os aspectos da construção do espetáculo e bastidores.

O espetáculo terá o QR Code para doações que serão em prol do projeto SOS Graxa ES, movimento em prol de profissionais dos bastidores de eventos.

A live ficará disponível pelo período de um mês no Youtube da WB Produções.

A estrutura será montada respeitando todas as determinações dos órgãos da saúde em relação ao distanciamento. “A ideia é oferecer ao público espetáculos dotados dos mesmos rigores técnicos aplicados nas peças presenciais, em um palco especialmente preparado com sistemas específicos de vídeo, iluminação e sonorização, que vão assegurar a melhor experiência, com todo o respeito que o teatro merece. Os colaboradores seguirão todos os critérios de segurança estabelecidos pela OMS.” completa Wesley Telles, diretor de produção do espetáculo ao lado de Bruna Dornellas.

Fotos e vídeo de cena: https://drive.google.com/drive/folders/1fRBetNKTAbnjTLGAFObrfK_rftK9FyDr?usp=sharing

 

FICHA TÉCNICA DA PEÇA

Elenco: Julia Rabello

Texto: Gustavo Pinheiro

Direção :Fernando Philbert

Cenário: Natalia Lana

Iluminação: Vilmar Olos

EQUIPE DE PRODUÇÃO/ TÉCNICA:
Direção de produção: Bruna Dornellas e Wesley Telles
Equipe de Transmissão da Live: ZOOM FILMES
Diretor de Corte: Secundo Rezende
Caracteres: Matheus Moura
Técnico de áudio: Augusto Ferreira
Produtor Técnico : Erique Luna
Intérprete de Libras: Fernanda Nogueira
Social Media:  Deivid Andrade
Assessoria de Imprensa: Adriana Jenner e Pombo Correio
Design Gráfico: José Lucas Simoes
Assistente administrativa: Letícia Napole
Assessoria Jurídica: PMBM Advocacia
Assessoria Contábil: Leucimar Martins
Realização: WB Produções
Patrocínio : Banco Banestes
Apresentado por: Ministério do Turismo

 

11ª edição do Circuito Banestes de Teatro

ROMEU E JULIETA (E ROSALINA) com Júlia Rabello

Dia 7 de novembro, sábado, às 20h

Local – Youtube e Face da WB Produções

Gênero: comédia

Classificação: 14 anos

Duração:  45  Minutos

 

Espetáculo transmitido ao Vivo, diretamente do Teatro Universitário, sem a presença de plateia e com adoção de todas as medidas para prevenção à Covid-19.

 

Doações para o projeto SOS GRAXA ES

 

Realização: WB Produções – https://wbproducoes.com/

Youtube https://www.youtube.com/channel/UC4uenCksJtG2-WgB6ruiBbQ

 

 

Experiência inédita da ExCompanhia de Teatro conta com participação online do público em jogo sobre o sentido da vida

Em ExReality, elenco expõe ao público a tela de seus smartphones durante 9 dias, em uma espécie de reality show interativo, confundindo os limites entre realidade e ficção.

Link para download de fotos

A ExCompanhia de Teatro apresenta, entre 06 de novembro e 05 de dezembro, a experiência cênica inédita ExReality, patrocinada pela Porto Seguro. Em formato único criado pelos artistas Gustavo Vaz, Bernardo Galegale e Gabriel Spinosa, trata-se de um experimento artístico-social onde tudo pode acontecer. Três integrantes do grupo – Bárbara Salomé, Johnnas Oliva e Thiago Andreuccetti – irão transmitir ao vivo, ininterruptamente, as telas de seus smartphones e o que for capturado por suas câmeras e microfones, durante 9 dias consecutivos. Eles participarão de um reality-show que busca encontrar o sentido da vida e terão sua vida online exposta, participando de desafios e concorrendo a um prêmio no final.

O público terá a oportunidade de participar efetivamente dessa narrativa, interagindo com os três artistas do grupo, tornando-se, assim, também personagens da experiência. Ao adquirir seu ingresso pela internet, o público terá acesso a uma plataforma exclusiva que apresentará em tempo real e ao vivo a tela dos celulares dos três participantes do ExReality, onde poderão ver todos os registros, comandos, ligações, mensagens trocadas, pesquisas na internet, navegações em aplicativos, entre outros inúmeros hábitos da utilização de celular. Ainda, através de enquetes exclusivas na plataforma, o público definirá rumos importantes da trama, escolhendo inclusive algumas ações futuras a serem executadas pelos artistas. Por fim, o público, em alguns momentos, poderá até mesmo receber ou enviar objetos para os atores participantes da experiência e, quem sabe, encontrá-los ao vivo.

Ao longo dos 9 dias, o programa ExReality será comandado por um apresentador – Daniel Warren – que trará diariamente e também ao vivo, sempre às 21h30, um resumo com os principais eventos da experiência, além de ser o regente do jogo rumo ao programa final que irá definir o grande vencedor.

O desenrolar dessa forma inusitada de reality abre espaço para o imprevisível: afinal, que novos mundos surgirão a partir de relações estritamente virtuais? É possível construir sentidos dentro do isolamento que as telas nos impõe? O que descobriríamos se tudo o que fazemos em nossos smartphones – o lugar onde hoje existimos e nos relacionamos continuamente – fosse exposto 24 horas por dia na internet? Estaria no conteúdo produzido nestes aparelhos a chave para vislumbrarmos o que nos tornamos, para onde vamos e o que seremos num futuro próximo?

 

Resumo

Três participantes estão dentro de uma espécie de reality show online em busca do sentido da vida e de um prêmio, onde tudo o que se passa na tela dos seus celulares será exposto 24 horas, durante 9 dias seguidos. O público pode acompanhar, participar e até mesmo definir os rumos da experiência através da interação com a plataforma criada para o projeto e do contato direto com os participantes e o apresentador do programa.

O Conceito

Nossa vida é online. Nossa vida é online?

É possível encontrar algum sentido para a vida, para o acontecimento do existir sob a perspectiva claustrofóbica das telas, das relações virtualizadas e da distância carnal entre seres humanos?

A pandemia mundial nos relegou ao isolamento social, já experimentando de forma parecida nos últimos anos no espaço virtual da internet, ao nos isolarmos cada vez mais em nossas bolhas sociais construídas por algoritmos. Ultimamente, nossa rotina passou a ser ainda mais virtual, buscando de alguma maneira repor as ausências de tudo aquilo que era presencial. Com isso, os smartphones se tornaram ainda mais essenciais na vida de uma grande parcela da sociedade, se transformando no principal instrumento de mediação entre nós e o mundo. Notícias, redes sociais, ligações, mensagens, mercado, farmácia, trabalho, reuniões, Zoom, WhatsApp, Skype, Meet, Youtube, Twitter, LIVES… é infindável a lista de interações online que tomam conta da nossa vida. Pesquisas mostram que o tempo mensal de usuários em apps móveis cresceu 40% no 2º trimestre mundial deste ano  e no Brasil, quem tem um smartphone, fica conectado mais de 9 horas por dia na internet.

Olhar para nossa vida virtual hoje é, talvez, tocar um lugar profundamente íntimo do humano. É acessar o espaço onde hoje existimos em grande parte do nosso tempo. E o que significaria acessar sem barreiras o lugar que guarda nossos segredos mais profundos, o smartphone? O que ou quem realmente encontraríamos ali?

Num momento onde o futuro é incerto e os significados se tornam escorregadios, a ExCompanhia propõe uma espécie de experimento social artístico que aproxima o público dos atores, com suas identidades e redes sociais reais através de uma dramaturgia rica em detalhes que se estende por nove dias, buscando revelar o que estamos construindo (e também destruindo) em nossas relações virtuais e isoladas.

Vivemos dentro de lives, videochamadas, filtros e áudios, e hoje o Grande Irmão está mais próximo do que nunca, bem na palma de nossas mãos. Nós somos, finalmente, o olho que tudo vê, mas, será que estamos realmente enxergando o que nos acontece? Afinal, algo ainda nos acontece? Estamos cada vez mais informados, sabemos de quase tudo o que se passa no mundo, mas, com que qualidade e profundidade cada um de nós é atravessado pela experiência de estar (ao) vivo? O que nos tornaremos depois disso tudo?

A utilização do formato de um reality-show que flerta com o absurdo traz em si questionamentos intrínsecos sobre a busca dos sentidos profundos da experiência humana, quando por exemplo somos lançados num mundo angustiante de regras confusas, que não servem para todos, onde apenas os vencedores parecem ter importância. Sendo assim, é possível ser livre e buscar os próprios sentidos num mundo de testes constantes, onde o que você precisa só é relevante se interessar para uma maioria qualquer? É possível ser livre quando somos observados o tempo todo ou quando escolhemos sermos observados o tempo todo? É possível construir algo coletivamente num mundo absolutamente competitivo? É possível contar com o outro no processo de descoberta dos sentidos para estarmos aqui, juntos?

A nova obra da ExCompanhia de Teatro propõe-se com um espaço de questionamento, onde realidade e ficção andam juntas em direção à criação de uma experiência única e significativa para o público contemporâneo. Comandada por um apresentador e mediador do show, a experiência se apresenta como um espaço um tanto quanto absurdo de observação da jornada de três pessoas em busca de algum sentido para (sua própria) vida, disputando entre si para delegar ao público a escolha do, quem sabe, “melhor” sentido da vida, dentro de um mundo virtual de competição, exposição e com regras estranhas. Mas, no final das contas, não seria este espaço uma metáfora sobre a própria vida?

