Projeto Carnaval é Arte encerra programação com liveshow do Bloco do Adorno 

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Novo projeto do Bloco do Adorno, CARNAVAL É ARTE, convidou para um bate papo virtual 12 blocos de rua de São Paulo, para que o público conheça quem são as pessoas que agitam e fazem acontecer o carnaval na cidade. 

Durante todo o projeto, que começou em janeiro de 2021, participaram da programação: Bloco Pagú, Bloco Tins & Bens & Tais, Espetacular Charanga do França, Bloco Belas e Empreendedoras, Bloco da Mamma, Bloco do Pequeno Burguês, Bloco Amoribunda, Bloco Família Carmosina, Bloco Belo Gole, Bloco Carnavalesco Boêmios da Madame e Bloco Gambiarra. 

O encerramento fica por conta de uma liveshow diferente do Bloco do Adorno, às 16h. Tudo é transmitido pelo canal Bloco do Adorno, no Youtube.

Essa liveshow é uma grande conversa com aqueles que levantam a galera durante as apresentações do Bloco, ou seja, os músicos e cantores. Participam dessa apresentação de forma remota: Alex Dias, Bruno dos Anjos, Carô Carvalho, Danilo Buiu, Ivan Brito, Michel Lopes, Renata Araújo, Tati Daré, Thiago Adorno, Thiago dos Anjos, Vânia Carvalho, Vítor da Candelária, Will Anderson e Will Robson.

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Desde 2016, Thiago Adorno coloca o BLOCO DO ADORNO na rua no bairro da Lapa em São Paulo. Na última edição, em 2020, 8 mil foliões ocuparam a rua Faustolo durante a passagem do Bloco. Para este começo de ano que seria a época dos aquecimentos para o Bloco, com ensaios abertos ao público, os integrantes do Bloco, a atriz e gestora cultural Renata Araújo, o ator e fundador do bloco Thiago Adorno e o percussionista Vitor da Candelária, resolveram criar uma alternativa virtual que trouxesse um pouco do sabor dos encontros tão festivos dos eventos pré-carnaval e homenageasse esse importante aspecto da cultura brasileira.

O projeto contemplado pela Lei Aldir Blanc começou em janeiro e cada encontro foi feito por lives/encontros conduzidas pelos integrantes do Bloco do Adorno em formato de entrevista, sendo distribuídas pelos canais da Secretaria Municipal de Cultura e redes sociais do Thiago Adorno.  

Thiago Adorno, criador do Bloco, conta que se fosse possível, tudo o que queria era ir pra rua. “Queria gritar que eu amo carnaval, cantar, abraçar e beijar meus amigos do Bloco do Adorno lá na Lapa. O projeto “Carnaval é Arte” são todas essas vontades juntas, transformadas em 12 encontros Online para o Carnaval 2021.”, explica.

Thiago Adorno fala sobre os desafios dos últimos 4 anos, a importância dos temas abordados em cada ano, sua visão de criação artística e formas de levantamento de recursos para os desfiles. Renata Araújo aborda as relações do entorno nos bairros, a relação com o poder público e a relação entre o Bloco do Adorno e o bairro da Lapa. Vitor da Candelária discute aspectos de organização musical, ensaios, instrumentos e repertório para cada apresentação.

Renata Araújo diz que ser parte de um Bloco de Carnaval de Rua é ter um sentimento imensurável pelo folião de devoção, afinal são meses de trabalho para um só dia ao lado dele nas ruas. “Esse mesmo sentimento permeia o projeto Carnaval é Arte, que entra pedindo licença na casa de cada um e abrindo a nossa intimidade, nossas histórias, nossas marcas de todos os aprendizados, que são multiplicados por 12 e que contam uma história em comum, essa é a Arte que invade as ruas, e em tempos pandêmicos, as casas pelas redes sociais. Uma nova experiência baseada no mesmo amor e devoção”, conta a produtora do bloco.

Para Vitor da Candelária, o programa “Carnaval é Arte” não leva apenas o bloco como produto final para as pessoas, ele leva a essência e mostra o bloco por dentro, de uma maneira que nenhum folião teria acesso até esse projeto. “Com isso despertamos um interesse grande por cada trabalho, levá-los para rua não dá, mas estamos trazendo-os aos bastidores!”, completa o percussionista.

Sobre os integrantes do Bloco do Adorno

Renata Araújo é atriz, gestora cultural e advogada. Atualmente comanda a produção do Bloco do Adorno e também canta ao lado de Thiago Adorno. Juntos, desenvolvem diversos projetos culturais e eventos corporativos. Em sua trajetória como gestora e produtora, ocupou o cargo de Diretora Geral da Fundação Theatro Municipal, foi coordenadora dos Teatros Distritais e Centros Culturais da cidade de São Paulo, coordenadora do programa Cultura Viva Municipal (2017/2019) e coordenadora de produção do Museu Afro Brasil (2013/2015). É fundadora e sócia da IMPACTO R, empresa da área cultural que tem 10 anos de existência. Tem em seu currículo as produções do espetáculo itinerante dentro de um badalado hotel em São Paulo “Inimigo Oculto”, mural do Sesc Pinheiros pela artista italiana Alice Pasquini (2019), espetáculo “Não Somos Amigas” de Michelle Ferreira, co-produziu os estudos do espetáculo “Leopoldina – Indepedência e Morte” de Marcos Damigo na unidade do Sesc Ipiranga (2017) e seguiu temporada no Centro Cultural Banco do Brasil (2018), entre outras produções. Destaca-se exposições do fotógrafo Bob Sousa análoga do livro Retratos do Teatro (2013), Cia Perversos Polimorfos (2012/2013) e a Cia Razões Inversas (2008/2012).

Thiago Adorno é um dos artistas mais versáteis de sua geração. No teatro fez “Santa Luzia passou por aqui com seu cavalinho comendo capim” (dir. Georgette Faddel), “O homem a besta e a virtude” (dir. Marcelo Lazaratto), “Conexão Marilyn Monroe (dir. Alexandre Reinecke) e “La Estupidez” (dir. por Otavio Martins), entre outras. Na TV, participou de séries como “9MM” (Fox), “Descolados” (MTV), “A Vida de Rafinha Bastos” (Fox),“Desencontros” (Sony).

No cinema, esteve nos filmes “Blindness” (de Fernando Meirelles), “Estamos Juntos” (dir. Toni Venturi) e “A Comédia Divina” (de Toni Venturi). É um dos mais requisitados mestres de cerimônias de grandes eventos institucionais corporativos e culturais. É criador do Bloco do Adorno, bloco carnavalesco de rua que arrasta mais de 7000 foliões pelas ruas da Lapa há 4 anos.

Vitor da Candelária é percussionista e trabalhou ao lado de diversos artistas da MPB, Doces Bárbaros, Jorge Bejor, Zeca Baleiro, Robertinho Silva, Jorge Aragão, Fabiana Cozza etc. Tocou em Angola, no Peru, Emirados Árabes (Dubai), Inglaterra, Portugal e Itália, e participou gravando a percussão da trilha musical para a primeira Cia de Balé do Brasil, premiada nos EUA. De 2003 a 2015 Participa da gravação dos CDs da Liga das Escolas de Samba de São Paulo, Acesso / Especial e nunca ficou um ano sequer fora desse trabalho, gravando o CD completo ou no time de base. Em 2011, o percussionista do grupo Dose Certa foi um dos diretores de bateria da Mangueira, faturando os prêmios Estandarte de Ouro de melhor bateria e Tamborim de Ouro, super reconhecidos no carnaval carioca, ao lado de Aílton Nunes, Mestre de bateria e percussionista de apoio do Grupo Dose Certa no qual Vitor é linha de frente. Ainda tiveram ao lado da equipe as conquistas do Sambario, SRZD-Carnavalesco e o Troféu “Plumas & Paetês”. Faturaram todos. Vitor esteve como Diretor de Bateria da Mangueira de 2011 a 2014 Em abril de 2011, Vitor da Candelária ficou a frente da maior bateria de escola de samba do mundo, recorde batido durante apresentação na Virada Cultural de São Paulo, no centro da cidade. Reuniram mais de mil ritmistas tocando ao mesmo tempo e no mesmo lugar. O recorde está no Guinness Book. O projeto foi idealizado por Leandro Lehart, que lançou também lançou o DVD “Ensaio de Escola de Samba”, e teve a participação de músicos, mestres de bateria e ritmistas de várias escolas de SP e RJ, nesse trabalho Vitor divide a regência com Mestre Moleza.

