Texto inédito da atriz e dramaturga Daniela Schitini A Encomenda ou Memória do Mar estreia on-line no dia 20 de março, com direção de Malú Bazán.


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A peça mostra uma escritora que aceita realizar um texto por encomenda, mesmo sendo avisada que terá seu trabalho boicotado durante toda a sua criação artística. Ainda assim, ela começa a escrever, mas passa a enfrentar uma profunda depressão aliada a transtornos de ansiedade, uma espécie de desintegração de sua identidade e de sua capacidade de realização. O elenco é composto pelas atrizes Mariana Muniz, Daniela Schitini e pelo ator  Henrique Schafer.

Junto da diretora Malú Bazán (indicada ao prêmio APCA 2018 de direção pelo espetáculo A Fera na Selva) , a encenação também tem a colaboração da videomaker Cassandra Mello para contribuir na criação e adaptação do texto para esse ambiente virtual e essa linguagem, e a figurinista e cenógrafa Anne Cerutti que complementa essa pesquisa cênica/visual. Cada atriz/ator encena a peça na sua casa, com um cenário e figurino criados para esse ambiente virtual. 

Durante a temporada estão previstas: uma roda de conversa online, transmitida gratuitamente numa live. No dia 27 de março o tema é Mulheres e o encontro entre  Psicologia e  Arte, conversa com as convidadas Claudia Barral e Rinalda Duarte, e dia 28 de março a conversa é sobre Mulheres e a Dramaturgia no Teatro , com as convidadas dramaturgas Carla Kinzo e Marina Corazza.

Sobre o desafio de elaborar uma criação teatral para o ambiente virtual, Maú Bázan comenta, “nesse momento tenho tentando me aproximar desse espaço virtual, teatro on-line pesquisando e tentando preservar a questão do encontro. O encontro entre atores (como contra-cenar à distância), o encontro do texto-teatro com o zoom, o encontro nosso com a platéia, por isso tenho tentado sempre pensar em com manter o saguão do teatro vivo, o papo pós-peca e o efêmero e único de uma ção naquele dia, naquela hora, com aquelas pessoas. Além disso, nesse trabalho estamos tentando não perder o teatro mesmo estando flertando com o audio-visual, vamos ver no que vai dar”

Uma artista. Uma encomenda. Uma criança. Um processo de criação, de gestação. A busca por expressão na arte e na vida. A luta para escapar de um predador que existe fora e dentro.  A luta para sair de um círculo de opressões e padrões imperativos. A crise gerada por essa luta: a doença, o medo, a desintegração da identidade e do desejo. A depressão. A busca para encontrar uma possível cura, uma possível casa, uma possível arte. Para reconhecer a si mesma. Para reconhecer o outro. Para dar um testemunho. O contato com a memória e a retomada de uma voz que pode falar e ser ouvida, que pode ser transformada e ser transformadora. A conexão com a ancestralidade. Essas são questões presentes e refletidas no texto.

A relação da mulher com a arte, com a expressão, a ocupação de um lugar ativo e propositivo no mundo, a revisão de sua história pessoal, sua memória, a conexão com a ancestralidade feminina são temas do espetáculo e dos debates propostos.

A peça também tem uma atmosfera onírica, próxima ao delírio, explicitando de forma crua e direta a pressão sofrida pela personagem. Ao mesmo tempo aborda com delicadeza e com poesia temas sensíveis como a saúde mental e a violência psicológica. No texto as personagens não tem nome, podem ser vistas como projeções umas das outras, não tem uma identidade totalmente definida, as fronteiras entre elas são difusas. Essa é uma proposta artística do projeto: borrar, diminuir as fronteiras entre as personagens, entre as linguagens artísticas, entre memória, invenção e realidade, entre opressor e oprimido e assim proporcionar uma reflexão e um olhar sobre a mulher que escape dos esteriótipos que muitas vezes pautam a nossa visão sobre essas questões.

Depoimento da Direção

“A encomenda de um texto ou de um filho? A cobrança de um inquisidor ou de uma sociedade? Uma escritora que gera palavras ou uma mulher/personagem grávida? Um texto sendo escrito, uma vida sonhada, ou um passado recordado?

A Encomenda ou a memória do mar é tudo isso. É um texto delicado, forte, poético, profundamente feminino, cheio de questionamentos atuais e terreno fértil para apostar no jogo dos atores e em uma encenação simples pensada para jogar com essa plataforma on-line que abre espaço para que todas essas perguntas ecoem.”

Malú Bazán


Sinopse
A peça A Encomenda ou a memória do mar traz uma escritora que aceita realizar um texto encomendado, mesmo sendo avisada por seu interlocutor que terá seu trabalho boicotado e será combatida durante toda a sua criação artística. Apesar disso, ela começa a escrever. Mas durante o difícil e hostil processo, ela passa a enfrentar uma profunda depressão aliada a transtornos de ansiedade, uma espécie de despersonalização, de desintegração de sua identidade e de sua capacidade de ação. O texto evolui retratando a sua batalha para superar o surto e terminar a tarefa encomendada. O espetáculo aborda, de forma nada realista, o contato com doenças como a depressão, transtornos de ansiedade e pânico, e também a relação com situações opressivas que promovem a dificuldade de estabelecer um campo de criação e de expressão e a dificuldade de impor limites dentro de relações abusivas.

Sobre a autora
Daniela Schitini é atriz, dramaturga e foi fundadora e integrou o grupo As Graças por 20 anos, tendo se desligado no final do ano de 2015. Mas na sua trajetória dentro do grupo, a dramaturgia sempre foi um foco de pesquisa e de criação nos espetáculos, de busca por uma linguagem própria para o estudo e aprofundamento do exercício de atriz e para a descoberta de uma poética da cena.

No grupo As Graças, Daniela realizou adaptações de textos e roteiros a partir da obra de autores da literatura e também adaptou peças já existentes para a linguagem do teatro de rua. Nos últimos anos passou a se dedicar mais aos processos dramatúrgicos, exercitando a escrita a partir de materiais mais difusos, realizando seus primeiros textos autorais. Nos espetáculos Não Uma Pessoa e Marias da Luz, os textos foram criados respectivamente por Daniela a partir de uma pesquisa sobre a atriz Marilyn Monroe e de depoimentos de frequentadores do Parque da Luz, principalmente das mulheres que trabalham no parque.

Com um interesse e uma dedicação cada vez maiores para os processos dramatúrgicos e uma necessidade de trilhar um caminho de pesquisa nessa área, surge o projeto A Encomenda ou a memória do mar, um texto inédito onde a personagem busca se revisitar, entrar em contato com uma memória enterrada e refletir sobre novas possibilidades de expressão artística e de identidades, de ações e de encontros com o outro e de construções de relações afetivas também através da arte.



Ficha técnica

Texto: Daniela Schitini

Direção: Malú Bazán

Elenco: Mariana Muniz, Daniela Schitini e Henrique Schafer

Direção audiovisual e video maker: Cassandra Mello

Figurinos e adereços: Anne Cerutti

Programação Visual/ material gráfico/eletrônico: Marcio Araújo

Fotos: Rogério Alves

Produção e administração: William Gibson e Daniela Schitini

Realização: Cooperativa Paulista de Teatro

Datas das apresentações: 20, 21, 26, 27, 28, 29 de março às 20hs

Ingressos gratuitos pelo Sympla / Zoom

Classificação etária: 16 anos

Rodas de Conversa-  Projeto A Encomenda ou a Memória do Mar:

Dias 27 e 28 de março, às 17hs

Dia 27 de março: Mulheres e o encontro entre  Psicologia e  Arte, conversa com as convidadas Claudia Barral e Rinalda Duarte

Dia 28 de março:  Mulheres e a Dramaturgia no Teatro , conversa com as convidadas Carla Kinzo e Marina Corazza

Transmissão via youtube live

Sobre as palestrantes:

Claudia Barral (Salvador, 1978) é escritora e psicanalista. Atua em diversos campos da produção literária como dramaturga, roteirista e poetisa. Suas peças de teatro contam com montagens no Brasil e em países como Alemanha, Itália, Portugal, Inglaterra e Peru. Publicações em poesia incluem os livros O Coração da Baleia, Primavera em Vão. Outras publicações incluem O Cego e o Louco e outros textos  e Cordel do Amor sem Fim.

