Pato Fu volta aos palcos, pela primeira vez na pandemia, com o show “Música de Brinquedo 2”, ao lado do Grupo Giramundo

O espetáculo reúne clássicos da música pop nacional e internacional, interpretados por instrumentos em miniatura. A transmissão acontece dia 7 de março (domingo) diretamente do Centro Cultural Unimed-BH Minas, dentro do programa Diversão em Cena


FOTOS: 

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Crédito: Bruno Paraguay

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Crédito: Dudi Polonis

No dia 7 de março, domingo, os fãs do Pato Fu já podem matar saudade da banda mineira que, há quase 30 anos, se destaca pela originalidade, com trilhas marcantes em novelas e premiações, como Grammy Latino e Disco de Ouro. 

Depois de longo período de isolamento, o grupo faz a primeira live com o show “Música de Brinquedo 2”, que será transmitida diretamente do palco do Centro Cultural Unimed-BH Minas, a partir das 16h, pelo Youtube da Fundação ArcelorMittal e pelo facebook do programa Diversão em Cena. 

A classificação indicativa é livre, com duração de 60 minutos e acessível em libras. Esta apresentação é viabilizada por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais, com patrocínio da ArcelorMittal e produção/curadoria da Lima Produções Culturais.

Durante a transmissão, o público confere versões de clássicos da música pop nacional e internacional, interpretados por novos brinquedos e instrumentos em miniatura, como saxofones de plástico, kazoos, pianinho de brinquedo e tecladinhos de R$1,99. Entre as canções que ganharam versões “de brinquedo” estão Severina Xique-Xique, clássico de Genival Lacerda, e “Kid Cavaquinho”, conhecida na voz de Maria Alcina. 

A mistura de estilos e línguas típica desse projeto segue firme com “Datemi Un Martelo” (Rita Pavone) e “Livin La Vida Loca” (Ricky Martin), além de “Private Idaho” (The B 52’s) e “Every Breath You Take” (The Police), que soam como uma declaração de amor aos anos 80, maior fonte de inspiração da banda. 

O rock nacional também se faz presente com “Mamãe Natureza” (Rita Lee), “I Saw You Saying”, dos Raimundos e “Rock da Cachorra” de Eduardo Dusek. “Não Se Vá” (Jane e Herondy) revela os dramas pessoais dos bonecos Ziglo e Groco, monstrinhos, que acompanham a banda nas turnês. 


O repertório adulto somado à sonoridade em miniatura resulta mais uma vez em diversão garantida para pais e filhos. “Sem exclusões, todo mundo no mesmo quadrado, já que a música tem muitas camadas para todas idades, cada turminha com sua história. Da mesma forma, cada autor das canções ganha com essas versões uma espécie de homenagem, uma apresentação em embalagem de luxo para as novas gerações”, diz Fernanda Takai.


Estão previstas ainda durante o show, interações com o público, ao vivo, pelas redes sociais do Diversão em Cena, com sorteios de DVDs do “Música de Brinquedo 2”. 

O Pato Fu continua sendo formado pelo núcleo original: Fernanda Takai, John Ulhoa e Ricardo Koctus. Glauco Mendes (bateria) e Richard Neves (teclados) completam a banda, que para esse show conta também com Thiago Braga e Camila Lordy pilotando os mais variados tipos de brinquedos e miniaturas. Nos vocais de apoio: Groco e Ziglo, monstrinhos criados do Grupo Giramundo de Bonecos, manipulados pelos mestres Marcos Malafaia, Beatriz Apocalypse e Ulisses Tavares.


O cenário – baseado nos desenhos da conhecida ilustradora mineira Anna Cunha para o projeto gráfico do álbum – foi criado pela designer Andrea Costa Gomes e o arquiteto Fernando Maculan, com desenho de luz de Adriano Vale. Passados dez anos desde o primeiro Música de Brinquedo, esse projeto improvável do Pato Fu ganhou Disco de Ouro, Grammy Latino e vários outros prêmios, virou DVD e turnê, que se estende até hoje. 

SOBRE PATO FU

Com quase 30 anos de estrada, o Pato Fu não cansa de se reinventar. A banda mineira que já se destacou nas principais premiações nacionais, conquistou um Grammy Latino, vendeu discos de ouro e emplacou canções em trilhas de novela, é conhecida por se manter incansavelmente original;

O grupo mineiro que possui 13 discos e 5 DVDs lançados, atualmente é composto por Fernanda Takai (voz), John Ulhoa (guitarra), Ricardo Koctus (baixo), Glauco Mendes (bateria) e Richard Neves (teclados). A banda coleciona hits autorais – entre eles Canção Pra Você Viver Mais, Sobre o Tempo, Perdendo Dentes, Antes Que Seja Tarde, Simplicidade, Depois e Made in Japan – e também é conhecida pela criatividade e originalidade em suas regravações, a exemplo de Ando Meio Desligado (Os Mutantes), ou Eu Sei (Legião Urbana).

Além de shows por todo Brasil, a banda já se apresentou no Japão, Portugal, Inglaterra e Estados Unidos, e tem sido reconhecida como um dos grupos mais criativos do cenário Pop atual. John, guitarrista e principal compositor do grupo, define: “Somos a mesma banda. Não somos mais a mesma banda.”

PROGRAMA DIVERSÃO EM CENA ONLINE 

Considerado o maior programa de formação de público para teatro infantil no Brasil, esta apresentação é viabilizada por meio da Lei Estadual de Incentivo de Minas Gerais, com produção da Lima Produções Culturais. O Diversão em Cena tem o objetivo de contribuir para a democratização da cultura e oferecer uma programação regular de qualidade. Ao longo da década, mais de 425 mil pessoas conferiram os mais de 1,3 mil espetáculos.

LIMA PRODUÇÕES CULTURAIS (BH)

Produtora Cultural especializada em artes cênicas. Atua desde a concepção, organização, execução e pós-produção de projetos culturais. Possui em seu currículo diversas produções de espetáculos teatrais, bem como projetos culturais. Tem como Diretor Marcelo Carrusca, com ampla formação em Artes Cênicas / Produção e uma larga experiência como ator, diretor e produtor cultural. PRINCIPAIS EVENTOS / PROJETOS: Cinema na Praça – Exibições de longa-metragem em Canãa dos Carajás, PA; Mostra Integracine – Exibições de longa-metragem em Contagem/MG; Turnê Espetáculo “Deuses” – na Itália e na Grécia; Produção do II International Cultural Exchange com o Grupo Jobel de Teatro de Roma (Ouro Preto, Belo Horizonte e São Paulo/Brasil); Turnê do espetáculo “A fantástica floresta” por São Paulo e Bahia;

SERVIÇO

PATO FU EM LIVE SHOW “MÚSICA DE BRINQUEDO 2”

Com participação do Grupo Giramundo de Bonecos

7 de março, domingo – 16h

Transmissão ao vivo do Centro Cultural Unimed-BH Minas

Pelo Youtube Fundação ArcelorMittal e Facebook Diversão em Cena

Duração: 60 minutos | Classificação indicativa: Livre  | Acessível em libras

Produção em cena faz temporada de contação de história do Pássaro de Bom Birá de 12 a 17 de fevereiro

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Idealizado pela Vila Arte Produções, o projeto Produção em Cena ofereceu nos últimos dias 4 workshops de produção para jovens grupos artísticos e um bate-papo sobre produção com produtores de carreira do território. 

A próxima etapa do projeto acontece de 12 a 17 de fevereiro e será uma temporada gratuita de contação de história de O Pássaro de Bom Birá.

O Pássaro de Bom Birá narra a história de uma jovem órfã que é maltratada pela madrasta e encontra em um pássaro um grande amigo leal e conforto, mas que por uma série de desventuras acabam se afastando, levando a pobre moça a correr atrás dos seus próprios sonhos em busca do seu amor. 

Tendo como foco o estímulo à leitura, fruição cultural, formação de plateia e profissionalização de agentes culturais de Taboão da Serra, a programação do projeto Produção em Cena é totalmente online e gratuita, respeitando as orientações de distanciamento e gerando registro para consulta futura do município. 

“Taboão da Serra é rico em agentes culturais, que muitas vezes enfrentam dificuldade em circular em seu próprio território. Com a pandemia, a situação que, antes já era complexa, tornou-se ainda mais frágil, fazendo com que esses profissionais não tivessem qualquer fonte de renda”, contam os idealizadores. 

A Vila Arte Produções é formada por artistas e amantes da arte que buscam levar cultura, arte e entretenimento de qualidade para lugares periféricos, respeitando o público e agentes culturais, sempre construindo redes e valorizando o fazer artístico e sua pesquisa e preservação de memória. 

Serviço – Contação | O Pássaro de Bom Birá
Dias 12, 13, 16 e 17 de fevereiro;
às 16h; 

Grátis.

O Vendedor faz temporada online de 20 de fevereiro a 1º de março

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Do impulso de descobrir novas vertentes teatrais, nasceu a pesquisa do CaTI – Caxote Teatro Íntimo a partir do texto O Vendedor, de Phabulo Mendes. A montagem apresenta uma alquimia entre teatro, artes plásticas, cinema, e efeitos visuais e sonoros; tudo isso ao vivo entre os dias 20 de fevereiro e 1º de março, gratuitamente, pelo canal do Youtube do grupo. 

O texto é uma espécie de reflexão sobre as decisões que tomamos a cada instante; sobre as histórias que passam a existir a partir de cada escolha. Ao decidirmos algo, logo uma bifurcação aparece em nossa frente nos inquirindo uma nova escolha, e depois mais outra, e assim, como aparece em uma fala da peça, “continuamos boiando num infinito mar de hipóteses”.

Dessa forma, nossa vida segue sendo construída como numa fábula, num livro, com exceção apenas em relação ao epílogo, que no caso da vida, só acontece com a morte. Já na ficção, o livro sagrado que o Vendedor oferece ao Homem, é um livro aberto e prestes a ser preenchido pela vida desse próprio sujeito – Homem solitário – que coleciona livros e histórias, mas que no fundo, deseja, quiçá, um dia, deixar registrada algures sua própria existência. 

O espaço cênico pensado para a execução da obra, ao vivo, foi fator determinante para desenhar os caminhos da investigação deste teatro online. A primeira necessidade era ter uma casa real, que pudesse deixar de ser uma casa cotidiana, e que redimensionasse (artistas e espectadores) a outros tempos – antigos e futuros.