INSUBMISSAS – Mulheres na Ciência segue em temporada on-line no mês de fevereiro com apresentações nos portais dos teatros dos CEUS Inácio Monteiro, Campo Limpo, São Mateus, Três Lagos, Quinta do Sol, Vila Atlântica, São Rafael, Paraisópolis e  Parque São Carlos 

Texto de Oswaldo Mendes com direção de Carlos Palma debruça sobre as questões do feminino na ciência, dando foco para quatro mulheres que se tornaram importantes cientistas que revivem em cena suas difíceis entradas e convivências no ambiente predominantemente masculino 

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Créditos: Zuza Blanc


Espetáculo que fez temporada em 2015 com grande acolhida do público volta em 2021 de forma online por conta da pandemia. As apresentações vão de a 26 de fevereiro, com 18 transmissões distribuídas em teatros de 9 CEUS da cidade de São Paulo. 

O elenco é composto por Adriana Dham, Leticia Olivares, Monika Plöger, Selma Luchesi, Vera Kowalska e Rogério Romera. O texto é de Oswaldo Mendes e a direção de Carlos Palma. 

Na encenação – gravada presencialmente com inserções das atrizes neste momento de isolamento – os dramáticos momentos vividos por Marie Curie (dois prêmios Nobel), que apesar da mais alta premiação passou fome na França; os conflitos de Hipácia com o governador e o bispo de Alexandria sendo morta a pedradas; Bertha Lutz, que, superando dificuldades fez de sua vida uma luta incansável pelos direitos da mulher e Rosalind Franklin, com decisiva pesquisa do DNA, ludibriada pelos laureados Crick e Watson, encerra com a pergunta sempre difícil de responder: afinal o que é a vida? 

A produção também homenageia neste trabalho – contemplado pela 10ª Edição do Prêmio Zé Renato para a Cidade de São Paulo – com breve biografia gravada e animada com ilustrações, das mulheres artistas que emprestam seus nomes aos teatros públicos municipais, local de onde serão feitas as transmissões (Canal do Youtube do NucleoACP e Facebook do CCJuventude e Teatro Cacilda Becker). 

Sinopse 

Uma misteriosa voz masculina insistentemente provoca Marie Curie, Bertha Lutz, Rosalind Franklin e Hipácia de Alexandria a falarem de suas vidas. Numa delicada e instigante instalação de cordas, pedras e luzes, o desnudamento de extremados conflitos vividos por elas vem à tona, num suspense somente rompido pela insubordinação e pela desobediência.

Ficha técnica

Autor: Oswaldo Mendes 

Direção e cenografia: Carlos Palma 

Assistente de direção: André Falcão 

Designer de luz: Rubens Velloso 

Trilha Sonora: Carlos Palma e Attilio Mastrogiovanni 

Figurino: Carolina Semiatzh e Beatriz Rivato 

Preparação Corporal: Inês Aranha 

Elenco: Adriana Dham, Leticia Olivares, Monika Plöger, Selma Luchesi, Vera Kowalska e Rogério Romera 

Produção: Núcleo Arte Ciência no Palco Da Cooperativa Paulista de Teatro 

Programação Visual: Adriana Carui 

Edição do vídeo: Cênica Filmes – Zeca Rodrigues 

Assessoria de Imprensa: Pombo Correio 

Streaming: Danilo Bittencourt 

Crédito fotográfico: Zuza Blanc

Serviço

CEU INÁCIO MONTERIO

Teatro Cássia Eller 

Dia 04/02 e dia 25/02, quintas-feiras  às 16h.

CEU PARAISÓPOLIS

Teatro Hebe Camargo

Dia 05/02, sexta-feira às 18h e dia 21/02, domingo, às 16h.

CEU CAMPO LIMPO

Teatro Lélia Abramo

Dia 10/02, quarta-feira às 16h e dia 19/02, sexta-feira às 17h,

CEU VILA ATLÂNTICA

Teatro Clementina de Jesus

Dia 11/02 e 18/02, quintas-feiras às 15h

CEU SÃO RAFAEL

Teatro Zezé Macedo

Dia 11/02, quinta-feira e 12/02, sexta-feira às 17h.

CEU PARQUE SÃO CARLOS

Teatro Olga Navarro

Dia 12/02, sexta-feira às 15h.

CEU QUINTA DO SOL

Teatro Nair Bello, dia 15/02, segunda-feira às 14h30 e dia 26/02, sexta-feira às 14h30.

CEU TRÊS LAGOS

Teatro Dulcina de Moraes, dia 22/02, segunda-feira às 16h.

CEU SÃO MATHEUS

Teatro Myriam Muniz, dia 24, terça-feira e dia 25, quarta-feira às 14h.

Grátis

60 minutos 

Após a sessão haverá um debate com os interessados sobre o espetáculo.

Alvenaria Espaço Cultural lança programação de shows, teatro e exposição online para 2021

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Espaço cultural colaborativo, independente e multiplataforma oferece shows e  teatro online, além de exposição com tour virtual 360º

Este projeto tem o apoio do Governo do Estado de São Paulo, da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, do ProAC, do  Governo Federal e da Lei Aldir Blanc

A charmosa casa em Perdizes, na zona oeste de São Paulo, segue fechada, mas o Alvenaria Espaço Cultural Colaborativo promete agenda cheia em 2021. Serão shows transmitidos pelo Instagram, no projeto Musicaria, os encontros virtuais de música, poesia e teatro do Festaria, peças teatrais transmitidas pelo YouTube, e ainda uma exposição com tour 360º: tudo para curtir muita cultura e entretenimento de qualquer lugar, pelo celular ou computador, seguindo os protocolos de distanciamento social ainda em vigor para o controle da covid-19.

Teatro Viradalata comemora 15 anos de história com mostra de repertório infantil online e presencial no mês de janeiro

É possível retirar os ingressos gratuitamente na bilheteria do teatro e assistir ao vivo, mas as peças também serão exibidas pelo Youtube em tempo real para quem prefere não sair de casa

 

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Fundada em 2005 por Alexandra Golik, a Cia Viradalata vem produzindo diversos espetáculos aclamados pelo público e crítica. Os cinco espetáculos infantis da companhia entram em cartaz no Teatro Viradalata a partir de 4 de janeiro de 2021 e ficam em cartaz até dia 29 de janeiro de 2021 de maneira híbrida: é possível assistir ao vivo no teatro ou online pelo canal do Youtube.

 

Toda a programação acontece de segunda a sexta-feira, às 16h, é gratuita e executada por meio da 1ª Edição do Prêmio Aldir Blanc de Apoio à Cultura da Cidade de São Paulo.

 

A companhia, que tem como uma das suas principais características a utilização dos fundamentos do teatro físico, além de estar intimamente ligada ao cômico e a técnica do palhaço, apresenta 20 sessões dos espetáculos:  Coquetel de Fadas, Os Três Mosqueteiros, Viralatas o Musical, História do Brasil e Medinho Medão.

 

Porque fazer teatro infantil?, por Alexandra Golik

 

Há 15 anos que faço essa pergunta. E, ao longo desse tempo, venho refletindo sobre meu trabalho e a resposta seria simples, se a questão não fosse tão complexa. Fazer teatro infantil serve para que as crianças possam, através do imaginário, entender algumas das questões mais profundas da vida como o respeito, a amizade, a compaixão, a tolerância, a justiça, o amor, a dignidade, a honestidade, a força de vontade, o senso de humor, assim como a raiva, o egoísmo, a intolerância, a injustiça, a discriminação, a desonestidade, a falta de respeito, a inimizade, a desonestidade e tantas outras questões.

 

A arte como um todo tem um grande poder de “síntese da realidade”. É através dela que muitas vezes se pode compreender o incompreensível. E o teatro é em si, uma arte muito rica, pois engloba muitas outras artes como música, dança, pintura, arquitetura, literatura, e ainda outras não citadas aqui.

 

Acredito que ter contato com um universo tão rico, certamente contribui para que desde cedo, uma criança seja uma pessoa mais completa, com mais recursos.

 

Por isso fazer Teatro Infantil é tão importante. Quanto mais cedo uma criança tem contato com o universo artístico, mais facilmente poderá se tornar um ser humano melhor, mais abrangente.

 

Educação, arte e cultura deveriam andar juntas, uma vez que uma complementa a outra. Se em nosso país tivéssemos isso como premissa escolar, nos tornaríamos rapidamente um país mais desenvolvido e mais justo.

