Foto de Luiza Folegatti

Foto de Luiza Folegatti

LINEKER lança novo EP dia 26 de fevereiro com show no Sesc Vila Mariana

 Lançamento virtual acontece dia 24 de fevereiro no site e página oficial do artista no Facebook

 Três anos após o lançamento de seu primeiro disco, o cantor e performer Lineker lança seu novo trabalho, o EP Verão. Com canções de novos compositores da MPB, o álbum anuncia novos rumos na carreira do artista.

O EP será lançado em formato virtual para download gratuito no dia 24 de fevereiro no site oficial do artista e em sua página do Facebook. No dia 26 de fevereiro, sexta-feira, Lineker e sua banda, formada atualmente pelos músicos André Bordinhon (guitarra), Chicão (teclas), Ivan Gomes (baixo) e Mariá Portugal (bateria), sobem ao palco do Sesc Vila Mariana para o primeiro show da turnê de lançamento do trabalho.

Verão promove um encontro que vai do nordeste ao sul do país, com cinco faixas de letras calorosas, intensas e apaixonadas. Verão é também o nome da canção de do catarinense Tom Custódio da Luz, também compositor de ˜Parte˜, que integram o repertório do trabalho. O álbum traz também os pernambucanos Juvenil Silva, com a canção “Desapego”, Anaíra Mahin, com “Ande Nua” e Marina Duarte, com “Leite”, cuja autoria é compartilhada com Lineker, que pela primeira vez apresenta ao público seu trabalho de compositor.

Com um arranjo inspirado no rock dos anos 70, “Leite” é também o carro-chefe de lançamento do EP, cujo videoclipe foi lançado em dezembro de 2015. O clipe é uma continuidade da parceria de Lineker com a  diretora Luiza Folegatti, que também dirigiu o clipe “Gota por Gota”, lançado pelo artista em 2014.

“Verão” tem direção artística de Lineker, produção musical de Montorfano e Gonzalez (Estúdio Lamparina), produção executiva de Iolanda Sinatra, fotos de Gustavo Lemos e projeto gráfico de Giovanni Pirelli.

Além de uma intensa agenda de shows e performances já confirmada para 2016, Lineker já se prepara para entrar em estúdio para a gravação de um novo disco, com lançamento previsto para o segundo semestre desse ano.

Sobre Lineker

Lineker é bailarino, cantor, performer e diretor. Mineiro natural de Bambuí, reside atualmente na capital paulista. Sua arte não se define por um segmento artístico específico ou recortado, mas pelo cruzamento das diversas experiências que constituem sua trajetória. É bacharel em Música e mestre em Artes da Cena pela UNICAMP (Universidade Estadual de Campinas), universidade na qual também teve grande parte de sua formação em dança pelo departamento de Artes Corporais. Além da formação acadêmica, Lineker teve diferentes experiências com importantes artistas e pesquisadores – nomes como Meredith Monk, Tadashi Endo e outros. Cresceu cantando na igreja e em eventos da cidade ao lado do pai – que o acompanhava tocando violão – e criando coreografias para apresentações de fim de ano na escola.

 Trajetória

Em seu primeiro disco, “eLe”, lançado em 2012, Lineker apresentou ao público releituras de obras de compositores consagrados da MPB. Nomes como Caetano Veloso, Gilberto Gil, Dominguinhos e Gonzaguinha integraram o repertório do álbum. Com sua banda, Lineker realizou uma intensa turnê de divulgação e promoção do trabalho, se apresentando por casas de shows, livrarias, teatros do Sesc, SESI, e eventos como a Virada Cultural.

Passado esse primeiro momento, considerado por Lineker como “uma espécie de tributo à música que o formou”, o cantor passou a se debruçar sobre a obra de compositores de sua geração. Como parte desse processo, Lineker lançou no final de 2014 o single e videoclipe “Gota por gota” (https://youtu.be/ANfHesN87p8), composição de Lê Coelho. O trabalho é considerado um marco na trajetória do artista que, a partir daí, passou a dialogar com um público cada vez maior. Junto com “Gota por gota”, Lineker estreou também um novo show, com repertório formado por canções de jovens músicos de diferentes regiões do Brasil. O trabalho estreou no Sesc Pinheiros e, desde então, passou pelos palcos de algumas casas de show de São Paulo e também pela Virada Cultural de SP. No show, Lineker e sua banda foram experimentando e amadurecendo o repertório, diversas ideias, arranjos e materiais.

Como resultado desse processo, Lineker e Rafael Montorfano (a.k.a Chicão), produtor musical do artista desde seu primeiro disco, selecionaram algumas canções do show e, junto com os músicos Ivan Gomes, André Bordinhon e Juan Megna, fizeram uma sessão de gravação ao vivo no Estúdio Lamparina. A princípio, o grupo não sabia muito bem o que faria com essas canções. A proposta inicial era lançar alguns singles, ou mesmo guardar esse material para o segundo disco de Lineker, que teria também outras canções ainda não selecionadas. Com o tempo, a ideia de ter um EP com esse material começou a fervilhar, e surgiu assim “Verão”.

Dados do EP ‘Verão’

Verão (Tom Custódio da Luz)

Desapego (Juvenil Silva)

Parte (Tom Custódio da Luz)

Ande Nua (Anaíra Mahin)

Leite (Marina Duarte/Lineker)

 

Repertório do show

Frevo Mulher (Zé Ramalho)
Não recomendado (Caio Prado)
Leite (Marina Duarte/Lineker)
Invejar (Tom Custódio da Luz)
Nobre vagabundo (Nobre Vagabundo)
Planos projetados (Marina Wisnik)
Não me arrependo (Caetano Veloso)
Desapego (Juvenil Silva)
Baby (Bárbara Malavoglia/Tomaz de Sousa/Guilherme Giraldi)
Verão (Tom Custódio da Luz)
Ande nua (Anaíra Mahin)
Agnus Sei (João Bosco/Aldir Blanc)
Geni e o Zepelim (Chico Buarque)
Funk das travestis (MC Xuxu/ vers. Lineker)
Gota por gota (Lê Coelho)
Moreno (Dona Onete)

 

Ficha Técnica:

Direção artística e performance: Lineker

Direção musical: Montorfano e Lineker

Guitarra – André Bordinhon

Teclados – Chicão

Bateria – Mariá Portugal

Baixo – Ivan Gomes

Produção executiva: Iolanda Sinatra

 

Serviço

Auditório do Sesc Vila Mariana

26/02/2016 às 20h30 – R$ 20 | R$ 10 | R$ 6

Rua Pelotas, 141, Vila Mariana SÃO PAULO | CEP: 04012-000

Vídeo-clipe de LEITE: https://www.youtube.com/watch?v=q4yZul7guEI

 

www.lineker.com.br

www.facebook.com/LinekerOfficial

 

Mané Alta resolução 3

CAIXA CULTURAL SÃO PAULO RECEBE PRESTIGIADO ESPETÁCULO DA COMPANHIA BALLET STAGIUM

 

Mané Gostoso homenageia o pernambucano Luiz Gonzaga, ao realizar uma leitura moderna da cultura popular do Nordeste. Com direção teatral de Marika Gidali e coreografias de Décio Otero, a curta temporada marca os 45 anos da Companhia paulistana

 

Foi seguindo o objetivo de resgatar as mais puras raízes nordestinas, que a companhia de dança Ballet Stagium e o grupo musical Quinteto Violado trabalharam juntos na concepção de Mané Gostoso, em 2007. Quase 10 anos após sua concepção, o espetáculo chega com o mesmo frescor à CAIXA Cultural São Paulo para curta temporada, entre os dias 19 e 28 de fevereiro de 2016, com entrada gratuita.