Carla Kinzo nasceu em São Paulo. É dramaturga, poeta e atriz. Doutora e mestre em Estudos Comparados de Literaturas de Língua Portuguesa pela FFLCH/USP, publicou alguns livros, como Satélite (Quelônio, 2019 – II Edital de Publicação de Livros da Cidade de São Paulo), Eslovênia (Megamíni, 2017) e Cinematógrafo (7Letras, 2014).

Rinalda Duarte é Psicanalista, psicóloga, Mestre em Psicologia Clínica pela PUC/SP, especialista em Teoria, Técnica e Estratégias Especiais em Psicanálise pela USP. Seus atuais temas de pesquisa são arte (mais pontualmente a fotografia) e psicanálise. Atende em consultório.

Marina Corazza é dramaturga, atriz e educadora, mestranda pelo Programa de Mudança Social e Participação Política (EACH/USP) e graduada como bacharel pela ECA/USP. Integra o Grupo de Estudos ECOAR – Estudos em Corpo e Arte (USP). Tem escrito peças teatrais que dialogam com a vida e obra de mulheres escritoras na viragem do século XX, assim nasceram “Alice, retrato de mulher que cozinha ao fundo”, “Aproximando-se de A Fera na Selva” (indicado ao prêmio APCA de dramaturgia e direção) e “Um percurso para Orlando e outras canções entre nós”. Também é dramaturga de “Fóssil”, baseada na Revolução das mulheres curd as em Rojava. Fez parte do Coletivo Concreto e foi e atriz da Companhia Auto-Retrato de 2001 a 2015. Desde 2001 atua como arte-educadora em diferentes projetos públicos, como Fábricas de Cultura, Programa Vocacional Teatro, Iniciação Artística nos CEUS, Casas de Cultura de São Paulo e Diadema. Desde 2015 é educadora do Instituto Equipe Cultura e Cidadania.

COLETIVO LABIRINTO ESTREIA EXPERIMENTO SEM_TÍTULO, INVESTIGANDO OS LIMITES DA CENA EXPANDIDA NA VIRTUALIDADE



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Desde o início da pandemia em março de 2020, o Coletivo Labirinto – que pesquisa a relação dxs sujeitxs com o seu panorama social através da dramaturgia latino-americana contemporânea – vem reorganizando as suas atividades, buscando adequá-las a essa nova realidade e, sobretudo, colocá-las em diálogo com o que temos vivido politicamente e emocionalmente.

Desde então, o grupo tem apostado em encontros virtuais com o público com o objetivo de tatear esse novo território e entender quais paralelos podem ser estabelecidos com o que já está construído. 

Assim surge o EXPERIMENTO SEM_ TÍTULO, espetáculo cênico-virtual que estreia no dia 19 de março e cumpre temporada de 06 apresentações gratuitas.  

O espetáculo instaura uma ponte entre os temas, conflitos e necessidades observadas hoje e o material dramatúrgico do primeiro espetáculo de sua trajetória, SEM_ TÍTULO, do argentino Ariel Farace, que estreou em 2014. 

Trata-se de um retrato sobre o confinamento e isolamento dos indivíduos nos grandes centros urbanos latinos, em relações cada vez mais midiatizadas e mediadas pelas plataformas virtuais. O espetáculo apresenta questionamentos sobre a possibilidade ou não de nos afetarmos pelo outro numa sociedade cada vez mais enclausurada em seus apartamentos e solitária em seus percursos individuais. 

“Ao longo dos meses de quarentena, nos pareceu instigante olhar novamente para o nosso primeiro espetáculo, para o lugar exato em que começamos, para que pudéssemos nos (re)entender dentro de um momento tão difícil. O último ano não foi nada simples. Foi um período de privação e de sofrimento para a maior parte das pessoas. A obra de Ariel Farace fala sobre o tempo e a natureza das coisas, sobre o entendimento humano do que pode ser o afeto, o amor e a morte. E tudo isso com simplicidade. Queremos abrir diálogo com esse momento e com o público através desses pontos”, diz o diretor Wallyson Mota e avança:

“Não se trata de uma gravação ou de uma exibição online do espetáculo teatral original de 2014, mas de um experimento ao vivo inteiramente novo e pensado a partir das possibilidades estéticas e de construção de linguagem que o modo de vida observado nesses meses de pandemia oferece. O público estará em contato direto com o elenco, com suas memórias, com a dramaturgia do Ariel e com outras referências artísticas que têm alimentado nossos sonhos e almas para atravessarmos esse momento histórico. Queremos recuperar um estado de presença, tão vivo no teatro, para que ele nos dê fôlego, nos aqueça, nos coloque em sobrevida.”

EXPERIMENTO SEM_ TÍTULO é uma transmissão online ao vivo (realizada na plataforma Zoom) com xs atores-intérpretes do Coletivo Labirinto. Cada integrante estará isoladx em sua casa, tendo os recursos dessa plataforma e do vídeo como possibilidades para afetação, interlocução e interação com xs espectadores, fazendo desse experimento cênico online a extensão dos universos interiores de suas personagens e seus questionamentos – expressos em medo, angústia e solidão e também em beleza e encantamento – e criando janelas de afetividade a partir dessas redomas circunstanciais. 

Espetáculo realizado através do PROAC LAB EXPRESSO com recursos da Lei Aldir Blanc.

SOBRE O COLETIVO LABIRINTO

Núcleo de criação cênica que investiga as relações dx sujeitx com o seu panorama social através da dramaturgia latino-americana contemporânea. Em 2014 estreia SEM_TÍTULO, do portenho Ariel Farace. O espetáculo realizou a primeira temporada no Sesc Consolação e outras três na cidade de São Paulo, além de participações por festivais de teatro do interior do Estado. Em 2017, realiza a intervenção urbana MISSÃO F. Estreou em 2019 o espetáculo ARGUMENTO CONTRA A EXISTÊNCIA DE VIDA INTELIGENTE NO CONE SUL, do uruguaio Santiago Sanguinetti, no CCSP. Essa temporada contou com a publicação da tradução e adaptação do texto realizadas pelo Coletivo para a montagem. Fez outras duas temporadas, sendo a mais recente no Teatro Cacilda Becker, integrando a Mostra Verão Sem Censura organizada pela Secretaria Municipal de Cultura. Desenvolveu o projeto 08 AÇÕES DESORGANIZADORAS DA VIDA PÚBLICA – O AFETO COMO GESTO POLÍTICO, nos Terminais Urbanos de Ônibus da cidade de São Paulo, com apoio do Proac. Atualmente desenvolve o projeto “Histórias de Nossa América”, contemplado pela 35ª. Edição do Fomento ao Teatro Para a Cidade de São Paulo. 

Ficha Técnica:

Direção: Wallyson Mota

Elenco: Abel Xavier, Carol Vidotti e Emilene Gutierrez

Dramaturgia: Ariel Farace e Coletivo Labirinto

Tradução: Paloma Vidal

Música: Rafael Zenorini

Vídeos e Operação de Plataforma: Laíza Dantas

Fotos: Raphael B. Gomes

Projeto Gráfico: Alexandre Caetano – Oré Design Studio

Produção: Carol Vidotti e Wallyson Mota

Realização: Coletivo Labirinto

Classificação: 12 anos

Duração: 45 minutos

SERVIÇO:

Estreia: 19 de março de 2021. Às 18h00.