 

A ExCompanhia de Teatro

Experiência é a palavra que norteia a pesquisa do grupo. A partir de projetos imersivos, que possibilitam vivências únicas para cada pessoa, a ExCompanhia de Teatro busca em suas obras criar espaços de encontro – tanto virtuais quanto presenciais – utilizando a mistura de linguagens ao olhar para nosso “espírito da época” na construção de formatos singulares e inovadores. Em nosso primeiro projeto “EU – Negociando Sentidos” (2012/2013 – São Paulo/ BRA e Munique/ALE) cerca de 20 pessoas vivenciaram uma experiência cênica transmídia com 1 mês de duração, onde o público construía uma relação íntima com personagens ficcionais em encontros virtuais nas redes sociais e na internet, e em encontros presenciais, individuais e coletivos, numa casa e no espaço público da cidade. A obra discutia os limites entre realidade e ficção, e questionava as identidades que criamos para existir no mundo contemporâneo ao apresentar os conflitos entre Léo e Sofia, um performer em crise existencial e sua namorada que escondia um passado terrível.

 

“Frequência Ausente 19Hz” (2015 – dias atuais) foi apresentado em diversas cidades e em importantes festivais do país, como na Mostra Oficial do Festival de Curitiba 2018, e também no exterior, como no Festival Imaginarius (2016) em Portugal e no FIAT (2017) de Montenegro, onde venceu o Special Award por sua dramaturgia inovadora. A experiência individual, criada e adaptada especialmente para cada cidade, leva autonomamente o público pelas ruas, munidos com seus smartphones e acompanhados por um personagem invisível em áudio 3D, tecnologia que cria a sensação de presença física do que é escutado por fones de ouvido. O ator, que misteriosamente se desmaterializou diante da plateia vazia na estreia do seu monólogo, leva a todos para uma jornada existencial única a partir de uma dramaturgia site-specific que mescla fatos ficcionais com a memória histórica e real do espaço ao redor. O projeto, confirmando seu caráter altamente adaptável, foi realizado dentro do prédio do SESC Avenida Paulista em 2019 e rebatizado de frequencia_ausente.doc. Inspirado na trama e formato originais, o público, também individualmente e autonomamente, seguia os traços de um ator desaparecido a partir de um exposição interativa e imersiva, que se transformava numa experiência cênica quando o personagem, mais uma vez, “ressurgia” invisível em áudio 3D.

 

Em 2017 foi lançado O Enigma Voynich, série em aplicativo de smartphone, totalmente produzida em áudio 3D e grafite digital, onde o público se tornava o historiador José, o personagem central de um thriller de suspense que girava em torno do misterioso manuscrito Voynich, um livro real e indecifrável. O público acompanhava, a partir do ponto de vista da personagem, sua busca obsessiva pela tradução do manuscrito ao mesmo tempo que tentava frear uma crescente perda de memória. O projeto discutia nossa constante transferência de dados e lembranças para plataforma virtuais e a existência das bibliotecas no contemporâneo como símbolos de preservação da memória humana. Três bibliotecas públicas na cidade de São Paulo eram visitadas pelo público autonomamente para o desbloqueio de algumas cenas da trama. O aplicativo ainda está disponível para download.

 

Por fim, em 2020, Gustavo Vaz e Débora Falabella, a partir da pesquisa e em parceria com a ExCompanhia criaram Se Eu Estivesse Aí, uma websérie imersiva em um formato incomum, onde o público experimenta, em primeira pessoa, episódios com cerca de 6 minutos gravados com áudio 3D. A trama traz um casal recém-separado e isolado pela pandemia global do COVID-19 que tenta resolver o fim de seu relacionamento por meio de mensagens de áudio no WhatsApp. A imaginação dos personagens transforma cada mensagem em um encontro impossível com o outro que não existe. O projeto foi lançado na plataforma Gshow, da rede Globo, e em nossos perfis do Instagram e, somadas as duas plataformas, o projeto já alcança mais de 300 mil visualizações.

SERVIÇO

ExReality

Quando: Duas apresentações com duração de 9 dias cada.

– Primeira apresentação (estreia) – de 6 de novembro às 21h30 a 14 de novembro de 2020.

– Segunda apresentação – de 27 de novembro às 21h30 a 5 de dezembro de 2020.

              – Entradas do apresentador, sempre às 21h30

Local: Plataforma online exclusiva – www.exreality.com.br

Duração: 9 dias por sessão

Classificação indicativa: 16 anos

Ingressos: A partir de R$20 com 20% da bilheteria doados a instituições de apoio à classe

 

TEATRO PORTO SEGURO

Vendas exclusivamente on-line no site: http://www.tudus.com.br

Dúvidas: contato@teatroportoseguro.com.br

Atendimento pelo telefone (11) 3226.7300 de sexta a domingo das 14h às 20h.

Cliente Porto Seguro: Na compra de um ingresso antecipado (até um dia antes) receberá um link extra de acesso para convidar alguém.

Formas de pagamento: Cartão de crédito e débito (Visa, Mastercard, Elo e Diners).

Ficha técnica

Criação, dramaturgia e direção geral: Gustavo Vaz, Bernardo Galegale e Gabriel Spinosa

Artistas participantes: Bárbara Salomé, Johnnas Oliva e Thiago Andreuccetti

Apresentador: Daniel Warren

Agradecimentos especiais: Ivy Donato, José Sampaio, Juliana Pina

Videoarte e Plataforma ao vivo: Flávio Barollo

Arte gráfica e fotos: Patrícia Cividanes

Consultoria streaming: Cassio Zerbinato

Desenvolvimento de plataforma: BNP Soluções em TI

Mídias sociais: Thompson Loiola/ 99 Comunicação

Technical Advisor: Gustavo Perri Galegale

Assistente de direção: Fernanda Gama e Felipe Aidar

Produção:  Ludmila Picosque e Graciane Diniz

Direção de produção: Gabi Gonçalves

Realização: ExCompanhia de Teatro

Patrocínio: Teatro Porto Seguro

 

ASSESSORIA DE IMPRENSA

Pombo Correio Assessoria de Imprensa

Helô Cintra – helo@pombocorreio.art.br / (11) 99402-8732

Douglas Picchetti – douglas@pombocorreio.art.br  / (11) 99814-6911

ASSESSORIA DE IMPRENSA DO TEATRO PORTO SEGURO

Adriana Balsanelli

(11) 99245-4138

adriana@teatroportoseguro.com.br

 

André Sampaio lança “Matriarcas: Mulheres de Raça e de Cor” pela Riemma Editora.

Com ilustrações de João Victor Sampaio, o livro faz um mergulho no estudo da tradição oral na construção cultural no Brasil, já que durante muitos anos a oralidade foi utilizada como perpetuadora e disseminadora da história e da cultura afro-brasileira e brasileira.

O projeto conta com o incentivo da SKY, maior operadora de TV via satélite do país. O autor elegeu três autoras significativas da cultura afro-brasileira: Mãe Beata de Yemonjá, Conceição Evaristo e Fabiana Cozza.

A primeira, já falecida, autora de “Caroço de Dendê”, um grupo de minicontos que lembram as fábulas de Esopo e de La Fontaine, só que nos moldes africanos. Mãe Beata de Yemonjá é uma “Griot” (pessoa que preserva e transmite conhecimentos, histórias, canções e mitos de seu povo).

Já com Conceição Evaristo, o livro aborda o romance “Ponciá Vicêncio”, uma história comovente sobre uma menina/mulher que busca a sua própria identidade dentro de uma sociedade marcada pelo ranço colonial. Ponciá Vicêncio lembra todas as mulheres negras do Brasil, que lutam diariamente por um espaço justo dentro da sociedade.

E por fim, o livro traz Fabiana Cozza, cantora e autora que ultrapassa os limites impostos pelo social, provando que ser brasileiro é fazer parte de inúmeras culturas distintas. Fabiana transita pelas rodas de samba da mesma maneira elegante que desfila pelos corredores acadêmicos do Brasil. Fabiana é o resultado da luta constante de gerações afro por uma real democracia.

O livro ainda traz um capítulo teórico que antecede a análise das três autoras. Propõe-se então um mergulho na História, na Sociologia, na Filosofia, na Literatura, na Antropologia e na Teologia para a busca pelo entendimento do universo em que cada autora se encontra. Para isso, o autor lança mão das teorias de Paul Zumthor, Walter Benjamin, Stuart Hall e Hommi Bhabha, entre outros.

Trajetória da pesquisa

No início do livro o autor traz um relato autobiográfico que explica a sua paixão pelos alicerces da cultura brasileira, isto é, a significativa presença africana na construção social e cultural da terra do pau-brasil.

Para a elaboração da obra, inspirado pelo imenso interesse nas bases da cultura brasileira, André Sampaio se utilizou de todo seu repertório de estudo e análises, construído ao longo de 25 anos de dedicação acadêmica.

O projeto é apoiado pela SKY através da área de Responsabilidade Social, que promove uma série de iniciativas que mobilizam e envolvem os colaboradores, parceiros, funcionários e clientes no desenvolvimento das novas gerações através da educação e da cultura. Entre as principais ações estão o Pedra, Papel, Tesoura, programa regional de voluntariado corporativo da empresa, o Escola Plus, que defende a televisão como um método de ensino efetivo para crianças e o Faciuni Bolsas, concurso cultural para valorizar e apoiar estudantes de audiovisual e cinema em todo o Brasil. Para conferir essa e outras ações de Responsabilidade Social da SKY, acesse os perfis no Instagram e Facebook. Os conteúdos trazem detalhes das iniciativas já existentes na companhia e de projetos recentes que visam o bem-estar da sociedade.

Sobre o autor 

André é Doutorando em Letras pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2011), Graduando em Filosofia (Licenciatura plena) pela Universidade Católica de Petrópolis (2011), Mestre em Literatura Portuguesa e Literaturas Africanas  de Língua Portuguesa pela Universidade Federal Fluminense(2010), Especialista em  História da África e no Negro do Brasil pela Universidade Candido Mendes (2007) e  graduado em Licenciatura plena Português/ Literatura pela Universidade Estácio de Sá  (2005). O autor também é sócio do Grupo Prismma que atua na área de marketing cultural em São Paulo.