 

Apoiado na vigorosa coreografia assinada por Décio Otero, na direção cênica de Marika Gidali e nas músicas gravadas especialmente para o espetáculo pelo conjunto pernambucano Quinteto Violado, “Mané Gostoso” mistura popular e erudito, marcado pelo bom-humor, pela grandeza poética e, ao mesmo tempo, pela simplicidade. É genuinamente nacional e de forte identidade nordestina.

 

O título “Mané Gostoso” é uma alusão ao boneco feito em madeira – brinquedo infantil facilmente encontrado nas feiras nordestinas – e que tem pernas e braços movimentados por meio de cordões. É a partir desse brinquedo e da música imortalizada por Luiz Gonzaga que o Ballet Stagium mostra toda a riqueza da cultura nordestina. “São momentos de intensa atividade musical e de coreografias vigorosas”, conta Marika Gidali. “Achamos por bem unir esses dois grupos, o Ballet Stagium e o Quinteto Violado, que têm dado continuidade a trabalhos significativos em prol da dança e da música brasileiras”, complementa Décio Otero.

 

A trilha sonora é composta pelas músicas: Vida (Dudu Alves), Hino da Ceroula (Milton Bezerra de Alencar), Assum Preto (Humberto Teixeira e Luiz Gonzaga), Dona Aninha (Toinho Alves e Roberta Santana), Sete Meninas (Toinho Alves e Dominguinhos), P’ronde Tu Vai Luiz? (Luiz Gonzaga e Zé Dantas), Forró de Mané Vito (Luiz Gonzaga e Zé Dantas) e Asa Branca (Luiza Gonzaga e Humberto Teixeira). A coreografia e os arranjos do Quinteto Violado fazem uma leitura contemporânea dessas músicas imortalizadas por Luiz Gonzaga.

 

Sobre o Ballet Stagium

Fundada em 1971, na cidade de São Paulo, sob a direção de Marika Gidali e Décio Otero, a companhia contou com o apoio e influência da classe teatral local e ficou reconhecida nacionalmente por seu projeto de engajamento político. Em parceria com Ademar Guerra, o repertório enfocou temas como racismo, violência, opressões e genocídios, dançando textos proibidos pela censura, como Navalha na Carne (Plínio Marcos) sob o título Quebras do Mundaréu (1975), revelando ousadia para a época. Entre tantas inovações, foi também a primeira a utilizar música popular brasileira na trilha sonora.

 

Desde sua criação, fez inúmeras viagens por todo o Brasil. Do extremo norte ao extremo sul do país, num convés da barca Juarez Távora durante quinze dias no Rio São Francisco ou no chão batido das terras indígenas do Alto Xingu, sempre incorporando em seus espetáculos as linguagens dos locais por onde passava. Com coreografias adaptáveis a qualquer cenário, fizeram e ainda fazem apresentações em pátios de escolas públicas das periferias, favelas, igrejas, praias, hospitais, estações de metrô ou presídios. Em 1981, Marika Gidali realizou seu grande sonho: criou o projeto “Escola Stagium” e levou mais de 80 mil crianças e adolescentes da periferia da cidade de São Paulo, para assistirem a espetáculos de dança.

 

A companhia Ballet Stagium continua sendo coordenada por Marika Gidali e Décio Otero e conta com mais de 80 coreografias no decorrer desses 45 anos de história.

 

Ficha Técnica:

Coreografia: Décio Otero. Direção Teatral: Marika Gidali. Criação de Luz: Décio Otero e Edgard Duprat. Trilha gravada: Quinteto Violado Sonoplastía: Marcelo Aharon Jannuzzi. Figurinos e Cenário: Márcio Tadeu. Produção: Fabio Villardi. Fotografia: Arnaldo J G Torres. Elenco: Ariadne Okuyama, Camila Lacerda, Eduardo Mascheti, Eugenio Gidali, , John Santos, Márcia Freire, Paula Perillo, Bruno Fortunato, Roberta Silva, Cristiano Souza e Marcos Palmeira

 

Serviço:

Espetáculo “MANÉ GOSTOSO”

Local: CAIXA Cultural São Paulo (Praça da Sé, 111 – Centro)

Data: 19 a 28 de fevereiro de 2016, sexta-feira a domingo

Hora:  Sexta e sábado às 19h15, domingo às 18h.

Informações: (11) 3321-4400

Classificação indicativa: livre

Capacidade:  80 lugares

Duração: 1 hora

Entrada franca (ingressos distribuídos uma hora antes do espetáculo, limitado a um par por pessoa)

Acesso para pessoas com deficiência

Patrocínio: Caixa Econômica Federal

Assessoria de Imprensa da CAIXA Cultural São Paulo (SP)

(11) 3549-6001

www.caixa.gov.br/imprensa | @imprensaCAIXA

www.facebook.com/CaixaCulturalSaoPaulo

 

 

 

 

Foto de Heloisa Bortz

Foto de Heloisa Bortz

VOLPONE, de Ben Jonson, estreia dia 22 de janeiro no Teatro Mube Nova Cultural sob direção de Neyde Veneziano e com Chico Carvalho no papel título

 

O autor é considerado um dos três pilares da era elisabetana, junto com Marlowe e Shakespeare.  Seu texto revolucionário foi encenado por grandes atores como Jose Ferrer, Orson Wells e Jackie Gleason. No Brasil, foi encenado nos anos cinquenta com os magníficos  Ziembinski e Walmor Chagas, e nos anos setenta por Laerte Morrone, Laura Cardoso e Ney Latorraca.

 

Apresentado pela primeira vez no fim de 1605 e início de 1606, o texto é uma das principais obras da era elisabetana, permanecendo com vigor até nossos tempos. Volpone, um milionário falido de Veneza, arquiteta uma plano, junto com seu fiel empregado Mosca, para recuperar sua fortuna. Espalhando a falsa notícia de que está nos estertores da morte e que sua ¨fortuna¨ será deixada em testamento a um só herdeiro, os abutres da cidade começam a oferecer toda espécie de favores para se tornarem herdeiros. Um jogo que envolve corrupção e sedução vai revelando os mais profundos instintos de ganância, avareza, falta de moral e ética frente ao dinheiro.

 

Essa adaptação é composta de 8 atores, representando 11 personagens. Volpone, o milionário falido; Mosca, seu fiel empregado; Voltore, o advogado corrupto; Corvino, um comerciante; sua esposa Célia e sua empregada Serpina; Corbaccio, um velho surdo usurário; seu filho militar Bonario; Urraca, a viúva especializada em encontrar noivos moribundos; o soldado e o Juiz. No palco os atores Chico Carvalho (Volpone), Claudinei Brandão (Corbaccio), Dirceu de Carvalho (Bonário e Voltore), Eliana Rocha (Urraca), Fabio Espósito (Corvino), Fabíola Moraes (Célia e Serpina), Gabriel Miziara (Mosca), Guryva Portela (Soldado e Juiz), além do músico Fabio Martinelli vivem os personagens que remetem a figuras de animais predadores e aves de rapina, tornando a farsa divertida e provocadora.

 

Mosca, junto com Volpone, traça as estratégias para tirar dinheiro e bens de todos, que por sua vez oferecem fortunas em troca de serem nomeados herdeiros únicos. Voltore dá uma bandeja de ouro, Corvino leva pedras preciosas e chega a oferecer sexualmente sua esposa para recuperar o moribundo e ficar com a fortuna. Corbaccio deserda seu único filho em troca da suposta herança. Urraca, percebendo que o moribundo já não reconhece ninguém, se apresenta como noiva e com isso que apressar o casamento para se tornar herdeira.