Temporada: de 19, 20 e 21 de março de 2021. Às 18h00.

22, 23 e 24 de março de 2021. Às 20h00.

Onde: na plataforma Zoom. 

Link de acesso: https://linktr.ee/experimentosemtitulo 

Grátis.

Cantos de Xícaras, solo de Helena Miguel, faz temporada online de 18 a 27 de março

Explorando a mistura da linguagem teatral com a linguagem audiovisual, a encenação cria um ambiente estilo casa de vó, onde a artista e o público tomarão um chá da tarde juntos e revisitarão o tempo e suas memórias

Mulher sentada na pedra

Descrição gerada automaticamente com confiança média

Link para download de fotos – Créditos: André Vidal

Num país marcado pelo protagonismo masculino e o machismo, quantas histórias fascinantes de mulheres não chegaram até nós? Inspirado por esta pergunta, o espetáculo volta ao passado e resgata as vozes soterradas de tantas mulheres que não foram ouvidas. Cantos de Xícaras, solo escrito, interpretado e dirigido por Helena Miguel (com co-direção de Aline Filócomo e Thiago Amaral) faz temporada online de 18 a 27 de março.

Cantos de Xícaras é uma “peça-chá-experiência” que nasce do desejo da também idealizadora Helena Miguel: revisitar muitas cartas, canções, cadernos de poesias, matérias de jornais, revistas e fotografias que chegaram até suas mãos por meio de guardados das mulheres de sua família e unir a este material outras histórias e tesouros de outras mulheres, com intuito de tecer uma colcha de retalhos de histórias resgatadas, recriadas, revisitadas e inventadas de tantas vozes que estão à beira do esquecimento. 

Como protagonista, uma xícara centenária, que já foi muito usada, já participou de muitos eventos, e agora jaz esquecida como enfeite em uma estante empoeirada, aguardando angustiada o dia de sua queda, de sua quebra ou de seu abandono. Conduzido pela voz inanimada desta xícara, o público é convidado a regressar a outros tempos, viajar por vários cantos de uma casa e saber das histórias, memórias e canções presentes em muitos chás da tarde entre mulheres.

“Resgatar estas vozes e estes fragmentos de memórias é, na verdade, resgatar as vozes constituintes da nossa história e dar visibilidade às mulheres idosas e um universo de saberes da tradição oral que vão se perdendo com o tempo”, conta Helena.


Sinopse 

Esquecida em uma prateleira empoeirada e à beira de entrar na partilha de bens de uma família de São Paulo, uma xícara centenária resolve compartilhar com o público suas reflexões e resgatar as memórias do seu tempo de existência. 

Relíquia resistente ao tempo, ela é a única de uma família de sete xícaras que permaneceu firme depois de tantas décadas. Percebendo que está prestes a ser encaixotada, que não participa mais dos chás de antigamente e a beira do esquecimento, ela resolve revisitar tantas histórias que testemunhou e que guarda no côncavo de sua porcelana, dando voz às memórias das bocas que a beijaram e que a acompanharam em tantas tardes de chá, em noites de frio, em manhãs de sol, com o desejo de que estas vozes permaneçam presentes junto à permanência desta xícara no tempo.

A montagem 

Todos os materiais utilizados para elaboração do cenário, figurino e iluminação são usados e impregnados de histórias reais, testemunhas do tempo. O cenário é a própria casa da atriz, ambientada com móveis e objetos de suas ancestrais. Já a maior parte das gravações audiovisuais – que permeiam toda a peça – foram gravadas na casa da avó da atriz, localizada na Av. Rebouças, em São Paulo.

Os figurinos também são confeccionados por meio do aproveitamento de tecidos, anáguas, botões solitários, vestidos de avós, emaranhados de memórias, marcas do tempo e experiências. A iluminação fica por conta de luzes domésticas como abajures, lamparinas e velas. 

Para a concepção musical do trabalho, o ponto de partida foi a tradição oral e a ambiência sonora na qual está inserida a história: vozes que emergem contando casos lá no quintal, portas que se abrem, vitrolas, vassoura que retira o pó do assoalho de jacarandá, a louça recebendo o líquido quente ou se encontrando no brinde de comemorações. 

Sobre Helena Miguel

Atriz, palhaça, diretora e arte educadora. Graduada em Licenciatura em Artes/Teatro pela Unesp e em interpretação pela Escola de Arte Dramática da USP. Na linguagem áudio visual protagonizou a série “Empurrando com barriga”, dirigido por Daina Giannecchini; protagonizou o curta metragem “Fel”, dirigido por André Muñoz; atuou no longa metragem “13 Andares”, dirigido por Eliana Fonseca; interpretou Nair de Teffé no “Programa Retrovisor”, dirigido por Paulo Markun, no Canal Brasil, dentre outros. No teatro atuou em diversos espetáculos como: “Os atores”, dramaturgia inédita de Marcelino Freire; “Tentativas Contra Vida dela”, apresentado em São Paulo e em Lisboa; o solo de palhaçaria “Cardiograma”, apresentado no Festival Internacional de Palhaças Mulheres da Catalunha, Espanha e em São Paulo; “Macunaíma, o herói sem nenhum caráter,um brinquedo”, dirigido por Cristiane Paoli Quito, “Cabaré Garcia”, dirigido por Renan Tenca, “Exit”, dirigido por Bete Dorgam, etc. No exterior teve experiêcias com teatro na Índia, Itália, Espanha e Portugal. É também fundadora e diretora da Associação Cultural Sem Fins Lucrativos Pronto Sorrir que, desde 2012, promove atividades artísticas em hospitais pediátricos de São Paulo.


Ficha técnica:

Concepção, Direção, Dramaturgia e Interpretação: Helena Miguel

Co-direção: Aline Filócomo e Thiago Amaral

Direção musical: Isadora Títto

Direção de Fotografia: Sol Faganello

Produção Audiovisual e Transmissão: Dita Produtora

Direção de Arte e Design gráfico: Eliza Freire

Produção: Ana Elisa Mello e Samya Enes – Cotiara Produtora

Assessoria de imprensa: Pombo Correio

SERVIÇO

Dias: 18, 19, 20, 25, 26 e 27 de março 

Horário: No chá da tarde: sempre às 17h. 

Onde: Via plataforma Zoom (Aos sábados – dias 20 e 27 de março – o espetáculo também será transmitido ao vivo via plataforma do Youtube).  

Duração: 60 minutos.

Classificação: Livre. 

Ingressos: gratuitos, mas sugerimos que todes tragam suas xícaras para brindarmos juntes ao fim de cada espetáculo. 

Contato: Cotiara Produtora


O projeto foi contemplado pela Lei Emergencial Aldir Blanc no edital Proac Lab Expresso 36/2020 do Estado de São Paulo.  

Cosmoceânica estreia espetáculo musical online AnDanças: lado B dia 16 de abril

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“Nascemos entre oceanos e galáxias, navegamos em submarinos solares com baleias lunares, na primeira e inúmeras infâncias. Somos viajantes dançantes nesse mundo, rumo ao infinito.”

O espetáculo musical infantil AnDanças: lado B, da Cosmoceânica, chega para dialogar e complementar o show (que cumpriu temporada em março) e as linguagens artísticas investigadas pelos multicosmoartistas da banda – Milena Filó, Fabrício Zava, Fábio Supérbi e Daniel Martire. A temporada acontece de 16 a 25 de abril, pelo canal do Youtube oficial da banda e instituições parceiras. 