Sobre a SKY:

A SKY é a maior operadora de TV paga via satélite do país. Com a missão de oferecer e democratizar a diversão para todos os brasileiros, investe continuamente na oferta de produtos e serviços que sejam mais adequados para cada Brasil e suas necessidades individuais de consumo de conteúdo e entretenimento. Distribui programação 100% digital em todos os municípios do país, e busca, cada vez mais, ampliar e otimizar os serviços prestados e a experiência para seus 4.6 milhões de clientes. Com o SKY Play, plataforma de vídeo sob demanda da operadora, consumidores pós e pré-pago podem assistir conteúdos ao vivo e uma biblioteca com o DNA de curadoria da SKY onde e quando quiserem. Em 2019, a SKY foi reconhecida como uma das melhores empresas para se trabalhar no ranking Great Place To Work e também foi vencedora, na categoria TV por Assinatura, do ranking de Melhores Serviços do jornal O Estado de S. Paulo nos últimos 5 anos, do Folha Top of Mind por oito anos consecutivos, e do prêmio Consumidor Moderno em Excelência em Serviços ao Cliente há 18 anos seguidos. Acesse www.sky.com.br

Ficha Técnica:
Autor, Pesquisa e Revisão de Texto: André Sampaio
Coordenação e Produção Editorial: Rose Riemma
Redator: Josenildo Hardman de França Sampaio
Projeto Gráfico e Diagramação: Adriana Campos / Dorotéia Design
Revisão de Texto: Roberta Hang Martins Soares
Ilustrações: João Victor Sampaio Nunes da Costa
Libras: Ilana Aparecida Sampaio Trindade
Execução e Distribuição: Riemma Editora
Realização: Grupo Riemma

Lançamento:
Dia 29 de outubro, quinta-feira, às 19h na Casa de Cultura Os Capoeira
Rua Belmiro Braga, 186 – Pinheiros – São Paulo.

Por conta da pandemia, serão recebidos grupos divididos nos horários:
19h às 20h; 20h às 21h; 21h às 22h.

Ministério do Turismo & Banestes apresentam

Heloisa Périssé em E Foram Quase Felizes Para Sempre

Uma imagem contendo palco, em pé, terno, vestido

Descrição gerada automaticamente

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Créditos: Allan Fernando

O espetáculo faz parte da 11ª edição do Circuito Banestes de Teatro – Edição Especial Online, com patrocínio do Banestes, através da Lei de Incentivo à Cultura – Lei Rouanet e acontece dia 25 de outubro, domingo, às 18 horas, direto do Teatro Universitário de Vitória (ES) e será transmitido pelas plataformas digitais da WB Produções

Link de transmissão: https://youtu.be/yYwlyeqcCZE

Com direção de Susana Garcia e escrito e interpretado por Heloisa Périssé, E Foram Felizes Para Sempre estreou no Rio de Janeiro em 2013, fazendo uma carreira de sucesso de público e crítica pelo Brasil e Estados Unidos.

Agora, o espetáculo abre a 11ª Edição do Circuito Banestes de Teatro no formato live, ao vivo e gratuito, transmitido pelo Youtube e Facebook da WB Produções com patrocínio do Banco do Estado do Espírito Santo (Banestes), por meio do Ministério do Turismo e da Lei de Incentivo à Cultura – Lei Rouanet. A apresentação acontece direto do Teatro Universitário de Vitória (ES) e conta com intérprete de libras. A equipe estará no teatro e o público em casa. Será no dia 25 de outubro, domingo, às 18h.

E Foram Quase Felizes Para Sempre foi a primeira comédia solo escrita e encenada pela atriz Heloisa Périssé. O espetáculo se passa na noite de autógrafos da escritora Letícia Amado. Ela viajou um ano e meio atrás dos melhores resorts, praias e hotéis para que as pessoas pudessem viajar com seus amores e curtir uma lua de mel inesquecível. Só que durante este período ela se separa do marido e, no dia da sua tão esperada noite de autógrafos, quando ela finalmente está lançando seu livro Cantinho pra Dois, vê o ex beijando uma nova namorada.

Neste texto, Heloisa Périssé fala sobre relacionamento, trabalho, problemas que estão presentes na vida de todas as pessoas, colocando em questão a instituição do casamento. O humor, que permeia o texto, torna todos os assuntos mais prazerosos e é capaz de atingir o público de forma mais eficaz. Este é o primeiro solo da atriz, que faz isso com o amadurecimento que obteve depois de 10 anos em cartaz com a peça Cócegas.

O espetáculo terá o QR Code para doações para o projeto SOS Graxa ES, movimento em prol de profissionais dos bastidores de eventos. A live ficará disponível pelo período de um mês no Youtube da WB Produções. A estrutura será montada respeitando todas as determinações dos órgãos da saúde em relação ao distanciamento.

A ideia é oferecer ao público espetáculos dotados dos mesmos rigores técnicos aplicados nas peças presenciais em um palco especialmente preparado com sistemas específicos de vídeo, iluminação e sonorização, que vão assegurar a melhor experiência, com todo o respeito que o teatro merece. Os colaboradores seguirão todos os critérios de segurança estabelecidos pela OMS.

O Circuito Banestes de Teatro teve início em 2009 e, durante esses 11 anos, foram realizados um total de 56 espetáculos, com 157 apresentações.  Além de Vitória, o projeto já se apresentou nas cidades de Cachoeiro de Itapemirim, Colatina, Alegre, Guaçuí, Linhares, São Mateus, Aracruz, Anchieta e Afonso Cláudio entre outras, alcançando um público de 85 mil espectadores. O projeto em todos os anos foi realizado por meio lei de incentivo à cultura – Lei Rouanet, com patrocínio do  Banco do Estado do Espírito Santo (Banestes). Grandes nomes do Teatro Brasileiro se apresentaram em palcos capixabas por meio do Circuito Banestes, como Bibi Ferreira, Miguel Falabella, Marieta Severo, Marco Luque, Denise Fraga, Antonio Fagundes, Tarcísio Meira, dentre outros. Os variados gêneros teatrais também foram apresentados: dramas, comédias, stand-ups, musicais e infantis. Artistas locais e seus respectivos grupos também fizeram parte do Circuito: Grupo de Teatro Empório, Cia Folgazões, Grupo Rerigtiba, Grupo Vira Lata, Cia de Teatro Urgente, Grupo Gota, Pó e Poeira, Comédia a La Carte.

FICHA TÉCNICA
Texto e atuação: Heloisa Périssé
Direção: Susana Garcia
Cenário: Miguel Pinto Guimarães
Figurino: Reka Koves
Iluminação: Maneco Quinderé
Trilha musical: Alexandre Elias
Operador de Luz: Ge Barbosa
Operador de Som: Glaucia Miranda
Produção e Administração: Filomena Mancuzo
Realização: HP Produções Artísticas Ltda

EQUIPE DE PRODUÇÃO / TÉCNICA:
Direção de produção: Bruna Dornellas e Wesley Telles
Equipe de Transmissão da Live: ZOOM FILMES
Diretor de Corte: Secundo Rezende
Caracteres: Matheus Moura
Técnico de áudio: Augusto Ferreira
Produtor Técnico: Erique Luna
Intérprete de Libras: Fernanda Nogueira
Social Media: Deivid Andrade
Assessoria de Imprensa: Adriana Jenner e Pombo Correio
Design Gráfico: José Lucas
Assistente administrativa: Letícia Napole
Assessoria Jurídica: PMBM Advocacia
Assessoria Contábil: Leucimar Martins
Realização: WB Produções
Patrocínio: Banco Banestes
Apresentado por: Ministério do Turismo

11ª edição do Circuito Banestes de Teatro

E Foram Quase Felizes Para Sempre com Heloísa Périssé
Data – 25 de outubro – domingo
Hora – às 18h
Local – Teatro Universitário – Vitória – ES
Gênero: Comédia
Classificação: 14 anos
Duração: 60 minutos

Espetáculo transmitido ao vivo, diretamente do Teatro Universitário, sem a presença de plateia e com adoção de todas as medidas para prevenção à Covid-19.

Doações para o projeto SOS GRAXA ES

Realização: WB Produções – https://wbproducoes.com/
Youtube https://www.youtube.com/channel/UC4uenCksJtG2-WgB6ruiBbQ

Protocolo Volpone, um clássico em tempos pandêmicos 

faz oito apresentações de forma online e gratuita, 

com legendas em português, inglês e espanhol, 

no canal do Youtube/Protocolo Volpone

Comédia criada para comemorar os 20 anos da Cia Bendita Trupe, dirigida por Johana Albuquerque, Protocolo Volpone – Um Clássico em Tempos Pandêmicos foi o 1º espetáculo presencial a estrear na pandemia, na abertura da fase verde, antes da chegada da vacina, em São Paulo. Convertendo todos os protocolos de segurança em procedimentos e linguagem cênica, o espetáculo recebeu um público restrito de 20 pessoas por sessão, abrigadas em cabines plásticas higienizadas e individuais, que garantiram isolamento e proteção à plateia. 

Agora, com a segunda onda da pandemia em 2021, o grupo ganhou o Prêmio de Histórico de Grupo do PROAC LAB, para compartilhar apresentações online da filmagem e edição em 04 câmeras do espetáculo, que ocorreu a céu aberto no Estacionamento do Teatro Arthur Azevedo, em novembro de 2020.

Link para download de fotos

Como o formato presencial com protocolos só permitia a entrada de 20 pessoas por sessão, muitos espectadores não conseguiram ver a peça. Por este motivo, a Bendita Trupe prepara esta pequena temporada online com 08 apresentações, de 14 de maio a 05 de junho, sempre as sextas e sábados, as 20h, na qual apresenta a filmagem da peça, com opção de legendas em três línguas (português, inglês e espanhol), no intuito de que espectadores de outros países possam também acompanhar o projeto. 

