Foto de Ding Musa

Foto de Ding Musa

Você Não Está Aqui.

 

espetáculo inédito de Pedro Granato e Ricardo Malerbi faz ocupação no MIS a partir de 30 de outubro

Peça imersiva convida a plateia a ver a Terra a partir de outra perspectiva e preparar uma missão espacial para Marte.

Ricardo Malerbi conduz um processo de seleção de tripulantes e materiais que coloca em questão nossos valores.

 

Você Não Está Aqui. é um espetáculo que une performance, teatro e ilusionismo. Concebida pelo diretor Pedro Granato e pelo mágico Ricardo Malerbi, a peça convoca a participação da plateia. O ponto final do título é uma homenagem ao famoso texto “Pálido ponto azul” do astrônomo Carl Sagan, que propõe um convite a uma reflexão profunda sobre o que nos caracteriza. No espetáculo, intérprete e público buscam juntos o que poderíamos levar em uma missão para outro planeta. A estreia acontece dia 30 de outubro, sexta-feira às 21 horas no salão redondo do MIS, espaço mais nobre do Museu.

 

O espetáculo é fruto de um longo trabalho de reflexão dos parceiros Pedro Granato e Ricardo Malerbi aprovado pelo edital PROAC. Eles pesquisaram diversas fontes científicas e filosóficas para conceber a peça e se debruçaram sobre estudos de pensadores consagrados como o físico Albert Einstein, o astrônomo Carl Sagan, assim como os últimos livros de ciências dos materiais ainda não traduzidos no Brasil, como o recém – premiado pelo Royal Society “Stuff Matters” de Mark Miodownik.

 

O aparente desejo de conhecer e habitar outros planetas é uma das inspirações de Você Não Está Aqui. A NASA anuncia evidências de água liquida em Marte na mesma semana em que grandes estúdios lançam um filme de ficção no planeta vermelho com  suporte da NASA. A empresa planeja missões tripuladas para Marte nas próximas décadas. Atualmente o projeto “Mars One” (http://www.mars-one.com), por exemplo, promete uma expedição só de ida para Marte em 2025.

 

Mais de 200 mil pessoas se inscreveram, dos 100 candidatos escolhidos na última etapa, 24 deles serão selecionados para que equipes de quatro tripulantes possam ser enviadas a Marte. O objetivo é formar uma “colônia no planeta vermelho”. Antes de irem para o espaço, os colonizadores terão de participar de um reality show perante o mundo todo.

 

“Como ainda usamos o termo colônia depois de séculos de experiências desastrosas?” provoca Ricardo. “A forma como a seleção da tripulação se dá impressiona por carregar uma experiência tão simbólica para a humanidade de valores muito questionáveis de nossos dias” comenta o diretor Pedro Granato.

 

“Essa não é a primeira vez que somos instigados a nos definir por conta de uma viagem espacial. Nos anos 70, a sonda Voyager enviou para o espaço um disco de ouro com uma seleção de sons que definiam a terra e a experiência humana”, lembra Ricardo.

 

Ricardo Malerbi se dedica a explorar os limites da mágica e buscar o cruzamento com outras linguagens. Sua múltipla formação cênica se concretiza em espetáculos como “Enquanto Houver Encanto” e “Além da Mágica”, apresentados há 6 e 9 anos, respectivamente. Já apresentou programas na internet e na televisão, participou de filmes e aproximou a mágica de novas tecnologias.

 

Pedro Granato já dirigiu espetáculos em conceituados centros como CCBB, diversas unidades no SESC, com temporadas em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. Foi selecionado para passar um mês com diretores do mundo todo no Directors LAB, no Lincon Center em Nova York. Atualmente duas peças dirigidas por Pedro estão em cartaz, “Fortes Batidas” em São Paulo e “As Lágrimas Quentes de Amor Que Só o Meu Secador sabe Enxugar”, no Rio de Janeiro.

 

Ficha Técnica

Texto: Pedro Granato e Ricardo Malerbi

Direção: Pedro Granato

Elenco: Ricardo Malerbi

Participacao Especial: Vladimir Rocha

Cenário: Diego Dac

Luz: Beto de Faria

Figurino: Jade Marinera

Trilha Sonora: Fil Pinheiro

Assistente de direção e operação de luz: Gabriel Tavares

Consultoria astronômica: Otavio Triverio

Produção: Victória Martinez

 

Serviço

Estreia dia 30 de outubro.