As cenas coreografadas conduzem a obra de forma fluida, instigante e dançante e acontecem em três espaços: na casa do casal de artistas, no palco de um teatro e nas ruas de uma cidade em algum lugar perdido no tempo e espaço. 

Sinopse 

Maria, a pequena protagonista, transita entre as imagens. Tudo é fruto de sua imaginação nesse mundo de pequenas e grandes descobertas. Este espetáculo também conta sobre o contexto histórico em que estamos vivendo e sobre nossas redescobertas nesse mundo como, mães, pais, avós, avôs, tias, tios, pessoas e seres humanos feitos para sonhar e dançar.

O enredo se divide em 6 partes, com muito ritmo inspirado na Cumbia – música típica da Colômbia: o nascimento da Cosmoceânica; o dia em que Maria sonhou com andarilhos; o seu esforço do primeiro passo; o desejo de conquistar a casa, as ruas, os lugares, cidades, países, luas, planetas e galáxias; a primeira dança e um epílogo sobre nascimentos. 

A Cosmoceânica é uma banda cênica com obras artísticas voltadas principalmente para a primeira infância. Porém, sabemos também que, de maneira lúdica e divertida nossas obras são para toda a família e todes, pois uma criança não se desenvolve sozinha. É através da interação, desse diálogo da criança com os adultos que a fruição com a arte acontece e descobrimos o mundo.


FICHA TÉCNICA “AnDanças: lado B” 

Milena Filó | vocal, atuação, dramaturgia, piano, direção cênica, figurino e mãe de Maria.

Fabrício Zava | vocal, composição, violão, atuação, direção musical e pai de Maria.

Fábio Supérbi |  narrador, dramaturgia, vocal, concepção e confecção de capacete de astronauta. 

Daniel Martire | atuação, vocal, sax, concepção e confecção de capacete de astronauta. 

Kika | ukulele.

Pipo Pergoraro | músico antropocósmico, diversos instrumentos.

Lenis Rino | bateria e percussão. 

Pedro Montessanti | mixagem e masterização.

Edição de vídeo | Shot Filmes.

Aura Cunha | Direção de Produção.

Yumi Ogino | Produção executiva.

Pombo Correio | Assessoria de Imprensa.

Emi Takahashi | Marketing Digital.

Marcos Magon | Design Visual.

SERVIÇO
Todas as transmissões ocorrerão no canal do Youtube banda: 
Cosmoceânica Banda

Simultaneamente, a cada dia, ocorrerá, também, em canais parceiros. 


16/04, sexta | 18h- biblioteca monteiro lobato 

17/04, sáb | 16h – teatro paulo eiró + biblioteca hans christian andersen 

18/04, dom |16h – teatro paulo eiró

23/04, sex | 16h – conservatório municipal de socorro + fábrica de cultura 

24/04, sáb | 16h – teatro cacilda becker  + biblioteca prof. nelson foot 

25/04, dom | 16h – teatro cacilda becker

Classificação indicativa: Livre
Duração: 30 minutos
Grátis

ACOMPANHE A BANDA 

Spotify:

Podcast:

Youtube: Cosmoceânica Banda

Instagram: @cosmoceanica

Espetáculo de teatro físico, CADA QUAL NO SEU BARRIL, comemora 10 anos de trajetória com versão on-line

Livremente inspirado no livro de Ruth Rocha, “Dois Idiotas Sentados Cada qual no seu Barril”, as atrizes Bruna Longo e Daniela Flor criaram uma dramaturgia física na qual dois náufragos se veem isolados juntos em uma ilha deserta. Peça será transmitida ao vivo do Espaço Cia. da Revista,  de 18 a 28 de março, como parte do EDITAL PROAC EXPRESSO LAB 38/2020

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CADA QUAL NO SEU BARRIL é um espetáculo de censura livre que nasceu em 2011 do desejo da criação de um espetáculo infanto‐juvenil utilizando técnicas provenientes do teatro físico. Comemorando dez anos de trajetória, já foi realizado em diversos formatos, em teatros em formato italiano e arena, na rua, em praças, em espaços pequenos e grandes palcos, e agora invade o universo virtual.

 Com influência dos grandes personagens de desenho animado e nos clássicos filmes de cinema mudo, o espetáculo não possui texto falado e tem uma temática diferenciada para peças que buscam incluir o público infantil: a intolerância, um dos temas mais caros de nossos tempos. Em uma época de ignorância, as guerras, a banalização da violência e a negação / incompreensão daquilo que é diferente (etnia, condição social, religião e sexualidade, evidentes nas manchetes dos jornais) são realidades às quais as crianças estão constantemente sendo expostas. Tratar desses temas de forma bem-humorada e utilizando a fisicalidade dos cartoons permite estabelecer diálogo direto com o público infantil: a linguagem não-verbal não depende da linearidade aristotélica, se aproximando da brincadeira de faz de conta. E é exatamente a linguagem cartunesca que faz de Cada Qual no Seu Barril ideal para a transmissão ao vivo pela internet! Além de ser um espetáculo de curta duração (40 minutos) que pode ser assistido por toda a família. 

SINOPSE

Inspirado em famosos personagens de desenhos animados e utilizando o teatro físico como linguagem, Cada Qual no Seu Barril conta, sem palavras, a história de Igor e Vladimir, dois náufragos em uma ilha deserta tendo que dividir um mesmo espaço. A intransigência faz essa relação virar uma divertida batalha de egos, com um final inesperado.

SERVIÇO

Dias 18, 19, 20, 21 e 25, 26, 27 e 28 de março, quintas a domingos, 19h.

Transmissão ao vivo do Espaço Cia. da Revista veiculada no  https://www.facebook.com/espacociadarevista

Gratuito.

Duração: 40 minutos. 

Gênero: comédia / teatro físico

Censura: livre. 

Faixa etária recomendada: maiores de 5 anos 

Tema e conteúdo: guerras, conflitos. 

FICHA TÉCNICA

Elenco, concepção e dramaturgia corporal: Bruna Longo e Daniela Flor. 

Direção, Figurinos e Iluminação: Kleber Montanheiro.

Assistência de Direção e responsável técnica: Luiza Torres.

Criação e confecção de objetos cênicos: Ricardo Costa, Beatriz Nogueira e Adriana Michalski. 

Produção executiva: Bruna Longo.

Sobre KLEBER MONTANHEIRO, diretor, figurinista e iluminador – Ator, autor, diretor cênico, cenógrafo, figurinista e iluminador.  Fundador da Cia. da Revista, e diretor de todos seus espetáculos (entre eles Um Dez Cem Mil Inimigos do Povo, Opera do Malandro, Cada Qual no Seu Barril, Cabeça de Papelão, Carnavalha, e Kabarett. Formado pelo Teatro-escola Célia Helena, dirigiu entre outras peças: O Mambembe, de Arthur Azevedo; O Rouxinol, de Cássio Pires; Marias do Brasil, de Marília Toledo e Rodrigo Castilho. Criou cenário, figurino e luz do espetáculo Misery, com Marisa Orth e Luis Gustavo; Cada um com seus ‘pobrema’, de Marcelo Médici; Tem Francesa no Morro, com a Cia. As Graças; cenário e iluminação de Madame de Sade, direção de Roberto Lage, Macbeth, direção de Regina Galdino; A Incrível História do Peixe Orelha, de Paulo Rogério Lopes; também de Paulo Rogério Lopes, Crônicas de Cavaleiros e Dragões; Sobre Cartas & Desejos Infinitos, de Ana Luiza Garcia; Oito Balas, de Carol Rainatto. Foi integrante do projeto de humanização hospitalar Doutores da Alegria, de 1993 a 2003.  Premiado com o APCA 2008 (Associação Paulista dos Críticos de Arte) como melhor diretor e prêmio Qualidade Brasil 2008 como melhor espetáculo com Sonho de Uma Noite de Verão. Premiado também com o FEMSA 2009 como melhor diretor com A Odisséia de Arlequino. Indicado como melhor diretor ao prêmio Cooperativa Paulista de teatro, por Cabeça de Papelão (2012). Premiado com o APCA 2012 (Associação Paulista dos Críticos de Arte) por seus figurinos e cenografia em A Incrível História do Peixe Orelha. 