 

A Cia Viradalata trabalha com a renovação do tratamento dado às plateias infantis, pois o teatro para crianças é um gênero teatral específico e a companhia conhece as balizas e os componentes preponderantes que delimitam uma encenação teatral para as plateias infantis, bem como os elementos que definem esta especificidade e onde se localizam, na carpintaria e nos conteúdos dramatúrgicos, na encenação e na interpretação.

 

Embora com uma grande produção na cidade de São Paulo, o teatro para crianças ainda é considerado como uma arte de menor importância, tanto pelos órgãos públicos da cultura e da educação como pelos patrocinadores e até mesmo pelos artistas, na sua grande maioria, encarando-o muitas vezes como arte para o início de carreira.

 

É claro que o que se observa é que ainda permanece um número expressivo de espetáculos com propósitos questionáveis e interesses nitidamente comerciais com adaptações improvisadas atraindo grande parcela do público que, ao escolher o espetáculo, opta por títulos conhecidos.

 

As atividades artísticas dedicadas às crianças no campo da produção, da difusão, da memória e do estudo não são priorizadas pelas políticas públicas. Todos estes fatos são decorrência, em última análise, de uma visão estreita que ainda prevalece em relação ao tema e à sua importância no conjunto das artes, da educação e da cultura. Ampliar o nível de compreensão e o reconhecimento da importância do teatro para crianças é o grande desafio a ser enfrentado com o objetivo de transformação desta realidade.

 

Coquetel de fadas

 Segundas-feiras, às 16h

 

Tudo começa quando Chapeuzinho Vermelho, Cinderela e Branca de Neve estão na floresta, apressadas, correndo de volta para casa. Chapeuzinho se perdeu ao procurar a casa da avó, Cinderela se perdeu porque se atrasou ao sair do baile e Branca de Neve se perdeu ao fugir da bruxa malvada. Desesperadas, as três personagens correm muito para achar o caminho de volta quando, inesperadamente, perdem um de seus sapatos. Agora, além de precisarem chegar ao lugar desejado, sabem que só serão novamente apresentáveis à sociedade quando recuperarem o sapato perdido e tiverem novamente um par.

 

 

Ficha técnica

Texto e Direção: Alexandra Golik

Elenco: Rennata Airoldi e Bebel Ribeiro

Cenário: Paula de Paoli e Alexandra Golik

Trilha Original Composta: Gus Bernardo

Supervisão Musical: Marco Boaventura

Letra das Músicas: Alexandra Golik

Figurino: Luciano Ferrari

Sapatos: Alexandra Golik

Adereços: Beto Silveira

Programação Visual e Ilustrações: Paula de Paoli

Iluminação: André Lemes

Fotos: Natalia Angelieri

Contra-regra: Fernando Sagas

Produção e Realização: Cia. Viradalata

 

Os 3 Mosqueteiros

Terças-feiras, às 16h

 

Tudo se passa na França de 1625, época de grande convulsão política e religiosa em que o Rei Luís XIII e seu conselheiro, O Cardeal Richellieu, querem manter a qualquer custo o controle de seus compatriotas protestantes na defesa dos interesses franceses. Neste contexto, D’Artagnan, um jovem provinciano, sai de sua terra natal no Sul da França em direção a Paris com o intuito de se tornar um fiel mosqueteiro do rei. No entanto, antes de atingir seu objetivo, muitas peripécias acontecem, obrigando o jovem gascão a lidar com toda sorte de intrigas, romances e segredos que alteram inesperadamente a história. O perigo é constante neste universo de espiões e delatores, mas ao juntar-se aos mosqueteiros Athos, Porthos e Aramis, D’Artagnan faz com que até o impossível se torne possível, tamanha é a força desta união. Juntos, D’Artagnan e seus três amigos mosqueteiros enfrentam, sem jamais esmorecer, o poderosíssimo Cardeal Richelieu e sua rede de intrigas, conspirações e deslealdades, encabeçada pela pérfida Milady. “Um por todos e todos por um” resume, de forma fidedigna, alguns dos grandes significados desta história: a luta pelo poder e a importância capital da amizade. Adaptação livre do livro “Os 3 mosqueteiros” de Alexandre Dumas.

 

 

Ficha técnica:

Texto e direção: Alexandra Golik

Assistente de direção: Bebel Ribeiro

Elenco: Bebel Ribeiro, Marco Barretto e Renatta Airoldi

Figurinos: Luciano Ferrari

Produção de figurinos: Elen Zamith

Cenário: Alexandra Golik, Michele Rolandi e Tide Nascimento

Trilha sonora original: Gus Bernard e Alexandra Golik

Letras das músicas: Alexandra Golik

Adereços e desenho gráfico: Victor Poeta

Iluminação: André Lemes

Fotos: Lenon Bastos e Natalia Angelieri

Administração: André Oliveira

Direção de produção e produção executiva: Cia Viradalata

Realização: Cia Viradalata

 

Viralatas, o Musical

Quartas-feiras, às 16h

 

Fifi recebe vários “mimos” de sua dona e costuma passear na badalada Rua Oscar Freire. Embora cercada de todo “luxo” se sente sempre muito sozinha… Esse cenário estável se transforma depois que seus novos amigos vira-latas colocam Fifi em uma grande enrascada e sua dona resolve devolvê-la ao Pet Shop. Muito arrependidos, os colegas criam um plano para resgatar a cachorrinha. Ajudam a contar a história as doze músicas assinadas por Golik com arranjos de Gus Bernard. O musical tem como pano de fundo a delicada questão sobre a necessidade de adoção de animais abandonados.

 

 

Ficha técnica

Texto e Direção: Alexandra Golik

Assistente de direção: Bebel Ribeiro

Elenco: Bebel Ribeiro, Diego Rodda, Marco Baretho

Cenário e Figurino: Paula de Paoli

Trilha Sonora Original: Gus Bernard

Iluminação: André Lemes

Fotos: Natalia Angelieri

Direção de Produção e Produção Executiva: Cia Viradalata

 

História do Brasil

Quintas-feiras, às 16h

 

O espetáculo explica os principais acontecimentos históricos do Brasil, desde a chegada de Pedro Álvares Cabral até os dias atuais, de forma lúdica e musical. Os acontecimentos são tratados com leveza e humor, focando na formação dos pilares da estrutura social brasileira. Passaremos pelos períodos da Colônia, Reino Unido, Império e República, por cada uma das sete Constituições que já vigoraram e pelas algumas das principais mobilizações populares que existiram ao longo de nossa história.

 

 

Ficha técnica

Texto e direção: Alexandra Golik

Assistente de direção: Bebel Ribeiro

Elenco: Diego Rodda, Humberto Morais, Joice Jane Teixeira, Marco Barretho e Rennata Airoldi

Cenário e design gráfico: Paula de Paoli

Figurinos: Luciano Ferrari

Produção de Figurino: Lord Lu Entreterimento

Iluminação: André Lemes

Vídeos: Dani Taks

Projeção Mapeada: Eduardo Artoud

Música e Letras: Alexandra Golik

Arranjos das Músicas: Gus Bernard

Trilha Incidental: Diego Rodda

Operador de Som e Vídeo: Fernando Sagas

Adereços: Michelle Rolandi

Fotos: Natalia Angelieri

 

Medinho, Medão

 Sextas-feiras, às 16h

 

O espetáculo conta a história de Rafa, que, como muitos meninos urbanos, sofre com a ausência de seus pais, que trabalham muito e estão sempre super ocupados. O mundo de Rafa é povoado por medos: de elevador, de formiga, de cair da cama, de barata, de barulho, de ficar sozinho, do escuro, do fundo, do fogo, do frio, da professora de matemática, de monstro e de minhoca. Num dia em que todo mundo esquece de buscá-lo na escola, em sua solitária espera, Rafa cai no sono; seu sonho o leva para um lugar diferente, onde começa a entender que ter medo não é uma vergonha e acabar com ele pode ser um desafio, além de muito divertido.