MIS – Museu da Imagem e do Som – Av. Europa, 158

Salao Redondo – 100 lugares

sextas 21h, sábados e domingos 18h (12 apresentações).

Duração: 70

Indicação: a partir de 14 anos

Ingressos: R$20 – meia R$10

 

Foto de Sylvia Sanches

Foto de Sylvia Sanches

Texto e direção de Michelle Ferreira, Riso Nervoso estreia no Teatro Viradalata

‘AS OLÍVIAS EM 5 HISTÓRIAS NEURÓTICAS’

O grupo As Olívias completa 10 anos em 2015 e estreia seu novo trabalho dia 10 de outubro no Teatro Viradalata, em São Paulo: o espetáculo Riso Nervoso, em nova montagem com texto e direção de Michelle Ferreira.

Depois de quase uma década em cartaz com o espetáculo As Olívias Palitam e diversos trabalhos para internet e tv – entre os quais o programa Olívias na TV, no canal Multishow – As Olívias voltam para o teatro com um novo projeto de humor.

Riso Nervoso é um espetáculo sobre as coisas que nos tiram do sério no dia a dia: nossa relação com a burocracia a e as instituições; nossa necessidade de reclamar de tudo; a competitividade e a comparação constante com os outros ao nosso redor; a pressão para sermos conectados, atualizados, termos filhos, estarmos dentro de padrões de beleza e de comportamento.

No palco, Marianna Armellini, Renata Augusto, Sheila Friedhofer, Victor Bittow, Lívia Carmargo e Izabela Pimentel contam 5 histórias em que suas personagens são levadas a situações patéticas e absurdas por conta de suas neuroses:

Sheila Friedhofer é uma mulher em crise com o fato de absolutamente tudo dar certo em sua vida; Renata Augusto se vê às voltas com um bizarro curso de treinamento para se adequar ao senso comum; Marianna Armellini (ou Izabela Pimentel) vive um dilema em relação à maternidade quando ganha um presente literalmente de grego em seu aniversário; Victor Bittow vive um homem atormentado pela comparação constante com um amigo de infância bem sucedido; por fim, Lívia Camargo é uma mulher avessa à tecnologia que, isolada no mundo real, quer saber o que todos fazem de tão interessante nas redes sociais e acaba viciada.

Riso Nervoso é uma comédia que apresenta uma nova faceta do grupo As Olívias, conhecidas pelo humor rápido das esquetes, e que agora se arriscam em uma dramaturgia mais elaborada, sem perder o olhar nonsense sobre o cotidiano que se tornou uma das marcas do seu trabalho.

Para essa empreitada, o grupo convidou a autora e diretora Michelle Ferreira, indicada ao Prêmio Shell de melhor autora em 2013 (por Os adultos estão na sala) e um dos destaques da nova dramaturgia paulistana.

***

Uma primeira versão do espetáculo foi apresentada em 2013, com direção de Hugo Possolo.

O GRUPO

Formado nos corredores da Escola de Arte Dramática da USP (EAD), originalmente pelas atrizes Cristiane Wersom, Marianna Armellini, Renata Augusto e Sheila Friedhofer – além do ator e diretor Victor Bittow – As Olívias são um grupo que se dedica à comédia, transformando em humor seu jeito inusitado de ver o mundo.

A estreia aconteceu em 2005, com o espetáculo As Olívias Palitam, em São Paulo, que trouxe à cena o humor afiado das mulheres, em um universo, em geral, dominado pelos homens. Desde então, já foram vistas por milhares de pessoas, em diversas cidades, além de terem participado dos principais festivais de humor do país.

O humor do grupo também ganhou espaço na internet, com a websérie As Olívias Queimam o Filme, lançada entre 2009 e 2010. No ano seguinte, As Olívias estrearam na televisão com o programa Olívias na TV, no canal Multishow, no ar durante 4 temporadas. Em 2014, As Olívias também estrearam na tv aberta com um quadro semanal no programa Roberto Justus +, na tv Record.