Então, o que era uma casa comum, onde vive um dos atores do CaTI, passou a abrigar uma realidade ficcional. A casa foi reestruturada para receber uma espécie de instalação – outros móveis, outros objetos, outras luzes; além da pesquisa de fotografia, enquadramento e planos, que contribuíram para explorar todas as possibilidades do ambiente.

SINOPSE
O que você faria se recebesse em sua casa, ao anoitecer, em meio a uma penumbra eterna, um vendedor de livros raros? E o que você faria ainda se ele lhe oferecesse um livro que não possui um fim? Um homem se encontra nesta situação e nós estamos investigando sua história, ao vivo, através de uma mídia online.



Sobre o grupo
O CaTI – CAXOTE TEATRO ÍNTIMO foi criado em 2013 com o objetivo de investigar o teatro na linguagem contemporânea, por meio de obras de autores clássicos e de novos dramaturgos. Além disso, em seus espetáculos, busca integrar artes cênicas e outras artes, e investigar o espaço alternativo e a relação intimista entre o público e a cena. 

Em 2014, o núcleo estreou o primeiro espetáculo: “Por acaso, navalha”, com direção de Fernando Aveiro, no Espaço Mínimo, ex-sede do grupo em São Paulo. Essa releitura do texto de Plínio Marcos cumpriu uma temporada de três meses na capital e realizou apresentações no interior do estado e litoral paulista. Com “Por acaso, navalha”, o CaTI obteve grande repercussão na mídia, êxito na formação de público, críticas aferindo relevância social e artística para o trabalho proposto pelos artistas – sobretudo do ponto de vista da inovação, ao propor um teatro-instalativo – além de três indicações ao Prêmio “Melhores do Teatro R7 2014”: para Bárbara Salomé e Humberto Caligari como atriz e ator revelação e para Rosângela Ribeiro como melhor cenário. 

Em 2017 o grupo inicia uma pesquisa de teatro solo multifacetado, chegando ao segundo trabalho do CaTI – “Obra Sobre Ruínas” – com atuação de Humberto Caligari e texto e direção de Fernando Aveiro. A peça fala sobre um Ser que decide passar por uma lobotomia para se adequar aos padrões impostos pela sociedade. O trabalho cumpriu uma temporada com 20 apresentações em São Paulo, na SP Escola de Teatro – Sede Roosevelt. 

Em 2019, o CaTI estreia seu terceiro espetáculo, “EX-GORDO”, de Fernando Aveiro, que cumpriu temporada com 15 apresentações no SESC Ipiranga, e, em 2020, realizou curta temporada na Oficina Cultural Oswald de Andrade e apresentação especial no SESC São Caetano/SP. Em 2020 o CaTI foi convidado para apresentar a peça no SESC Digital. A temática da obra é sobre a vida de um homem, que após passar por uma cirurgia bariátrica, tenta se restabelecer – seja na sociedade a qual ele não mais reconhece, ou, com seu “eu” interior. 

Em 2020, o núcleo iniciou um processo de criação virtual a partir do texto “O Vendedor”, de Phabulo Mendes, resultando num espetáculo virtual, com estreia digital no Teatro Paulo Eiró.

FICHA TÉCNICA
Texto – Phabulo Mendes
Direção – Fernando Aveiro
Atuação – Humberto Caligari e Murilo Inforsato
Concepção Criativa de Intervenções Visuais – Thiago Zanotta
Iluminação – Julia Orlando
Cenário e Figurino – CaTI – Caxote Teatro Íntimo
Intérprete em Libras – Caio Moreira
Assessoria de Imprensa – Pombo Correio
Produção Executiva – Murilo Inforsato
Produção Geral – Fernando Aveiro e Humberto Caligari


SERVIÇO
“O Vendedor” – teatro online

Apresentações:
20, 21, 22, 27*, 28/02 – 20h
01/03 – 20h
* no dia 27/02 haverá tradução em libras com o intérprete Caio Moreira.

Local:
Canal do YouTube – CATI TEATRO https://www.youtube.com/c/CATITEATRO

Duração: 40 minutos.

Parceria entre as Companhias Provisório-Definitivo e Núcleo do Desejo, espetáculo on-line O Amor e a Peste estreia dia 19 de fevereiro. 

Obra criada pelos atores Flavia Couto e Pedro Guilherme é Inspirada na vida e obra de Anais Nin e Antonin Artaud, além dos diários escritos pelo próprio casal de atores durante o isolamento social. Para além desses autores inspiradores do projeto foram trazidas ainda as reflexões sobre erotismo de Bataille, Lou-Andreas Salomé e sobre a erótica da loucura de Deleuze.

link para frames da obra

O projeto é apresentado em dois dias, tendo dois movimentos diferentes. O “Movimento 1: Da vida à arte” é apresentado sempre às sextas-feiras às 20h, e o “Movimento 2: Da arte à vida” é apresentado sempre aos sábados às 20h. A temporada vai de 19 de fevereiro a 06 de março, com cotas de ingressos gratuitas e de R$ 15,00 a R$ 40,00. A transmissão acontece pelo zoom com reserva de ingressos pela plataforma Sympla. A peça faz parte do Projeto EPIDEMIAS contemplado pelo Proac Expresso Lab no. 36 da Lei Aldir Blanc pela Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo. 

“Escolhemos o título “O Amor e a Peste” como extensão desses dois movimentos da peça, que além de refletir sobre as questões entre arte e vida trazem à tona as duas polaridades:  Eros, êxtase do encontro amoroso e o impulso de criação; e Thanatos, a separação amorosa dos corpos dos amantes, a pulsão de morte de uma sociedade maquinal, a peste, os movimentos disruptivos.” Comenta Flavia.

O Amor e a Peste nasceu de uma imersão realizada no período de isolamento durante a pandemia, tendo como ponto de partida e inspiração as relações entre vida e arte suscitadas no encontro artístico e amoroso de Antonin Artaud e Anaïs Nin. Esses artistas emblemáticos inspiraram os atores-criadores, o casal de atores Flavia Couto e Pedro Guilherme, a escrever diários, reflexões e inquietações durante o período de isolamento, acerca dos processos vividos por eles, tanto no âmbito da vida como da criação. O casal de artistas transpõe poeticamente a experiência de viver as flutuações de uma relação afetiva em meio ao confinamento e dentro de uma  imersão criativa, estendendo à cena essas oscilações e pulsões de vida, do amor, e de morte, que chegam no ápice quando foram contaminados pela Covid-19, num extremo da turbulência do momento político-social. 

Assim, a dramaturgia constrói sua teia narrativa nesses entrelaçamentos entre Artaud e Pedro e Anaïs e Flavia, na relação entre Vida e Arte, entre Eros e Thanatos, o êxtase e a finitude das coisas – a morte, criando um paralelo com a realidade atual.

Durante esse período de isolamento, de residência artística na própria casa, foram convidados para participar de maneira remota diversos colaboradores de áreas distintas para trazer contribuições práticas e teóricas, proporcionando afunilar a dramaturgia do corpo e texto, aprofundando a tessitura do material das reflexões trazidas pelos atores, além de um olhar externo, direcionamentos ao trabalho do ator, corporal, dramatúrgico, sonoro e visual. São eles: os diretores provocadores Donizeti Mazonas e Maria Fernanda Vomero, a preparadora corporal Lara Dau Vieira e o músico Edson Secco, que assina a trilha sonora original.

Pedro conta que “a necessidade é de refletir sobre a banalização da vida e situar essa criação que reflete sobre o mundo atual, por meio do testemunho de dois importantes artistas como Antonin Artaud e Anaïs Nin”. Assim, foram resgatados na dramaturgia alguns dados históricos, como a conferência “O Teatro e a Peste” de Antonin Artaud, realizada na Sorbonne em 1933 e registrada no diário de Anaïs Nin. Essa cena é um dos pontos de partida para uma das reflexões centrais da peça, sobre o resgate da sensibilidade e do corpo afetivo do homem em meio a uma sociedade tão maquinal e mercantil. A frase que Anaïs fala a Artaud no dia da conferência e registra em seu diário vai no cerne da questão “Para você morrer de peste, não é mais terrível que morrer de mediocridade, de espírito mercantil, da corrupção que nos rodeia”. 

Sinopse

A peça se divide em dois movimentos. O movimento “Da Vida para a Arte” fala do encontro amoroso de Anaïs Nin e Antonin Artaud. Esse encontro de um erotismo fantasmático, permite o espelhamento do casal de atores Flavia Couto e Pedro Guilherme no momento atual, em que partilham a experiência de viver uma relação afetiva em meio ao confinamento de uma pandemia, quando foram contaminados pelo Covid. O segundo movimento “Da Arte para a Vida”, fala do encontro artístico entre Anaïs Nin e Antonin Artaud, em que Anaïs descreve em seu diário a conferência “O Teatro e a Peste” realizada em 1933 por Artaud e a criação de ambos contaminados nas relações arte e vida. Essa parte também conta com as reflexões dos atores sobre o processo de criação em tempos de crise.

Nos dois movimentos, o encontro entre Anais e Artaud se expande para a realidade do casal de atores, criando uma outra linha dramatúrgica paralela. Os personagens e atores se contaminam, se misturam, construindo pontos de convergência entre textos, que conduzem o discurso da peça. 

Sobre Núcleo do Desejo

O núcleo “Do desejo” é formado por Flavia Couto e Pedro Guilherme e tem a colaboração de diversos artistas como Antônio Januzelli, Donizeti Mazonas, Maria Fernanda Vomero, convidados para criação/pesquisa de projetos acerca de escrituras da cena, do corpo e texto, investigando o desejo como eixo central, a potência de vida e criação que ele provoca, bem como pulsão de morte.

2020 – O Tablado Lírico de Hilda Hilst parte 2 – e  O Tablado Lírico de Hilda Hilst parte 1- – Programação online da biblioteca Mário de Andrade; 2019 – Escrituras Desejantes – Abertura de Processo no Teatro Zanoni Ferrite em 17/08/2019 – São Paulo.  ProAc Bolsa de Aprimoramento – Curso intensivo e residência no Théâtre Le Colombier com Roberta Carreri do Odin Teatret e Fabio Sforzini do Théâtre des Grands Chemins. Les Cabannes. França. 2019/2018/2017 Anais Nin à flor da Pele Direção: Aline Borsari. Festival MigrActions – no Théâtre de l’Opprimé – Paris. SESC Taubaté – Centro Cultural Banco do Nordeste de Sousa e Centro Cultural Banco do Nordeste de Juazeiro do Norte. Esteve em Cartaz na Oficina Cultural Oswald de Andrade e estreou em Paris no Teatro Regard du Cygne. 