 

“Nossa montagem tenta manter-se leal ao formato original, preservando a palavra traduzida sem fazer concessões ao riso fácil de adaptações banais, embora atualize expressões e apresente cortes significativos no caudaloso texto de Ben Jonson.”, comenta a diretora Neyde Veneziano

 

Sobre a encenação

 

A direção é toda orientada para preservar o gestual, a graça e as características da comédia original de Ben Jonson, recriando a atmosfera fiel da era elisabetana.

A composição dos atores se pauta por uma aprofundada pesquisa sobre os tipos da commedia dell’arte, buscando arquétipos que correspondam aos personagens da peça. Para isso, os atores foram submetidos a uma ampla preparação corporal.

A trilha sonora, composta especialmente para este espetáculo por Ricardo Severo, é executada ao vivo, trazendo um ritmo ágil e envolvente que faz a costura entre todas as cenas e os espaços retratados. O cenário e o figurino assinados por Cássio Brasil e a luz de Fran Barros trabalham para firmar esta proposta da direção.

 

 

FICHA TÉCNICA

Texto: Ben Jonson. Tradução: Ronaldo Diaféria. Adaptação: Neyde Veneziano e Ronaldo Diaféria. Direção: Neyde Veneziano. Elenco: Chico Carvalho (Volpone), Claudinei Brandão (Corbaccio), Dirceu de Carvalho (Bonário e Voltore), Eliana Rocha (Urraca), Fabio Espósito (Corvino), Fabíola Moraes (Célia e Serpina), Gabriel Miziara (Mosca), Guryva Portela (Soldado e Juiz). Músico em cena: Fabio Martinelli. Assistência de direção: Fabíola Moraes e Kiko Rieser. Preparação corporal, Máscaras e maquiagem: Guryva Portela. Coreografia de luta: Dirceu de Carvalho. Cenário e figurinos: Cássio Brasil. Música original e direção musical: Ricardo Severo. Iluminação: Fran Barros. Operador de luz: Rodrigo Caetano. Contrarregra: Ighor Walace. Fotografia: Heloísa Bortz. Arte gráfica: David Schumaker. Produção: Kiko Rieser e Ronaldo Diaféria. Assistência de produção: Isabela Tortato. Secretária de produção: Valéria Pucci. Realização: Diaféria Produções e Rieser Produções Artísticas. Patrocínio: Algar Telecom. Apoio: Programa de Ação Cultural

 

SERVIÇO

 

Teatro MuBE Nova Cultural – Rua Alemanha, 221 – Jardim Europa

Temporada: De 22 de janeiro a 13 de março

Sextas e sábados 21h30, domingos 20h30

Ingressos: R$ 50 (sextas) e R$ 60 (sábados e domingos)

Duração: 90 min

Lotação: 192 lugares

 

BREVES CURRÍCULOS

 

Neyde Veneziano

Especialista em Teatro Musical Brasileiro, dirigiu 37 espetáculos em São Paulo, Campinas, Florianópolis, Lisboa (PT) e Milão (IT). Recebeu vários prêmios por suas encenações, entre eles dois APCAs, dois Mambembes e uma indicação ao Shell-2013 como Melhor Diretora por Mistero Buffo, com o Grupo LaMinima. Em 1988/89, seu espetáculo Revistando o Teatro de Revista conquistou mais de 15 prêmios, tendo permanecido dois anos em cartaz. Neyde é Professora Doutora em Artes Cênicas pela USP, professora orientadora na UNICAMP e autora de cinco livros sobre Teatro de Revista, sendo considerada a pesquisadora brasileira precursora na área de teatro musical.

 

Chico Carvalho

Ator formado pela faculdade de Artes Cênicas da UNICAMP. Atuou em diversos espetáculos, como “Édipo Rei” e “Fausto”, ambos sob direção de Marcio Aurélio; “Réquiem”, dirigido por Francisco Medeiros; “Hamlet”, dirigido por Ron Daniels. Sob direção de Marcelo Lazzaratto, protagonizou “Ricardo III”, de Shakespeare, papel que lhe valeu o Prêmio Shell 2013 de melhor ator. Em 2015, atuou em “Consertando Frank” (indicado a melhor espetáculo no Prêmio APCA), direção de Marco Antônio Pâmio, e “A Tempestade”, direção de Gabriel Villela (pelo qual está indicado ao APCA de melhor ator).

 

Claudinei Brandão

Foi integrante da cia Parlapatões, Patifes e Paspalhões por dezesseis anos, onde participou de 25 espetáculos. Trabalhou também com diretores como  Eugênia Tereza de Andrade, Oswaldo Mendes, Hugo Possolo, Raul Barreto, Gerson Esteves, Moisés Miastkowsky, Illo Krugli, Marco Antonio Braz, Nelson Baskerville. Seus trabalhos mais recentes são “Boca de ouro”, “A falecida” (ambas sob direção de Marco Antonio Braz) e “Suburbano coração” (direção de Nelson Baskerville).

 

Dirceu de Carvalho

Bacharel em Artes Cênicas pela Universidade Estadual de Campinas – Unicamp, já atuou em espetáculos como “Sonho de uma noite de verão” (dir. Neyde Veneziano), “Romeu e Julieta” (dir. Marcelo Lazzaratto), “O belo indiferente” (dir. Helena Ignez e André Guerreiro Lopes), “Agamenon” e “Fala comigo doce como a chuva” (dir. Marcio Aurélio) e “Maiakóvski, uma tragédia” (dir. Renato Cohen). Dirigiu mais de 10 peças, entre elas “Eu não sou a lenda”, “O mistério de feiurinha” e “O círculo de giz caucasiano”. Na televisão, atuou na minissérie da Rede Globo “O combate da venda grande”.

 

Eliana Rocha

Formada pela Escola de Arte Dramática de São Paulo na década de 1970, tem-se dedicado principalmente ao teatro, tendo participado de mais de mais de trinta espetáculos, sob a direção de importantes diretores.  A partir dos anos 1990 começou a fazer televisão, no SBT e na TV Globo, onde atualmente está no ar com o seriado “Pé na Cova”.

 

Fábio Espósito

Formado pela Escola de Arte Dramática (EAD-USP). Seus últimos trabalhos em teatro foram “O pior de São Paulo” (Parlapatões), “Noite de reis” (cia As Graças), “O médico e os monstros” (dir. Fernando Neves), “À meia noite um solo de sax na minha cabeça” (dir. Mario Bortolotto), “Operação Trem Bala” (dir. Naum Alves de Souza) e “Assim é se lhe parece” (dir. Marco Antônio Pâmio). No Cirque Du Soleil, atuou nos espetáculos “The Beatles love” (dir. Dominic Champagne) e “Quidam” (dir. Franco Dragone). Ganhou Prêmio Femsa Coca-Cola, em “O médico e os monstros” e de melhor ator em “O menino que mordeu Picasso”.

 

Fabíola Moraes

Atriz e educadora de teatro, graduada em Artes Cênicas/Licenciatura pela ECA/USP. Complementa sua formação cursos com Roberto Tessari, Enrico Bonavera, Raquel Scotti Hirson (Lume Teatro), Silvana Abreu, dentre outros. Dá os primeiros passos na direção teatral, tendo assinado os espetáculos “Livres e iguais” e “Tempo”. Atuou como assistente de direção de Neyde Veneziano em “Sonho de uma noite de verão” (2014), com a Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas e na opereta “A noiva do condutor” (2013). Assistiu também o diretor Platão Capurro Filho no espetáculo de rua “Farrandança” do Projeto Ciclocênico (2012). É atriz fundadora da Cia. Teatral Marulhos, atualmente em circulação com o espetáculo “Marulhos”, que aborda a cultura caiçara.