AUTORA E DIRETORA

Michelle Ferreira é atriz, dramaturga, roteirista e diretora. Formada pela Escola de Arte Dramática da USP (EAD), foi integrante do Núcleo de Dramaturgia do CPT, com coordenação de Antunes Filho, por oito anos. É uma das formadoras na área de Dramaturgia na SP Escola de Teatro. Indicada ao Prêmio Shell de melhor autora em 2013 (por Os adultos estão na sala), foi duas vezes finalista do Prêmio Luso-Brasileiro de Dramaturgia, segundo lugar do Prêmio Heleny Guariba de Dramaturgia Feminina, e uma das classificadas para o concurso Nova Dramaturgia Brasileira realizado pelo CCBB (Reality Final). Já teve seus textos encenados por nomes como Mario Bortolotto (Como ser uma pessoa pior), Cacá Carvalho (EstudoHamlet.com), Eric Lenate (Sit Down Drama), José Roberto Jardim (Tem alguém que nos odeia) e Isabel Teixeira (Animais na pista). Como diretora, prepara a estreia de seu novo texto – Os Médios – com A Má Companhia Provoca.

FICHA TÉCNICA

Riso Nervoso – As Olívias em 5 histórias neuróticas

dramaturgia e direção: Michelle Ferreira

elenco: Marianna Armellini, Renata Augusto, Sheila Friedhofer, Victor Bittow, Lívia Camargo e Izabela Pimentel (stand-in).

iluminação: Ariene Godoy

figurino: Anne Cerutti

duração: 80 minutos

Não recomendado para menores de 12 anos.

 

SERVIÇO

 

Estreia em 10 de outubro (temporada até 29 de novembro)

Sábados, às 22h e domingos, às 20h

 

Teatro Viradalata

Endereço: Rua Apinajés, 1387 – Perdizes – São Paulo – SP

Telefone: (11) 3868-2535

Capacidade: 270 lugares

Ar condicionado

Acesso para deficientes físicos

Tem local para comer

Serviço de Vallet no local: R$ 20,00

Ingressos: R$40,00 (inteira) e R$20,00 (meia)

Bilheteria do Teatro: abre 2 horas antes do espetáculo

Aceita os cartões de débito e crédito: todos da Mastercard, Redecard, Visa e Visa Electron. Não aceita cheques.
Vendas pela internet: ingressorapido.com.br

Televendas: 4003 1212

Site do grupo: www.asolivias.com.br

 

 

Fotos – crédito:  Sylvia Sanchez

 

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Eugénia Melo e Castro estreia show inédito SereiA Portuguesa no MUBE NOVA CULTURAL

Eugénia Melo e Castro construiu sua carreira na “ponte-aérea” entre Portugal e Brasil. Nestes quase 35 anos de carreira fez ínúmeros shows, lançou 25 CDs e fez parcerias com Caetano Veloso, Gonzaguinha, Chico Buarque, Tom Jobim, Adriana Calcanhoto, Gal Costa, Maria Bethânia, Simone, Ney Matogrosso, Milton Nascimento e diversos outros grandes nomes da MPB. Assim Eugénia mostrou o melhor da música brasileira em Portugal e no mundo. Neste novo projeto ela muda o foco apresenta ao Brasil o melhor da música de Portugal em SereiA Portuguesa. A estreia acontece dia 21 de outubro, quarta-feira às 21h no Teatro MUBE Nova Cultural.

O show tem direção musical de Swami Jr. que também assume os violões e conta com Olivinho no acordeom. “A escolha de Swami Junior para a direção musical foi desde o primeiro passo a escolha número um, pela qualidade musical, pela cumplicidade, pelos anos de trabalhos juntos, o Swami entende o lado atual e contemporâneo que eu quero dar aos fados, o clássico junto com a ousadia, temos a cumplicidade certa para ousarmos juntos” comenta a cantora portuguesa.
Swami é hoje um dos músicos brasileiros mais requisitados e atuantes, tanto acompanhando e dirigindo, como produzindo.