 

 

Ficha técnica

Texto, direção e cenário: Alexandra Golik

Elenco: Diego Rodda e Marco Barretho

Programação visual e ilustração: Paula di Paolli

Trilha sonora – trilha original, composição e arranjos: Guga Bernardo

Supervisão musical: Marco Boaventura

Letras de músicas: Alexandra Golik

Figurino: Kleber Montanheiro

Iluminação: André Lemes

Adereços: Beto Silveira

Fotos: Natalia Angelieri

 

Sobre Alexandra Golik

Bacharelada em Interpretação Teatral na Escola de Comunicação e Artes de São Paulo – ECA-USP. Estudou na École Internationale de Théâtre de Jacques Lecoq, e na École Philippe Gaulier, ambas em Paris. Escreveu e dirigiu vários espetáculos, entre eles: Killocaloria, Insônia, O Poço, Mamy, Seqüestro, Vilcabamba, Medinho Medão e Coquetel de Fadas. Foi co-autora nas adaptações de Chapeuzinho Vermelho, Os 3 Porquinhos, João e Maria, Peter Pan e Wendy, Alice no País das Maravilhas e Pinóquio feitas pela Cia Le Plat du

Jour, fundada em 1992. Como atriz fez inúmeros espetáculos infantis e adultos. Recebeu os prêmios APCA e FEMSA por Peter Pan e Wendy, prêmio FEMSA de melhor atriz e melhor adaptação por Os Três Porquinhos e APCA de melhor adaptação por Os Três Porquinhos. Como melhor atriz, recebeu o FEMSA e APCA pelo espetáculo Peter Pan e Wendy e melhor direção pelo espetáculo Grávido.

Ficha Técnica da Mostra de Repertório

Direção Artística: Alexandra Golik

Direção de Produção: André Oliveira

Produção: Natalia Angelieri

Designer: Giulia Vilaverde

Operador de Som: Bianca Livorno e Fernando Freitas

Operador de Luz: André Lemes

Coordenação e Prestação de Contas: Michelle Gabriel

Assessoria de Imprensa: Pombo Correio

 

Teasers dos espetáculos

Coquetel de Fadas: https://youtu.be/2Bd6wx8Wu1Y

Os 3 Mosqueteiros: https://youtu.be/29h9kzp-or4

Viralatas, o Musical: https://youtu.be/BHIrzx07gxc

História do Brasil: https://youtu.be/g_NpkhHR38g

Medinho Medão: https://youtu.be/UKiyJ5U7v8k

 

Serviço:

De 04 a 29 de janeiro de 2021 – de segunda a sexta-feira, às 16h

Gratuito – retirar ingresso na bilheteria ou acessar o canal do youtube do Teatro Viradalata
** A bilheteria abre duas horas antes das apresentações.

Rua Apinajés 1387 – Perdizes

11 3868-2535

 

Agenda:

Coquetel de fadas: às segundas;

Os 3 Mosqueteiros: às terças;

Viralatas – o Musical: às quartas;

História do Brasil: às quintas;

Medinho Medão: às sextas

Secretaria Municipal de Turismo de São Paulo apresenta o espetáculo Alguma Coisa Acontece…, que integra a 3ª edição do Festival de Natal de São Paulo

Temporada com nove episódios será exibida pelo Youtube diariamente de 15 a 23 de dezembro. Cada apresentação conta com a participação especial de uma atriz ou ator veteranos que fazem parte da história do teatro de São Paulo

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De 15 a 23 de dezembro, os atores Gabrielle Araújo, Francine Souza, Filipe Celestino e Paulo Arcuri estarão ao vivo em lugares icônicos de São Paulo, como Vale do Anhangabaú, o alto do edifício Martinelli, a esquina da Ipiranga com a São João e o vão do MASP.

 

O espetáculo Alguma Coisa Acontece… é uma homenagem à cidade e aos artistas que compõem a cena teatral da cidade. Cada episódio conta com a participação em vídeo de um veterano: Clarisse Abujamra, Dirce Thomaz, Eduardo Silva, Esther Antunes, João Acaiabe, Miriam Mehler, Pascoal da Conceição, Renato Borghi e José Celso Martinez Corrêa.

 

Com idealização de Flavio Barollo, Gabrielle Araújo e Luiz Fernando Marques [Lubi], direção de Luiz Fernando Marques [Lubi] e dramaturgias de Ave Terrena, Dione Carlos e Verônica Gentilin, os nove episódios serão exibidos ao vivo (confira programação abaixo) e ficam disponíveis no canal para quem não conseguir assistir.

 

Alguma Coisa Acontece…, pelos idealizadores Flavio Barollo, Gabrielle Araújo e Luiz Fernando Marques [Lubi]

 

“Em cena, a nossa paisagem é o Vale do Anhangabaú, o alto do edifício Martinelli, a esquina da Ipiranga com a São João, mas também será cada bairro, cada lar, cada quadradinho que esta rede for capaz de conectar. Atores, atrizes e público terão um encontro único, num bate-papo aberto na qual suas histórias serão compartilhadas e anexadas à vida-obra de um grande e querido artista do teatro paulistano. Os textos foram escritos por três dramaturgas, que olham para ontem com a mira no amanhã usando a tecnologia virtual para gerar um momento de concreta poesia.

 

Sabemos que 2020 foi um ano do avesso do avesso e que precisamos, mais do que nunca, sermos mutantes. Então será neste híbrido de teatro, cinema e chat que vamos estabelecer uma conexão entre passado e futuro capaz de erguer coisas belas, afinal esse é nosso site à nossa  cidade – São Paulo, mas pode renomear por Sampa, SP, Sampã, Pan-América de África utópica, não importa, somos  parte deste grande sistema, desta malha feita de Wi-Fi e Garoa que nos faz ter a certeza de que quando estamos conectados na força do presente: Alguma coisa acontece”.

 

FICHA TÉCNICA

Idealização: Flavio Barollo, Gabrielle Araújo e Luiz Fernando Marques [Lubi]

Direção: Luiz Fernando Marques [Lubi]

Dramaturgas: Ave Terrena, Dione Carlos e Verônica Gentilin

Videoarte e Plataforma ao Vivo: Flávio Barollo

Elenco Ao Vivo: Gabrielle Araújo, Francine Souza, Filipe Celestino e Paulo Arcuri

Participações Especiais: Clarisse Abujamra, Dirce Thomaz, Eduardo Silva, Esther Antunes, João Acaiabe, Miriam Mehler, Pascoal da Conceição, Renato Borghi e José Celso Martinez Corrêa

Trilha Sonora: Gustavo Sarzi

Coordenação de Produção: Mônica Vasconcellos

Produção Executiva: Gabrielle Araújo

Mídias Sociais: Vox Baccai

Produção: Caboclas Produções

 

SINOPSES E HORÁRIOS

 

Episódio 01

Chegada em Sampã

Um jovem ator recém-chegado do interior, assiste ao espetáculo Roda Viva no Theatro Municipal e não consegue mais sair, ficando ali sozinho. Ele percebe que há um senhor sentado na plateia, que é quem lhe dá a pista para conseguir sair: é preciso encontrar a tragicomediorgia. Perambulando pelos bastidores, galerias e corredores, ele consegue enfim achar uma janela, de onde consegue mirar o Vale do Anhangabaú. Ao perceber que há um rio por debaixo do cimento, e consegue juntar as peças do quebra cabeça e entender que o Teatro Oficina foi projetado por Lina Bardi apontando para esse mesmo rio.

Participação Especial: Zé Celso

Exibição: 15/12/2020 às 18h

 

Episódio 02

O tesouro

Uma jovem observa as luzes de São Paulo através de um telescópio. Ela precisa alcançar as luzes, mesmo que isto implique andar por séculos.

Participação Especial: Dirce Thomaz

Exibição: 16/12/2020 às 18h

 

Episódio 03

Bebê pronto, bebê sentado!

Uma moça grávida percorre um caminho completamente guiada pela sua barriga.  Como uma grande bússola, sua barriga a conduz para um lugar onde ela poderá ver toda sua vida por um novo prisma

Participação Especial: Miriam Mehler

Exibição: 17/12/2020 às 18h

 

Episódio 04

O ninho do presépio

Entre lembranças de pessoas vivas, mortas e que ainda estão por vir, dois transeuntes revivem a arquitetura do passado em contraste com a atual, explorando os espaços do presente e da memória na Praça Roosevelt. Nesse tempo espiralar, buscam um ninho de beija-flor que servia como manjedoura num presépio antigo, fruto de muitas inspirações. Correndo pela praça, de skate e patins, buscando as áreas verdes onde hoje é só concreto, invocam as travestis pioneiras que começaram a movimentação nas artes em São Paulo.

Participação Especial: Esther Antunes

Exibição: 18/12/2020 às 18h

 

Episódio 05

O sonho

Um jovem trabalhador de aplicativo busca uma encomenda na famosa rua 25 de março. Ao chegar no local indicado, depara-se com uma surpresa: ele é o destinatário e precisa descobrir o que há naquele pacote.

Participação Especial: Pascoal da Conceição

Exibição: 19/12/2020 às 16h

 

Episódio 06

O que vem no peito de Joana

Uma mulher acorda com um fio saindo seu peito e um mapa nas mãos. No mapa, símbolos e palavras que ela não compreende por não saber a qual nacionalidade pertence. Essa mulher, por não compreender o mapa, decide seguir esse fio pra ver onde seu peito a levará.