Sobre BRUNA LONGO, atriz criadora- Mestre em Movement Studies pela Universidade de Londres – Central School of Speech and Drama, como especialista em Expressão Corporal nas funções de Educadora e Diretora de Movimento (Dramaturgia Corporal). Experiência como atriz e educadora no Brasil, Europa e Estados Unidos, tendo colaborado com a companhia dinamarquesa Odin Teatret, dirigida pelo diretor italiano Eugenio Barba e o American Shakespeare Center, situado no estado da Virginia, EUA. Dentre os mais recentes trabalhos como atriz estão, além de Um Dez Cem Mil Inimigos do Povo (2016), Opera do Malandro (2014), Cada Qual no Seu Barril, Cabeça de Papelão, Carnavalha, e Kabarett (versão 2012) pela Cia. da Revista: Criatura, Uma Autópsia, de autoria própria, na Oficina Cultural Oswald de Andrade; Os 3 Mundos, com direção de Nelson Baskerville, no Teatro Popular do SESI; Crônicas de Cavaleiros e Dragões, no Teatro Popular do SESI; Ur-Hamlet e The Marriage of Medea com direção de Eugenio Barba; Shentai com Performers Exchange Project (Charlottesville, EUA), direção de Martha Mendenhall e O Nome, de Jon Fosse, direção de Denise Weinberg (Brasil), entre outros. Realizou Direção Corporal para os espetáculos no Brasil, Estados Unidos e Europa. Como dramaturga realizou os espetáculos MauDitas e Carnavalha com direção de Kleber Montanheiro e duas luas, com direção de Nicole Aun, premiado como melhor texto teatral no V Festival de Teatro de Guaçuí (Espírito Santo, Brasil) em 2002. 

Sobre DANIELA FLOR, atriz criadora – Formada pelo teatro escola Célia Helena em 1999, onde também trabalhou como professora de interpretação para crianças, adolescentes e adultos. Foi assistente  de direção de Marco Antonio Rodrigues nos espetáculos: Mockimpot de Peter Weis, com alunos formandos do teatro escola Célia Helena em 2000 e Copenhagen com a Cia. Arte e Ciência no Palco em 2000/2001, também foi assistente de Renata Zhaneta no espetáculo O Rei do Brasil em 1999. Dentre seus trabalhos como atriz estão, além de Um Dez Cem Mil Inimigos do Povo (2016), Opera do Malandro (2014), Cada Qual no Seu Barril, Cabeça de Papelão, Carnavalha, e Kabarett (versão 2012) pela Cia. da Revista: Missa Leiga, com direção de Marco Antonio Rodrigues, Sete Gatinhos com direção de Renata Zhaneta. Em 2014 participou das montagens Crônicas de Cavaleiros e Dragões – O Tesouro dos Nibelungos e Procurando Firme, ambos dirigidos por Kleber Montanheiro, pelos últimos foi  indicada ao Prêmio FEMSA como melhor atriz coadjuvante; Pau Brasil e Todas Elas, ambos de F. Mendes e direção de Nicole Aun, prêmio de melhor atriz no Festival de Mogi Mirim.    

LUIZA TORRES, assistente de direção e responsável técnica – Formada em Direção Teatral pela Faculdade de Artes Cênicas da Universidade de São Paulo, ECA/USP, em 2012. Co-fundadora e diretora artística da Cia. Brasilis Playback Theatre. Trabalha também como professora e diretora teatral na Associação Cultura Inglesa desde 2003. Dentre seus trabalhos como atriz estão, além de Um Dez Cem Mil Inimigos do Povo (2016), Opera do Malandro (2014), Cabeça de Papelão, Carnavalha, e Kabarett (versão 2012) pela Cia. da Revista: Espetáculos de Improviso, Cia. Brasilis Playback Theatre; A Doi2, Curta Metragem, direção Freddy Leal; O Gabinete de Franz Kafka e Mundo Esquecido, Parte I: Admirável Mundo Novo, com o Grupo Bum-Chacalaka, direção Pedro Rodrigues; Um Pássaro na Mão, com a Cia. Improvável de Teatro, direção Rafael Presto; Os Sete Afluentes do Rio Ota, Turma 2007 Artes Cênicas USP, com direção Beth Lopes; Projeto Zucco, com o Coletivo de Galochas, direção Tchello Gasparini. Dirigiu os seguintes espetáculos: A Load of Rubbish, Maurice, Judgment Day, Shame, Smart, Commercial Break pelo Spirit Theatre Group; Diva com til é divã, O Quarto Rosa, Esse lugar confuso entre o sexo e a Organização Familiar, e CUIDADO CÃO BRAVO pela Cia. Nós Não Fazemos Ópera.  

I Festival 45+ de Duetos de Dança Live fomenta trabalho de artistas com mais de 45 anos 

Lu Favoreto e Wilson Aguiar no dueto “Duo D’água”, criado especialmente para o Festival. Foto de Luciana Canton

Link para download de fotos 

O I FESTIVAL 45+ DE DUETOS DE DANÇA LIVE é um festival de dança contemporânea que acontece online de 16 a 21 de março de 2021. Vinte e dois bailarines de mais de 45 anos foram convidades a desenvolver duetos de dança para o formato de live. Serão apresentados 10 duetos de dança contemporânea inéditos, criados especialmente para o festival, além de duas mesas de discussão e chats ao vivo com os bailarines na reapresentação dos trabalhos.

“Na dança, mais que qualquer outra arte cênica, a participação de bailarines com mais de 45 anos é sistematicamente desvalorizada, pois existe a cultura de exaltação a juventude e a perfeição da forma física”, conta a produtora Luciana Canton. “O Festival propõe inverter radicalmente esses valores estabelecidos, sendo uma plataforma para artistas experientes da dança, exaltando a maturidade, a vivência e a excelência artística desses corpos, revertendo o estigma de que bailarines depois dos 40 anos não podem mais dançar”.

Compõem o elenco de bailarines criadores do Festival importantes artistas da dança brasileira: Alessandra Fioravanti, Bebeto Cidra, Dani Stasi, Irineu Nogueira, Jorge Garcia, Keila Fuke, Key Sawao, Lu Favoreto, Mara Borba, Marta César, Lourenço Homem, Marco Xavier, Orlando Dantas, Patrícia Noronha, Paulina Alves, Ricardo Iazzetta, Toshiko Oiwa, Wellington Duarte, Wilson Aguiar e Zélia Monteiro.

O I FESTIVAL 45+ DE DUETOS DE DANÇA LIVE será transmitido de forma online, todos os dias, sempre às 20h. A retirada de ingressos gratuitos ou contribuição consciente será pelo site www.festival45mais.com .O Festival também será transmitido nos canais da Oficina Cultural Oswald de Andrade e do Centro de Referência da Dança. 

Este festival foi financiado pela Lei Aldir Blanc através do ProAC Expresso LAB 40/2020 “Produção de Festivais no Estado de São Paulo” da Secretaria Estadual de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo e do Governo Federal. A programação completa pode ser acessada no link www.festival45mais.com

SINOPSE

O I FESTIVAL 45+ DE DUETOS DE DANÇA LIVE é um festival online que fomenta o trabalho de bailarines de mais de 45 anos. Serão apresentados dez duetos de dança contemporânea criados especialmente para o Festival, duas mesas de discussão e chats com es bailarines. 