 

 

Gabriel Miziara

Possui Graduação em Teatro pela Escola Superior de Artes Célia Helena (2014). É Pós-Graduação em Corpo: Dança, Teatro e Performance na Escola Superior de Artes Célia Helena. Como ator, participou dos espetáculos: DISSECAR UMA NEVASCA de Sara Strindberg, direção de Bim de Verdier, NÃO SE BRINCA COM O AMOR de Alfred de Musset, direção de Anne Kessler (Comédie Française), O HOMEM A BESTA E A VIRTUDE de Luigi Pirandello, direção de Marcelo Lazzaratto. Integrou a COMPANHIA ELEVADOR DE TEATRO PANORÂMICO por 14 anos, onde participou dos espetáculos: O monólogo LOUCURA; IFIGÊNIA; DO JEITO QUE VOCÊ GOSTA; A HORA EM QUE NÃO SABÍAMOS NADA UNS DOS OUTROS; A ILHA DESCONHECIDA; AMOR DE IMPROVISO. No cinema é o protagonista do longa CORTE SECO, de Renato Tapajós. Participou também do longa ESTAMOS JUNTOS, de Toni Venturi. Em televisão participou da série SOMOS TODOS UM da TV Cultura / SESC TV com direção de Toni Venturi e da novela VENDE-SE UM VÉU DE NOIVA de Iris Abravanel.

 

Guryva Portela

Formado pela universidade Federal de Pernambuco – UFPE, em Artes Cênicas. Mestrando em Artes da Cena – Estudos dos movimentos – Unicamp. Pesquisa no estudo de movimento do Maracatu de Baque Solto e transpô-lo para o treinamento do intérprete. Com foco do estudo e pesquisa em manifestações populares do nordeste Brasileiro, e assim como a Commedia Dell”Arte, com treinamento realizando na scuola sperimentale dell’attore de Pordenone –Italia, com a Mestra Claudia Contin Arlecchino e Ferrucio Merisi. Tem também formação continuada com o Ator do Theatre du Soleil Maurice Durozier que entre suas longas vindas ao Brasil desenvolveu uma pesquisa com teatro Oriental (Japão, Índia, Oriente médio), sempre utilizando o formato que o Theatre Du soleil  trabalha em suas montagens. Integrou o elenco de espetáculos como “As Conchambranças de Quaderna”, de Ariano Suassuna, e “Noite de Reis”, de William Shakespeare.

 

Diaféria Produções

Realizou, entre outros, “Antônio, da Tua Tão Necessária Poesia”, dirigido por Márcia Abujamra e interpretado por Clarisse Abujamra, várias montagens entre 2001 e 2010; “Um Voo Para o Futuro”, em SP e no RJ, direção e atuação de Carla Fioroni (2003); “Essa é Dermais”, parte da programação de abertura do Congresso de Dermatologia SDB-RESP em 2004 em Campinas, com direção de Carla Fioroni e atuação de Jussara Freire, Carla Fioroni e Humberto Magnani; “Essa é Dermais2-O Retorno!” em 2008, Campinas; “Mambo Italiano”, em cartaz em 2011 e 2012 nos teatros Nair Bello, Amil (Campinas), Folha, Silvio Romero e Juca Chaves. Em, em 2013, realizou a I Mostra de Monólogos “Cenas Memoráveis”, no Teatro Irene Ravache. Em 2015, produziu o livro “Amor ao teatro”, uma compilação de duas décadas de críticas de Sábato Magaldi, publicado pelas Edições SESC, indicado ao Prêmio Jabuti. Atualmente, está em viagens com o espetáculo “Consertando Frank”, indicado a melhor espetáculo no Prêmio APCA.

 

Rieser Produções Artísticas

Realizou diversos projetos ligados às artes cênicas, como o espetáculo juvenil “Capitu, olhos de mar”, que ficou em cartaz no Teatro MuBE Nova Cultural, além de ter realizado 40 apresentações em mais de 10 cidades do Estado de São Paulo. Produziu, também, os espetáculos “Ruas de Barros” (viagens por diversas cidades de SP e MG), “Cabarezinho” (em cartaz por um ano e meio no Teatro CIT-Ecum e depois no Teatro Pequeno Ato), “Gardênia” (espetáculo premiado, com 6 anos de trajetória), “Carta de um pirata” (temporada no Centro Cultural São Paulo). Em 2015, produziu o livro “Amor ao teatro”, uma compilação de duas décadas de críticas de Sábato Magaldi, publicado pelas Edições SESC, indicado ao Prêmio Jabuti. Atualmente, está em viagens com o espetáculo “Consertando Frank”, indicado a melhor espetáculo no Prêmio APCA.

 

 

 

Douglas Picchetti – (11) 998146911

Helô Cintra | (11) 9 9402-8732

Pombo Correio Assessoria de Imprensa

Rua França Pinto, 1124

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Paulinho1

 

Paulinho Gogó volta em temporada no Teatro J. Safra

O humorista Maurício Manfrini, que interpreta o personagem Paulinho Gogó nos programas A Praça é Nossa, do SBT, e Patrulha da Cidade, da Super Rádio Tupi, volta em cartaz no Teatro J. Safra dia 16 de janeiro para temporada até 28 de fevereiro.

Paulinho Gogó é um contador de histórias. Com um jeito bastante peculiar de falar, cheio de gírias e troca de sílabas, o morador do bairro da Venda Velha, vive de contar as virtudes e derrotas do seu dia a dia, que ele mesmo chama de fatos venéreos.
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Autoria e direção: Maurício Manfrini
Elenco: Maurício Manfrini (Paulinho Gogó)
Duração: 80 minutos
Classificação Indicativa: 14 anos

Temporada:
De 16 de janeiro a 28 de fevereiro
Sábados às 19h; domingos às 18h.

Ingressos:
Plateia: R$ 70,00
Mezanino: R$ 50,00
Duas Fileiras (B e C) com Visão Prejudicada do Mezanino: 40,00

Teatro J. Safra
Rua Josef Kryss, 318
(11) 3611-3042
633 lugares

Foto de Erik Almeida

Foto de Erik Almeida

 

Três comédias com Eduardo Martini entram em cartaz no Teatro Itália em janeiro

A partir de 6 de janeiro o comediante Eduardo Martini faz temporada de três espetáculos de seu repertório no Teatro Itália. Sexo dos Anjos (agora, com Fernando Vieira) a partir de 6 de janeiro, Quem tem medo de Itália Fausta? (com grande elenco) a partir de 7 de janeiro e Até que o Casamento nos Separe (com Suzy Rêgo) a partir de 8 de janeiro.

SEXO DOS ANJOS
As duas metades de um ator que morreu no palco, fazendo o papel de Hamlet, se encontram na antecâmara do ‘lado de lá’ e precisam se entender e se aceitar antes que possam se unir e ‘passar para o lado de lá’.

Com direção de Eduardo Martini (que também está no elenco ao lado de Fernando Vieira), o texto de Flávio de Souza usa o enredo simples para ‘falar de maneira divertida e instigante sobre teatro, representar papéis no palco e na vida real, o medo da morte, suicídio em clima de comédia de absurdo’, conta o autor.

QUEM TEM MEDO DE ITÁLIA FAUSTA?
Eduardo Martini, Ailton Guedes, Alexandre Jabali, Luciana Riccio e Raquel Araujo estão no elenco de “Quem tem medo de Itália Fausta”, comédia que faz uma tradução cômica e sofisticada de gêneros que fizeram parte da história do teatro como a comédia de costumes, o vaudeville, o melodrama e o teatro de revista. Texto de Ricardo de Almeida e Miguel Magno, sob direção de Eduardo Martini.