Participação Especial: Clarisse Abujamra

Exibição: 20/12/2020 às 16h

 

Episódio 07

Jantar 360º

Uma mulher atrasada para um jantar misterioso passa sua vida à limpo durante esse trajeto. Tentando entender qual sua participação perante a sociedade e colocando em cheque as escolhas que fez, ela disseca a cidade e seu coração juntos como quem mistura biologia e arte no caldeirão da vida.

Participação Especial: Eduardo Silva

Exibição: 21/12/2020 às 18h

 

Episódio 08

O espelho de lágrimas

Nas ruas do Centro Antigo, um rapaz procura um espelho com o qual consiga se identificar. Transitando pelas ruas estreitas, lembra-se de memórias confusas sobre protestos e repressão da cavalaria durante a ditadura militar. Ao chegar no Largo São Francisco, evoca Luís Gama, patrono da abolição da escravidão no Brasil, e reflete sobre a história de resistência do povo negro na diáspora. Escondido atrás de uma estátua, então, ele descobre a moldura de um espelho, e recebe um presente de um avô muito especial. Será que ele vai conseguir se ver refletido

Participação Especial: João Acaiabe

Exibição: 22/12/2020 às 18h

 

Episódio 09

Esquinas sonoras

São Paulo, verão de 2021. Um jovem de sobretudo importado e óculos escuros tem alucinações musicais após encontrar uma caixa em uma esquina de São Paulo.

Participação Especial: Renato Borghi

Exibição: 23/12/2020 às 18h

 

A programação completa do Festival de Natal está nas redes sociais da Prefeitura:

Youtube: https://www.youtube.com/turismoprefsp

Facebook: www.facebook.com/turismoprefsp

 

Secretaria Municipal de Turismo de São Paulo apresenta o podcast Onde Mora o Natal em SP?, que integra a 3ª edição do Festival de Natal de São Paulo

São 10 episódios com histórias independentes, com roteiros de Denis Antunes e Rita Batata, direção de Leandro D’Errico e desenho de som e trilha sonora de Barulhista. Os episódios são lançados diariamente de 12 a 21 de dezembro de 2020 pelas principais plataformas digitais. Para todas as histórias, um ponto em comum: o vínculo com o Natal e com a cidade de São Paulo

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Onde Mora o Natal em SP? nasceu com o propósito de oferecer, em tempos tão desafiadores, fagulhas de esperança. O objetivo é proporcionar transformação por meio do afeto com o Natal como personagem principal. Idealizado pela atriz e produtora cultural Gabrielle Araújo e produzido pela Caboclas Produções, o podcast é lançado num momento oportuno para se fazer coisas que tirem o espectador de um lugar desesperançoso, após um ano ditado pelos desdobramentos da covid-19. Todos os dias, entre 12 e 21 de dezembro, será lançado um novo episódio – confira as sinopses abaixo.

 

Entre afetos e expectativas, as personagens estão entre os quase 13 milhões de habitantes da cidade de São Paulo. Cada qual em seu universo particular, revelando que o Natal, apesar das adversidades, ainda pode nos emocionar.

 

Com roteiros de Denis Antunes e Rita Batata, direção de Leandro D’Errico e desenho de som e trilha sonora do Barulhista, o elenco é composto por Ailton Graça, Carlota Joaquina, Cida Moreira, Dagoberto Feliz, Denis Antunes, Gabrielle Araújo, Geraldo Rodrigues, José Trassi, Naruna Costa, Negra Rosa, Ricardo Gelli, Rita Batata e Sidney Santiago.

 

“O podcast é um formato que se popularizou muito nos últimos anos e durante a pandemia a produção de podcasts brasileiros foi a que mais cresceu. Criar histórias ficcionais e ao mesmo tempo tão verdadeiras em um ano como este, produzindo pequenos espetáculos sonoros com atores paulistanos, é, sem dúvida, uma forma da classe artística se reinventar, ainda mais dentro de uma época tão importante e significativa, no Festival de Natal da cidade” conta Gabrielle Araújo. Denis Antunes, um dos roteiristas, alega que a fonte é inesgotável. “Embora a gente converse sobre motes universais, o ponto de vista nos dá sempre uma nova possibilidade”, conclui.

 

Em sua terceira edição, o Festival de Natal de São Paulo,  realizado pela Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal de Turismo, em parceria com a Secretaria Municipal de Cultura, pretende consolidar a cidade de São Paulo como principal pólo gerador de arte, economia criativa e cultura do país proporcionando, não somente aos munícipes como também aos visitantes de outros, municípios, estados e de outras nacionalidades, o acesso gratuito ao que há de melhor na produção cultural atual existente no Brasil e/ou no exterior.

 

Onde Mora o Natal em SP é uma produção original da Caboclas Produções e integra a programação do Festival de Natal de São Paulo, realizado pela Secretaria Municipal de Turismo e Secretaria Municipal de Cultura, com apoio do MIS – Museu da Imagem e do Som.

 Os episódios serão exibidos pelas principais plataformas de streaming.

 

SINOPSES

 

Episódio 1: O Jogo Só Acaba Quando Termina

Protagonistas: Ailton Graça e Ricardo Gelli

Elenco: Ailton Graça, Cida Moreira, Naruna Costa e Ricardo Gelli

Sinopse: Como todos que nascem e crescem no tradicional bairro da Mooca, Seu Pacheco é torcedor fanático do Juventus, ao contrário de seu filho Artur, que, mesmo tendo nascido e criado no mesmo bairro, não possui a mesma paixão. Ambos possuem algo mal resolvido entre si. Que só se resolve quando, juntos, decidem assistir a um clássico do futebol paulista na Rua Javari, em plena véspera de Natal.

Publicação no dia 12/12/2020

 

Episódio 2: Velozes e Natalinos

Protagonistas: Ricardo Gelli e Sidney Santiago

Elenco: Carlota Joaquina, Gabrielle Araújo, Geraldo Rodrigues, José Trassi, Ricardo Gelli, Rita Batata e Sidney Santiago.

Sinopse: No edifício Copan, Leo já se conforma em passar o Natal sozinho. O que ele não sabe, é que o motoboy Robson tem uma entrega especial pra ele.

Publicação no dia 13/12/2020

 

Episódio 3: Good Job!

Protagonistas: Carlota Joaquina e Geraldo Rodrigues

Elenco: Carlota Joaquina, Dagoberto Feliz, Geraldo Rodrigues e Ricardo Gelli

Sinopse: A data mais comemorada por sua família é odiada por André.
Um workaholic de última geração que, neste ano, ainda contará com um fator extra e bastante significativo. O “deadline” é curtíssimo, e André precisa, a todo custo, evitar o “burnout”.

Publicação no dia 14/12/2020

Episódio 4: O Meu Papai Noel Existe

Protagonistas: Negra Rosa e Naruna Costa

Elenco: Ailton Graça, Carlota Joaquina, Naruna Costa, Negra Rosa.

Sinopse: Ao participar de uma LIVE com o Papai Noel em pessoa, Dandara começa a desconfiar que ele existe de verdade.

Publicação no dia 15/12/2020

Episódio 5: Aqui Vai a Letra

Protagonistas: José Trassi e Naruna Costa

Elenco: Dagoberto Feliz, José Trassi e Naruna Costa.

Sinopse: Morador de uma comunidade na Zona Leste de SP, Anderson é um adolescente de 16 anos completamente apaixonado por slam, rap e hip hop, que enxerga em Cintia, sua professora de literatura, uma nova possibilidade. Durante uma atividade, Cintia pede para que Anderson e todos os demais alunos escrevam uma carta sob a seguinte justificativa: onde gostariam de passar o melhor natal de suas vidas? Anderson vai além!

Publicação no dia 16/12/2020

 

Episódio 6: Alvoroço

Protagonistas: Cida Moreira e Gabrielle Araujo

Elenco: Cida Moreira, Carlota Joaquina, Gabrielle Araujo, Naruna Costa e Rita Batata

Sinopse: As árvores do parque Ibirapuera estão ansiosas para vestirem as luzes natalinas, momento mais esperado do ano. Mas, elas pressentem que este Natal será diferente e começa um rebuliço geral.

Publicação no dia 17/12/2020

 

Episódio 7: Quer Casar Comigo?