PROGRAMAÇÃO-  I FESTIVAL 45 + DE DUETOS DE DANÇA LIVE

16/03 –  TERÇA

11h- Mesa de debate “A longevidade e a maturidade na excelência artística de bailarine 45+”. Mediação de Wellington Duarte. Debatedores: Paulina Alves, Zélia Monteiro e Mara Borba.


20h- D   I S T Â N C I A – Dani Stasi e Lourenço Homem

Elas em nós – Keila Fuke e Paulina Alves

          NO(CE)S – Jorge Garcia e Toshiko Oiwa


17/03 – QUARTA

16h-  Duo D’água – Lu Favoreto e Wilson Aguiar

             Bem Querer Bem… – Mara Borba e Marta César


20h- pulsa e vaza – Marco Xavier e Patrícia Noronha

Incompletude – Alessandra Fioravanti e Orlando Dantas

Dona Janaína – Bebeto Cidra e Irineu Nogueira

18/03 – QUINTA

11h- Mesa de debate “Corpos em diáspora na dança contemporânea: deslocamentos e  tessituras estéticas”. Mediação: Lourenço Homem. Debatedores: Toshiko Oiwa, Irineu  Nogueira e Marco Xavier 


20h- Ao Vento – Key Sawao e Ricardo Iazzetta

             das distâncias nulas – Wellington Duarte e Zélia Monteiro

19/03 – SEXTA

20h- Reapresentação Duo D’água / chat com  Lu Favoreto e Wilson Aguiar

19h30- Reapresentação D   I S T Â N C I A / chat com Dani Stasi e Lourenço Homem

20h00- Reapresentação NO(CE)S/ chat com  Jorge Garcia e Toshiko Oiwa


20/03 – SÁBADO

20h- Reapresentação Dona Janaína / chat com Bebeto Cidra e Irineu Nogueira

20h30 Reapresentação Bem Querer Bem… / chat com Mara Borba e Marta César

21h- Reapresentação pulsa e vaza / chat com Marco Xavier e Patrícia Noronha

21h30- Reapresentação Incompletude / chat com Alessandra Fioravanti e Orlando Dantas

21/03 – DOMINGO

19h- Reapresentação Elas em nós/ chat com Keila Fuke e Paulina Alves

19h30- Reapresentação Ao Vento/ chat com Key Sawao e Ricardo Iazzetta

20h- Reapresentação das distâncias nulas / chat com Wellington Duarte e Zélia Monteiro

FICHA TÉCNICA- I FESTIVAL 45 + DE DUETOS DE DANÇA LIVE

Produção

Luciana Canton, Gustavo Valezzi e Tatiane Trujillo

Bailarines

Alessandra Fioravanti, Bebeto Cidra, Dani Stasi, Irineu Nogueira, Jorge Garcia, Keila Fuke, Key Sawao, Lu Favoreto, Mara Borba, Marta César, Lourenço Homem, Marco Xavier, Orlando Dantas, Patrícia Noronha, Paulina Alves, Ricardo Iazzetta, Toshiko Oiwa, Wellington Duarte, Wilson Aguiar e Zélia Monteiro.

Assessoria de Imprensa

Pombo Correio

Idealização

Wilson Aguiar e Luciana Canton

Realização 

Atelier Cênico

TEASER OFICIAL DO FESTIVAL: https://youtu.be/LfWzQc0OWO8

VINHETA ANIMADA DO FESTIVAL: https://youtu.be/eVuAoDGHAaQ

para baixar TEASER, VINHETA E MATERIAL PROMOCIONAL: 

https://1drv.ms/u/s!Ag2WofTImRBMhlQUNGZ29aB6GxUP?e=l1Emq7

Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, apresenta:

Cantado em clássicos do forró e contado em rimas de cordel, o espetáculo Cordel Viajante estreia dia 07 de março

Grupo de pessoas em pé posando para foto

Descrição gerada automaticamente

Link para download de fotos – Créditos: Caio Gallucci

O espetáculo musical Cordel Viajante, que faz apresentações online pelo Youtube de 07 de março a 11 de abril, é uma viagem musical pela cultura popular brasileira, que une forró, poesia de cordel e xilogravura. O projeto é do Núcleo Artístico Forró do Candeeiro, com texto do poeta e escritor baiano Marco Haurélio e direção de João Paulo Lorenzon. 

O show conta a história de Juarez, que viaja pelo sertão nordestino para reencontrar sua amada Maria, depois de tentar a vida na cidade grande. É em busca de seu amor e de suas raízes que ele atravessa esta jornada musical. O público acompanha a viagem mergulhando nas paisagens, sensações e particularidades do sertão nordestino através da música e da poesia de cordel. A viagem atinge o seu ápice quando ele, enfim, reencontra Maria, em meio a um céu estrelado e a uma linda Festa de São João.

Juarez é a personificação do povo forte nordestino, em diversas gerações de migrações Brasil afora, castigado pela saudade de viver distante de sua terra natal. As memórias e sentimentos impulsionam sua caminhada cheia de sonho e poesia, através dos símbolos do sertão.

O Núcleo Artístico Forró do Candeeiro mescla os ritmos do forró, baião, xaxado, galope e rastapé às métricas do cordel e dá voz ao repertório musical repleto de clássicos do forró e cantigas juninas levando o público a cantarolar, dançar e vibrar nesta jornada musical. No repertório estão clássicos do forró de Gonzagão, Dominguinhos, Sivuca, Trio Nordestino, Gil, Zé Dantas, Antônio Barros, Assissão, Humberto Teixeira. 

O personagem Juarez ganha vida com a atriz Rosa Piscioneri, que dá voz à sua jornada declamando rimas e versos através do repertório musical. 

Para dirigir o espetáculo, o grupo convidou o ator e diretor João Paulo Lorenzon, que fundou e dirige a Espaço Mágico Escola de Teatro e a Companhia Espaço Mágico. A poesia de cordel é de autoria do poeta e escritor Marco Haurélio, pesquisador da literatura de cordel e do folclore brasileiro, com mais de 50 publicações no currículo. 

O texto, de grande sensibilidade, musicalidade e métrica específica conta a história carregando conhecimento, questões sociais e a sabedoria da cultura nordestina por meio de rimas. O cenário foi criado por Dhiego Bueno, com ilustrações em xilogravura do artista Cadú (Xilogravuras do Benedito). Muito comum no Nordeste nas estampas dos livretos de cordel, o cenário dialoga com o texto em cordel e com as músicas trazendo símbolos dessa jornada sertaneja. 

Sobre o Núcleo Artístico – Forró do Candeeiro

O Grupo é composto por Daniel Doctors (baixo e voz), Ed Encarnação (zabumba), Fabio Katz (guitarra e voz) Julia King (voz), Rodrigo Scarcello (sanfona e voz), Wellington Tibério (percussão) e Camilo Zorrilla (percussão). O grupo nasceu de uma ramificação do Forró do Cruzeiro que realizava apresentações em praças públicas em eventos comunitários na cidade de São Paulo para comemorar o São João. O espetáculo Cordel Viajante uniu o grupo para exaltar e homenagear a riqueza da cultura popular nordestina, em suas diversas linguagens. 