Este espetáculo inspirado nas grandes damas que marcaram o Teatro Brasileiro no início do século e, em seu companheiro inseparável: o ponto. Ponto, o bisavô do tele-prompter, era aquela pessoa que ficava em baixo do palco, com a cabeça saindo de dentro de uma concha na boca de cena, que acompanhava o texto e “soprava” ao ator quando ele esquecia alguma coisa.

ATÉ QUE O CASAMENTO NOS SEPARE
Suzy Rêgo e Eduardo Martini interpretam um casal, que, com a maior sinceridade, abre sua vida, cheia de comédia, contrapontos e riqueza de detalhes. Até que o casamento nos separe é uma sequência de momentos hilários.

A direção é de Eduardo Martini.
Texto de Eduardo Martini e Cris Nicolotti.
SERVIÇO

SEXO DOS ANJOS
De 6 a 27 de janeiro.
Temporada: quartas, às 21h.
R$ 50.
12 anos.
80 minutos.

QUEM TEM MEDO DE ITALIA FAUSTA?
De 7 de janeiro a 25 de fevereiro
Temporada: quintas, às 21h
R$ 50.
12 anos.
90 minutos.

ATÉ QUE O CASAMENTO NOS SEPARE
De 8 de janeiro a 26 de fevereiro.
R$ 60.
12 anos.
90 minutos.

De 8 a 17 de janeiro
Temporada: sextas às 21h30, sábados às 21h, domingos às 19h.

De 22 de janeiro a 26 de fevereiro
Temporada: sextas, às 21h30
Serviço
TEATRO ITÁLIA – 276 lugares
Avenida Ipiranga 344 – Edifício Itália – Subsolo
Metrô República
Informações: 3255.1979

Foto de Renato Peixoto

Foto de Renato Peixoto

Texto inédito no Brasil do escocês Davey Anderson DADESORDEMQUENÃOANDASÓ estreia dia 27 de janeiro no Viga Espaço Cênico

DADESORDEMQUENÃOANDASÓ tem direção de Carlos Baldim e propõe o encontro entre a Companhia ARTERA  de Teatro e a Cia. Provisório-Definitivo para a idealização, realização e produção do espetáculo. A peça foi contemplada pelo edital do Prêmio Zé Renato.

No palco, o elenco composto por Andrea Tedesco, Anna Cecilia Junqueira, Paula Arruda, Pedro Guilherme e Ricardo Corrêa dão vida aos narradores e personagens da história de Stevie, um garoto portador da síndrome de Asperger, que sofre com a ausência do seu pai e com a dificuldade de se relacionar com o mundo por conta dessa síndrome.

Davey Anderson oferece uma dramaturgia contemporânea, que instigou uma encenação que a acompanhasse nessa experimentação de linguagem, propondo a mistura de elementos épicos e dramáticos, e utilizando o espaço cênico com uma mescla de teatro e cinema.

A temática é, sobretudo, universal. A partir do mundo particular desse garoto, o espectador pode enxergar o seu próprio mundo. Superar traumas e medos, separações e ausências e a morte. Tudo isso com a inerente individualidade que cada um carrega em si. “A síndrome de Asperger é assim uma grande peculiaridade da personagem para mostrar o que a sociedade tem dificuldade de admitir: diferença e a diversidade fazem parte do humano. Por portar uma doença, por pensar ou sentir desta ou daquela maneira, pelas escolhas que são feitas, e, apesar das semelhanças, não existe um ser humano igual ao outro. Exaltar a beleza e importância disso é um dos motores desse projeto tanto para a Companhia ARTERA de Teatro, quanto para a Cia. Provisório-Definitivo.”, comenta a atriz Paula Arruda

É traço marcante dos dois grupos essa temática: peças infantis, jovens e adultas essas companhias investem em histórias que salientam a importância da individualidade em todas as questões que nos desafiam na relação com o outro e com o mundo: relacionamento, escolhas, sexualidade, sonhos, perdas, moral e ética, tolerância, intolerância e comportamento.

A união desses dois grupos vem também corroborar para outro traço marcante do texto: a co-dependência. “DADESORDEMQUENÃOANDASÓ nos mostra que somos seres individuais interligados um ao outro não por uma pretensão altruísta de solidariedade, mas porque assim funciona a natureza, inclusive a natureza humana quer se queira isso ou não. Assim, admitir a importância da individualidade, nos abre as portas para admitirmos o que muitos consideram paradoxalmente oposto: a importância da convivência.”, acrescenta o diretor Carlos Baldim.

Os desafios propostos para Stevie são no fundo também os desafios de todas as personagens. As desordens que acontecem pela ausência do pai, pela falta de dinheiro da mãe, pelo despertar da sexualidade de Julie e pelas dificuldades de comunicação de Stevie oriundas da Síndrome, não são só de um, mas de todos os envolvidos. “Como se um ato imprevisto desencadeasse uma série de desordenamentos, desconcertos, como na vida uma ação resulta em reação, uma rede de utopias e mazelas humanas que nunca estão sozinhas. Ruas entupidas de pessoas ensimesmadas em seus fones de ouvidos, anunciando a trilha sonora daquilo que se pode escutar, apenas pressentir. As dificuldades de expressar o que sente não diz respeito apenas da Síndrome, mas diz a todos nós. Acredito que a peça seja uma saga a respeito das diferenças e um apelo a alteridade.” comenta Ricardo Corrêa da Cia ARTERA de Teatro.
SINOPSE – DADESORDEMQUENÃOANDASÓ conta a história de uma família de classe média. Por causa da ausência do marido, Maureen trabalha em diversos lugares e não tem tempo para cuidar dos filhos. Stevie, portador da síndrome de aspenger, é deixado sozinho no seu quarto ao seu próprio cuidado, enquanto sua irmã, a adolescente Julie, faz tentativas desastradas de entrar no mundo adulto. Julie resolve sair escondida descumprindo o combinado com sua mãe. Preocupado com o paradeiro da irmã, Stevie resolve procurá-la e acaba indo parar no Parque de Diversões e sem intenção acaba causando um grande acidente: ele acredita ter se tornado um assassino. A partir daí, inicia-se uma história permeada de encontros e desencontros que mistura ficção, realidade e poesia, na qual Stevie procura compreender, solitário, as consequências dessa intensa e inesquecível aventura.
Sobre Cia Provisório – Definitivo
Criada em 2001 por formandos em Artes Cênicas na ECA-USP, Paula Arruda e Pedro Guilherme, em seguida o ator e diretor Carlos Baldim completou a Cia. Provisório-Definitivo que comemora 15 anos de atividade. Cia. premiada, o espetáculo Gangue foi o grande vencedor do Prêmio FEMSA em 2013, sendo premiado em três categorias (Melhor Espetáculo Jovem 2012, Melhor Ator Coadjuvante e Melhor Atriz Coadjuvante), Pelos Ares venceu o Prêmio de Melhor Peça Infantil no Cultura Inglesa Festival (2010); e Família Dragão foi indicada ao Prêmio FEMSA 2009 de Melhor Ator Coadjuvante. Já Todo Bicho Tudo Pode Sendo o Bicho Que Se É ganhou o Prêmio Funarte Petrobrás para Montagem de Textos Inéditos e indicação ao Prêmio FEMSA 2007 de Melhor Autor – Pedro Guilherme. Seu último espetáculo, As Estrelas Cadentes do Meu Céu São Feitas de Bombas do Inimigo recebeu duas indicações para o Prêmio Shell 2013 (Melhor Direção e Melhor Iluminação).