Visando ainda fomentar a discussão sobre as relações entre artes cênicas, cultura e pandemia, como também, estar de forma ao vivo com os espectadores, acontecerão 04 debates através do Zoom, sendo transmitidos ao vivo pelo Youtube/Protocolo Volpone e pelo Facebook da Bendita Trupe. Os debates acontecerão seguidos de roda de perguntas do público via chat, que acompanhará ao vivo a transmissão. Os debates serão realizados as segundas às 18h30, com duas horas de duração, de 17 de maio a 07 de junho, com os seguintes temas e participantes:

Debate 01 – 17/05 – O artista na linha de frente da Pandemia, com a Bendita Trupe – Mediação Ruy Cortez (diretor da Cia. da Memória)

Debate 02 – 24/05 -A gestão cultural na Pandemia, com Pedro Granato (SMCSP / Teatro Pequeno Ato) e Johana Albuquerque (idealizadora do projeto)

Debate 03 – 31/05 – Ben Jonson: a comédia da ganância ontem e hoje, com Marcos Daud (tradutor e adaptador Protocolo Volpone) e Ricardo Cardoso (Shakespeare Institute, USP / FAPESP) – Mediação Joca Andreazza (ator do espetáculo)

Debate 04 – 07/06 – Teatro na pandemia: o olhar crítico. Com Valmir Santos (Teatro Jornal) e Kil Abreu (Cena Aberta + curador de teatro CCSP) – Mediação Cacá Toledo (assistente de direção do espetáculo).

Todos os debates ficarão disponíveis no canal do youtube de Protocolo Volpone para quem não puder acompanhar a transmissão ao vivo. 

A Bendita Trupe deseja inspirar espectadores e artistas de muitos territórios a ousarem estabelecer novos experimentos cênicos protocolares, assim que houver uma melhora no quadro atual que permita a tão esperada abertura.

A equipe

Essa montagem é a mais famosa comédia de Ben Jonson, na versão de Stefan Zweig, e tem adaptação de Marcos Daud. A idealização do projeto e direção é de Johana Albuquerque e o elenco é composto pelos atores Daniel Alvim, Helena Ranaldi, Joca Andreazza, Luciano Gatti, Marcelo Villas Boas, Mauricio de Barros, Pedro Birenbaum, Vanderlei Bernardino, Sergio Pardal e Vera Bonilha. Na visualidade do espetáculo figuram o cenógrafo Julio Dojcsar, a iluminadora Aline Santini, a figurinista Silvana Marcondes, o diretor musical Pedro Birenbaum e o visagista Leopoldo Pacheco. O projeto conta também com a assistência de direção de Cacá Toledo e produção de Anayan Moretto. 

Sobre o espetáculo

Trata-se de uma adaptação de Volpone, a comédia da ganância, de Ben Jonson, contemporâneo de Shakespeare, um dos textos mais encenados no Reino Unido. O texto ganha uma versão enxugada pelo austríaco Stefan Zweig, nos anos 1920, a partir da qual Marcos Daud fez a versão atualizada para o contemporâneo. Volpone é um homem sem filhos, especialista na arrecadação de riquezas e, para mais acumular, finge estar agonizante e diverte-se com o desfile de bajuladores que, na expectativa de serem contemplados em seu testamento, o enchem de favores e se prestam a todas as humilhações. É uma comédia clássica, com uma embocadura de linguagem aparentemente de época, mas também divertida, cáustica e popular. 

O texto foi encenado pelo Teatro Brasileiro de Comédia nos anos 1950, e Décio de Almeida Prado, crítico que ajudou a formar o público do TBC, assim descreve o texto: ‘Voltore’, ‘Corvino’, ‘Corbaccio’ – Ben Jonson   não   teria reunido assim esse bando de aves de rapina, em torno de Volpone, a astuta raposa velha, se não pretendesse escrever a mais estranha e inesperada das comédias: “a comédia da morte”.

A letra da música “Oh, Veneza, Terra dos Sonhos”, escrita especialmente por Bertolt Brecht para uma montagem deste texto pela diretora Elizabeth Hauptmann, em 1952, serviu de inspiração para a abertura deste espetáculo. 

História da montagem

Com protocolos criados para que todos estejam protegidos, a elaboração da obra partiu do desejo do resgate do encontro primordial do teatro, a experiência presencial e efêmera entre o público e a cena (mesmo que de forma restrita). Chegaram, então, ao dispositivo cênico ao ar livre que abriga 20 espectadores em cabines individuais, assim como a atuação e movimentação dos atores no espaço com distanciamento físico entre eles, além do compartilhamento de objetos cênicos através de medidas de proteção, procedimentos que se transformaram em linguagem e criação cênica. A peça estreou no dia 16 de outubro de 2020 e ficou em cartaz neste formato até 08 de novembro, no Estacionamento do Teatro Arthur Azevedo.

Uma particularidade deste projeto é o fato de que a equipe criadora e de produção participaram do espetáculo no papel de “anjos de proteção”. Responsáveis por estabelecer os protocolos dentro da própria cena, direção, figurinista, iluminadora, cenógrafo, diretor musical e produção circulam por dentro do espaço cênico para garantir a troca segura de objetos entre os atores, o traslado de grandes mobiliários, o cuidado com o som e a luz, além de serem os guias da plateia na circulação pelo estacionamento.

Sobre a Bendita Trupe

A Bendita Trupe é um premiado conjunto paulistano, que tem como linha de pesquisa a criação de espetáculos para o público adulto e infantojuvenil, com linguagem crítica e poética voltada ao Brasil contemporâneo. Tem como princípio fundamental estimular a inteligência e o humor de todas as idades, perseguindo o ideal de um teatro “sério” e paradoxalmente, divertido. Em 2019, realiza a leitura encenada de Volpone, de Ben Jonson, em homenagem ao Teatro Brasileiro de Comédia, na Biblioteca Mario de Andrade,  no  465º  aniversário  da  cidade  de São  Paulo, que resultou na 1ª temporada presencial de Protocolo Volpone, um Clássico em Tempos Pandêmicos, em 2020. Em 2017, produz Hospedeira & Paquiderme: Díptico de Estranhas e Esquizos Dramaturgias, dois monólogos que conversam sobre os colapsos mentais, que estreou no SESC Consolação. Em 2015, encena dois espetáculos de jovens dramaturgos do SESI – British Council, Solilóquios e Em Abrigo, que esteve em cartaz no Mezanino do SESI Paulista.


Sobre Johana Albuquerque

É diretora, atriz, produtora e pesquisadora teatral. É pós doutora pela ECA/USP e dirige a Bendita Trupe. Tem 20 espetáculos encenados na cidade de São Paulo. Johana também é professora universitária. Além das montagens com a Bendita Trupe, em 2018 dirige a pesquisa cênica Quadro em Branco, numa parceria com o PPGEAC da UNIRIO, com as professoras atrizes Rosyane Trotta e Jacyan Castilho, uma revisitação ao Auto dos 99%, do Centro Popular da Cultura, CPC, tomando a história da universidade pública brasileira como metáfora da exclusão social no país. Em 2015, Johana dirige o Coletivo Quizumba, um coletivo negro com a pesquisa Santas de Casa Também Fazem Milagres, pela Lei de Fomento ao Teatro, que resultou no espetáculo Oju Orum, na Sala Adoniran Barbosa, no CCSP.

FICHA TÉCNICA 

Texto: Ben Jonson, na versão de Stefan Zweig

Adaptação: Marcos Daud

Idealização e direção: Johana Albuquerque 

Assistência de direção: Cacá Toledo

 

Atores: 

Daniel Alvim (Volpone), 

Helena Ranaldi (Canina), 

Joca Andreazza (Corvino),

Luciano Gatti (Leone),

Marcelo Villas Boas (Juiz),

Maurício de Barros (Mosca),

Pedro Birenbaum (Inspetor e Músico em cena), 

Vanderlei Bernardino (Voltore), 

Sérgio Pardal (Corbaccio),

Vera Bonilha (Colomba). 

Cenografia e Adereços: Julio Dojcsar

Desenho de Luz: Aline Santini

Figurino: Silvana Marcondes

Direção Musical, Músicas Originais, Produção de som e Teclados: Pedro Birenbaum

Visagismo: Leopoldo Pacheco

Colaboração nos desenhos de cena: Kenia Dias

Preparação corporal de Kempô: Ciro Godoy

Maquiadora: Jess Inamura

Sonorização: Kako Guirado

Operação de Som: Anderson Moura

Assistente de Luz e Operação: Pajeú Oliveira

Microfonista: Matheus Santos

Design gráfico: Murilo Thaveira

Mídias sociais: JustWebSites

Fotos Ensaio e Teasers: Marcelo Villas Boas

Fotos Divulgação: Maria Clara Diniz

Assessoria de Imprensa: Pombo Correio

Filmagem em 04 câmeras e Edição do Espetáculo: Kim Leekyung e Marcelo Villas Boas

Áudio Studio – Felipe Santana

Legendas – Miguel Aceves Ramos Junior

Tradução Legendas Inglês – Jorge Minicelli

Tradução Legendas Espanhol – Iralys Escalona

Transmissão – Daniel Lopes

CICLO DE DEBATES:

Mediadores: Ruy Cortez; Johana Albuquerque; Joca Andreazza; Cacá Toledo.

Debatedores: Bendita Trupe; Pedro Granato; Marcos Daud; Ricardo Cardoso; Kil Abreu e Valmir Santos.

Produção Executiva: Marcelo Leão

Produção: Anayan Moretto

COORDENAÇÃO GERAL: JOHANA ALBUQUERQUE

REALIZAÇÃO: BENDITA TRUPE

SERVIÇO

Protocolo Volpone, Um Clássico em Tempos Pandêmicos

De 14 de maio a 05 de junho, sextas e sábados às 20h.