Gravou e se apresentou com grandes artistas da música brasileira e internacional como: Omara Portuondo (Cuba), Sadao Watanabe (Japão),Chico César,Vanessa da Mata, Elba Ramalho,Zélia Duncan, Elza Soares, Zeca Baleiro,Tom Zé, Jair Rodrigues,Lokua Kanza (Congo),Mayra Andrade (Cabo Verde) Dori Caymmi,Chico Pinheiro, Rita Ribeiro, José Miguel Wisnik, Ná Ozzetti, Danilo Caymmi, Virgínia Rosa, Jussara Silveira,Vânia Bastos, Luiz Tatit, Marco Pereira, Marcos Suzano, jacques Morelembaum, Liminha, Cláudio Celso,  Moska, Dominguinhos, Naná Vasconcelos, Luiz Brazil, entre outros. “Os arranjos para SereiA Portuguesa serão feitos para violão de 7 cordas e acordeon, dentro de uma sonoridade acústica, lírica e sofisticada como é Eugénia. Já nos conhecemos há muitos anos e já trabalhamos muito juntos. Sempre uma glória para mim estar ao lado de uma artista dessa grandeza, tão musical e sensível. Um presente que a música e a vida me deram.” conta Swami Jr.

Em SereiA Portuguesa Eugénia passeia entre canções portuguesas e fados, escondidos e escolhidos na memória musical de brasileiros e portugueses no Brasil, instalada num cenário recheado de imagens e objetos de culto de Portugal, antigos, modernos, de todas as regiões de Portugal, num misto de informações visuais e estéticas, enquanto conta as suas histórias de viagens musicais e pessoais, entre Brasil e Portugal, ao longo destes últimos 30 anos.

No repertório, alguns fados e canções como: Foi Deus, Nem às paredes confesso, Maldição, Perseguição, Olhos castanhos, Só nós dois é que sabemos, Estranha forma de vida, Fado do ciúme, Não venhas tarde, Toca o telefone e Fado da sugestão. A direção cênica do projeto é assinada pelo diretor Fernando Cardoso. “Fernando é praticamente um português sonhador criativo e atento a tudo o que se passa em Portugal, e na imagem que Portugal tem no Brasil, isso me dá muita segurança, se eu exagerar ou não souber todas as respostas, que não sei mesmo, ele sabe, inventa, pesquisa, e sempre com bom humor, o que para mim, e principalmente num projeto destes, é fundamental.”, acrescenta Eugénia.

A cantora pretende traçar a linha que existe entre a imagem tradicional de Portugal e a experiência pessoal de ser uma artista portuguesa à solta no Brasil, de onde resultam momentos musicais e outros quase teatrais, que se completam entre si.  “Queremos criar um ambiente muito português no palco, um espaço onde os clichês da cultura portuguesa como os azulejos, os galos de Barcelos, os xales, as sardinhas, o bacalhau, o vinho, as uvas, os doces e o lindo céu azul de Lisboa convivam com um outro Portugal mais sofisticado e pouco conhecido por aqui.“ completa o diretor de cena Fernando Cardoso.

“Este Show nasceu de uma ideia que foi lentamente se instalando dentro de mim, num misto de resposta afetiva aos sempre inúmeros pedidos do público no Brasil para eu cantar mais canções portuguesas nos meus shows. Eu não estava preparada para isso até hoje, e por isso é para mim um enorme desafio, criar e fazer esta Sereia Portuguesa. Desta vez eu vou ser bem portuguesa, e criar um ambiente musical e estético que mistura vários “Portugais” num só. Falarei de literatura, música, poesia, artes plásticas, costumes, gastronomia, moda, design, arquitetura, história, lendas,  tudo o que couber num diálogo com o público sobre o  Portugal de hoje,  e sobre o Portugal de sempre, suas referências, tradições e contradições.” finaliza Eugénia.

Ficha Técnica:
Show SereiA Portuguesa
Com Eugénia Melo Castro
Direção musical: Swami Jr
Direção cênica: Fernando Cardoso
Músicos: Swami Jr. (violão) e Olivinho (acordeon)

Serviço:
Teatro MUBE Nova Cultural
Estreia  21 de outubro
Temporada:quartas e quintas às 21h até 26 de novembro
Ingressos:R$ 30,00
Duração:70 minutos

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Balangandança Cia realiza espetáculos, mesas de discussão e palestras

sobre o universo da dança contemporânea para crianças

 

Reunindo quase 20 anos de pesquisa sobre os universos da dança contemporânea para crianças, a Balangandança Cia apresenta o V Forinho, com o tema O Brincar, a Improvisação e a Dança por meio de uma mesa de discussão e uma extensão com uma palestra e oficinas. As atividades fazem parte das ações do projeto “Cabeceiras – onde nascem os rios e repousam as cabeças” contemplado pelo XVIII Edital do Programa Municipal de Fomento à Dança – 2015, da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo.