Protagonistas: Cida Moreira e Dagoberto Feliz

Elenco: Cida Moreira, Dagoberto Feliz e Gabrielle Araújo

Sinopse: A casa de repouso Lar dos Montes recebe, dias antes do natal, uma nova e ilustre moradora: Dona Marlene. Uma senhora de 86 anos que, por conta própria, decide sair da casa de sua filha em busca de tranquilidade e paz, para ela e para filha. Na nova casa, acontece de tudo. Inclusive, uma paixão avassaladora e à primeira vista.

Publicação no dia 18/12/2020

Episódio 8: O Protagonista do Mês

Protagonistas: Dagoberto Feliz e Sidney Santiago

Elenco: Carlota Joaquina, Cida Moreira, Dagoberto Feliz, Denis Antunes, Gabrielle Araújo, Geraldo Rodrigues, Rita Batata e Sidney Santiago

Sinopse: Ao participar de um filme documentário, Adhemir percebe que dirigir um dos famosos ônibus iluminados transformou o seu Natal pra sempre.

Publicação no dia 19/12/2020

Episódio 9: Geografia do Natal

Protagonistas: Carlota Joaquina

Elenco: Carlota Joaquina, Cida Moreira, Dagoberto Feliz, Denis Antunes, Gabrielle Araujo, Geraldo Rodrigues, Naruna Costa, Ricardo Gelli e Rita Batata

Sinopse: Néia é responsável pela tradicional ceia de Natal da família Albuquerque. Mas é a caminho de casa, que ela é surpreendida pelo espírito natalino.

Publicação no dia 20/12/2020

Episódio 10: Ho! Ho! Ho!

Protagonistas: Ailton Graça e Gabrielle Araújo

Elenco: Ailton Graça, Gabrielle Araújo

Sinopse: Joílson era eletricista de um famoso e gigantesco shopping, na região norte da cidade de SP, há mais de 17 anos. Até que, em pleno período natalino surge uma oportunidade a Joílson e ao shopping. Que tal se os padrões e a representatividade de um símbolo tão forte como o Papai Noel se modificasse?

Publicação no dia 21/12/2020

 

Denis Antunes [Roteirista]

Denis Antunes é ator, diretor e dramaturgo. Formado em Comunicação Social, atendeu as renomadas Escola Livre de Teatro de Santo André e SP Escola de Teatro. Como ator, possui mais de 20 espetáculos teatrais no currículo, tendo trabalhado com os nomes mais importantes do cenário nacional. É co-autor da Cia. Teatro de Romance, desde 2008, onde escreveu, em 2014, “Ontem eu te amo…”, e fundador da Cia. Do Eu Sozinho de Contação de História, onde abre pesquisa sobre comicidade e narrativas, desde 2016. Como diretor, dirigiu as montagens “Ensaio Sobre a Peça”, em 2017, “Minha Vida Sem Mim”, em 2018 e “Paraíso – O Invisível”, em 2019, todas sob sua dramaturgia. Além de escrever uma adaptação para “Ensina-me A Viver”, texto de Collin Higgins, com Eva Wilma, sob a direção de Renato Borghi, em 2018. Atualmente, é coordenador de teatro para crianças e adolescentes no Centro Cultural da Penha, em SP, desde 2016, e leciona Comunicação e Expressividade, na Perequê Comunica, desde 2019.

 

Rita Batata [Roteirista]

Rita Batata é atriz e dramaturga, diretora e produtora. Atuando desde a adolescência, estreou nos cinemas com NÃO POR ACASO. Protagoniza DE MENOR, agraciado melhor filme no Festival do Rio 2013. É criadora da RIMA Coletiva, escreveu e dirigiu o espetáculo TUBARÃO BANGUELA. Esteve nos palcos com O OVO DE OURO, HOTEL MARIANA e com KIWI foi agraciada melhor atriz no Prêmio SP De Incentivo ao Teatro Infantil e Jovem 2016. Em 2014, Rita recebeu menção honrosa na “3a Edição do Concurso Feminina Dramaturgia – Prêmio Heleny Guariba” por ISSO TUDO, seu primeiro texto dramatúrgico. Estímulo que a fez matricular-se no curso de Dramaturgia da SP ESCOLA DE TEATRO sob a coordenação de Marici Salomão, formando-se em 2017. Por dois anos escreveu sob encomenda para alunos de teatro do Colégio Santa Cruz, em 2017 a peça SEMPRENUNCA, em 2018 a peça NATUREZA DESCONHECIDA. Além de atuar no espetáculo AO PÉ DO OUVIDO, junto com Herbert Bianchi também fez a dramaturgia da peça realizada com a técnica Verbatim, sob direção de Zé Henrique de Paula, em 2015.

Leandro D’Errico [Diretor]

Leandro D’Errico é ator, diretor e dramaturgo. Ingressou no teatro com 7 anos de idade no espetáculo “Bella Ciao” de Luís Alberto de Abreu, excursionando por todo o Brasil. É formado pela Escola de Teatro Ewerton de Castro (SP), freqüentou durante longo tempo o Actors Studio (W.Hollywood, CA – EUA) e diversos cursos e estágios no Brasil e no exterior. Participou da elaboração do Grupo Redimunho de Investigação Teatral, que produziu premiados espetáculos como “A CASA” (Vencedor do prêmio APCA de melhor espetáculo) e que se tornou em 2014 um Patrimônio Cultural Imaterial da Cidade de São Paulo. Na mesma companhia, trabalhou junto a Rudifran Pompeu no texto “Siete Grande Hotel”, vencedor do prêmio APCA de melhor texto de 2018.

Integrou o ciclo de leituras baseadas em dramaturgos britânicos dirigido por Francisco Medeiros por dois anos, o espetáculo “Na República da Felicidade” de Sarah Kane com direção de Laerte Mello e “Eu, Chaplin” da Cia Imperial do Brasil. Através do ProAc, circulou com o espetáculo “Os Inadequados”, que marcou a sua estreia como dramaturgo, atuou no espetáculo “Tubarão Banguela” dirigido por Rita Batata e assinou o espetáculo “OLIVER”, que ficou em cartaz em 2015 no MIS – Museu da Imagem e do Som e atualmente ocupa o espaço Caleidoscópio (também contando com uma versão online durante a pandemia). Em 2020 atuou em “Hamlet” e “Mal de Família” com a Cia Teatro Impossível e na série “Confessionário Online” de Tomás Fleck. No teatro, assinou três direções, quatro dramaturgias e participou de mais de 20 espetáculos como ator. No cinema, dirigiu o longa metragem “Grande Mentira” com estreia prevista para 2021.

 

Gabrielle Araújo [Atriz, Produtora e Idealizadora do Projeto]

Gabrielle Araújo é atriz, radialista e produtora cultural. Como atriz é formada pelo SENAC, pelo Núcleo Experimental de Artes Cênicas do SESI e pelo NAC – Núcleo de Artes Cênicas, coordenado pelo ator e diretor Lee Taylor. É também formada em Comunicação Social e é Especialista em Fundamentos da Cultura e das Artes pela UNESP.

Trabalha como atriz há 15 anos com experiência em projetos teatrais e audiovisuais, como os recentes espetáculos “Sentença” dir. Maria Fernanda Batalha, “Inimigo Oculto” dir. Andrea Bordadagua e Rodrigo França e “Ontem eu te amo…” dir. Leandro D’Errico. No audiovisual atuou nos curtas “Dreamind” dir. Gabriel Mussolini, “Precipício” dir. Mateus Rosa e “Circuito Fechado” de Nicol Alexander. Na sua carreira como atriz, também destaca-se o seu trabalho como locutora, emprestando sua voz em campanhas para diversas marcas e instituições.

Como criativa de projetos, curadora e produtora cultural, teve passagens por diversos projetos e instituições como TV Cultura, MIS – Museu da Imagem e do Som, Brazucah Produções e Secretaria Municipal de Cultura.

É sócia-criativa da Caboclas Produções, produtora que cria, desenvolve e produz projetos culturais com foco nas artes cênicas, performance, literatura e artes integradas.