Duração do espetáculo: 120 min

Ingresso: Gratuito

Local: Canal do Youtube/Protocolo Volpone

Debates: Dias 17/05, 24/05, 31/05 e 07/06, segundas-feiras das 18h30 às 20h30.

Ingresso: Gratuito

Onde: Canal do Youtube/Protocolo Volpone e Facebook Bendita Trupe

A Casa Esquecida, de Maria Amélia Farah e Soraia Costa, integra o Festival Arte como Respiro – Edição Cênicas e é exibido no site do Itaú Cultural

Selecionado no edital de emergência realizado pela instituição, a produção entra no ar no dia 21 de outubro, às 20h, e fica disponível por 24 horas para ser assistido em www.itaucultural.org.br 

Uma imagem contendo edifício, ao ar livre, olhando, em pé

Descrição gerada automaticamente

Link para download de fotos e teaser

A filha, com 42 anos, e a mãe de 84, retornam à casa há anos fechada no interior de São Paulo para escapar do epicentro da pandemia na capital. Refugiadas nesta casa esquecida, onde habitam os vestígios da infância da filha, as duas mulheres mergulham neste museu autobiográfico, numa tentativa de restaurar partes rasuradas da memória – abrigadas nas frestas das paredes, no embrulho empoeirado atrás da cama e na roseira, que floresce apesar do esquecimento das duas. Nessa situação atípica de isolamento social mãe e filha passam os dias em suspensão, como em um sonho, onde os tempos se misturam. Experimentam uma reaproximação não planejada, revelando intimidades dessa relação e a poética da passagem inexorável do tempo.

Sobre Maria Amélia Farah

Maria Amélia Farah é graduada e mestre em Artes Cênicas,  pela Universidade de São Paulo (ECA/USP).  Diretora e dramaturga do espetáculo ”Fissura”, estreado no Sesc Pompeia, em 2019, é orientadora do curso de Criação de Solos Autorais, desde 2018, tendo orientado mais de trinta solos teatrais. Fez a provocação artística do espetáculo “Stabat Mater”, de Janaína Leite. É atriz co-criadora e colaboradora em dramaturgia na premiada e internacional Cia Hiato, dirigida por Leonardo Moreira. Na TV, atuou nas séries “Axogun”, “A Mulher do Prefeito” e “3Teresas”.

Sobre Soraia Costa 

Soraia Costa é Bacharel em Artes Cênicas pela Universidade Estadual de Londrina (PR). Artista com deficiência física, Soraia é atriz, dramaturga, fotógrafa e videomaker. Desenvolveu seu portfólio como fotógrafa em diversos países como Itália, França, Alemanha, Inglaterra, Áustria e Brasil, ao longo de 11 anos.  Em 2012 seu fashion film “Der Metropol” foi indicado à Melhor Filme no 12° Festival for Fashion and  photography em Viena (Áustria) e no 1° Berlin Fashion Film Festival_BFFF  (Alemanha) . Atualmente vive em São Paulo, produz performances autobiográficas onde atua, escreve e dirige, atende diversos clientes de moda e revistas como fotógrafa e videomaker, e aprimora seu conhecimento em Video Mapping. Suas fotografias podem ser vistas em https://soraiacostaphotography.tumblr.com

Sobre Barulhista 

Nascido em 1981 na cidade de Belo Horizonte (MG), Barulhista é um artista sonoro e produtor fonográfico premiado pelo trabalho na produção de trilhas sonoras originais para cinema, teatro, dança e publicidade. Indicado pelo baterista Martin Atkins como um dos mais interessantes músicos brasileiros contemporâneos. Atualmente reside em São Paulo.

Ficha técnica e serviço
Direção: Maria Amélia Farah e Soraia Costa
Concepção, Argumento e Roteiro: Maria Amélia Farah
Decupagem, Montagem e Edição: Soraia Costa
Elenco: Maria Amélia Farah, Nadir Ferreira de Souza Farah e Pedro Tosta
Trilha Sonora: Barulhista
Captação de vídeo: Maria Amélia Farah
Classificação indicativa: Livre
Duração: 25 minutos

SERVIÇO
A Casa Esquecida
De Maria Amélia Farah e Soraia Costa
Dia 21 de outubro (quarta-feira), às 20h
Na programação do Festival Arte como Respiro – Edição Cênicas
Em www.itaucultural.org.br​
Duração: 25 minutos
Classificação indicativa: Livre

Skyne lança seu primeiro trabalho nas plataformas de Streaming

Quando a chuva passar, clássico de Ivete Sangalo, ganha versão pop rock da banda. Outros dois singles e videoclipes serão lançados ainda neste semestre

Link da música Quando a chuva passar
Site da banda
Instagram
Facebook
Link para download de fotos 

Uma fusão entre o rock e a MPB. Essa é a definição dos próprios músicos para a sonoridade da banda Skyne, formada por Perí (voz e letras), Eddie (bateria), Gê Ruiz (baixo), Jessica Macedo (libras) e Diney (guitarra).

O single de estreia é a versão do clássico Quando a chuva passar, interpretada originalmente por Ivete Sangalo. Com sonoridade moderna, produzida pelo selo Daga Music House e com distribuição DITTO MUSIC, a banda se prepara para lançar, além deste, mais dois singles com videoclipes em suas redes sociais.

“Falar de amor é falar de luta. Nada mais na contramão do que falar de paz e de amor em tempos como esses”, diz Perí. “Foi para isso que resolvemos montar a Skyne. A gente busca temas transformadores, que gerem reflexão. É preciso sensibilizar a sociedade, valorizar mais as lutas de cada um. O rock tem a energia que atinge o coração das pessoas. Como o mundo está, é preciso buscar alívio e, ao mesmo tempo, força para seguir em frente… e usar essa energia para nossa evolução individual também. A transformação social vem do individual.”

Para o vocalista, “existe um público de rock nacional que gosta dos artistas mais antigos e também aquela galera mais nova, que cresceu com os pais ouvindo rock e outros estilos como a MPB e o rap”. É com essas pessoas que a banda se comunica também, principalmente pela internet e pelas plataformas de Streaming.

Quando a chuva passar foi a música que a banda encontrou para desenvolver seu estilo.  “Uma música super elegante e poética, que fala sobre resiliência e compreensão. Por esses motivos, se tornou popular. É sobre tolerância, empatia e sobre um futuro próspero, próximo e possível. Tem tudo a ver com os dias de hoje.”

Clique aqui para ouvir o single Quando a chuva passar

10 anos mais forte:  A última banda de Perí foi a Nove Mil Anjos, com Junior Lima e Champignon (CBJr). “Foi uma época muito intensa. Falei um pouco sobre isso no documentário Sandy e Júnior, disponível na plataforma Globoplay. Hoje me sinto voltando 10 anos mais forte, ao lado de uma banda versátil e orgânica”.

“De lá para cá, fiz algumas peças de teatro musical também”, diz Perí, que é tenor e começou aos 9 anos em um coral lírico. “Escolhi essa música e gravamos no tom original, que é o da Ivete. Quando a gente estuda canto lírico ainda criança, fica mais fácil manter as notas agudas na voz adulta. Gostei de gravar nesse tom, uma região de brilho pra mim, fácil de cantar, uma letra difícil de interpretar. Lembro que antes de gravar, eu fiz um workshop com a Denise Fraga, e ela me ajudou a entender melhor como interpretar essa letra/poesia”.

VALORIZANDO AS DIFERENÇAS, por Perí

Somos uma banda formada por pessoas de diferentes estilos musicais, diferentes estilos de vida, de diferentes partes de São Paulo. Temos muito em comum e ao mesmo tempo somos completamente diferentes. A gente valoriza isso. Buscamos um novo sentido pra palavra “rebeldia”. Algo mais maduro. A gente fala do quanto é importante se auto libertar de conceitos que nos prendem ao passado, de dogmas. Entender nossa ancestralidade é uma revolução interna, individual e espiritual e nossas letras falam sobre isso. Queremos uma sociedade menos desigual e mais inclusiva e isso não depende só dos outros. A gente fala de luta como quem fala de amor, e fala de amor como quem fala de luta. Uma coisa eleva a outra. Uma coisa encoraja a outra.

Ficha técnica
Perí – voz e letras
Eddie – bateria
Gê Ruiz – baixo
Jéssica Macedo – libras
Diney Rodrigues – guitarra
Adriano Daga – selo Daga Music House – produção
Ditto Music – distribuição

Instagram – @skyne.music
Site – www.skynemusic.com.br

Produção Geral
Upstage Entretenimento
www.upstageentretenimento.com.br

Cara Palavra estreia dia 24 de outubro no Teatro Porto Seguro

Andreia Horta, Bianca Comparato, Débora Falabella e Mariana Ximenes apresentam um sarau poético performático com foco na poesia feminina contemporânea. As apresentações acontecem no Teatro Porto Seguro e no apartamento das atrizes, em formato online, com dramaturgia e direção de Pedro Brício

Uma imagem contendo mulher, espelho, em pé, segurando

Descrição gerada automaticamente

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Um sarau poético performático com foco na poesia feminina contemporânea com dramaturgia e direção de Pedro Brício e protagonizado pelas atrizes Andreia Horta, Bianca Comparato, Débora Falabella e Mariana Ximenes é Cara Palavra, espetáculo online que estreia dia 24 de outubro no Teatro Porto Seguro que será transmitido de forma remota.

No teatro, estará somente a atriz Débora Falabella. Através de entradas virtuais, as atrizes e os músicos Chuck Hipolitho e Thiago Guerra se apresentam de dentro de seus apartamentos. Andreia do Rio de Janeiro, Mariana de São Paulo e Bianca da Califórnia. Em todas as apresentações, uma poeta contemporânea brasileira é convidada para integrar o espetáculo.