 

No sábado, 24 de outubro das 10h às 18h30, acontece uma oficina aberta ao público com Dudude Herrmann (Belo Horizonte – MG) na Faculdade de Dança da Anhembi Morumbi. O encontro vai proporcionar a fisicalidade, o ritmo e a improvisação no sentido do corpo e da dança. As inscrições serão feitas pelo e-mail oficinadanca@gmail.com de 1 a 17 de outubro e haverá uma seleção avaliando um breve currículo e carta de interesse.

 

Na terça-feira, dia 27 de outubro às 15h, no Itaú Cultural, ocorre a palestra Caminhos Da Pesquisa com a diretora Georgia Lengos e integrantes da Balangandança Cia. O encontro traz uma reflexão sobre os processos criativos e transformadores da linguagem artística da cia sobre sua pesquisa para/com crianças nestes 18 anos de carreira.

 

A atividade é destinada aos profissionais e estudantes de dança, artistas, educadores e ao público em geral, que tenham interesse em compartilhar de um trabalho continuado de pesquisa em dança especificamente voltado para o público infantil, e que discute corpo, movimento, imaginação e espaço na infância.

 

Ainda no Itaú Cultural, na terça-feira, dia 27 de outubro às 19h, haverá a mesa Forinho: o Brincar  a Improvisação e a Dança que une diferentes profissionais e temas: “O Brincar”: Lidia Hortélio (Salvador/BA); “Improvisação”: Dudude Herman (Belo Horizonte/MG) e “Dança para crianças”: Andréa Fraga (EMIA /SP); além da mediação de Georgia Lengos.

 

Nos dias 13 e 14 de Novembro das 14h às 18h, será realizado o Mini -Curso: Conversações – A Filosofia da Existência com Fernando Almeida  no Centro de Pesquisa e Formação do SESC São Paulo. Mais uma atividade do Forinho Extensões. As inscrições serão via site do SESC a partir do dia 26 de outubro.

 

“Buscamos estender a duração do “forinho” que vai para sua quinta edição, ampliando seu formato para além de um encontro/MESA pontual no ano, promovendo um intercâmbio de maior duração entre Balangandança Cia e profissionais convidados, amplificando-o através de outras atividades – oficinas e palestra – abertas também ao público”, diz Georgia Lengos.

 

 

 

Programação V forinho: o Brincar, a Improvisação e a Dança”: MESA e EXTENSÕES.

Oficina com Dudude Herrmann (Belo Horizonte – MG)

Sábado, 24 de outubro das 10h às 18h30

Faculdade de Dança da Anhembi Morumbi

Rua Dr. Almeida Lima, 993 – Mooca. Grátis

As inscrições serão feitas pelo e-mail oficinadanca@gmail.com de 1 a 17 de outubro e haverá uma seleção avaliando um breve currículo e carta de interesse.

 

Palestra “Caminhos de Pesquisa”

Com Georgia Lengos e integrantes da Balangandança Cia.

Terça-feira, dia 27 de outubro às 15h

Itaú Cultural – Sala Multiuso 2 andar.

Avenida Paulista, 149 – São Paulo/SP

Ingressos: retirada de senha com 30 minutos de antecedência.

 

MESA “Forinho: o Brincar  a Improvisação e a Dança”

Com Lydia Hortélio (SA), Dudude Herrmann(BH) e Andréa Fraga (SP), mediação de Georgia Lengos ( Balangandança Cia.)

Terça-feira, dia 27 de outubro às 19h

Itaú Cultural – Sala Multiuso 2 andar.

Avenida Paulista, 149 – São Paulo/SP

Ingressos: retirada de senha com 30 minutos de antecedência.

 

Mini -Curso: Conversações – A Filosofia da Existência

com Fernando Almeida

13 e 14 de Novembro das 14h às 18h

Centro de Pesquisa e Formação do SESC São Paulo

R. Dr. Plínio Barreto, 285 – Bela Vista, São Paulo – SP

As inscrições serão via site do SESC a partir do dia 26 de outubro.

 

ESPETÁCULOS

Além das atividades direcionadas, durante o período do V Forinho, a Balangandança Cia. Apresenta dois espetáculos de seu repertório: Ninhos nos dias 3, 4, 10, 11, 12 (Dia das Crianças), 17, 18, 24 e 25 de outubro, sempre ao meio-dia, no SESC Pinheiros; e Brincos e Folias nos dias 31 de outubro e 01 de novembro às 16h no Itaú Cultural.