CIA. PROVISÓRIO- DEFINITIVO

Criada em 2001 por formandos em Artes Cênicas na ECA-USP, a Cia. Provisório-Definitivo comemora 18 anos. Cia. premiada, EM 2018 representou o Brasil no Festival Damai Super Live em Chengdu, na China, com AS ESTRELAS CADENTES DO MEU CÉU SÃO FEITAS DE BOMBAS DO INIMIGO – duas indicações para o Prêmio Shell 2013 (Melhor Direção e Melhor Iluminação). Sua última montagem, DADESORDEMQUENÃOANDASÓ foi contemplada com o Prêmio Zé Renato de Teatro – 2015 e o Proac Circulação – 2017. O espetáculo GANGUE foi o grande vencedor do Prêmio FEMSA em 2013, sendo premiado em três categorias (Melhor Espetáculo Jovem 2012, Melhor Ator Coadjuvante e Melhor Atriz Coadjuvante), PELOS ARES venceu o Prêmio de Melhor Peça Infantil no Cultura Inglesa Festival (2010); e FAMÍLIA DRAGÃO foi indicada ao Prêmio FEMSA 2009 de Melhor Ator Coadjuvante. Já TODO BICHO TUDO PODE SENDO O BICHO QUE SE É ganhou o Prêmio Funarte Petrobrás para Montagem de Textos Inéditos e indicação ao Prêmio FEMSA 2007 de Melhor Autor – Pedro Guilherme. Seu espetáculo de estreia, VERDADES, CANALHAS, foi premiado em todos os festivais que participou. A Cia. tem na sua trajetória seis espetáculos adultos, cinco infantis e um espetáculo jovem. Participou de inúmeros festivais e projetos de circulação teatral.

Flavia Couto- intérprete-criadora

Flavia Couto é atriz, diretora, produtora e bailarina flamenca. Doutoranda no Programa de Artes da Cena na linha Poéticas e Linguagens da Cena da Universidade Estadual de Campinas – Unicamp. Mestre em Pedagogia do Teatro (2009) pela Universidade de São Paulo ECA/USP.  Bacharel em Interpretação Teatral (2005) pela Universidade de São Paulo ECA/USP. Ministra aulas de Interpretação Teatral, Corpo, Voz e produção na Escola de Atores Nilton Travesso. 

Seus trabalhos mais recentes no teatro como atriz foram “Anaïs Nin à flor da pele”, direção de Aline Borsari do Théâtre du Soleil, “Hamlet-ex-machina” direção: Érika Bodstein, “A Casa de Bernarda Alba” – leitura dramática musical – direção Maria Thaís, “Floema”, direção: Donizeti Mazonas, “Vestir o Pai” de Mário Viana, ”Selvagens. Homem de olhos tristes”, dirigido por Hugo Coelho e “O Unicórnio”, dirigido por Christina Trevisan.

No cinema participou dos longas: “Amador” e “À procura de Borges” – ambos Direção: Cristiano Burlan (2016); e da série de TV “A Vida Alheia”, da Tv Globo (2010).

Pedro Guilherme – intérprete-criador

Ator, dramaturgo, produtor, diretor, Pedro tem um vasto currículo no Teatro paulistano. Em 2020 atuou na peça CORPO de vários autores (Silvia Gomez, Carla Kinzo, Fernanda Rocha, Marcos Gomes e Lucas Mayor) e direção de Lucas Mayor e Marcos Gomes e participou da residência artística TEATRO AGONIZANTE do argentino Lisandro Rodriguéz na MIT-São Paulo. Em 2019, participou como ator do Workshop “Théâtre Total” em Les Cabannes na França. Em 2018, participou  como ator e produtor do Festival Damai Supre Live em Chengdu na China com o espetáculo AS ESTRELAS CADENTES DO MEU CÉU SÃO FEITAS DE BOMBAS DO INIMIGO, uma criação coletiva da Cia. Provisório-Definitivo dirigida por Nelson Baskerville.

         Também em 2018, esteve em cartaz como ator em HAMLET EX-MÁQUINA de Heiner Muller, direção de Erika Bodstein; A MORTE ACIDENTAL DE UM ANARQUISTA de Dário Fo, direção de Hugo Coelho; e viajou pelo interior do estado de São Paulo pelo PROAC de Circulação como ator e produtor do espetáculo DADESORDEMQUENÃOANDASÓ de Davey Anderson, direção de Carlos Baldim, sendo a última montagem da Cia. Provisório-Definitivo, contemplado com o Prêmio Zé Renato de Teatro na época da sua estreia em 2016.

               Em 2016, esteve em cartaz como ator com o espetáculo HUIS CLOS – A PORTAS FECHADAS de Jean Paul Sartre com direção de Diego Mosckovitch. Em 2016, o espetáculo O ANIVERSÁRIO DA INFANTA, texto seu, estreou como um dos selecionados do 20º Cultura Inglesa Festival.

         No ano de 2014, foi contemplado com o PROAC Nº 40 de Incentivo a criação literária – Texto De Dramaturgia para a pesquisa e criação de (A) DOR(A), texto Vencedor do 2º Concurso Fetaerj de Dramaturgia Prêmio João Siqueira no Rio de Janeiro em 2015.

         Responsável pela dramaturgia de GANGUE, que recebeu Prêmio Femsa de melhor espetáculo jovem de 2012. Escreveu também HISTÓRIAS POR TELEFONE, que ganhou o APCA de 2011 de Melhor Peça Infantil, com a qual Pedro também foi indicado ao Prêmio Femsa de Melhor Autor de Texto Adaptado em 2011. Assim como é dele a dramaturgia da Melhor Peça Infantil da Cultura Inglesa Festival de 2010, a peça PELOS ARES. E o reconhecimento do trabalho dramatúrgico dele começou em TODO BICHO TUDO PODE SENDO O BICHO QUE SE É, onde foi indicado ao Prêmio Femsa 2007 como Melhor Autor de Texto Original. Vale ressaltar também a parceria com Carla Candiotto no texto de A VOLTA AO MUNDO EM OITENTA DIAS, a parceria com Hugo Possolo na confecção de esquetes do espetáculo EX-FILHOS, a parceria com Vany Alves na roteirização de PRINCESA, EU?, e por último a escrita colaborativa com Nelson Baskerville no espetáculo AS ESTRELAS CADENTES DO MEU CÉU SÃO FEITAS DE BOMBAS DO INIMIGO, onde Nelson Baskerville está indicado ao Prêmio Shell.

         Formado pela ECA-USP em Bacheraledo – Interpretação Teatral (2001), trabalhou 6 anos com o grupo Parlapatões.

Ficha técnica 

Concepção, dramaturgia e intérprete Criadores: Flavia Couto e Pedro Guilherme

Diretores Provocadores:  Donizeti Mazonas e Maria Fernanda Vomero

Preparação Corporal e Desenho de Movimento: Lara Dau Vieira

Trilha sonora Original: Edson Secco

Operação de som e vídeo: Paula Arruda

Serviço

Apresentações: de 19 de fevereiro  a 06 de março, sempre às 20h.

Ingressos: cotas de ingressos gratuitas e de R$ 15,00 a R$ 40,00

Links para reserva de ingressos: 

Dia 19 de fevereiro, movimento 1:

https://www.sympla.com.br/o-amor-e-a-peste–movimento–da-vida-a-arte__1123240

Dia 20 de fevereiro, movimento 2:

https://www.sympla.com.br/o-amor-e-a-peste—movimento-da-arte-a-vida—experimento-cenico-online__1123348

Dia 26 de fevereiro, movimento 1:

https://www.sympla.com.br/o-amor-e-a-peste–movimento–da-vida-a-arte__1123368

Dia 27 de fevereiro, movimento 2:

https://www.sympla.com.br/o-amor-e-a-peste—movimento-da-arte-a-vida—experimento-cenico-online__1123382

Dia 05 de março, movimento 1:

https://www.sympla.com.br/o-amor-e-a-peste–movimento–da-vida-a-arte–experimento-cenico-on-line__1123379

Dia 06 de março, movimento 2:

https://www.sympla.com.br/o-amor-e-a-peste—movimento-da-arte-a-vida—experimento-cenico-online__1123388

Espetáculo de dança-teatro Machomachine estreia on-line dia 25 de fevereiro

Protagonizado peles bailarines Wilson Aguiar e Tatiane Trujillo com direção de Luciana Canton, o espetáculo é apoiado pela lei Aldir Blanc. Machomachine investiga a masculinidade tóxica e a problematiza como a origem de muitos males envolvendo a opressão da mulher na sociedade contemporânea: o machismo, o sexismo, a misoginia e a cultura do estupro são fomentadas desde a infância e acabam formando gerações

Uma imagem contendo no interior, mulher, homem, pequeno

Descrição gerada automaticamente
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O espetáculo ficará em cartaz online de 25 de fevereiro a 07 de março, de quinta a domingo, sempre às 20h nos canais do YouTube e Facebook do Atelier Cênico, das Oficinas Culturais Oswald de Andrade e do CRD- Centro de Referência da Dança.

Machomachine coloca frente a frente os princípios e energias do masculino e do feminino através de um espetáculo de dança-teatro, trabalhando a objetificação da mulher, a diminuição de sua capacidade intelectual, a tendência a definir a mulher como “histérica” e “louca” e também o dano que a manutenção da ideia de masculinidade hegemônica causa para os homens. 

“O que começa na infância com piadas sexistas evolui rapidamente para a competitividade compulsiva sexual entre os adolescentes e delas vem legitimada a permissividade do estupro e do assassinato. Os exemplos são infinitos e constantes, e provam a imensa violência contra a mulher em nossa sociedade, que cria cada vez mais machosmachines, máquinas de machismo cego e intolerante”, comenta a diretora.