O projeto Cara Palavra nasceu antes da quarentena do desejo das atrizes de realizarem algo juntas. O músico Chuck Hipolitho sugeriu a ideia de um espetáculo envolvendo música e palavra, o que instigou as artistas.  Durante a pandemia, se juntaram a Gustavo Giglio e Gianluca Misiti e produziram vídeos postados semanalmente no Instagram @cara.palavra, com uma curadoria de textos variados, que vai de poesias de autoras brasileiras, letras de música, discursos políticos, até sonetos, acompanhados por música.

Pedro Brício foi convidado para fazer a costura dramatúrgica e direção do projeto, que os artistas-criadores chamam de sarau poético performático. A ideia era montar o espetáculo para os palcos, mas, com a pandemia, foi adaptado para uma temporada no Teatro Porto Seguro, mesclando presencial, virtual e transmissão digital.

Sinopse
Um sarau poético performático com Andreia Horta, Bianca Comparato, Débora Falabella e Mariana Ximenes. Entre poemas de autoras brasileiras contemporâneas, trechos de músicas, vídeos, cenas de ficção e textos biográficos, as atrizes falam para o público de dentro dos seus apartamentos e do Teatro Porto Seguro. Falam sobre o cotidiano, o amor, o drama, a arte, a solidão e a reinvenção em tempos de pandemia, num fluxo caleidoscópico de poesia.

CARA PALAVRA
Ficha Técnica
COM: Andreia Horta, Bianca Comparato, Débora Falabella e Mariana Ximenes
DRAMATURGIA E DIREÇÃO: Pedro Brício
INTERLOCUÇÃO ARTISTICA: Christiane Jatahy
PRODUÇÃO DE IMAGEM: Gianluca Misiti e Gustavo Giglio
DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA: Azul Serra
DIREÇÃO DE PALCO: Jimmy Wong
PRODUÇÃO DE LIVE, VÍDEO E SONOPLASTIA: Rodrigo Gava
TÉCNICO DE SOM E SONOPLASTIA: Danilo Cruvinel
TRILHA SONORA ORIGINAL: Chuck Hipolitho e Thiago Guerra
PESQUISA E CO-CRIAÇÃO DE VÍDEOS: Luli (Fru) Carvalho
DIREÇÃO DE ARTE: André Cortez e Stéphanie Fretin
COLABORAÇÃO EM DIREÇÃO DE ARTE: Luli (Fru) Carvalho
COMUNICAÇÃO E DESIGN: Gustavo Giglio
PRODUÇÃO: Corpo Rastreado
CRIAÇÃO DO ESPETÁCULO: Andreia Horta, Bianca Comparato, Débora Falabella, Mariana Ximenes e Pedro Brício
IDEALIZAÇÃO DO PROJETO ORIGINAL: Andreia Horta, Bianca Comparato, Débora Falabella, Mariana Ximenes, Chuck Hipolitho, Gianluca Misiti, Gustavo Giglio e Thiago Guerra

De 24 outubro a 15 novembro – Sábados às 20h. Domingo às 20h.
Ingressos: A partir de R$20.
Classificação: 16 anos.
Duração: 60 minutos.

TEATRO PORTO SEGURO
Vendas exclusivamente on-line no site: http://www.tudus.com.br
Dúvidas: contato@teatroportoseguro.com.br
Atendimento pelo telefone (11) 3226.7300 de sexta a domingo das 14h às 20h.
Cliente Porto Seguro: Na compra de um ingresso antecipado (até um dia antes) receberá um link extra de acesso para convidar alguém.
Formas de pagamento: Cartão de crédito e débito (Visa, Mastercard, Elo e Diners).

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Instagram: @teatroporto

Itaú Cultural comemora os 15 anos do Grupo 3 de Teatro com mostra online especial de repertório da companhia

Integralmente virtual, a programação leva ao público os três espetáculos mais recentes  da companhia criada por Débora Falabella, Gabriel Fontes Paiva e Yara de Novaes em diferentes formatos: ao vivo, gravado e como websérie. As comemorações estendem-se, ainda, ao lançamento de um livro digital sobre essa trajetória

Homem em pé em quadra

Descrição gerada automaticamente
Link para download de fotos: Contrações
Link para download de fotos: Neste Mundo Louco, Nesta Noite Brilhante
Link para download de fotos: Love, Love, Love

Em comemoração aos 15 anos de criação do Grupo 3 de Teatro, o Itaú Cultural recebe a companhia em sua programação teatral online ao longo do mês, festejando a data em cena, virtualmente. Dividindo a tela com o público, o grupo é o convidado de toda a atividade cênica do Palco Virtual de outubro. Nas três primeiras terças-feiras, a partir do dia 6 de outubro, apresenta, ao vivo, o espetáculo Contrações. Na última semana do mês, exibe o registro do premiado Love, Love, Love. Por sua vez, a peça Neste Mundo Louco, Nesta Noite Brilhante ganha formato de websérie, dividida em cinco episódios dirigidos pelo fotógrafo, cineasta e documentarista João Wainer em parceria com a companhia que estreiam no site da instituição, www.itaucultural.org.br, às sextas-feiras. A ação especial conta, ainda, com o lançamento de um livro digital sobre essa trajetória, assinado pelo crítico Valmir Santos, com apoio do Itaú Cultural.

“Quinze anos é uma data muito simbólica. É bonito de ver o quanto a gente produziu e como fomos nos modificando”, comemora Débora Falabella, fundadora do grupo ao lado do diretor artístico Gabriel Fontes Paiva e da também atriz Yara de Novaes. “Fazer esse aniversário neste momento nos exigiu uma reinvenção que transformasse as coisas que já tínhamos em outro tipo de espetáculo. Tivemos de fazer um repertório com uma cara nova para este momento que exige um formato digital. Apesar das dificuldades, nos sentimos muito estimulados pela necessidade de criar”, conclui ela.

Digital
A programação, pensada com um olhar voltado ao passado, presente e futuro da companhia, tem início com um recorte atual destes três pilares nas apresentações ao vivo e online da peça Contrações, nos dias 6, 13 e 20 de outubro (terças-feiras), às 20h, no Palco Virtual, do Itaú Cultural. A releitura para o digital deste espetáculo, com texto de Mike Bartlet e direção de Grace Passô, estreado em 2013, acontece via Zoom.

A peça se passa no escritório de uma grande corporação, onde a gerente, vivida por Yara, solicita que a funcionária Emma, personagem de Débora, leia em voz alta uma cláusula do contrato que proíbe os colaboradores de qualquer relação sentimental ou sexual com outro colega da empresa. Nos encontros seguintes, a gerente libera suas diferentes facetas para manipular Emma, que, para manter o emprego, se rende e prejudica sua vida privada.

Além de uma resposta criativa da companhia ao momento de suspensão social, esse olhar para o tempo presente a partir da peça Contrações, segundo Paiva, extrapola, ainda, a mudança na forma de apresentação da peça. “Mais do que fazer uma versão online do espetáculo, pretende-se, com essa obra, dialogar sobre as relações abusivas no trabalho, o momento atual de distanciamento e o lugar em que o teatro se encontra neste contexto”.

As comemorações aos 15 anos do Grupo 3 no Palco Virtual reservam para o dia 27, última terça-feira de outubro, a exibição do registro em vídeo de Love, Love, Love, espetáculo estreado em 2017, indicado para 15 premiações e vencedor do Shell e do Questão de Crítica.

Neste texto, também do dramaturgo inglês Mike Bartlet e com direção de Eric Lenate, Débora e Yara dividem o palco com Augusto Madeira, Alexandre Ciolleti e Mateus Monteiro alternando-se na interpretação dos personagens ao longo dos diferentes períodos da trama. Em cena, uma família conta a história de sua geração, abordando criticamente o contexto político e social de uma época, descrevendo idiossincrasias e personalidades da família, além de demonstrar como as pessoas são modificadas pelo tempo em que vivem.

A ação começa em 1967, na noite da primeira transmissão ao vivo de TV via satélite. Sandra, recém-ingressada na universidade, marcou um encontro com Henry, mas está interessada por seu irmão mais novo, Kenneth. Os anos passam e em 1990 eles estão confortavelmente vivendo outra realidade: são classe média, negligentes com os filhos e em um casamento prestes a ruir.

O grande momento, no entanto, é o último ato, em 2011, em uma reunião de família, quando a filha do casal, que foi uma violinista promissora e agora está muito frustrada, joga sobre eles e sua geração de paz e amor a responsabilidade pelo fracasso da geração dela: “Você não alterou o mundo, você o comprou”, acusa.

Websérie
O Grupo 3 lança um olhar para o futuro dentro dessa programação comemorativa com a estreia da websérie Neste Mundo Louco, Nesta Noite Brilhante + Conversas com Heroínas do Mundo Real, que o Itaú Cultural exibe em cinco episódios em www.itaucultural.org.br, nos dias 16, 23 e 30 outubro e 6 e 13 de novembro (sextas-feiras), sempre às 18h.

Dirigida pelo fotógrafo, cineasta e documentarista João Wainer em parceria com a companhia e com apoio do Itaú Cultural, além de fazer uma versão online do espetáculo Neste Mundo Louco, Nesta Noite Brilhante, a série explicita os caminhos que seus artistas percorreram para fazê-la.

A peça estreou no final de 2019, em São Paulo, com texto de Silvia Gomez, direção de Paiva e com Débora e Yara no elenco. Na trama, enquanto aviões de várias partes do mundo decolam e aterrissam, a vigia do KM 23 de uma rodovia abandonada encontra, jogada no asfalto, uma garota que delira após ser violentada naquela noite estrelada.