 

Com improviso, metáforas e poesia, Ninhos traz coreografia/movimentações que mesclam brincadeiras infantis com movimentos de animais e de adultos para falar sobre afeto, carinho e segurança. Ou seja, os ninhos de cada pessoa antes de alçar voos mais altos. Para sua criação, os bailarinos receberam treinamento de kempô, arte marcial que trabalha com os movimentos dos animais e de contato improvisação.

 

O cenário apresenta troncos de árvores que se transformam e constroem imagens – em uma metáfora sobre a extinção dos animais, que já não tem um lugar apropriado para formar seus ninhos. O figurino é colorido – camiseta e calça com estampas criadas especialmente de paisagens, animais, ninhos, sol, figuras da natureza que estão impregnadas da concepção do espetáculo. A trilha sonora é composta e executada ao vivo por Coré Valente com violão, sanfona e instrumentos de percussão e compartilhada com Georgia Lengos que compõe com a música mecânica.

Ninhos foi concebido para ser apresentado em lugares não convencionais como praças, parques, pátios, locais de exposição e halls. A performance foi pensada para integrar um espaço de intervenção na cidade. A ideia é interagir com o espaço de passagem, com o concreto, o urbano. É uma maneira de intervir questionando: o que é o ninho dentro da cidade? Tanto de um bicho como de uma criança. Existe um espaço de aconchego, recolhimento no espaço urbano? Qual a base/estrutura que uma criança precisa para alçar voo? Enfim, trazer questionamentos e os desdobramentos da natureza das relações no contemporâneo sem ser didático, nem óbvio.

 

Serviço:

Sesc Pinheiros

Endereço: Rua Pais Leme, 195 – Pinheiros, São Paulo – SP

Dias 3, 4, 10, 11, 12 (Dia das Crianças), 17, 18, 24 e 25 de outubro, sempre ao meio-dia.

Grátis

 

FICHA TÉCNICA:

Concepção e Direção: Georgia Lengos.

Criadores-intérpretes: Dafne Michellepis, Alexandre Medeiros, Alan Scherk, Clara Gouvêa, Ciro Godoy, Isabel Monteiro.

Composição e performance musical: Coré Valente – Estudio Minster/Campinas: Ric Palma.

Músicas compostas: Coré Valente, Kito Siqueira/Satélite Audio.

Orientação Corporal: Alex Ratton (Contato Improvisação) e Ciro Godoy –(Kempô).

Cenografia: Georgia Lengos.

Figurinos: Balangandança Cia.

Produção de Figurino: Larissa Salgado.

Ilustrações: Fê.

Design Gráfico: Celso Linck.

Agradecimentos: Maristela Estrela, Clarice Borian.

Classificação Indicativa: Livre.

Duração: 45 minutos.

 

 

Já Brincos e Folias rompe barreiras entre palco e plateia e surgiu de uma pesquisa realizada pelo grupo em 1997, em parques, praças e pátios de escolas da cidade de São Paulo. O espetáculo estreou em um festival na Finlândia, já passou por Lisboa, em Portugal, e por Santiago, no Chile, além de integrar a programação de variadas mostras nacionais, como em Goiás e em Brasília.

 

Na trama, quando o aparelho de televisão literalmente explode, para ter o que fazer em casa, as crianças passam a inventar brincadeiras, redescobrindo o corpo e o prazer de dançar e inventar movimentos.
É assim que a premiada Balangandança Cia. convida o público a participar do espetáculo, sendo às vezes espectador e às vezes dançarino! Competição, cooperação e compreensão das diferenças são alguns dos temas explorados nas coreografias, assim como antigas brincadeiras e jogos, como pega-pega, bola, bolha de sabão, carrinho e amarelinha.

 

Serviço:

Itaú Cultural

Auditório do Itaú Cultural

Endereço: Avenida Paulista, 149 – São Paulo/SP

Temporadas: Sábado e domingo, 31 de outubro e 01 de novembro, às 16h

Grátis

 

FICHA TÉCNICA:

Concepção e direção: Georgia Lengos

Intérpretes criadores: Dafne Michellepis, Clara Gouvêa,  Alexandre Medeiros, Alan Scherk.