Caboclas Produções [Produção]

Fundada em 2012, a Caboclas Produções surgiu para pensar alternativas e soluções para artistas, produtores, empresas e instituições na área de assessoria, criação, desenvolvimento e gestão de projetos culturais de artes cênicas, performance, literatura, artes visuais e artes integradas. Nesses 8 anos de existência, tem no seu currículo a produção e gestão de projetos de destaque na cena cultural, como os espetáculos “Inimigo Oculto” dir. Andrea Bordadagua e Rodrigo França, “Contos Negreiros do Brasil” dir. de Fernando Philbert, “Ontem eu te amo…” dir. de Leandro D’Errico, “O Desmonte” de Amarildo Félix (Prêmio Aplauso Brasil de Melhor Produção Independente), ”Eu, Chaplin” dir. Ralph Maizza e “Chão de Pequenos” da Cia. Negra de Teatro. Em 2019 teve suas primeiras participações internacionais em festivais de teatro, com o espetáculo “Chão de Pequenos” no FIZTA – Festival Internacional de Teatro Zicosur (Chile) e com o espetáculo “Contos Negreiros do Brasil” no Festival Mindelact (Cabo Verde – África). Recentemente também criou e produziu “Revelando Hilda Hilst”, projeto de artes integradas (literatura, artes visuais, artes cênicas e cinema) realizado no início de 2020 no Museu da Imagem e do Som de São Paulo em comemoração aos 90 anos da escritora Hilda Hilst.

 

COOPERATIVA PAULISTA DE DANÇA PROMOVE OFICINAS DE FORMAÇÃO PELO INTERIOR DO ESTADO

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A Cooperativa Paulista de Dança e a Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo em parceria secretariais municipais de cultura, ONG Geração Transmutar e outras instituições culturais localizadas no interior do estado, realizam a partir da próxima semana diversas oficinas de formação por meio do projeto ‘Dança por toda parte’.

O objetivo da ação é possibilitar que artistas, técnicos, agentes culturais e demais interessados tenham acesso a conteúdos diversificados no campo das artes, em especial a das Artes Cênicas, que serão aplicados por renomados profissionais que foram selecionados também por meio de chamamento público.

Nesta primeira etapa do projeto serão executadas mais de quinze oficinas com carga horária mínima de oito horas, tendo disponível um número superior a 800 vagas totalmente gratuitas, cujas inscrições estão abertas e terminam, na sua grande maioria, no dia 04 de dezembro. Todas as oficinas serão realizadas de forma online, através de aplicativo Zoom. Havendo interesse, um mesmo participante poderá se inscrever para mais de uma oficina.

Confira a programação de oficinas oferecidas, com a respectiva cidade parceira e o link para informações dos dias e horários de cada oficina, bem como para a realização das inscrições:

BARRA BONITA –  https://cutt.ly/oficinasbarrabonita

OFICINA DANÇA PARA IDOSOS – DANÇAS ÉTNICAS DE RODA E BRASILEIRAS (com Sônia Galvão)

OFICINA CLÁSSICA PARA CRIANÇAS (com Gabrielle Bezerra)

 

BAURU – https://cutt.ly/oficinasbauru

OFICINA GESTÃO CULTURAL – COMO ESCREVER E GERIR UM PROJETO CULTURAL PARA E COM ARTISTAS TRANSGÊNERAS? (com Manfrin)

OFICINA DE ILUMINAÇÃO – TROCAS LUMINOSAS COM ARTISTAS E PRODUTORES DA DANÇA (com Laura Salerno)

 

DRACENA – https://cutt.ly/oficinasdracena

OFICINA DANÇA CONTEMPORÂNEA PARA CRIANÇAS (com Alexandre Medeiros)

OFICINA DE JAZZ PARA CRIANÇAS (com Beatriz Pontes Aguiar)

 

ELIAS FAUSTO – https://cutt.ly/oficinaseliasfausto

OFICINA EQUIPAMENTOS E MONTAGEM PARA ILUMINAÇÃO CÊNICA (com Alexandre Zullu)

OFICINA DE PRODUÇÃO – ELABORAÇÃO DE PROJETOS CULTURAIS VOLTADOS PARA A INSCRIÇÃO EM EDITAIS (com Vanessa Lopes)

 

GUARATINGUETÁ – https://cutt.ly/oficinasguaratingueta

OFICINA EQUIPAMENTOS E MONTAGEM PARA ILUMINAÇÃO CÊNICA (com Alexandre Zullu)

OFICINA DE NOÇÕES BÁSICAS DE ILUMINAÇÃO CÊNICA (com Ligia Taverna)

 

JACAREÍ – https://cutt.ly/oficinasjacarei

OFICINA GESTÃO CULTURAL – CAMINHOS DA ROÇA: PLANEJAMENTO INTEGRADO E GESTÃO COMPARTILHADA (com Hélvio Tamoio)

OFICINA COMUNICAÇÃO DIGITAL PARA GRUPOS – REDES SOCIAIS (com Talita Bretas)

 

PINDAMONHANGABA – https://cutt.ly/oficinaspinda

OFICINA CORPO MÍDIA – CONEXÃO IMAGEM DANÇA (com Mônica Alvarenga)

OFICINA DE PRODUÇÃO – ESCRITA DE PROJETOS (com Vanessa Glitz)

 

PIRACICABA – https://cutt.ly/oficinaspiracicaba

OFICINA CORPO MÍDIA – CORPO-DRAMATURGIA, AUTOPERFORMANCE E TÉCNICAS DE ESCRITA PERFORMATIVA PARA CORPOS MOVENTES (com Manfrin)

OFICINA CORPO MÍDIA – ENCONTRO TEÓRICO-PRÁTICO COM COMPARTILHAMENTO E DEBATE AO FINAL (com Igor Gasparini)

 

SUZANO – https://cutt.ly/oficinas_suzano

OFICINA DE DANÇAS URBANAS PARA CRIANÇAS (com Igor Souza)

OFICINA DANÇA CONTEMPORÂNEA PARA CRIANÇAS (com Isadora Prata)

Na Sala com Clarice, peça literária on-line a partir da obra de Clarice Lispector, reestreia em curta temporada

Indicada ao Prêmio APCA 2020, peça do ator Odilon Esteves que estreou no ano passado reestreia dia 11 de setembro de 2021 e fará quatro apresentações ao vivo pela plataforma Zoom até 02 de outubro. Os espectadores escolhem, ao longo da sessão, a partir de um cardápio literário previamente preparado pelo ator, os textos que gostariam de ver interpretados. Cinco novos textos serão acrescentados ao cardápio desta temporada, e as obras escolhidas pelo público em uma sessão, não voltam no cardápio das sessões seguintes

Link para download de fotos, vídeos e artes para redes sociais 

NA SALA COM CLARICE é uma peça literária on-line, interativa, que acontece aos moldes de um jantar. Só que neste jantar o cardápio é literário, composto por contos e crônicas de Clarice Lispector. E é o público quem escolhe, ao longo da apresentação, os cinco textos que gostaria que fossem apresentados naquela noite: um como entrada, dois como pratos principais, um como sobremesa e um como cafezinho. 

Obras que compõem um panorama de múltiplas facetas da autora, incluindo narrativas em que podemos perceber a própria Clarice em diferentes fases da vida. A duração da peça pode variar de 70 a 90 minutos, em função das escolhas do público. 

COMO FUNCIONA 

A cada rodada da apresentação são dados elementos diferentes para nortear a escolha dos espectadores: na entrada são mostrados “ingredientes” relacionados a alguns textos de Clarice; na rodada dos pratos principais são apresentadas as “sinopses“; a escolha da sobremesa se dá através de reproduções de “quadros” ou “objetos” associados a algumas de suas crônicas; para o cafezinho, última rodada, o espectador deve considerar apenas os “títulos“. 

Esse caráter interativo possibilita que o público se posicione subjetivamente diante do leque de opções que lhe é oferecido, contribuindo para que haja um entrelace dos imaginários e dos desejos comuns dos espectadores reunidos naquela sessão. Um formato que visa aproximar ainda mais o público do acontecimento cênico-literário, implicando-lhes em sua construção e considerando cada apresentação como um percurso único.

Os textos escolhidos são apresentados na íntegra. O trabalho de oralização da palavra escrita visa oferecer ao leitor-espectador alguma outra nuance ou mesmo outras camadas de percepção e leitura de um texto já conhecido. A escuta como um lugar de potência. 

| PASSAPORTE – CICLO COMPLETO |

Clarice Lispector, durante muitos anos, escreveu aos sábados no Jornal do Brasil. Seus leitores esperavam semanalmente para encontrar seus novos textos. Preparamos então um percurso de quatro apresentações distintas, sem repetição dos contos e crônicas de Clarice. O público é convidado, portanto, a um passeio pela obra da autora por quatro encontros, em quatro sábados seguidos. Para isso criamos um “PASSAPORTE” para quem quiser participar deste Ciclo Completo.   

| CLARICE AOS OLHOS DO ATOR |

“A escrita de Clarice já reverberou em mim de muitas formas. A primeira obra que conheci foi “A hora da estrela”, na adolescência. E Macabéa me doía, porque eu conheci várias Macabéas no norte de Minas Gerais, onde nasci. 