Esta é a primeira vez que um integrante do grupo Provisório -Definitivo dirige uma peça do coletivo. O grupo sempre trabalha com um diretor convidado a cada trabalho. Desta vez optaram por buscar uma experiência mais autoral na encenação do seu trabalho artístico. colocando Carlos, Baldim, um dos integrantes da Cia. para dirigir a peça.

Sobre Companhia ARTERA de Teatro
Criada em 2001 com intuito de abarcar diversas dimensões da cena contemporânea, tem por meta a encenação de textos com dramaturgias inéditas, direcionando a pesquisa para temas relacionados às minorias, permitindo-se o intercâmbio com outras artes, manifestações e tecnologias. A Cia destacou-se na cena teatral com as peças Coração Dark Room, premiada atualmente no Festival Papo Mix, entre outros prêmios. Não conte a ninguém ganhou como 3° melhor espetáculo LGBT, participou dos principais Festivais sobre Diversidade como Mix Brasil, Boys and Girls, etc. Sua montagem mais recente foi A SOCIAL, peça jovem que ficou em cartaz no Espaço dos Parlapatões. Over (2005) peça vencedora do Festival Nacional Curta Teatro – SESI (Melhor espetáculo, iluminação e melhor ator); Internos (2004) que recebeu diversos prêmios em diversos festivais de teatro.

A Companhia ARTERA ao se deparar com a obra Clutter Keeps Company de Davey Anderson traduziu a peça inédita no Brasil e convidou a Cia. Provisório- Definitivo para a realização do projeto DADESORDEMQUENÃOANDASÓ.

Serviço:
Viga Espaço Cênico: Rua Capote Valente, 1323, Pinheiros.
Temporada 1: de 27 de janeiro a 11 de fevereiro – quartas e quintas às 21h.
Temporada 2: de 20 de fevereiro a 28 de março – sábados às 21h, domingos às 19h e segundas às 21h.
Duração: 80 minutos
Valor dos ingressos: R$ 20,00

Ficha Técnica:
Texto: Davey Anderson. Tradução: Caio Badner. Direção: Carlos Baldim. Elenco: Andrea Tedesco, Anna Cecilia Junqueira, Paula Arruda, Pedro Guilherme, Ricardo Corrêa. Vídeo design: Zeca Rodrigues. Figurino: Maitê Chasseraux. Iluminação: Fran Barros. Música original: Dan Maia. Cenário: Cesar Resende de Santana (Basquiat) e Carlos Baldim. Assistência de direção: Mariana Leme. Assistência de vídeo: Nanda Cipola. Fotos: Renato Peixoto. Programação visual: Ana Leo. Produção: Paula Arruda e Pedro Guilherme. Realização: Cia. Artera e Cia. Provisório Definitivo

Estrelado por Paulo Miklos, Chet Baker, Apenas um Sopro faz turnê por cinco capitais brasileiras

O espetáculo, estreou em 2016 e marcou estreia de Miklos no teatro. Espetáculo passa por Salvador, Vitória, Curitiba,  Porto Alegre e São Paulo

Uma imagem contendo pessoa, metais, música, homem

Descrição gerada com muito alta confiança

Fotos de Victor Iemini

Livremente inspirada na vida do lendário trompetista norte-americano Chet Henry Baker Jr. (1929-1988), o espetáculo Chet Baker, Apenas Um Sopro, protagonizado pelo músico e ator Paulo Miklos, circula pelas capitais Salvador (28 a 30/6), Vitória (5 e 6/7), Curitiba (12 a 14/7), (Porto Alegre (3 e 4/8) e São Paulo (em agosto, datas a confirmar), entre os meses de junho e agosto. Com direção de José Roberto Jardim e dramaturgia de Sérgio Roveri, a peça ainda traz no elenco Anna Toledo, Jonathas Joba, Piero Damiani e Ladislau Kardos.

O ponto de partida para a trama é um episódio real ocorrido na vida do músico. No fim da década de 60, ele foi violentamente espancado em uma rua de São Francisco. A agressão, que teria sido motivada por dívidas com traficantes, produziu no trompetista um efeito devastador: ele teve os lábios rachados e perdeu alguns dentes superiores, sendo obrigado a interromper a carreira até se recuperar dos ferimentos.

A peça sobre Chet Baker mostra a primeira sessão de gravação do músico após o acidente. Ele está inseguro e arredio – e seus quatro companheiros de estúdio (um contrabaixista, um baterista, um pianista e uma cantora) parecem estar ainda mais. Todos foram reunidos por um produtor que, por ser amigo e admirador de Chet, acredita que ele está pronto para voltar à ativa.

“Um espetáculo que contém muita música e drama, exatamente como a vida do nosso retratado: Chet Baker. Um artista brilhante, um talento natural, aprisionado pela droga e pela auto-complacência. Chet é um dos meus ídolos, muitos deles morreram ainda mais jovens. Respiraram música acima da vida. ‘Chet Baker, Apenas um Sopro’, é um grande presente que eu recebi.”, comenta o músico e ator Paulo Miklos.

A peça, que transcorre ao longo de uma tarde e o início de noite, mostra a convivência complicada, dolorida e ao mesmo tempo solidária entre os músicos.

A encenação

A peça se passa dentro de um estúdio de gravação, o cenário é assinado pelo Grupo Academia de Palhaços, figurinos exclusivos, especialmente criados para o espetáculo, pelo estilista João Pimenta, iluminação de Aline Santini e direção musical de Piero Damiani.

“Estou buscando mais do que um espetáculo, uma experimentação músico-narrativa. Tanto que o espaço em cena é o estúdio de música que funciona de forma real, com seus instrumentos e aparelhos sendo usados e acionados pelos próprios atores, tudo sem a utilização de trilha gravada. O que ouvimos, sendo da voz ou dos instrumentos deles, vem sempre da área de atuação. Tudo é ao vivo. Mesmo princípio busquei para a nossa iluminação, as luzes não estão nas varas ou refletores do teatro, elas são integradas ao cenário-estúdio. Por esse motivo, embarquei em outra zona de risco como diretor, trazendo à cena apenas atores que tivessem ligação direta com o universo da música”, explica o diretor José Roberto Jardim.

Sobre Chet Baker

Ícone do jazz mundial, cool, cult, símbolo sexual – rótulos são insuficientes para definir Chet Baker. Filho único, mimado pela mãe e brutalizado por um pai alcoólatra, o músico alcançou a fama muito cedo. Em 1952, aos 21 anos, era convidado a tocar com o mestre Charlie Parker. No ano seguinte, seria eleito o melhor trompetista de jazz em atividade.

Autodidata, Chet começou a tocar aos 13 anos, em Los Angeles, quando ganhou um trompete de presente do pai. Ao longo da carreira, dividiu o palco e os estúdios de gravação com gigantes do porte de Charlie Parker, Stan Getz e Gerry Mulligan

Casado três vezes, teve 4 filhos e muitas amantes, mas suas verdadeiras paixões eram a música e a heroína. O vício fez com que Chet vivesse mais de 30 anos em função da droga, desde o auge da carreira, quando sua beleza romântica fascinava multidões, até os últimos dias de vida, quando caiu do segundo andar de um hotel em Amsterdam, em 13 de maio de 1988.

O homem que, ao surgir no jazz dos anos 50, encarnou o ideal de sua geração: o jovem de romântica beleza que, com seu trompete e sua voz, transmitia um inconformismo e confronto em surdina com os valores vigentes – um ameaçador “não estar nem aí” que era o epítome do que significava ser cool.

Em toda parte, inclusive no Brasil, outros jovens foram afetados pela música de Chet Baker. E não apenas por ela. Suas fotos em preto e branco na capa dos LPs influenciaram o jeito de vestir, de olhar e de se expressar, ao mesmo tempo em que inspiravam desejos proibidos em mulheres e homens.