Criação Original: Dafne Michellepis, Anderson do Lago Leite, Lílian Vilela, Cristian Duarte.

Figurinos: Balangandança Cia.

Tubos: Washington Santana

Edição de trilha sonora: Kito Siqueira

Operação de luz: Silviane Ticher

Operação de som: Coré Valente

Duração: 55 minutos

Indicação: Livre

 

 

Sobre a Balangandança Cia.

A Balangandança Cia. brinca e pesquisa para criar seus trabalhos há 18 anos. Aqui a brincadeira vira dança e vice-versa. Corpo é brinquedo e brinquedo é inventado também.

 

Misturamos os ingredientes que constituem a dança da Balangandança Cia. com estudos em desenvolvimento motor e cognitivo, educação, arte contemporânea e estética. Áreas do saber que fundamentam as práticas da Cia., que dança e pensa o que faz.

 

A companhia, que já foi duas vezes premiada pela Associação Paulista dos críticos de Arte (APCA), é reconhecida por desenvolver um trabalho sólido e pioneiro no Brasil,que vê  e escuta a criança em seus processos e na comunicação com o público.  Assim,  oferece à criança – de todas as idades –  a possibilidade de apreciar espetáculos de dança contemporânea   que  estimulam movimentos  e a imaginação, resgatando o lado lúdico, saudável e criativo do corpo. Para saber mais, acesse: www. balangandanca.com.br

Foto de João Caldas Fº

Foto de João Caldas Fº

Rosi Campos, Gorete Milagres e Paulo de Pontes e grande elenco voltam em cartaz com a comédia ‘Hamlet ao Molho Picante’

 

Espetáculo faz nova temporada no Teatro Gazeta.

Peça do renomado autor italiano Aldo Nicolaj, que revisita o clássico shakespeariano, tem direção de Dagoberto Feliz

Do autor italiano Aldo Nicolaj, Hamlet ao Molho Picante é uma comédia de sucesso nos palcos europeus e americanos. No espetáculo, a história do príncipe dinamarquês Hamlet é apresentada através dos acontecimentos na cozinha do castelo, que revelam uma versão bastante diferente da tragédia clássica. A peça volta em cartaz para temporada no Teatro Gazeta, dia 18 de setembro.

 

Com direção de Dagoberto Feliz, espetáculo tem elenco de peso: Rosi Campos, Gorete Milagres, Paulo de Pontes, Pedro Brandi, Melany Kern, Cacau Merz, Cleber Tolini, Thiago Bugallo e Walter Cereja.

 

Espetáculo faz uma releitura do clássico de Shakespeare e abusa da acidez para criar uma divertida comédia de erros espiada e revivida na cheirosa atmosfera da cozinha de Elsinore. Para quem conhece o texto de Shakespeare, é um reencontro dos jogos do Maestro reelaborados e reinventados, para quem nunca leu, é navegar entre as águas de uma história divertida e cativante.

 

Em Hamlet ao Molho Picante, quem comanda a história é o cozinheiro Froggy e sua esposa Cathy. São eles os conspiradores e motor invisível da tragédia. Sensível e mimado, Hamlet é uma espécie de “bufo desastrado” que tem o seu destino manobrado pelo caos e pelo equívoco.

 

Todos os lados potencialmente cômicos do clássico são levados até as extremas e desastrosas consequências. De uma perspectiva completamente nova, é revisto todos os pontos importantes da clássica história: a aparição do fantasma, o banquete de casamento, a loucura do protagonista, a morte de Ofélia até chegar à tragédia final. O público é testemunha de uma espécie de revolução, não mais movida por nobres ideais de uma elite, mas pelo povo.

 

O espetáculo, que fez temporada lotada no ano passado em São Paulo, completa um ano desde sua estreia. Em comemoração, será lançado um livro de receitas com os pratos elaborados e servidos na peça e um DVD com os personagens ensinando passo a passo das divertidas receitas de Froggy.

 

A montagem conta, ainda, com cenário de José de Anchieta, figurinos de Fábio Namatame, luz de Wagner Freire, trilha sonora de Miguel Briamonte e direção de produção de Emerson Mostacco.

 

PROJETO REALIZADO COM APOIO DA LEI ROUANET – GOVERNO FEDERAL.