Ficha técnica

REALIZAÇÃO:

Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Cultural e Economia Criativa 

BANDA FORRÓ DO CANDEEIRO – PROJETO CORDEL VIAJANTE

VOZ: JULIA KING
SANFONA E VOZ: RODRIGO SCARCELLO
BAIXO E VOZ: DANIEL DOCTORS
GUITARRA E VOZ: FÁBIO KATZ
ZABUMBA: ED ENCARNAÇÃO
PERCUSSÃO: CAMILO ZORRILLA
TRIÂNGULO: WELLINGTON TIBÉRIO
NARRAÇÃO/ ATRIZ:  ROSA PISCIONERI

EQUIPE TÉCNICA:
IDEALIZAÇÃO E PRODUÇÃO – JULIA KING
DIREÇÃO MUSICAL – DANIEL DOCTORS

PRODUÇÃO MUSICAL: RODRIGO SCARCELLOTEXTO/POESIA DE CORDEL: MARCO HAURÉLIO FERNANDES FARIA
DIREÇÃO DE CENA: JOÃO PAULO LORENZON
FIGURINO: VICTORIA CONSTANTINO
ILUMINAÇÃO: LÚCIA GALVÃO
SONORIZAÇÃO E OPERAÇÃO DE SOM: CAIO ALARCOM
EQUIPE DE FILMAGEM: VM VIDEOS CINEMATOGRÁFICOS (VITOR MIRANDA E JOÃO MANTOVANI)
FOTOGRAFIA: CAIO GALUCCI
CENOGRAFIA: DHIEGO BUENO
ILUSTRAÇÕES: CADÚ (XILOGRAVURAS DO BENEDITO)
ASSESSORIA DE IMPRENSA: POMBO CORREIO
GRAVADO EM SÃO PAULO, NO TEATRO VIRADALATA

Serviço:

Dias e horários: 07/03, 14/03, 21/03, 28/03, 04/04 e 11/04 às 16h
Duração: 1h
Classificação Indicativa: Livre
Grátis pelo canal do Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCho_0yfQAaQa5Af9h7Iaqfw?guided_help_flow=5

Acompanhe o grupo:
Facebook: https://www.facebook.com/forrodocandeeirosp
Instagram: @forro_do_candeeiro

Espetáculo de dança contemporânea TAMPOCO HAY CASA faz seis apresentações on-line de 14 a 30 de março.

Com direção de Adriana Nunes, Tampoco hay casa é o desdobramento da parceria entre a Antônima Cia de Dança e a artista sonora Mariana Carvalho iniciada na obra “No hay tema”, apresentada no Teima – Festival de Artes Online, em 2020.

Link para imagens

A proposta de encenação da obra é uma continuação da pesquisa da Companhia, que investiga diversas formas de produzir conteúdo cênico, passando pela coreografia, as partituras e a improvisação. “Tampouco Hay Casa” tem música ao vivo, improvisada livremente por Mariana Carvalho a partir da partitura da Cia Antônima. Mariana também atua como performer nas apresentações, aparecendo em cena tocando, ao lado das intérpretes criadoras: Adriana Nunes, Anna Luiza Marques, Camila Miranda e Isadora Prata. Cada uma das artistas estará na sua casa no momento da apresentação. O figurino é assinado por Anna Luiza Marques e a iluminação é de Lúcia Galvão.

O despertar da obra nas palavras da Companhia:

O confinamento obrigatório num momento de pandemia, como toda mudança abrupta, conduz os indivíduos e a sociedade por um caminho em que deparamos com o susto inicial mas nos agarramos à ideia de que tudo voltará logo a ser como antes. Passamos para o entendimento de que, na verdade, não há mais volta e buscamos nos adaptar. E chegamos aonde? Ainda não sabemos. Mas já sabemos que como em qualquer outra forma de vida, a vida em quarentena traz angústias e possibilidades, nostalgias e novidades. 

Tentamos transformar nossa casa em espaço de trabalho, sala de ensaio, palco, escola dos filhos, bar, café, e ainda preservá-la como espaço de intimidade, privacidade, segurança. A casa tem força para ser tudo isso? A sensação de voltar para casa no fim do dia ainda é possível? Onde está nosso canto preferido da casa? Ainda há casa?

No hay tema, tampoco hay casa.

Sobre a Antônima Cia de Dança

A Antônima Cia de Dança desenvolve desde 2010 sua pesquisa de composição em dança que pretende investigar diversas formas de produzir conteúdo cênico, passando pela coreografia, as partituras e a improvisação. Desenvolve também um trabalho que propõe o diálogo entre a dança e a poesia, que resultou na “Trilogia do Inevitável”. A trilogia é composta pelas peças “História das Demolições”, com textos de Fabrício Corsaletti; “Só”, com textos de Noemi Jaffe escritos especialmente para o projeto; e “Isso ainda não nos leva a nada”, com textos de Bruno Brum. Entre 2011 e 2012 o grupo participou de performances na região da Luz, em São Paulo, para as filmagens do curta-metragem “Buracos Negros”, de Nana Maiolini, que foi premiado na Mostra Livre de Filmes e integrou a exposição “O Abrigo e o Terreno”, no MAR, Museu de Arte do Rio de Janeiro, como parte do trabalho do Coletivo Usina, Sem Título (Imagens de cidade real X imagem de cidade vendida pelo mercado imobiliário ou Nova Luz, mas poderia ser Porto Maravilha). Em dezembro de 2012 gravou o vídeo-dança Antônima, no Instituto Butantã, em São Paulo. Em abril de 2013 estreou o espetáculo “História das Demolições” no Teatro do Morro do Querosene, em São Paulo. O espetáculo reestreou em 2016, no FEIA (Festival do Instituto de Artes da Unicamp). Em outubro de 2013 apresentou, em parceria com a banda Projeto_Risco, espetáculo de improvisação inspirado no tema “Símbolos de Transformação” no XXI Congresso da Associação Junguiana do Brasil. Entre dezembro de 2013 e abril de 2014 desenvolveu o projeto Flash Mob para a Secretaria de Educação do Estado de São Paulo, como parte das ações da FDE para o Programa Escola da Família. A partir do tema Comunidade Leitora, o trabalho foi estruturado através da integração dança/literatura. Em novembro de 2014 a companhia participou da mostra “Dani Mattos Convida”, no Café Piu Piu, com o espetáculo “O que você me dá”, ao lado de banda formada por Daniel Doctors, Lucas Martins e Carolina Delleva.

Ficha Técnica:

Direção: Adriana Nunes

Intérpretes criadoras: Adriana Nunes, Anna Luiza Marques, Camila Miranda, Isadora Prata

Direção e performance musical: Mariana Carvalho

Figurino: Anna Luiza Marques

Iluminação: Lúcia Galvão

Design Gráfico: Estúdio Clarabóia 

Produção: Ana Elisa Mello e Samya Enes – Cotiara Produtora

Produção de conteúdo: Isadora Prata 

Serviço:

Datas de apresentação: 14, 16, 21, 23, 28, 30 de março 

Horário: 17h

Apresentações via plataforma Zoom.

Duração:60 minutos

Classificação etária: 14 anos

Sobre a Cult Cultura

Criadora de conteúdo do Grupo Carbono 60, completou 10 anos em novembro de 2019. Iniciou as atividades na área de projetos culturais na Incubadora de Empresas da Universidade Mackenzie, sendo a primeira startup cultural da Instituição.

Com experiência em diversas áreas da cultura, a Cult Cultura produz conteúdo em texto, vídeo e áudio para projetos próprios e de clientes, como o Goethe-Institut. Para 2020, além da estreia da terceira temporada da websérie Profissões da Economia Criativa, também irá lançar o podcast “As Minas Gerais”, com foco em equidade de gênero; o espetáculo “Um Sonho de Herói”, voltado para o público infantil; e o livro “Latíbulo: Escrever é Terapia. Publicar é Coragem”, com contos e crônicas de Leonardo Cássio e Thais Polimeni.