Quantas vezes as contradições humanas nos textos de Clarice me convidaram a encarar as minhas próprias! Quantas vezes me senti estrangeiro, mesmo na cidade onde nasci! Tenho fotos em que pareço triste, mas na lembrança tenho certeza de que estava alegre, a despeito de não estar sorrindo. Em seus livros, encontro mundos onde caibo. E onde cabem meus amigos, minha família, e todo o mundo que desconheço. 

Além do mais, seu dia a dia ordinário tem aura de realidade mítica. Clarice teve algum convívio ou foi lida e admirada por muitos dos meus ídolos: Chico Buarque, Fernanda Montenegro, Carlos Drummond de Andrade. 

E junto do seu amor por Recife, ela sinaliza também uma relação forte com Minas.  Na crônica “Das vantagens de ser bobo”, que é um estandarte contra a cultura da esperteza, essa doença do “levar-vantagem-em-tudo-e-a-qualquer-preço” tão recorrente no Brasil, ela descreve o bobo como a antítese do esperto, e afirma que há lugares que facilitam ser bobo, e Minas Gerais é um exemplo disso. Além disso, sua proximidade com tantos mineiros, a admiração profunda por Lúcio Cardoso, a amizade com Fernando Sabino, enfim… queria ter sido contemporâneo dela, mas só nasci onze meses após sua morte. E no entanto, através de seus livros, venho atravessando a vida em sua companhia.”  

SOBRE A SELEÇÃO DOS TEXTOS

O critério de seleção das obras seguiu uma linha afetiva “Escolhi primeiramente textos que me atravessam, que me intrigam, alguns que me divertem, muitos que me emocionam, outros que me questionam, uns que me colocam diante do espelho ou à beira do mistério indizível. Depois tive que abrir mão de muitos contos, porque queria quase tudo. Meu critério era muito amplo, quase uma falta de critério. Então cortei da lista, primeiro, os contos mais extensos que, sozinhos, já dariam uma peça. Mas nesta nova temporada pude retomar alguns textos que haviam ficado de fora na primeira. 

Ao longo do processo deste espetáculo é que fui me dando conta de que a seleção estava diversa, uma espécie de panorama de algumas das facetas de Clarice e achei bom que assim fosse. Primeiro porque a obra dela é mesmo multifacetada e sempre me chegou de formas igualmente diversas. E porque todos nós somos mesmo muito vastos, cheios de nuances e contradições. E especialmente Clarice nunca se furtou de procurar conhecê-las, de mostrá-las, de mergulhar nelas.”, conta Odilon.

CENTENÁRIO DE CLARICE 

Em 2020 celebraram-se 100 anos do nascimento de Clarice Lispector. Sua obra, de muitas facetas, ora propõe mergulhos vertiginosos na subjetividade humana ora, a partir de situações cotidianas, revela momentos de pura epifania. 

De família ucraniana, ela veio para o Brasil com menos de dois anos de idade e, enquanto brasileira, considerava-se pernambucana. Passou sua infância em Recife, cenário de muitos dos seus contos e crônicas. Aos 15 anos muda-se com a família para o Rio de Janeiro. Aos 19, ingressa na faculdade de Direito. Aos 23 anos, casa-se com o diplomata Maury Gurgel Valente com quem teve dois filhos. Viveu em diversos países: Itália, Suíça, Inglaterra e Estados Unidos. Separa-se do marido aos 39 anos e retorna ao Rio de Janeiro,  residindo no bairro do Leme até o fim de sua vida. 

TEMPORADA 

Data e horário: 11 de setembro a 02 de outubro de 2021 

sábados às 20h

Classificação Indicativa: 12 anos

Duração: 70 a 90 minutos (dependendo das escolhas do público)

Ingressos: R$ 50,00 (Inteira) | R$ 25,00 (Meia-entrada) 

Passaporte para o Ciclo Completo: R$ 150,00 (Inteira) | R$ 75,00 (Meia-entrada)

www.sympla.com.br/nasalacomclarice

Lotação: 990 pessoas

FICHA ARTÍSTICA 

Textos | Clarice Lispector 

Concepção e atuação | Odilon Esteves

Codireção e direção de arte | Fernando Badharó

Trilha sonora | Barulhista

Iluminação | Lucas Pradino

Pesquisa Iconográfica | Camila Pavanelli

T.I. | Arthur Balduini

Coordenação de Assessoria de Imprensa | Douglas Picchetti e Helô Cintra – Pombo Correio

Produção de vídeos | Flora Servilha

Consultoria de produção | Juliana Sevaybricker

Produção Executiva | Ricelli Piva

Apoio Institucional: Banco do Brasil

Além da Vida, inspirada na obra de Chico Xavier, faz nova temporada presencial no Teatro Liberdade a partir de 27 de junho

Desde a sua montagem original, em 1980, o espetáculo atingiu um público de mais de 2 milhões de espectadores. Versão dirigida por Cristiane Natale, que volta ao cartaz em São Paulo, foi criada em 2010, em comemoração ao aniversário de Chico Xavier 

Link para download de fotos – Divulgação

Montagem dirigida por Cristiane Natale comemora 10 anos de sucesso com nova temporada presencial. Texto de Hilton Gomes de Souza, Paulo Figueiredo e Augusto César Vanucci tem no elenco os atores Amanda Bitencout, Mayte Costa e Paulo de Jesus, além da própria diretora. 

A temporada presencial cumpre todos os protocolos de segurança contra a Covid-19 e começa no dia 27 de junho no Teatro Liberdade, aos domingos às 18h30.

A primeira montagem de Além da Vida, aconteceu em 1980, quando Chico Xavier e Divaldo Franco sentiram a necessidade de colocar no palco do teatro um espetáculo que abordasse a vida após a morte, com seriedade e comprometimento. Tinham em comum um amigo que trabalhava no meio artístico, mas não era apenas um profissional comum, pois tratava-se de um dos maiores diretores da televisão brasileira: Augusto César Vannucci.

Como era conhecido no meio, tomou frente nessa empreitada. Felipe Carone e Lúcio Mauro foram convocados e estrearam a primeira versão da peça no Rio de Janeiro, no dia 19 de janeiro de 1980. Mesmo antes da estreia, o grupo ficara receoso porque seria a primeira peça que abordaria um tema tão polêmico, mas Chico Xavier sabia o que aconteceria: sucesso absoluto! 

Foram mais de 2 milhões de espectadores em 40 anos de trajetória desde a primeira montagem do espetáculo. Neste percurso houve modernizações cênicas, e uma delas foi essa, que poderá ser vista no Teatro Liberdade a partir do dia 27 de junho, dirigida por Cristiane Natale feita em 2010, em comemoração ao aniversário de Chico Xavier.

“O Brasil é um país onde o misticismo é capaz de alimentar discussões intermináveis, movimentar massas e até transformar uma peça teatral num verdadeiro fenômeno. É o caso do espetáculo Além da Vida que aborda temas como reencarnação atraiu um público até então inimaginável: mais de 2 milhões de pessoas. Além da Vida é uma montagem sincera que mobiliza e leva a reflexão. As situações apresentadas tratam de temas como aborto, drogas, suicídio, preconceito, entre outros.

O espetáculo é um fenômeno que transcende ao fato teatral. Não é uma pregação, longe disto, ele mostra que há outras dimensões e que é necessário pensar muito a partir do momento em que o livre arbítrio existe em todos os níveis de consciência.” diz Artur da Távola. 

SERVIÇO

Teatro Liberdade – Rua São Joaquim, 129 – São Paulo
A partir de 27 de junho de 2021 

Domingos, às 18h30

Classificação: 10 Anos

Duração: 70 min

Valores: 

Plateia

Solidário R$ 50,00

Meia R$ 40,00

Inteira R$ 80,00

Balcão 

Solidário R$ 40,00

Meia R$ 30,00

Inteira R$ 60,00

Ingressos: https://www.eventim.com.br/artist/alemdavida/  

FICHA TÉCNICA

Direção: CRISTIANE NATALE

Texto: HILTON GOMES DE SOUZA, PAULO FIGUEIREDO E AUGUSTO CÉSAR VANUCCI

Elenco: CRISTIANE NATALE, AMANDA BITENCOURT, MAYTE COSTA E PAULO DE JESUS

Iluminação: BRUNO HENRIQUE

Sonorização: VICTORIA OLIVEIRA

Figurinos: VALENTINA FRANÇA

Fotografia: LISANDRA LINK

Realização: APPLAUS

Veja programação completa no site: https://ficsp.com.br/programacao.