A sua maneira, Chet Baker era Rimbaud, James Dean e Elvis Presley, todos ao mesmo tempo. O homem que imortalizou a música “My Funny Valentine”, era uma espécie de anjo e demônio; gravou mais de 150 discos.

SINOPSE

Livremente inspirada na vida do trompetista norte-americano Chet Baker, a peça aborda momentos de sua vida quando decide voltar aos estúdios para gravar um novo disco de jazz, após um incidente que o manteve afastado da carreira por quase 2 anos.

Vivo apoia cultura
A Vivo acredita e investe na cultura como elemento de transformação. Há 14 anos, por meio do Teatro Vivo, em São Paulo, e de espetáculos com circulação nacional, a empresa busca proporcionar novas experiências culturais e ampliar a conexão com o público. Esse compromisso com as artes cênicas valoriza tanto atores consagrados como novos artistas em espetáculos por todo país.

FICHA TÉCNICA
Dramaturgia: Sergio Roveri
Direção: José Roberto Jardim
Elenco: Paulo Miklos, Anna Toledo, Jonathas Joba, Piero Damiani e Ladislau Kardos
Idealizador: Fábio Santana
Diretora de Produção: Renata Galvão
Produção Geral: Taís Somaio
Produção Executiva: Marina Aleixo
Direção Musical: Piero Damiani
Figurinista: João Pimenta
Cenografia: ultraVioleta_s
Desenho de Luz: Aline Santini
Desenho e Operação de Som: Rafael Thomazini
Técnico de Palco: Rogério Febraio
Assistente de luz e operação: Michelle Bezerra
Visagista: Fabio Namatame
Assessoria de Imprensa: Pombo Correio

SERVIÇO
Chet Baker, Apenas Um Sopro, de Sérgio Roveri
Ingressos: R$80 (inteira) e R$40 (meia-entrada)
Classificação: 14 anos
Duração: 1h20

Salvador – BA
Teatro Sesc Casa do Comércio – Edifício Casa do Comércio, Av. Tancredo Neves, 1109 – Pituba, Salvador
Quando: 28 a 30/6, na sexta e no sábado, às 21h, e no domingo, às 19
Capacidade: 546 Lugares

Vitória – ES
Teatro Sesc Glória – Av. Jerônimo Monteiro, 428 – Centro, Vitória
Quando: 5 e 6/7, na sexta e no sábado, às 19h30
Capacidade: 650 Lugares

Curitiba- PR
Teatro Guairinha – Rua XV de Novembro 971 – Centro, Curitiba
Quando: 12 a 14/7, na sexta e sábado, às 21 horas e no domingo, às 19h
Capacidade: 504 Lugares

Porto Alegre – RS
Teatro São Pedro – Praça Mal. Deodoro, S/N – Centro Histórico, Porto Alegre
Quando: 3 e 4/8, no sábado, às 21h e no domingo, às 18h
Capacidade: 650 Lugares

São Paulo – SP
Agosto 2019, local e datas a confirmar

Foto de Heloisa Bortz

Foto de Heloisa Bortz

AMARELO DISTANTE estreia dia 25 de fevereiro

Amarelo distante” fala de descobertas, solidão e dor. Baseada em dois contos do escritor gaúcho Caio Fernando Abreu (“Lixo e purpurina” e “Anotações sobre um amor urbano”), a peça proporciona a busca pelo autoconhecimento com a história de um jovem e suas experiências em terras estrangeiras. Nos anos 70, Caio F. se exilou em Londres, onde se deparou com a sensação de estrangeirismo em todos os sentidos, a precariedade em decorrência da falta de dinheiro, sentimentos ambíguos e saudosos do Brasil, da família e dos amores do passado, do presente e possivelmente do futuro. Foi a partir dessa necessidade de comunicação que ele escreveu um diário, mistura de ficção e realidade, que é o fio condutor desta história. A peça estreia no dia em que completam-se 20 anos da morte de Caio.

FICHA TÉCNICA

Texto: Kiko Rieser, baseado em contos de Caio Fernando Abreu
Direção: Kiko Rieser
Elenco: Mateus Monteiro
Cenário e figurino: Cássio Brasil
Iluminação: Karine Spuri
Fotografia: Heloísa Bortz
Arte gráfica: David Schumaker
Assessoria de imprensa: Pombo Correio (Douglas Picchetti e Helô Cintra)
Produção: Kiko Rieser e Mateus Monteiro
Realização: Rieser Produções Artísticas

BREVES CURRÍCULOS

Kiko Rieser
Formado em Artes Cênicas pela ECA-USP, já escreveu, dirigiu e produziu dez espetáculos. Dirigiu, entre outras, “Capitu, olhos de mar” (em cartaz por dois meses no Teatro MuBE, realizando depois viagens por 10 cidades do interior paulista), “Na cozinha com a autora” (com Adriana Londoño e Camila dos Anjos) e as peças curtas “A casa da fonte dos anjos” (com Luiz Damasceno e Chico Ribas) e “O melhor ainda está por vir” (com Paula Cohen, Daniel Faleiros e José Roberto Jardim). Produziu os espetáculos “Ruas de Barros” (viagens por diversas cidades de SP e MG), “Cabarezinho” (em cartaz por um ano e meio no CIT-Ecum), “Gardênia” (espetáculo em cartaz por 6 anos), “Carta de um pirata” (temporada no Centro Cultural São Paulo) e “Consertando Frank”, indicado a melhor espetáculo no Prêmio APCA, que já cumpriu duas temporadas a cidade de São Paulo. Produziu também o livro “Amor ao teatro”, uma compilação de duas décadas de críticas de Sábato Magaldi, indicado ao Prêmio Jabuti, na categoria Arquitetura, Urbanismo, Artes e Fotografia. Escreveu um romance, “Átimo”, e um livro de poemas, “Lapsos”. Atualmente produz a peça “Volpone”, com estreia marcada para 22/01/2016.

Mateus Monteiro
Ator formado pela Escola de Atores Wolf Maya e dramaturgo formado pela SP Escola de Teatro. Na TV participou dos seriados A Grande Viagem, na TV Cultura, e (Des)Encontros, no Canal Sony. Atuou no teatro em diversos espetáculos, como: Antes de tudo, texto e direção de Dan Rosseto, A Ópera do Malandro, dirigido por Kleber Montanheiro, Bull, direção de Flávio Tolezani e Eduardo Muniz, Zona de Guerra, direção de André Garolli, A Todo Vapor, direção de Zé Henrique de Paula. Com a Cia D’Alma de Teatro, sob a direção de Sandra Corveloni, atua como ator, músico e dramaturgista nas peças: L’Illustre Molière (três prêmios Shell em 2012) e Doente, estudos sobre a vida e obra de Molière. Participou também como assistente de direção em peças como: Loucas por Eles, direção de Fernando Cardoso; In Extremis, direção de Bruno Guida; O Rei e a Coroa Enfeitiçada, direção de Cynthia e Débora Falabella; Afogando em Terra Firme, de Alan Ayckbourn, direção de Eduardo Muniz. Atualmente é aluno do curso de mestrado na Universidade Presbiteriana Mackenzie em Educação, Arte e História da Cultura.
SERVIÇO

Teatro Augusta
De 25 de fevereiro a 28 de abril
Quartas e quintas, 21h
Ingressos: R$ 40

Foto de Claudia Martini

Foto de Claudia Martini

 

Kito Junqueira e Eduardo Martini estreiam nova montagem de ‘Sexo dos Anjos’, de Flávio de Souza

 

As duas metades de um ator que morreu no palco, fazendo o papel de Hamlet, se encontram na antecâmara do ‘lado de lá’ e precisam se entender e se aceitar antes que possam se unir e ‘passar para o lado de lá’.