O coreógrafo e bailarino cisgênero Wilson Aguiar se cercou de duas mulheres também cisgêneras, a diretora de teatro e cinema Luciana Canton, e Tatiane Trujillo, bailarina e atriz, para desenvolver neste projeto a coreografia que enfrenta as questões da masculinidade tóxica. A narrativa do espetáculo foi inspirada em conto de 1843 de Edgar Allan Poe que trata de um feminicídio e trabalhada a partir de relatos atuais de mulheres cedidos para esse trabalho. 

Este espetáculo foi financiado pela Lei Aldir Blanc através do ProAC Expresso Lab da Secretaria Estadual de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo e do Governo Federal.

SINOPSE – Machomachine

Machomachine é um espetáculo de dança- teatro que trabalha as questões da masculinidade tóxica, personificadas por um homem cisgênero (Wilson Aguiar) e uma mulher cisgênera (Tatiane Trujillo). A máquina hegemônica de produzir sexismo, misoginia, machismo, cultura do estupro e feminicídio é desmembrada em cenas criadas pela bailarina, a diretora e o coreógrafo.  

SERVIÇO:

Temporada on-line – de 25/02 a 07/03, de quinta a domingo, sempre às 20h nos canais do YouTube e Fabebook do Atelier Cênico, das Oficinas Culturais Oswald de Andrade e do CRD.

Duração: 40 minutos

Classificação indicativa: 14 anos

FICHA TÉCNICA: 

Bailarines

Tatiane Trujillo e Wilson Aguiar 

Direção e figurino

Luciana Canton

Coreografia e cenografia

Wilson Aguiar 

Produção

Gustavo Valezzi

Design Gráfico

Crioula Design

Realização

Atelier Cênico

Maternagem, solo de André Fusko, com direção e atuação Amanda Acosta faz nova temporada online gratuita, direto do palco do Teatro Morumbi Shopping, de 24 de fevereiro a 31 de março

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Créditos: Vivian Abravanel

“A maternagem começa a ser desenvolvida desde que o nenê nasce, pela maneira que tudo chegou a ele. O que chega ao bebê depende muito da qualidade de maternagem de sua mãe ou substituta.” (Içami Tiba).

Amanda Acosta apresenta o solo Maternagem, escrito por André Fusko entre os dias 24 de fevereiro e 31 de março. A atriz estará ao vivo no Teatro Morumbi Shopping e o espetáculo será transmitido de maneira online e gratuita pela página do Youtube. 

Na peça são apresentadas as histórias de quatro mulheres e suas relações com a aventura de ser mãe. Amanda Acosta dá vida a uma adolescente youtuber bem-humorada, que sonha em um dia ser mãe; a uma senhora culta que criou os filhos sob suas rédeas; a uma mulher à beira da loucura por reprimir seus instintos; e a uma idosa bem-resolvida e cativante. Todas revelam sua experiência prática na aventura que é ser uma mãe sobrevivendo na grande metrópole chamada São Paulo.

Instinto ou razão? Medo ou encantamento? Presunção ou humildade? Egoísmo ou generosidade? Ou tudo isso? Uma surpresa para quem espera um espetáculo adocicado e ameno. O espetáculo, que tem mais de 10 anos de carreira, traz a reflexão sobre a maternagem, que é o processo afetivo e comportamental que define o papel da mãe, não necessariamente a com vínculo biológico. 

“Maternagem tem olhar sensível de como as mulheres sentem as injustiças sociais, as angústias amorosas, a solidão, a alegria, a realização pessoal e outras questões, mas sempre em relação à sua missão de trazer uma nova pessoa ao mundo neste contexto. O objetivo do projeto é fazer com que as pessoas reflitam e debatam sobre o tema e questionem a sua realidade e a sociedade em que vivem”, conta Amanda. 

O espetáculo teve temporada de sucesso em São Paulo, estreou no Espaço dos Satyros em fevereiro de 2010, ficou em cartaz no Teatro Imprensa de abril a agosto do mesmo ano e recebeu elogios da crítica especializada. Em 2020 fez uma apresentação online no projeto “Teatro Vivo em Casa” do Teatro Vivo e uma apresentação online no “Festival de Teatro de Curitiba”.

Sobre Amanda Acosta 

Amanda Acosta interpretou Bibi Ferreira no musical “Bibi, Uma Vida em Musical”, que fez temporada de grande sucesso no Rio de Janeiro (2017) e em São Paulo (2018), e por sua atuação ganhou os seguintes prêmios de melhor atriz: APCA (SP); Prêmio Bibi Ferreira (SP); Reverência (SP); Aplauso Brasil (SP); CESGRANRIO (RJ); APTR (RJ); Botequim Cultural (RJ); Destaque Digital; indicada ao prêmio SHELL (RJ). Interpretou Carmem Miranda no musical “Carmen, a Grande Pequena Notável”, por sua atuação ganhou o prêmio “São Paulo de Incentivo ao Teatro infantil e Jovem” de melhor atriz. O musical estreou em 2018 no CCBB em SP e fez mais duas temporadas: teatro Itália em 2019 e no Teatro Tuca em 2019 e 2020. Em 2019 interpretou Serena no musical “As Cangaceiras, Guerreiras do Sertão”, indicada aos prêmios de melhor atriz: Prêmio Bibi Ferreira; Destaque Prêmio Digital. Iniciou sua carreira com quatro anos de idade, participando de programas de calouros e filmes publicitários, e aos oito anos entrou para o grupo musical Trem da Alegria. Como atriz, estreou na novela O Mapa da Mina, na TV Globo. No teatro, fez sua primeira peça aos treze anos: o musical O Mágico de Oz. Atuou em diversos espetáculos, entre eles, My Fair Lady, onde interpretou a personagem Eliza Dolittle – com a qual ganhou os prêmios de melhor atriz: Contigo de Teatro e Qualidade Brasil; Motorboy, onde foi indicada como melhor atriz no prêmio Qualidade Brasil; Grease; Godspell; O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá; As Mulheres da Minha Vida, ao lado de Antônio Fagundes; Esta é a Nossa Canção; no monólogo Maternidades; Baby o Musical; O Incrível Doutor Green; L’Illustre Molière; foi Maria Rosa no musical “Vingança”; Leonor Praxedes em “Caros Ouvintes”; Eduarda Bandeira em “Bilac Vê Estrelas”; Dora em “O Primeiro Musical a Gente Nunca Esquece”; Cacau em “4 Faces do Amor”; Alice Miligann na Peça-Documentário Musicada “As Duas Mortes de Roger Casement” com a Cia Ludens”; Mocinha no musical “O Roque Santeiro”; dirigiu e roteirizou em parceria com Kleber Montanheiro o show “Alô, Alô Theatro Musical Brazileiro”. Ganhou o prêmio de melhor atriz no Festival Curta Cabo Frio e no Festival Guarnicê de Cinema, por sua atuação no curta-metragem“Pelo Ouvido”. Interpretou Evelina no longa-metragem “E a Vida Continua”. Na TV Cultura participou do projeto de teleteatro “Senta que Lá Vem Comédia”, nas peças: “Caiu o Ministério” e “Defeito de Família” de França Junior, “O Primo da Califórnia” de Joaquim Manoel de Macedo; ainda na TV Cultura foi apresentadora dos programas “Imagem do Som”, “Clipearte” e comandou ao lado de Marisa Leite de Barros o programa “Inglês com Música; interpretou a personagem Letícia na novela Chiquititas no SBT.

Sobre André Fusko 

André Fusko é ator, diretor e produtor de Teatro e médico Clínico Geral e do Trabalho formado em 1997 pela Faculdade de Medicina da USP e em 2002 pela Escola de Arte Dramática ECA USP. Tem experiências em Teatro e televisão desde como autor, diretor, produtor e ator. Atualmente é responsável pela estratégia de saúde do Banco Itaú Unibanco tendo publicado em dezembro de 2015 a “Política de Acolhimento das Mães”, beneficiando mais de 300 mães por mês, auxiliando durante a gestação, a Licença Maternidade e depois em seu retorno ao trabalho. 

Ficha técnica 

Autor: André Fusko 

Atriz: Amanda Acosta

Direção: Amanda Acosta   
Trilha Sonora Original: Kalau 
Cenário (Obra de arte “Casulo”) e adereço: Paulo Bordhin

Iluminação e Operação de Luz: Kleber Montanheiro

Assistência de Direção e Operação de Som: André Kirmayr

Produção: Amanda Acosta

Assessoria de Imprensa: Pombo Correio

Foto Flyer: Vivian Abravanel

Serviço

De 24 de fevereiro a 31 de março

Quartas-feiras, às 20h

Transmissão online pela página do Youtube do Teatro Morumbi Shopping

Duração: 60 minutos

Classificação indicativa: 14 anos

Link de acesso: https://ulink.bio/teatromorumbishopping

Companhia Delas comemora 20 anos de história com websérie sobre Maria Sibylla Merian: uma das maiores ilustradoras científicas de todos os tempos


Espaço para foto e link

Em 2020, em plena Pandemia do Coronavírus, a Companhia Delas trabalhou para  levar ao meio digital sua pesquisa sobre Mulheres e Ciência. O primeiro resultado foi a Trilogia Olho Mágico, recentemente premiada pelo APCA 2020. Agora, para comemorar seus 20 anos de história, as atrizes contam a história de Maria Sibylla Merian numa websérie em 5 episódios transmitidos pelo Youtube, onde também haverá um conjunto de ações e conteúdos voltados para crianças. 

Além da qualidade da pesquisa científica, histórica e a experiência das componentes do grupo na comunicação com o público infanto-juvenil, outro grande diferencial do projeto é que todo o material criado pela Companhia será também disponibilizado em uma versão com recursos de acessibilidade, contando com audiodescrição e interpretação em libras. 

Há 20 anos, as atrizes Ciça Magalhães, Fernanda Castello Branco, Julia Ianina, Paula Weinfeld e Thaís Medeiros decidiram, ainda adolescentes, no Teatro Escola Célia Helena, formar uma companhia para fazer teatro do jeito delas. 

Com 16 prêmios no currículo e sucesso de críticas, a Companhia Delas inicia as comemorações de duas décadas de história, a partir de 24 de fevereiro, com a websérie Maria e os Insetos, que conta, para crianças, a trajetória de Maria Sibylla Merian, nascida na Alemanha em 1647, que combinou ciência e arte para se tornar uma das maiores ilustradoras científicas de todos os tempos. 