Na versão atual, dividida em episódios de aproximadamente 30 minutos, a autora Silvia Gomez faz a apresentação da série, cuja narrativa é composta por cenas de ensaio do grupo e discussões do processo de mesa, além do espetáculo filmado em estúdio com fotografia de cinema e reminiscências teatrais. Ao final de cada episódio, uma heroína contemporânea conta sua história e fala sobre o trabalho que tem realizado para fazer de seu entorno um lugar melhor.

Livro
Além de voltar o olhar para o presente e o futuro, a companhia festeja com um resgate do passado em 15 anos do Grupo 3 de Teatro, catálogo digital com registros dessa trajetória, a ser disponibilizado para o público no dia 6 de outubro (terça-feira).

O jornalista e pensador teatral Valmir Santos conta essa história, a qual acompanha desde a estreia do grupo, como repórter especializado em teatro, até os dias atuais, como curador e crítico. O design é da artista visual Patrícia Cividanes.

Para Gabriel Paiva, “uma data tão significativa como essa faz a gente pensar sobre o passado e o quanto percebemos que nossa história artística e de vida se confunde com a própria história do Grupo. E o quanto é recompensador ter um trabalho recorrente do outro, e poder criar uma trajetória de continuidade no meu processo artístico e de criação, assim como no caminho de vida e tudo o que vivemos juntos”

A publicação parte do acervo da companhia, composto por registros dos principais fotógrafos do teatro brasileiro, vídeos de teaser de espetáculos, exposições de trabalho e entrevistas, além de programas, catálogos e registros de processos. Trata-se de uma linha do tempo permeada de ilustrações e histórias de um grupo que percorreu o país com seus espetáculos sempre partindo de uma dramaturgia potente.

História
“Um grupo de teatro serve para muitas coisas, entre elas, a certeza de que o resultado não deve ser a sua meta como artista. O Grupo 3 tem me formado nessa matéria. O que mais vale é o movimento, a memória e a resistência”, reflete Yara sobre os anos de trabalho em conjunto com a companhia.

O Grupo 3 de Teatro entrou pela primeira vez em cena no dia 7 de setembro de 2005, quando estreou o espetáculo A Serpente na Casa de Cultura Laura Alvim, no Rio de Janeiro. Foi o passo inicial de uma trajetória, que nos últimos 15 anos soma a realização de seis montagens teatrais consagradas por premiações, críticas e público. Foram mais de mil apresentações nas cinco regiões brasileiras, passagens por mais de 50 cidades de 20 diferentes estados, além de apresentações no exterior.

Desde 2010, realizam ações sistemáticas de formação de plateia, que já contemplaram 80 periferias de todo o país. As ações formativas e projetos em outras linguagens também foram destaque na pesquisa da companhia, a exemplo da Mostra Contemporânea de Arte Mineira, que levou a São Paulo uma programação com mais de 300 artistas mineiros nas mais variadas linguagens – da exposição Murilo Rubião, O Reescritor Fantástico, dedicada ao jornalista mineiro Murilo Rubião (1916-1991), até a publicação da tradução do texto dramatúrgico O Continente Negro, do chileno Marco Antônio de La Parra.

Os seis espetáculos que compõem o repertório da companhia foram consagrados por premiações e críticas e pelo público e até hoje se alternam entre temporadas e excursões. São eles: A Serpente (2005) e O Amor e Outros Estranhos Rumores (2011), ambos com direção de Yara de Novaes, além de O Continente Negro (2007), encenado por Aderbal Freire Filho; Contrações (2013), por Grace Passô; Love Love Love (2017), por Eric Lenate, e Neste Mundo Louco, Nesta Noite Brilhante (2019), de Silvia Gomez, com direção de Gabriel Fontes Paiva.

15 anos Grupo 3 de Teatro
FICHA TÉCNICA
Idealização: Grupo 3 de Teatro
Diretor técnico: André Prado
Assistente Administrativo: Rogerio Prudêncio
Direção de Produção: Heloisa Andersen
Gestão de Projeto: Luana Gorayeb
Coordenação Geral: Gabriel Fontes Paiva
Assessoria de imprensa Pombo Correio
Artes gráficas: Patrícia Cividanes
Grupo 3 de Teatro: Débora Falabella, Gabriel Fontes Paiva e Yara de Novaes

PROGRAMAÇÃO:
Palco Virtual
6, 13 e 20 de outubro (terças-feiras), às 20h
Contrações Online (2020)
Apresentações seguidas de bate-papo ao vivo com o grupo
Duração: 70 minutos
Classificação indicativa: 14 anos – Linguagem imprópria | Violência psicológica
Local: via plataforma Sympla/Zoom
Capacidade 270 lugares

https://www.itaucultural.org.br/presskit/mostra-rumos-2017-2018/images/resized_libras.jpg?crc=3894348923

Ficha Técnica:
Texto: Mike Bartlett
Tradução: Silvia Gomez
Direção: Grace Passô
Elenco: Débora Falabella e Yara de Novaes
Cenário e Figurinos: André Cortez
Luz: Alessandra Domingues.
Trilha Sonora: Morris Picciotto
Técnico audiovisual: André Prado
Assessoria de imprensa: Pombo Correio
Artes gráficas: Patricia Cividanes
Assistente Administrativo: Rogério Prudêncio
Produção Executiva: Heloisa Andersen
Coordenação de Projetos: Luana Gorayeb
Direção de Produção: Gabriel Paiva
Idealização: Grupo 3 de Teatro

Ficha técnica original do espetáculo Contrações (2013 /2020)
Texto: Mike Bartlett
Tradução: Silvia Gomez
Direção: Grace Passô
Elenco: Débora Falabella e Yara de Novaes
Cenário e figurinos: André Cortez
Luz: Alessandra Domingues
Direção Musical e Concepção da Trilha: Morris Picciotto
Caracterização: Anna Van Steen
Assistente de direção: Ricardo Alves Jr.
Assistente de cenários e figurinos: Carol Bucek
Conceito e preparação de baterística de atores: Bruno Tesselle
Preparação corporal: Kênia Dias
Projeto gráfico e ilustração: Adriana Okamura
Fotos: João Caldas, Vitor Zorzal, Guto Muniz e Jonas Golfeto
Assessoria de imprensa: Pombo Correio
Operação de luz: André Prado
Operação de som: Sergio Yamamoto e Thiago Rocha
Direção de palco: Tadeu Tosta e Diego Dac
Assistente administrativo: Rogério Prudêncio
Produção Executiva: Heloisa Andersen
Coordenação de Projeto: Luana Gorayeb
Direção de Produção: Gabriel Fontes Paiva
Realização: Grupo 3 de Teatro

27 de outubro (terça-feira), às 20h
Love, Love, Love
Exibição seguida de bate-papo ao vivo com o grupo
Duração: 130 minutos
Classificação indicativa: 16 anos – Drogas | Linguagem imprópria
Local: via plataforma Sympla/Zoom
Capacidade: 270 lugares

https://www.itaucultural.org.br/presskit/mostra-rumos-2017-2018/images/resized_libras.jpg?crc=3894348923

Ficha Técnica:
Autor: Mike Bartlett
Tradução: Maria Angela Fontes Frederico
Diretor Artístico: Eric Lenate
Elenco: Augusto Madeira, Débora Falabella, Mateus Monteiro, Alexandre Cioletti e Yara de Novaes
Assistente de Direção: Mateus Monteiro
Cenário: André Cortez
Figurino: Fábio Namatame
Iluminação: Gabriel Fontes Paiva
Trilha Sonora: L.P. Daniel
Arranjos: L. P. Daniel E Renan Lima
Guitarras e Baixos: Renan Lima
Bateria, Demais Instrumentos, Gravação, Mixagem e Masterização:
L. P. Daniel
Vozes: L. P. Daniel, Juliana Calderón E Rafael Zoli
Cenógrafa Assistente: Carol Bucek
Cenotécnico: José Alves Da Hora
Contrarregra: Daniela Colazante e Jamile Valente
Assistente de Figurino: Juliano Lopes
Produção de Figurino: Rebecca Beolchi
Operador de Luz: André Prado
Operador De Som: Guilherme Ramos
Programação Visual: Victor Bittow
Fotos: Pino Gomes e Leekyung Kim
Assistente de Produção e Camareiro: Jô Nascimento
Assistente de produção: Leo De Vitto
Assistente Administrativo: Rogério Prudêncio
Produtora Executiva: Raquel Duarte
Gestão de Projeto: Luana Gorayeb
Direção de Produção: Gabriel Fontes Paiva
Realização: Grupo 3 De Teatro

O espetáculo Love, Love, Love teve estreia nacional em 2016 no Rio de Janeiro e contou também com seguintes parceiros

Elenco: Ary França, Débora Falabella, Mateus Monteiro, Rafael Primot e Yara de Novaes
Contrarregra: Marcinho Domingues
Operador de som: Randal Juliano
Assessoria de imprensa: Silvana Cardoso
Produção local: RJ Marta Paiva
Direção de produção: Fernanda Signorini

16, 23, 30 outubro e 6 e 13 de novembro, às 18h
Websérie Neste Mundo Louco, Nesta Noite Brilhante 

Classificação indicativa: 16 anos – Violência, Estupro | Indução ao consumo de drogas ilícitas
No site do Itaú Cultural (www.itaucultural.org.br)
Episódios disponíveis para serem assistidos até dia 4 de dezembro