 

A comédia ‘Sexo dos Anjos’ estreia dia 10 de novembro no Teatro Itália para temporada até 1º de dezembro às terças-feiras, às 21h.

 

Com direção de Eduardo Martini (que também está no elenco ao lado de Kito Junqueira), o texto de Flávio de Souza usa o enredo simples para ‘falar de maneira divertida e instigante sobre teatro, representar papéis no palco e na vida real, o medo da morte, suicídio em clima de comédia de absurdo’, conta o autor.

 

Ficha técnica

Comédia de Flavio de Souza

Com Kito Junqueira e Eduardo Martini

Cenário e trilha sonora: Eduardo Martini

Iluminação: Yara Leite

Assistência de direção e figurino: Adriana Hitomi

Administração: Adriana Amorim

Produtores associados: Eduardo Martini e Kito Junqueira

 

Serviço

TEATRO ITÁLIA – 276 lugares

Avenida Ipiranga 344 – Edifício Itália – Subsolo

Metrô República

Informações: 3255.1979

 

De 10 de novembro a 1º de dezembro de 2015

Terças, às 21h

R$ 50

12 anos

80 minutos

 

Foto de Lenise Pinheiro

Foto de Lenise Pinheiro

‘Frida Y Diego’ está de volta a São Paulo para última temporada paulistana a partir de 7 de novembro, no Teatro Raul Cortez

 

Leona Cavalli e José Rubens Chachá interpretam o casal de artistas mexicanos Frida Kahlo e Diego Rivera. Espetáculo tem direção de Eduardo Figueiredo e fica em cartaz até 31 de janeiro de 2016

 

De Maria Adelaide Amaral, o espetáculo ‘Frida Y Diego’ reestreia no Teatro Raul Cortez dia 7 de novembro para temporada até 31 de janeiro de 2016. A trama retrata a complexa e intensa relação dos fascinantes artistas mexicanos Frida Kahlo e Diego Rivera e o legado que deixaram na história da arte. A peça tem direção de Eduardo Figueiredo. No elenco, a atriz Leona Cavalli interpretando Frida Kahlo e José Rubens Chachá como Diego Rivera.

 

O espetáculo narra o reencontro dos artistas depois de uma traumática separação. A trama mostra uma fase conturbada da vida de Frida, quando já bastante doente e com muitas dores, voltou a morar com Diego, em casas vizinhas ligadas por um corredor. Frida Kahlo e Diego Rivera viveram um grande e conturbado amor, ao mesmo tempo em que influenciavam, com sua arte latina, o mundo das artes plásticas europeu e americano na animada e confusa década de 30.

 

A peça, recheada de conflitos, poesia, nostalgia e humor, tem iluminação assinada por Guilherme Bonfanti, cenário, figurino e adereços por Márcio Vinícius e direção musical de Guga Stroeter.

A montagem

A dramaturga Maria Adelaide Amaral escreveu o texto do espetáculo sobre Frida Kahlo e Diego Rivera especialmente para o diretor Eduardo Figueiredo e o diretor de produção da peça, o ator Maurício Machado. “Eu sempre tive fascínio por Frida e Diego. Vi algumas exposições dela por esse mundo afora e quando fui ao México conheci pessoalmente a obra de Diego. Estive na Casa Azul duas vezes e visitei a casa deles em San Angel. Isso alguns meses antes do Eduardo e do Maurício me encomendarem a peça”, conta a autora.

 

Maria Adelaide estudou profundamente a vida da dupla de artistas para escrever o texto. “Não é bem ficção. É teatro. E o tema foi intensamente pesquisado nos livros sobre Diego e Frida e em outros que me mandaram dos Estados Unidos e México”, completa Maria Adelaide.

 

Para a montagem, o diretor Eduardo Figueiredo focou na interpretação do elenco: “Esse espetáculo é dos atores, nós só vamos preparar a cama para eles se divertirem”. Ele optou por colocar música ao vivo na peça. No palco, dois músicos tocam acordeom e baixo. “Para mim, é fundamental que uma peça como esta tenha músicos em cena, o próprio Diego Rivera era um grande festeiro e a música, aqui, reforça a passionalidade da relação deles. Pretendo falar da humanidade presente destes dois grandes artistas. Outro aspecto importante é fomentar questionamentos, nesse contexto específico, temas tão contemporâneos como traição e lealdade”, comenta o diretor.

 

Segundo Eduardo, a obra de Maria Adelaide apresenta, de forma explícita, o universo afetivo desses dois grandes artistas sem perder o panorama histórico que tanto os influenciaram. “A dramaturgia e o trabalho dos atores são o nosso norte no espetáculo!”, acrescenta.

 

O ator José Rubens Chachá, que completa 40 anos de carreira com esta montagem, observa: “Foi o melhor presente que poderia receber. Eu tenho um fascínio muito grande por personagens reais. Quando completei 30 anos de carreira, a Maria Adelaide me convidou para viver Oswald de Andrade no espetáculo “Tarsila”, também de sua autoria. Desta vez, o presente me surpreendeu ainda mais. Considero Oswald e Diego dois antropofágicos em suas artes tão diversas”.

 

Há nove anos sem participar de uma produção de teatro, a atriz Leona Cavalli comemora o retorno. “Frida foi sempre absolutamente avançada em sua arte e, na vida, ela teve a coragem de fazer da sua existência uma obra de arte com extrema inteligência, indo muito além da sua dor. É um privilégio trazer para a cena a humanidade dela. O texto da Maria Adelaide coloca a matéria prima da arte da Frida na dramaturgia, ou seja, a sua vida. Muitas coisas que estão escritas na peça foram ditas pela artista”, conta a atriz.

 

Ficha Técnica

Texto: Maria Adelaide Amaral. Direção: Eduardo Figueiredo. Elenco: Leona Cavalli e José Rubens Chachá. Direção musical e trilha: Guga Stroeter e Matias Capovilla. Músicos: Braulio Vidile (acordeom) e Vico Piovani (baixo acústico). Direção de arte – cenografia, figurinos e adereços: Marcio Vinicius. Visagismo: Anderson Bueno. Desenho de luz: Guilherme Bonfanti. Assistência de direção: Alex Bartelli. Direção de movimento: Renata Brás. Estágio de direção: Eric Mourão. Programação visual: Vitor Vieira. Projeto de vídeo e projeções: Jonas Golfeto. Fotos de divulgação: Gabriel Wickbold. Fotos de cena: Lenise Pinheiro.  Produção executiva: Ton Miranda. Gerência de produção: Bia Izar. Direção de produção: Maurício Machado. Realização e produção: manhas & manias eventos.

 

Serviço

Frida Y Diego, de Maria Adelaide Amaral

TEATRO RAUL CORTEZ –  Rua Doutor Plínio Barreto, 285 – Bela Vista –  Tel: (11) 3254-1631

Temporada: de 07 de novembro de 2015 a 31 de janeiro de 2016

Sábados às 21h | Domingos às 19h

Ingressos:

Sábados e Domingos: R$ 80,00

Duração: 90 minutos

Classificação indicativa: 14 anos

Gênero: Romance

Lotação: 512 pessoas

Vendas: www.compreingressos.com

COMPREINGRESSOS

Tel: (011) 2626.5282 – http://www.compreingressos.com

Bilheteria do Teatro – Horário de Funcionamento:

De terça-feira a quinta-feira: das 14h às 20h

De sexta-feira a domingo: das 14h até o início do espetáculo.

Tel: (011) 3254.1631