O trabalho foi concebido para o teatro com direção de Thaís Medeiros, com as atrizes Julia Ianina, Fernanda Castello Branco e Paula Weinfeld no elenco e chegou a estrear no Sesc Consolação em fevereiro de 2020 com ingressos esgotados e fila de espera em todas as sessões Com a pandemia, as atrizes decidiram que desdobrariam o trabalho para o audiovisual com a proposta de “ser gostoso de assistir em casa, mas que também tenha um gostinho de teatro”. 

Buscaram uma equipe audiovisual para ajudar na missão e chamaram para formar a time o Murilo Alvesso (Assum Filmes), que entendeu o desejo da companhia e encaminhou a filmagem de forma viva, pulsante, reafirmando a todo momento a teatralidade do registro. A direção de arte fica por conta da experiente atriz, artista plástica e figurinista Mira Haar, uma das criadoras do Pod Minoga na década de 60 e também conhecida pelos seriados Rá-Tim-Bum e Mundo da Lua, da TV Cultura. 

A websérie com 5 episódios, com média de duração de 15 minutos cada, será disponibilizada gratuitamente no Youtube e foi gravada durante quatro dias, em setembro de 2020 no Sesc Santo André. “O grande desafio foi entender como fazer a peça sem buscar o olhar das crianças na plateia, que é algo muito importante para nós. A gente precisou criar uma nova relação com quem nos assiste através da câmera. E nessa nova experiência, a câmera era nosso público imaginário”, contam as atrizes.

Para a companhia, contar a história de Maria Sibylla Merian durante a pandemia é muito oportuno, já que estamos vivendo um momento que escancara a necessidade de entender e valorizar o papel da ciência. “Nessa pesquisa descobrimos que artistas e cientistas têm tudo a ver. Ambos precisam ser criativos e curiosos, ambos fazem perguntas e buscam respostas. As crianças também têm essas qualidades e se identificam com o desejo de entender o mundo. Por isso a gente ama contar histórias de mulheres que enfrentaram a ignorância e a intolerância para entender e melhorar o mundo em que viviam”, comentam as integrantes da Companhia Delas. 

Quem foi Maria Sibylla Merian e por que contar sua história?


Retrato de 1679

Desde jovem, Maria começou a coletar insetos para estudar seus comportamentos. O padrasto ensinou-a a pintar, habilidade que ela usou para ilustrar os diferentes estágios da vida de seus insetos favoritos. Maria se interessava especialmente pelas borboletas. Na época, ninguém entendia realmente a conexão entre as lagartas e as borboletas. Em 1679, ela publicou um livro sobre metamorfose, repleto de anotações científicas e ilustrações.

A partir daí a vida de Maria mudou drasticamente. Ela deixou o marido e levou a mãe e suas duas filhas para a Holanda. Elas se juntaram a um grupo religioso estrito que tinha laços com uma colônia holandesa na América do Sul, o Suriname. O grupo religioso mal administrado acabou se desfazendo, mas o interesse de Maria pelo Suriname permaneceu. Aos 52 anos de idade, curiosa a respeito dos novos insetos, Maria desbravou as florestas da América do Sul. Ela documentou insetos nunca vistos antes e enfrentou os perigos da chuva e do calor. Infelizmente, a viagem terminou antes do previsto, pois ela contraiu malária e teve que voltar à Europa. Mas ela já tinha feito as ilustrações de que precisava para criar seu maior livro. “A metamorfose dos insetos do Suriname” foi publicado em 1705 e se tornou um sucesso em toda a Europa. O trabalho de Maria ajudou os cientistas futuros a classificar e entender os insetos. Suas ilustrações belas e detalhadas surpreendem e ensinam pessoas até hoje.

“As mulheres são praticamente metade de nossa população e simplesmente não podemos nos dar ao luxo de ignorar esse poder cerebral: o progresso da humanidade depende de nossa busca contínua pelo conhecimento. Mulheres como Maria Sybilla Merian provam ao mundo que não importa o gênero, a raça ou os antecedentes: qualquer pessoa pode realizar coisas grandiosas. O legado delas está vivo. Hoje, mulheres de todo o mundo continuam arriscando tudo para descobrir e explorar. Celebremos essas desbravadoras para que possamos inspirar a próxima geração. Juntas, podemos continuar do ponto em que elas pararam e seguir na busca do conhecimento. Acreditamos no poder de espalhar histórias inspiradoras como essa e em contribuir para a transformação dessa realidade. Essa é nossa parte nesse trabalho de formiguinha”, falam as atrizes.

Do teatro para o audiovisual

Murilo Alvesso conta que há um tempo procura entender como a experiência do teatro pode ser compatível com o vídeo, já sabendo que diante da câmera a obra sempre se transforma em outra. “As perspectivas e os olhares seguem uma lógica diferente na tela. Os movimentos de câmera e a proximidade com os atores são boas ferramentas para perseguir o vigor que só a presença no teatro tem. É um exercício de parceria com a turma do espetáculo que precisa estar aberta a transformações na encenação, e com a Companhia Delas isso foi perfeito. Na aventura de levar Maria e os Insetos para o formato audiovisual, a intenção foi que a câmera pudesse estar simultaneamente na cena e na plateia. Assim como um quarto personagem, o público dessa websérie vai seguir viagem com a Maria por oceanos e florestas construídas dentro do palco e da imaginação”, conta Murilo.

A veterana Mira Haar já dirigiu espetáculos da companhia e faz os figurinos e cenários desde o início do grupo. “Em Maria e os Insetos não foi diferente, mas foi ainda mais especial porque a Maria Sibylla era ilustradora – ela traz seus estudos com cor, textura e composições muito bonitas. Nós queríamos trazer a beleza das suas ilustrações para a peça. Por isso, era inevitável que a questão plástica e estética fossem centrais nesse trabalho. E ninguém melhor que a Mira para aproveitar todo esse material e levar pro palco. Quando chegou a câmera foi incrível, porque pudemos explorar a dimensão dessa beleza em várias camadas. Aí entra a importância da luz, que foi essencial para criar ambientes, climas, esconder e revelar o cenário na hora certa. Para esse desafio também tivemos o privilégio de contar com o talento do querido Wagner Freire, que, assim como a Mira, trabalha há anos com o nosso grupo e  que reforçou a plasticidade da cena. Tudo isso é parte importante dessa história, é parte da dramaturgia também”, contam as criadoras da Companhia. 

Atividades complementares – LIVES

Além da websérie, que vai ser disponibilizada também na versão acessível, o projeto conta com CONVERSAS DELAS, 3 lives que acontecem nos dias 08, 15 e 22 de março, às 20h. 

1ª CONVERSA (08/03, 20h) – “Uma conversa sobre acessibilidade, convivência e o teatro.”, com participação de Paula Lopez e Pauline Luise Fonseca; – 

2ª CONVERSA (15/03, 20h) – “Uma conversa sobre referências para o imaginário infantil” com a participação de Beth Carmona e Gabriela Romeu; 

3ª CONVERSA (22/03, 20h) – “Uma conversa sobre a divulgação de histórias de mulheres que mudaram o mundo” com a participação de Angélica Kalil e Duda Porto de Souza.


Atividades complementares – vídeos interativos 

Grupo de mulheres que trabalham com arte e investigação da natureza para crianças, o Coletivo Miudezas faz parte da programação de Maria e os Insetos. Durante a temporada no teatro do espetáculo, o Coletivo realizou um ateliê na saída da peça, com atividades que desdobravam a temática da peça e permitiam às crianças colocar a mão na massa. 

Para a websérie, essa atividade também foi adaptada. “Adoramos o trabalho delas que tem tudo a ver com o olhar da Maria Sybilla. É um material complementar muito rico e possibilita que o tema da websérie continue presente para as crianças e famílias, com atividades possíveis de se fazer em casa. Serão seis vídeos curtos que propõem atividades simples e divertidas para que as crianças se desafiem e se divirtam. Acreditamos que essas atividades têm potencial de instigar o olhar para as pequenas transformações que acontecem ao nosso redor”. 

Projetos e futuro

A Companhia Delas estuda a possibilidade de transformar a peça Mary e os Monstros Marinhos também numa websérie, além de disponibilizar no Canal de Youtube os três episódios de “Olho Mágico” – recém-premiado pela APCA – que realizaram em parceria com a Secretaria Municipal de Cultura. Assim que possível, claro, elas desejam voltar aos palcos com o espetáculo Maria e os Insetos, que teve sua agenda de apresentações interrompida pela pandemia, e também realizar a terceira parte da trilogia MULHERES E CiÊNCIA, com a estreia do espetáculo Caroline e os cometas.

“Sentimos que temos um material infinito, de histórias emocionantes e assuntos fascinantes, que precisam ser contados. O teatro é uma das possibilidades de contar essas histórias. Estamos descobrindo novas formas, espaços e linguagens. Mas ainda estamos conhecendo e descobrindo esses novos caminhos. O mais importante para nós, nesse momento, foi poder seguir criando e em contato com essa pesquisa que tanto nos alimenta. Talvez esses novos formatos tenham mesmo chegado para ficar no nosso grupo, mas isso ainda é algo que vamos descobrir. Estamos torcendo para dar certo”.

Sobre a Companhia Delas 

A Companhia Delas é um grupo de produção e pesquisa teatral criado em 2001. Formado apenas por atrizes (Ciça Magalhães, Fernanda Castello Branco, Julia Ianina, Paula Weinfeld e Thais Medeiros), são elas as idealizadoras, produtoras e coordenadoras de todo o processo de criação de seus trabalhos. Com 11 espetáculos em seu repertório, a Companhia já trabalhou sob a direção artística de Rhena de Faria, Silvana Garcia, Eric Lenate, Nelson Baskerville, Carla Candiotto, Mira Haar, Ana Roxo, Marco Antonio Rodrigues, entre outros. Ao longo de 20 anos de atuação, a Companhia acumula 14 indicações e 7 prêmios entre APCA, Shell, PANAMCO, Coca-Cola FEMSA, Prêmio São Paulo de Incentivo ao Teatro Infantil e Jovem. Dentre seus espetáculos infantis estão: “Mary e os Monstros Marinhos”, com a direção de Rhena de Faria (Prêmio APCA de 2018 de Melhor Espetáculo de Texto Original, indicado em 9 categorias no Prêmio SP de estímulo ao teatro Infantil e jovem); “A famosa invasão dos ursos na Sicília”, inspirado no romance homônimo de Dino Buzzati, com a direção de Carla Candiotto (Prêmio APCA 2014 de Melhor Elenco de espetáculo infantil, indicado em 4 categorias no 1o Prêmio São Paulo); “Histórias por Telefone”, a partir do livro de Gianni Rodari, com a direção de Carla Candiotto (APCA 2011 de Melhor Espetáculo; Prêmio APCA 2011 de Melhor Direção e Prêmio Coca-Cola FEMSA 2011 de Melhor Direção); “Quase de Verdade”, baseado na obra de Clarice Lispector com direção de Ulisses Cohn (Prêmio APCA 2001 de Melhor Espetáculo Adaptado). No período da pandemia a Companhia se lançou o desafio de levar sua pesquisa para crianças através de novas linguagens. Assim surgiu a websérie OLHO MÁGICO, composta por três episódios produzidos em parceria com a Secretaria Municipal de Cultura. A iniciativa foi premiada com o APCA 2020.