Ficha técnica:
Websérie de Grupo 3 de Teatro e João Wainer
Texto: Silvia Gomez
Direção: Gabriel Fontes Paiva e João Wainer
Elenco: Débora Falabella e Yara de Novaes
Fotografia: Isadora Brant
Montagem: Carlos Cecconello
Som direto: Pablo Aranda
Câmera: Carlos Cecconello e Frederico Kesselring
Assistente de câmera: Felipe da Silva
Coordenador de operações: Frederico Kesselring
Produtor executivo: Roberto Oliveira
Luz: André Prado e Gabriel Fontes Paiva
Cenário : André Cortez
Vídeo Cenário: Luiz Duva
Figurino: Fabio Namatame
Trilha sonora original: Lucas Santtana e Fábio Pinczowisk
Assistentes de direção: André Prado e Ana Paula Lopez
Assistente de Cenário e produção de objetos: Carol Bucek
Assistente de Figurinos: Juliano Lopez
Preparadora Vocal: Ana Luiza
Preparadora e direção de movimento: Ana Paula Lopez
Coordenador Técnico: André Prado
Assessoria de imprensa:  Pombo Correio
Artes gráficas: Patricia Cividanes
Assistente Administrativo: Rogerio Prudêncio
Direção de Produção: Heloisa Andersen
Gestão de Projeto: Luana Gorayeb
Realização: Grupo 3 De Teatro

Ficha técnica original do espetáculo Neste Mundo Louco, Nesta Noite Brilhante (2019/2020)
Texto: Silvia Gomez
Direção:  Gabriel Fontes Paiva
Elenco: Débora Falabella e Yara de Novaes
Cenário: André Cortez
Vídeo Cenário: Luiz Duva
Figurino: Fabio Namatame
Luz: André Prado e Gabriel Fontes Paiva
Trilha sonora original: Lucas Santtana e Fábio Pinczowisk
Participação especial: Banda La Majas – Mayarí Romero, Lucia Dalence, Lucia Camacho e Isis Alvarado -, e o diretor Marvin Montes
Assistentes de direção: André Prado e Ana Paula Lopez
Assistente de Cenário e produção de objetos: Carol Bucek
Assistente de Figurinos: Juliano Lopez
Preparadora Vocal: Ana Luiza
Preparadora e direção de movimento: Ana Paula Lopez
Oficinas: Dione Carlos
Workshops: Maria Thais
Direção de Palco: Diego Dac
Direção técnica e operação de luz e vídeo: André Prado
Design de Som: André Omote
Produção executiva: Cadu Cardoso
Operação de Som:  Mana Maia e Moníque Salustiano
Camareiro: Jô Nascimento
Cenotécnicos: Alexandre da Luz Alves e Murilo Alves
Assistentes de Produção: Letícia Gonzalez e Bianca Bertolotto
Assistente administrativo: Rogério Prudêncio
Artes gráficas: Patrícia Cividanes
Fotos de material gráfico e divulgação: Fábio Audi
Fotos do espetáculo: Sergio Silva e João Caldas
Direção de Produção : Jessica Rodrigues e Victória Martinez
Produção: Contorno Produções e Fontes Realizações
Gestão de Projeto: Luana Gorayeb
Realização: Grupo 3 De Teatro

Catálogo Online 15 anos Grupo 3 de Teatro
Textos: Valmir Santos
Projeto Gráfico: Patrícia Cividanes
Revisão de textos: José Américo Justo
Fotos: Fábio Audi , Guto Muniz, João Caldas, Jonas Golfeto, Leekyung Kim, Pino Gomes, Sergio Silva e Vitor Zorzal
Apoio técnico: André Prado
Assistente Administrativo: Rogerio Prudêncio
Direção de Produção: Heloisa Andersen
Gestão de Projeto:  Luana Gorayeb
Coordenação Geral: Gabriel Fontes Paiva
Realização: Grupo 3 de Teatro

SERVIÇO:
15 anos do Grupo 3 de Teatro

Palco Virtual
Início das reservas de ingressos online, sempre a partir das 12h, para os espetáculos:

Contrações
25 de setembro (quarta-feira) para a apresentação de 6 de outubro
30 de setembro (quarta-feira) para a apresentação de 13 de outubro
7 de outubro (quarta-feira) para a apresentação de 20 de outubro

Love, Love, Love
14 de outubro (quarta-feira) para a exibição de 27 de outubro

* No site do Itaú Cultural encontra-se o passo a passo para reservar o ingresso e acessar ao espetáculo.

Neste Mundo Louco, Nesta Noite Brilhante – Websérie
No site do Itaú Cultural: www.itaucultural.org.br

Itaú Cultural
www.itaucultural.org.br
www.twitter.com/itaucultural
www.facebook.com/itaucultural
www.youtube.com/itaucultural

ASSESSORIAS DE IMPRENSA:
Pelo Itaú Cultural: Conteúdo Comunicação
Cristina R. Durán: (11) 9 8860 9188  cristina.duran@conteudonet.com
Mariana Zoboli: (11) 9 8971 0773 mariana.zoboli@conteudonet.com
Roberta Montanari: (11) 9 9967 3292 roberta.montanari@conteudonet.com
Vinicius Magalhães: (11) 9 9295 7997 vinicius.magalhaes@conteudonet.com
Larissa Corrêa: (11) 9 8139-9786 / 9 9722 1137 larissa.correa@terceiros.itaucultural.org.br

Programa Rumos Itaú Cultural:
Carina Bordalo: (11) 9 8211 6595  carina.bordalo@terceiros.itaucultural.com.br
www.conteudocomunicacao.com.br
www.twitter.com/agenciaconteudo
www.facebook.com/agenciaconteudo

Pelo Grupo 3: Pombo Correio
Douglas Picchetti douglas@pombocorreio.art.br
Helô Cintra helo@pombocorreio.art.br

O primeiro podcast interativo infantil Meu Humano Saiu estreia 3ª temporada com muita imaginação e criatividade

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Na contramão da hiperexposição às telas, o podcast Meu Humano Saiu é um estímulo auditivo para as crianças. Protagonizado pela voz da cadelinha Dori, a personagem é uma cachorra vira-lata que aproveita a saída de seus “humanos” para entrevistar bichos, saber curiosidades desses animais e interagir com seus ouvintes, dialogando com a criança e propondo uma escuta ativa e participativa de seu público. 

Todo o conteúdo de roteiro e trilha sonora são originais elaborados em parceria entre Nicole Marangoni (roteiro/direção e vozes) e Eramir Neto (músico e produtor musical). O programa possui classificação livre com melhor interação a partir dos 3 anos de idade. A terceira temporada inicia-se no dia 1º de agosto pelas principais plataformas digitais de podcasts (os links estão abaixo) e foi realizada pela Lei Federal no 14.017/2020 – Aldir Blanc, através da Secretaria de Cultura e Juventude de São Bernardo do Campo/SP.

Meu Humano Saiu é um podcast lúdico de humor que conta com a presença de bichos como personagens e incita nas crianças a curiosidade, educação musical, consciência ambiental, mindfulness e corporeidade, além de iluminar a graça dos cachorros sem raça definida incentivando a adoção de animais domésticos de estimação.

O simpático universo de Dori tem duas temporadas completas disponíveis nas plataformas digitais de podcasts. A primeira temporada traz entrevistas com animais que podem ser encontrados em uma casa urbana, como formiga, joaninha, aranha, entre outros e a segunda temporada é uma viagem pelo Pantanal, apresentando muitos animais importantes dessa região como a onça-pintada, arara-azul e jacaré. 

Na terceira temporada a “pomba repórter” Gleice Leide viaja até o Parque Nacional de Abrolhos para entrevistar os animais marinhos que vivem por lá. A atração tem a participação da personagem maestrina pulga Sarah, que a cada episódio apresenta o som de um instrumento diferente (gravado por um músico convidado).

SINOPSE
Meu Humano Saiu é uma atração radiofônica lúdica conduzida pela personagem Dori, uma cadelinha que aproveita as saídas de seus humanos para “cãmandar” um programa de entrevistas do mundo animal com interações, brincadeiras, música e humor. Um estímulo auditivo para criatividade dos pequenos com informação e diversão.

MEU HUMANO SAIU

Site: www.meuhumanosaiu.com.br

DURAÇÃO: entre 12 e 15 minutos

CLASSIFICAÇÃO LIVRE: recomendado a partir dos 3 anos de idade

ROTEIRO, DIREÇÃO, VOZES: Nicole Marangoni

TRILHA ORIGINAL, PRODUÇÃO MUSICAL/ÁUDIO, EDIÇÃO, GRAVAÇÃO, MIXAGEM: Eramir Neto.

Spotify: https://open.spotify.com/show/3Z894DdWmOYcAgj7fm3Vn5

Deezer: https://www.deezer.com/us/show/1440552?utm_source=deezer&utm_content=show-1440552&utm_term=583884457_1596983188&utm_medium=web&fbclid=IwAR0ggpqUrY6G1sBjbrVHrbaK_QVQPOwqncV4WveITHBZuUEEJwUTbI8q97

Youtube: https://www.youtube.com/channel/UC0gmQQfeBPckk3jHWj_4Kmw

Google Podcast: https://podcasts.google.com/feed/aHR0cHM6Ly9hbmNob3IuZm0vcy8yOTQ5NjNhYy9wb2RjYXN0L3Jzcw==?fbclid=IwAR0KXQaeRpGP6C3KvM3ooT70cOaW9kc5CqVpYvgujhgTwhS4YZBIxQxe9Zc

Overcast: https://overcast.fm/itunes1521466166/meu-humano-saiu?fbclid=IwAR0y6SMi9wzfJsKw6-HQ7LXCj9w4VXf7FYGeaZVnqwrYRt9JKwX67SFbR9A

Radio Public: https://radiopublic.com/meu-humano-saiu-G7DKvn/episodes?fbclid=IwAR2dGNq6huuvRjptyg-34ahUKTPJbjIzSsu3kZ_xnfsKnrjbak5rLboq15I

Breaker Audio: https://www.breaker.audio/meu-humano-saiu?fbclid=IwAR3z-dLEeeFnuQK27YpwNmxzu4l-dxro8htd4sDCJxn4NfCEgZimmyzyLCU

o

ListenNotes: https://www.listennotes.com/fil/podcasts/meu-humano-saiu-dori-cachorra-ezacXZERUiQ/