Acompanhe as novidades em: http://cultcultura.com.br, http://youtube.com/cultcultura e http://instagram.com/cultcultura.

Semente, de Stella Tobar, faz temporada online de 11 a 18 de março

Fotos de João Maria

Texto criado a partir de uma negativa dos direitos autorais para a adaptação da obra A ciranda das mulheres sábias, de Clarissa Pínkola Estés, Semente, de Stella Tobar celebra 25 anos de carreira da atriz e faz temporada online gratuita de 11 a 18 de março pelo Sympla, sob direção de Eucir de Souza. 

Por meio de um e-mail, a agente da autora explica os motivos da recusa em ceder os direitos dessa e de qualquer outra obra ou mesmo trechos de obras de Clarissa Pínkola Estés e aconselha Stella, com as palavras da própria autora em seu conceito de Voz Própria: “(…) Use sua própria voz, a partir da sua própria vida e do que você mesmo viveu e testemunhou em primeira mão… desse modo as estórias que acontecem a cada um – contadas pelos olhos de quem as testemunhou – nunca mais se perderão para o mundo novamente.” 

Esse e-mail é o mote inicial da peça, que reúne a adaptação de diversos contos de Stella para contar a trajetória de uma mulher que está em busca da criação de uma obra autoral, seguindo os conselhos da Dra. Estés.

“Além disso, acredito que a trajetória de um artista é construída a partir do diálogo com as necessidades do tempo em que vive. Assim, realizar este espetáculo em formato remoto cumpre esse papel e tem me levado a novas e importantes descobertas artísticas, assim como acredito que para a equipe toda. Fora a coincidência de estrear um primeiro solo nesse momento de isolamento, onde estou realmente junta e separada da equipe. Na prática, estarei só.”, comenta Stella.

O diretor Eucir de Sousa diz que “o texto em si é perfeito para pensarmos o momento atual. E o presente tem sido, no nosso ponto de vista, muito doído de perdas, mergulhado na pausa, muitas vezes na escuridão, mas grávido de inúmeras novas possibilidades.”.

Sinopse

Uma mulher vive sozinha com a filha em um apartamento. Uma artista tem o pedido de autorização para adaptação de um texto negado. Uma mulher nega seus desejos íntimos. Uma atriz tenta escrever um texto teatral. Alguém recebe um telefonema comunicando a morte de um parente. Uma mulher sofre um acidente fatal. Alguém tenta encontrar um caminho de evolução espiritual. Uma anciã aconselha sobre a morte e a vida. Histórias paralelas que se cruzam e constroem um sentido de vida. Facetas de uma mesma personagem em situações diversas na busca por viver “de verdade”.  


Sobre STELLA TOBAR 

Atua há 24 anos ininterruptos, desde a graduação em Artes Cênicas na UNICAMP. Em 2021 completa 25 anos de carreira. É atriz, diretora, dramaturga, professora de teatro e produtora cultural. Dentre vários espetáculos, citam-se: Dramaturgia e direção de “Minhas queridas”, a partir de cartas de Clarice Lispector e “O menino e a cerejeira”, da obra de Daisaku Ikeda; Direção de “Dois idiotas sentados cada qual no seu barril”, de Ruth Rocha, dramaturgia Dario Uzam. Atriz e Produtora em “Nos países de nomes impronunciáveis”, de Paula Autran, direção Magali Biff. Atriz em “A ilusão cômica” e “A bilha quebrada”, direção de Marcio Aurélio, na Cia Razões Inversas; “O reizinho mandão”, de Ruth Rocha, direção Roberto Lage; “A menina que descobriu a noite”, texto e direção Pamela Duncan; “Impressões”, texto e direção Lena Roque; diversos espetáculos na Mostra Cemitério de Automóveis, texto e direção de Mario Bortolotto. Integrou a Cia Os Fofos Encenam por 14 anos, onde atuou em diversos espetáculos sob direção de Fernando Neves e Newton Moreno, como “A mulher do trem” e “Assombrações do Recife Velho”. Em cinema atuou nos longas “Soluções e Soluções”, de Eduardo Felistoque e Nereu Cerdeira e “Uma noite em Sampa”, de Ugo Giorgetti. Em TV, atuou na novela “Essas mulheres”, Record.. Atualmente, atua na Webserie “Família Buscafé”, no canal Youtube Brasil Seikyo TV. 

Sobre EUCIR DE SOUZA 

Ator e diretor, Formado pela Escola de Arte Dramática, ECA, USP, em 1995, antes disso havia atuado em teatro amador em Guaxupé, MG. Atuou, nesses 20 anos como profissional, em mais de 50 peças no teatro. Sempre estabeleceu parcerias sólidas no mundo do teatro, sendo colaborador de Fernando Bonassi, Cibele Forjaz, Márcio Aurélio, Mario Bortolloto, Wiliam Pereira, Renato Borghi, entre outros, sempre trabalhando em mais de um espetáculo com cada um desses. Dirigiu as peças EDIFICIO SHANTUNG, em São Paulo. ZUMBI SERTAO DE JACUI e HISTORIAS DOS ORIXAS, Ambas em Guaxupé, MG. CAIM E ABEL, criação coletiva a partir do mito, também em São Paulo. No cinema, atuou em mais de 30 longas metragens e diversos curtas também. Entre os quais se destaca o longa MEU MUNDO EM PERIGO, de José Eduardo Belmonte, com o personagem Elias pelo qual ganhou o Prêmio de melhor ator no Festival de Brasília de 2007 e também o Prêmio Saruê, cedido pelo Correio Braziliense para o que eles consideraram o melhor momento de todo o festival, entre outros. Em tv trabalhou em diversas séries e novelas sob a direção de Fernando Meirelles, Rogério Gomes, de José Alvarenga Jr., André Garolli, Ricardo Waddington, Hector Babenco, Fabrizia Pinto, José Luiz Vilamarim, Edgar Miranda entre outros.

Sobre a BORBOLINA CIA

Borbolina Cia surgiu após a saída de Stella Tobar da Cia Os fofos encenam, onde atuou por 14 anos. A Cia formada por ela e o ator e iluminador Giuliano Caratori tem o objetivo de levar à cena projetos próprios de Stella, com artistas convidados. Assim, citam-se os trabalhos: O menino e a cerejeira, da obra de Daisaku Ikeda, dramaturgia e direção Stella Tobar e Nos países de nomes impronunciáveis, de Paula Autran, direção Magali Biff, onde Stella atuou ao lado de Antonio Salvador.

Ficha Técnica

Dramaturgia e atuação: Stella Tobar 

Direção: Eucir de Souza

Música original: Sérvulo Augusto

Direção de imagem: André Grynwask (Um Cafofo)

Desenho de luz: Giuliano Caratori

Direção de arte e figurino: Clau Carmo

Preparação vocal e canto: Claudia Fier

Letras das músicas: Stella Tobar e Sérvulo Augusto

Fotos: João Maria

Divulgação em mídias sociais: Fernando Maffia

Design Gráfico: Pri Argoud (Um Cafofo) 

Assessoria de Imprensa: Pombo Correio

Produção: Borbolina Cia.


Serviço
Temporada online
11 a 18 de março de 2021
Quinta a quinta, às 22h, 08 apresentações
Retire seu ingresso no Sympla. Gratuito.

Classificação: 14 anos

Duração: 45 minutos

Após o espetáculo, haverá uma conversa com o público após todas as sessões. 


Semente foi contemplado pelo Proac Expresso Lei Aldir Blanc 36/2020 “Produção e Temporada de espetáculo de teatro com apresentação on line”, Secretaria Especial da Cultura e Economia Criativa, Governo Federal.