Sinopse
No início do século XVII uma mulher decide explorar sozinha as enigmáticas florestas tropicais do Suriname. Lá ela encontra calor, umidade, plantas exóticas e… insetos! O que para alguns era motivo de repulsa, para ela era material de pesquisa. Seu olhar e paciência em acompanhar o processo de metamorfose das borboletas revolucionou a maneira como esses animais foram compreendidos. A vida de Maria nos fala sobre determinação, coragem e persistência.

Ficha técnica 

Direção: Thaís Medeiros

Dramaturgia Original: Fernanda Castello Branco, Julia Ianina, Paula Weinfeld e Thaís Medeiros

Elenco: Fernanda Castello Branco, Julia Ianina e Paula Weinfeld

Direção de Arte: Mira Haar

Iluminação: Wagner Freire

Trilha Sonora Original: Arthur Decloedt

Gravações de Campo: Projeto Sonora – MIHNA (Museu Imaginário de História Natural da Amazônia)

Preparação Corporal: Mauricio Flórez

Consultora de Biologia: Profa. Me. Elaine Machado

Vídeo Metamorfose: Cia. Pavio de Abajour

Aderecista: Carlos Rebecca

Flipbook: Victor Merseguel

Animação Imagens Flipbook: André Catoto

Modelagem e Costura: Ateliê Judite de Lima

Chapéus: Fabio Namatame

Pintura Piso e Cavaletes: Fabin Cenografia Equipe

Design Painel e Identidade Visual: Lorota

Design Reproduções  e Estudos: Theo Haar de Souza

Cenotécnico: Mateus Fiorentino Nanci

Contra-regra: Jean Marcel Silva

Assistente de Iluminação: Alessandra Marques

Operação de Luz: Sylvie Laila

Vozes: Carlos Moreno, Luiza Lian e Mira Haar

Violão: Sessa

Operação de Som: Samuel Gambini

Assessoria em Acessibilidade, Roteiro e Narração de Audiodescrição: Paula Souza Lopez

Consultoria de Audiodescrição:Felipe Mianes

Captação de voz: Estúdio Bside

Intérprete de Libras: Paloma Bueno

Consultoria em libras: Natalia Francisca Frazão

Assessoria de Imprensa: Pombo Correio

Assessoria de Marketing Digital:  Letícia Vitale

Comunicação e Estratégia de Mídias Sociais: Ó! Serviços Criativos

Gerenciamento e Inteligência do Canal: Juliana Piva

Design Gráfico Websérie: Designeria

Fotografia e Vídeo Metamorfose: Ligia Jardim

Edição Vídeo Metamorfose: Pedro Jorge

Direção Audiovisual: Murilo Alvesso 

Câmeras: Murilo Alvesso, Jorge Yuri, Rogério Dragoni 

Montagem e Finalização: Murilo Alvesso

Som direto: Tomás Franco 

Grafismos: João Marcello Costa

Apoio Institucional: Goethe-Institut 

Produção Executiva: Cecília Magalhães

Produção Geral: Segunda Casa Produções Culturais

Idealização: Companhia Delas de Teatro

Produção Audiovisual: Assum Filmes

Serviço 

Todos episódios e atividades complementares serão disponibilizados no Canal de Youtube da COMPANHIA DELAS: https://www.youtube.com/channel/UCJxsils9vNxFRqyXzmQBUaA

Os 05 episódios serão lançados sempre às quartas-feiras às 11h, nos dias 24/02, 03, 10, 17 e 24/03.

Os 06 vídeos com atividades propostas pelo Coletivo Miudezas serão lançados sempre às sextas-feiras às 11h, nos dias 26/02, 05, 12, 19 e 26 (os dois últimos serão lançados no mesmo dia).

As CONVERSAS DELAS serão 3 LIVES com convidadas especiais que acontecerão sempre às segundas-feiras às 20h, nos dias 08, 15 e 22/03.

Piratas de Galochas Invadem o TikTok 

Os personagens da comédia infanto-juvenil Piratas de Galochas  invadem o TikTok e o YouTube!

Rosto de homem visto de perto com chapéu na cabeça

Descrição gerada automaticamente com confiança média
Interface gráfica do usuário, Aplicativo

Descrição gerada automaticamente
Homem com a mão na boca

Descrição gerada automaticamente com confiança baixa

Piratas de Galochas Invadem o TikTok, Primeiros Experimentos, jan. e fev./2021.

Perfil do Capitão Willie William Will’o Well: @cap.willowell.lab

link para frames: 

No contexto da quarentena, o Coletivo de Galochas, grupo de teatro da cidade de São Paulo com atuação continuada há mais de 10 anos, dá início ao seu novo espetáculo ocupando as mídias sociais. Partindo da peça infanto-juvenil Piratas de Galochas, uma nova história será contada através das postagens dos personagens nos seus perfis do TikTok, mídia social que servirá como principal ambiente virtual do projeto. 

Essa narrativa transmidiática começa com os Piratas de Galochas isolados cada qual na sua ilha deserta, buscando formas de sobreviver à pandemia. Tudo muda quando a Marinha Inglesa inicia o Plano de Remoção de Bucaneiros Miseráveis. Isso obriga a tripulação a se unir novamente e lutar, mesmo à distância, enfrentando a truculência da Coroa Inglesa.

O projeto se desenvolve através de um Jogo Narrativo improvisado. Cada ator ou atriz envolvido no espetáculo criou uma conta no TikTok para sua personagem, totalizando 6 perfis virtuais fictícios. A cada semana, o dramaturgo do projeto revela uma Carta Dramatúrgica, com as provocações narrativas gerais que cada personagem deve produzir.

Partindo dessas Cartas Dramatúrgicas, cada ator(atriz)/personagem deve criar e postar pelo menos 3 minutos de conteúdo por semana em vídeos do TikTok. Essa rede social se estabelece por vídeos curtos de humor com edição rápida e filtros de todos os tipos. Os vídeos do TikTok têm duração entre 15 segundos a 1 minuto. Às vezes até menos. 

No final de cada semana toda essa produção audiovisual do elenco no TikTok é editada e finalizada em um episódio de 12 a 15 minutos. Essa edição será realizada pelo Editor/Jogador, que tem um dia de trabalho para montar o episódio da semana. Com o episódio montado, o vídeo é enviado para Atriz/Tradutora de Libras/Jogadora, que, com figurino de pirata, faz a transcrição em libras do vídeo, partindo de um jogo de improviso teatral com o material. 

A transcrição em libras é acrescida ao episódio, que vai ao ar todo domingo às 16h, no canal de YouTube do Coletivo de Galochas. Semana a semana, ao longo de 8 episódios, essa grande narrativa será contada. 

Mantendo a dinâmica essencial do espetáculo Piratas de Galochas original, o projeto Piratas de Galochas Invadem o TikTok busca um intercâmbio entre a pirataria clássica e as questões políticas e sociais contemporâneas, refletindo através do humor e do universo bucaneiro as questões urgentes do nosso tempo. 

A intervenção transmidiática Piratas de Galochas Invadem o TikTok é possível graças ao edital ProAC Expresso LAB nº38/2020, da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, possibilitado pela Lei Aldir Blanc, da Secretaria Especial de Cultura do Governo Federal.

Teatro de Ocupação: o TikTok como site specific para intervenção cênica on-line 

O Coletivo de Galochas tem em sua trajetória encenações em espaços alternativos, em sua maioria ocupações de moradia, sempre atrelando o humor com a crítica política, fortalecendo localidades geridas por movimentos sociais. 

O conceito de site specific sempre foi um importante referencial teórico para atuação do grupo. Essa perspectiva para se pensar e fazer teatro aborda o espaço alternativo de maneira dialógica e propositiva, para além da imposição de uma dinâmica de apresentação teatral alheia ao ambiente ao seu redor, definindo um espaço para peça e outro para o público somente. 

Da forma como o Coletivo de Galochas aborda o site specific, o teatro é feito na relação com as forças que fazem determinado lugar ser o que é, integrando as pessoas que o habitam, subjetiva e materialmente. Escolher as ocupações de moradia como espaço de encenação teatral é participar das lutas sociais mobilizadas nesse lugar, compreendendo os fluxos que fazem aquele espaço e a cultura específica da qual participa e produz.

Nesse novo projeto, dada as restrições do isolamento social, o Coletivo de Galochas elegeu como site specific para sua peça infanto-juvenil justamente a mídia social que mais cresce neste segmento da população. 

Que os mares do TikTok se preparem! Os Piratas de Galochas vêm aí! Yo-Hoo!

Homem com chapéu

Descrição gerada automaticamente
Interface gráfica do usuário, Texto, Aplicativo

Descrição gerada automaticamente
Homem com chapéu rosa

Descrição gerada automaticamente

Piratas de Galochas Invadem o TikTok, Primeiros Experimentos, jan. e fev./2021.

Perfil do Pirata Gerson: @tiktokdogerson

SERVIÇO

Sinopse: Isolados cada qual na sua ilha, os Piratas de Galochas buscam sobreviver durante o isolamento social. Tudo muda quando a Marinha Inglesa inicia o Plano de Remoção de Bucaneiros Miseráveis. Todo a narrativa é realizada diretamente no TikTok e YouTube.

Classificação: Livre

Gênero: Comédia Épica de Piratas

Formato: 8 episódios de 12 a 15 minutos, postados semanalmente no Youtube no canal do Coletivo de Galochas. Os episódios estreiam sempre aos domingos, às 16h, de 21/02/2021 até 11/04/2021. Esses episódios serão montados a partir das postagens nos canais dos personagens piratas, realizadas ao longo da semana. 

Para acompanhar as postagens diretamente no TikTok:

Perfis dos Personagens: 

  • Capitão Willie William Will o’ Well: @cap.willowell.lab
  • Pirata Gerson: @titktokdogerson
  • Capitão Barba Molhada: @barbamolhada
  • Roanna Morata, a Bruxa Pirata: @bruxapirata
  • Rainha das Águas: @rainha.das.aguas
  • Capitão Wood Rogers (Marinha Inglesa): @cap.woodrogers.lab 

Hashtags gerais das postagens: #piratasdegalochas ou #coletivodegalochas 

FICHA TÉCNICA

Elenco: Daniel Lopes; Diego Henrique; Kleber Palmeira; Jhenny Santine; Raquel Bu; Wendy Villalobos.

Interpretação em Libras: Amanda Lima

Direção: Daniel Lopes e Rafael Presto 

Dramaturgia: Rafael Presto

Direção Musical, Sonoplastia e Edição Final: Antonio Herci

Cenografia e Figurinos: Daniel Lopes e Kleber Palmeira

Músicas Originais: Antonio Herci, Daniel Lopes, Kleber Palmeira e Rafael Presto.

Direção de Produção: Deborah Penafiel

Produção Executiva: Rafael Vix

Ministério do Turismo, Secretaria Especial de Cultura e Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, apresentam

O Sorriso da Rainha: uma visão ficcional da Rainha Elizabeth I sobre si mesma, Shakespeare e sua obra

Link para download de fotos 

Texto de Maria Shu com direção de Alexandre Brazil, solo político, divertido e questionador com a atriz Cacau Merz faz apresentações online de 20 de fevereiro a 6 de março. O Sorriso da Rainha passeia pela encenação clássica da Rainha Elizabeth I com uma boa dose de contemporaneidade. 

Numa noite qualquer, uma grande festa é oferecida à Rainha Elizabeth I pelo seu  aniversário. Cansada de tantas bajulações, ela busca em seu gigantesco castelo  um lugar sossegado para descansar um pouco. Ao entrar em um aposento, Elizabeth se encontra com a plateia do espetáculo e, a partir daí, inicia um desabafo sobre seus amores e dos altos e baixos de ser rainha. E tudo isso caminha para uma revelação surpreendente a respeito de William Shakespeare, seu autor predileto. 

“A Rainha Elizabeth foi a principal mecenas da era de ouro de Shakespeare. O grande  ponto de relevância do espetáculo reside em uma história que faz uso de  uma figura histórica para dialogar com questões atuais das mulheres, como sororidade e a mulher nos postos de poder, construindo uma ponte entre a rainha que viveu no século XVI e as mulheres nos dias atuais”, conta o diretor Alexandre Brazil.

O espetáculo já realizou mais de cinquenta apresentações desde 2018 em Casas de Cultura da Prefeitura de São Paulo, no interior de São Paulo através do Circuito Cultural Paulista, entre outras instituições, sempre sendo recebido com grande êxito pelo público e críticas locais. 

Elizabeth e Shakespeare 

Elizabeth foi rainha da Inglaterra desde 1558 até a sua morte. Assim como seu pai, Henrique VIII gostava de escrever, tanto prosa quanto poesia. Foi no reinado de Elizabeth que ocorreu a crescente produção artística, principalmente na dramaturgia que rendeu nomes como William Shakespeare. Durante este período e na era jacobina que se seguiu, o teatro inglês atingiu o seu ponto máximo.

Shakespeare foi um poeta e dramaturgo, tido como o maior escritor do idioma inglês e o mais influente dramaturgo do mundo. Muitos de seus textos e temas permaneceram vivos até os nossos dias, sendo revisitados com frequência pelo teatro, televisão, cinema e literatura. Entre suas obras mais conhecidas estão Romeu e Julieta, que se tornou a grande história de amor por excelência, e Hamlet. 

Foi em Londres onde se atribui a Shakespeare seus momentos de maior oportunidade e destaque. Não se sabe exatamente quando Shakespeare começara a escrever, mas alusões contemporâneas e registros de performances mostram que várias de suas peças foram representadas em Londres em 1592. A peça teatral Henrique VIII, do gênero ‘drama histórico’ é de autoria de Shakespeare baseada na vida do Rei Henrique VIII da Inglaterra pai da Rainha Elizabeth. Houve mais sessões especiais para apresentação das peças de Shakespeare nas cortes da Rainha Elizabeth I e o Rei James I do que a de qualquer outro dramaturgo.

Ficha Técnica 

Texto: Maria Shu 

Idealização e Direção: Alexandre Brazil 

Elenco: Cacau Merz
Captação e edição de vídeo: Cassandra Mello – Teia Documenta
Iluminação: Kleber Montanheiro 

Trilha Sonora: Cesar Roldão 

Figurino: Alexandre Brazil
Gola Rufo: Marichilene Artisevskis
Arte Gráfica: Naiana Nascimento
Fotografia: Vanda Dantas
Operador de Luz: Fellipe Oliveira
Operador de Som: Rafael Thomazini
Produção: Gabriel Guimard
Consultoria de Produção: Joana Pegorari e Ju Paié
Coordenadora de Produção: Vanda Dantas 

Realização e Gestão de Produção: Escritório das Artes e Cia. Megamini

Serviço

Duração: 50 minutos 

Recomendado para maiores de 14 anos

Toda programação será online e gratuita
20/02/2021 – 19h (Sábado) 

21/02/2021 – 19h (Domingo) 

22/02/2021 – 19h (Segunda) 

24/02/2021 – 19h (Quarta) 

26/02/2021 – 19h (Sexta) 

06/03/2021 – 19h (Sábado)

Retirada de ingressos gratuitos pela plataforma Sympla.

Este projeto foi realizado com o apoio da Lei Aldir Blanc n°14017/2020 / Governo do Estado de São Paulo, Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, ProAC e Governo Federal.

 Cia. BR116 lança teatrofilme MEDEIA, de Consuelo de Castro.

Novo projeto de audiovisual da Companhia estreia no canal do youtube da Cia BR.116,  no dia 7 de fevereiro às 20h e segue em temporada até 12 de março, de quarta a sábado às 20h e domingo às 18h. Bete Coelho é Medeia, acompanhada de cinco atores parceiros da Companhia, são eles: Roberto Audio, Flavio Rochaa, Michele Matalon, Luiza Curvo, e Matheus Campos. A direção é de Gabriel Fernandes e Bete Coelho

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Release 

No ano em que comemora 10 anos, a Cia. BR116 estreia Medeia, de Consuelo de Castro. O projeto estava programado para ir aos palcos em 2020, quando a pandemia assolou o mundo, interrompendo qualquer possibilidade de criação artística coletiva. Impossibilitados de estarem em um teatro, o cinema surgiu como um caminho a ser trilhado, mas a arte cênica se fez presente como norte para criação. Misturando as duas linguagens, a trupe encena a tragédia escrita por uma das maiores dramaturgas brasileiras do nosso tempo.  Em 1997, Consuelo de Castro escreveu sua versão do famoso mito grego, intitulada Memórias do Mar Aberto – Medeia conta a sua história. A narrativa de Consuelo é contundente, visceral, atual e não maniqueísta. Personagens como Jasão, Creonte e Glauce ganham dimensões e conflitos internos. Consuelo salienta também a traição política, além da amorosa, sofrida por Medeia.  Deusa, guerreira, amante e mãe, a voz de Medeia se confunde com a da autora.

Em março de 2020, com a chegada da pandemia e o fechamento dos teatros, a classe artística teve que se reinventar e buscar novos formatos. Sobre as dificuldades do processo criativo nesse momento crítico, Bete Coelho, atriz e diretora, comenta: “As perguntas foram maiores que as respostas. Algumas dificuldades sanadas com insanidades e amizades. Soluções cênicas surpreendentes. Problemas econômicos gritando na vida dos envolvidos. A força da necessidade encontrando eco no poder da arte e da história. Nunca vimos tanta generosidade coletiva. E o seu contrário também.”  A companhia reduz sua equipe, artistas dobram suas funções para darem conta da transposição do que antes era uma peça de teatro e passa a ser um teatrofilme, como eles preferem intitular. Para Gabriel Fernandes, diretor, o cinema focado na dramaturgia e atores é o mais potente: “Foi uma equação perfeita, gosto de filmar ator e amo a dramaturgia pungente e sofisticada da Consuelo. O ator, mais que o diretor, é quem está mais próximo do autor, expõe suas falas, dá vida, corpo, razão e emoção às personagens. Minha função foi, através da câmera e da edição, criar o terreno para florescer o trabalho dos atores e a história da Consuelo.”

Em meio aos novos desafios, vindos da exitosa montagem de Mãe Coragem, peça que contava com um grande elenco e uma plateia literalmente de ginásio, a Cia. BR116 encontra na tragédia, no teatro, no cinema e nos seus pares o caminho para se reinventar. O elenco de Medeia se deparou com inúmeros obstáculos e a partir deles construíram sua própria partitura de criação. Roberto Audio, ator que interpreta Creonte, vê muitos pontos de ligação entre o processo criativo e a situação que o mundo está passando.  “Os estudos, a solidão, a loucura com o tempo, com as notícias, com a tensão, as dúvidas, o medo, tudo isso de fato foi usado como incentivo. A arte proporciona tudo isso. A grandeza dos detalhes e os transbordamentos onde vivenciamos, dividimos e repensamos as nossas relações com outro, com o mundo, seus símbolos, personagens e a história.” Para Flávio Rochaa, que na trama atua como Jasão, o novo formato de criação deu o tom da encenação: “Pela primeira vez eu ensaiei um texto pela internet. O set era mistura de cinema e teatro. Um lugar novo para nós. Foi trabalhar ali, no limiar. Mas sentindo alguma coisa especial acontecer.” A atriz Michele Matalon, que interpreta a Ama na saga, acredita que a arte tem papel fundamental nesse período de crise: “Foi uma experiência extrema no sentido da circunstância que estávamos e seguimos atravessando. Compreender a arte como alimento necessário, apesar das dificuldades que nos cercaram, foi o grande alicerce da nossa trajetória. Uma experiência única de como a arte realmente salva”, comenta a atriz. Como é comum nos processos criativos, a vida se mistura com a obra. Matheus Campos, ator que interpreta Apsirto, revela que ” Atuar em Medeia foi um momento de reencontro como ator. O vírus me fez lembrar como somos frágeis diante de um inimigo invisível e o gênero trágico nos faz lembrar dessa eterna condição humana”. Já Luiza Curvo, que na obra dá vida a Glauce, acredita que se faz importante as alianças para que o trabalho ganhe força, “Bete e Gabriel são a alquimia perfeita entre técnica e criatividade. Fazer a Glauce, nessa obra, foi também me reinventar em possibilidades imagéticas, físicas e sonoras”, completa a atriz. Em Medeia, a trajetória da guerreira de Consuelo de Castro se mistura com a da trupe BR116, sobre essa jornada Bete Coelho diz: “Podemos ver na tela o cansaço, as olheiras que fizemos questão de não esconder. O desmedido. O acaso e o descaso. O suor lembrando que é teatro. Vemos uma trupe de atores se apropriar de uma tragédia que ainda é nossa: o poder infame e corrupto. Vemos uma mulher – com sua capacidade política, transgressora e intuitiva – sendo esmagada. Vemos, afinal, o início e fim de toda tragédia. Ações humanas sob o signo do sofrimento.”

Consuelo de Castro

Uma das maiores escritoras do Brasil, dramaturga, autora, cronista e roteirista, Consuelo de Castro faz parte do seleto grupo de escritores surgidos durante o período da ditadura. Em 1969 escreveu a famosa peça “A Flor da Pele”, texto que recebeu o Prêmio da Associação Paulista de Críticos Teatrais (APCT) tendo várias montagens pelo país. Outros importantes prêmios também figuram em sua biografia, como Moliére e Governador do Estado de melhor autora por “Caminho de Volta”, montada por Fernando Peixoto em 1974. Venceu o Concurso de Dramaturgia do SNT com “A Cidade Impossível de Pedro Santana”. Seus textos foram montados pelos mais renomados diretores da cena brasileira como Gianni Ratto, Antônio Abujamra, Aimar Labaki e José Renato.  Dona de uma escrita feroz, teve textos proibidos pela censura quando era militante do movimento estudantil em 68. Consuelo sempre teve em sua obra a preocupação em mostrar a condição social e política da mulher, suas personagens femininas são sempre fortes e donas de seus destinos, mesmo que esse seja trágico. Sobre seus textos, o crítico Yan Michalski a define: “Representante destacada da brilhante geração de dramaturgos surgida sob a ditadura, Consuelo de Castro é, entre os autores dessa geração, talvez a que possui o corpo de obra mais volumoso e diversificado. Em comum com os outros, ela tem o sentimento de inconformismo e indignação que perpassa tudo que ela escreve. O que a distingue dos outros é a sua excepcionalmente visceral noção de teatralidade, um diálogo notavelmente colorido, que ela cria com uma espantosa espontaneidade, e uma inquietação que a faz partir sempre em busca de novos caminhos”

Ficha Técnica:

MEDEIA, DE CONSUELO DE CASTRO

Texto: Consuelo de Castro 

Direção: Gabriel Fernandes e Bete Coelho

Elenco: Bete Coelho, Luiza Curvo, Michele Matalon, Roberto Audio, Flavio Rochaa e Matheus Campos. 

Fotografia: Gabriel Fernandes

Consultor de fotografia: Inti Briones

Operadora de luz: Sarah Salgado

Direção de Arte, Cenografia e Figurino: Cássio Brasil

Assistente de Direção: Theo Moraes

Assistente de cenografia e cenotécnico: Murillo Carraro

Câmera: Cacá Bernardes e Gabriel Fernandes

Edição: Gabriel Fernandes

Finalização: Bruna Lessa

Direção Musical: Felipe Antunes

Assistente de Direção Musical: Fábio Sá

Músicos: Fabio Sá, Felipe Antunes, Otavio Carvalho, Allan Abbadia, Guilherme Held, Marcelo Bonin, Sergio Machado, Victória dos Santos e Wanessa Dourado.

Música Original: Felipe Antunes e Fábio Sá

Voz na canção final: Tulipa Ruiz

Som direto: Carina Iglecias

Finalização de áudio: Otavio Carvalho

Diretor de Set: Murillo Carraro

Projeções: Ivan Augusto Soares

Assistentes de projeção: Igor Marotti e Kael Studart

Técnico de Iluminação: Alexandre Simão de Paula

Confecção do esqueleto: Walkir Pedroso

Caracterização Creonte: Gabi Moraes 

Produtora de figurino: Patrícia Sayuri Sato

Costureiras: Salete Paiva  e Keila Santos

Diretor de Comunicação: Mauricio Magalhães

Estratégia Digital: Fabio Polido e Rodrigo Avelar

Programação visual: Celso Longo _ CLDT

Assessoria de Imprensa: Pombo Correio

Foto Still: Roberto Audio 

Assessoria jurídica: Olivieri Associados

Tradução para o inglês e espanhol: Marcos Renaux

Produção em Pernambuco:

Câmera e fotografia: Tarsio Oliveira

 Atriz: Mikaely Menino

Co-produção: Oficinas Culturais Oswald de Andrade

Direção de Produção: Lindsay Castro Lima e Mariana Mantovani

Realização: Cia BR116

AGRADECEMOS A TODA EQUIPE DA OLIVIERI, EM ESPECIAL A Cristiane Olivieri, Alberto Pellegrini, Bruna Manholer, Bruno Delfino, Caroline Tavares Fiore, Carol Garcia, Lays Costa, Lenora de Castro Negrão, Natalia Rollemberg, Willian Galdino.

Agradecimentos: Acauã Sol, Ana Carolina de Castro, Casa da Cultura de Tuparetama, Cristina Mutarelli, Daniela Tocci, Danilo Santos de Miranda, Diego Machado, Domingos Varella, Edcarlos Santos Souza, Edna Rosa, Fernando Marques, Flávio Lima, João Sobrinho, Juliano José dos Santos,  Kim Matalon, Marcelo Bonin, Maria Gilda de Oliveira Nery, Nelson Fonseca, Pedro de Castro Venceslau, Sueli Pecci,Ricardo Bittencourt, Rosana Cunha, Tânia Weber, Teatro Municipal Manuel Filó, Vanuzia de Carvalho, Viviane Monteiro e Zoe Matalon.

Agradecimentos Especiais: Annick Matalon, Clara Morgenroth, Cristiane Olivieri, Inti Briones, Luiz Frias, Mauricio Magalhães, Michele Matalon, Muriel Matalon, Roberto Burstin e Valdir Ravaben.

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Produção em Pernambuco:

Câmera e fotografia: Tarsio Oliveira

 Atriz: Mikaely Menino

Agradecimentos: Juliano José dos Santos, Maria Gilda de Oliveira Nery, Vanuzia de Carvalho, Edcarlos Santos Souza, Zoe Matalon, Teatro Municipal Manuel Filó e Casa da Cultura de Tuparetama, Fernando Marques, Flavio Lima, Carol Garcia, Alberto Pellegrini, Daniela Tocci e Marcelo Bonin.

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AGRADECEMOS A TODA EQUIPE DA OLIVIERI, EM ESPECIAL A Cristiane Olivieri, Alberto Pellegrini, Bruna Manholer, Bruno Delfino, Caroline Tavares Fiore, Carol Garcia, Lays Costa, Lenora de Castro Negrão, Natalia Rollemberg, Willian Galdino.

Agradecimentos: Danilo Santos de Miranda, Rosana Cunha, Juliano José dos Santos, Maria Gilda de Oliveira Nery, Vanuzia de Carvalho, Edcarlos Santos Souza, Zoe Matalon, Kim Matalon, Fernando Marques, Flávio Lima, Carol Garcia, Cristina Mutareli, Daniela Tocci Marcelo Bonin, Nelson Fonseca, Edna Rosa, Sueli Pecci, Acauã Sol, Domingos Varella e João Sobrinho, Viviane Monteiro, Diego Machado e Tânia Weber.

Agradecimentos Especiais: Annick Matalon, Clara Morgenroth, Cristiane Olivieri, Inti Briones, Luiz F., Mauricio Magalhães, Michele Matalon, Muriel Matalon, Ricardo Bittencourt, Roberto Burstin e Valdir Ravaben.

Sobre BR116

Fundada há 10 anos por Bete Coelho, Gabriel Fernandes e Ricardo Bittencourt a partir da montagem do espetáculo o Homem da Tarja Preta de Contardo Calligaris,  nasce a trupe BR116.

Em 2010, estreia o espetáculo Terceiro Sinal de Otavio Frias Filho, que  volta ao repertório da companhia com temporária histórica no Teatro Oficina, onde recebeu mais de 2.900 pessoas e teve indicação ao Prêmio Shell de melhor atriz para Bete Coelho.

Em 2019, a companhia – junto a uma parceria com o Sesc – monta Mãe Coragem de Bertold Brecht, com um público de mais de 8.500 pessoas em sua temporada no Sesc Pompéia. Sucesso de crítica e público, o espetáculo foi o vencedor do Prêmio Shell de melhor direção para Daniela Thomas e recebeu indicações de melhor atriz para Bete Coelho e melhor trilha para Felipe Antunes. Bete Coelho – renomada atriz, diretora e fundadora da companhia – tem em seu currículo trabalhos dirigidos por grandes diretores como Antunes Filho, Zé Celso Martinez Corrêa, Bob Wilson, Paulo Autran, Gerald Thomas e Radoslaw Rychcik. 

Fundamentados na força da coletividade e na afirmação do amor ao teatro, a Trupe BR116 toma emprestada as palavras do grande dramaturgo e escritor Otavio Frias Filho para definir sua filosofia: “o palco é onde a humanidade se reúne para falar de seus problemas mais graves, suas fraquezas mais inconfessáveis, seus exemplos mais terríveis, o único lugar onde a vida deve ser apresentada sem disfarces nem escrúpulos.” 

*Texto extraído da peça Terceiro Sinal. Cena IV, página 29. Editora Cobogó.

SERVIÇO

Temporada: 7 de fevereiro a 12 de março de quarta a sábado às 20h e domingo às 18h. 

Horário da estreia: 7 de fevereiro, domingo, às 20h

Onde: Canal da BR116 no YouTube

Classificação: 18 anos