Projeto realizado com o apoio do Proac.

Este espetáculo tem seus direitos autorais licenciados pela ABRAMUS – Associação Brasileira de Música e Artes.

 

Serviço Temporada Teatro Gazeta

Comédia

Hamlet ao Molho Picante

de Aldo Nicolaji

Direção: Dagoberto Feliz

Elenco: Rosi Campos, Gorete Milagres, Paulo de Pontes, Pedro Brandi, Melany Kern, Cacau Merz, Cleber Tolini, Thiago Bugallo e Walter Cereja

 

Duração: 1h30

Classificação indicativa: 12 anos

 

de  18 de setembro à 15 de novembro de 2015

Sextas às 21h00 – R$60

Sábados às 20h – R$60

Domingos às 18h – R$60

 

Teatro Gazeta

Av. Paulista, 900 – Térreo – SP

(11) 3253-4102

 

Bilheteria

Terça a quinta das 14h às 20h

Sexta à domingo das 14h até o início do espetáculo.

Lotação. 660 pessoas

Vendas On line:

www.teatrogazeta.com.br

www.ingressorapido.com.br

www.ingresso.com

 

 

REALIZAÇÃO:

MOSTACCO PRODUÇÕES e COOPERATIVA PAULISTA DE TEATRO

PATROCÍNIOS:

Projeto realizado com o apoio da Lei Rouanet

MOVIDA rent a car

 

 

http://www.hamletaomolhopicante.com.br/

https://www.facebook.com/hamletaomolhopicante

https://twitter.com/hamlet_picante

 

Foto de Gal Oppido

Foto de Gal Oppido

 

Virgínia Rosa estudou canto lírico, mas, como ela mesma diz, seu “canto é marcado pela linguagem popular”. Isso talvez explique a facilidade com que transita por estilos que vão do samba ao reggae ou ao blues. No começo dos anos 90, Virgínia Rosa partiu para a carreira solo fazendo diversos shows.

Na década de 80, atuou como backing vocal de artistas como Tetê Espíndola e Itamar Assumpção. Seu primeiro CD, “Batuque”, de 1997, lhe valeu a indicação de cantora revelação no Prêmio Sharp e conta com canções de Itamar Assumpção, Luiz Gonzaga, Lenine e Chico Science. O segundo CD, “A Voz do Coração”, de 2001, foi gravado ao vivo a partir do show homônimo. O disco tem composições de Thomas Roth, Chico César, Herbet Vianna, Gilberto Gil e Luiz Melodia.

Virgínia Rosa lança “Samba a Dois” em outubro de 2006 e o CD “Baita Negão”, uma homenagem ao compositor Monsueto Campos de Menezes em 2009, pelo Selo Sesc. No final de 2010, lança seu quarto CD, “Virgínia Rosa & Geraldo Flach – Voz e Piano”.

Foto de Priscila Prade

Foto de Priscila Prade

Espetáculo musical infantil A Lenda do Vale da Lua estreia no Teatro Porto Seguro com canções originais de Chico César

Um dos textos mais premiados do país, “A Lenda do Vale da Lua”, de João das Neves é um jogo de faz de conta com cantorias, músicas e bailados populares, recheado de poesia. Um espetáculo para crianças de todas as idades.

Dirigida por Wilma de Souza, A Lenda do Vale da Lua é uma grande festa, que com muita poesia, música cantada e tocada ao vivo, adereços e bonecos envolve os jovens atores Sabrina Petraglia, Jacqueline Sato, Daniel Granieri e Vitor Placca,o ator e músico Cristiano Meirelles e a plateia, em uma grande brincadeira de contar histórias. A estreia acontece dia 10 de outubro, sábado às 15h no Teatro Porto Seguro.

Os jovens atores Sabrina Petraglia, Jacqueline Sato, Daniel Granieri e Vitor Placca começam o espetáculo na plateia, desenhando, aceitando a sugestão da música que está sendo cantada no palco, pelo músico e ator Cristiano Meirelles que é um personagem que no espetáculo representa a cultura popular, as brincadeiras, a dança e a música. Ele se comunica com a plateia com o intuito de capturar pessoas para o seu mundo colorido e cheio de histórias. A forma utilizada por ele é o som. No momento em que os quatro jovens atores são atraídos para o palco a história começa.

O palco se transforma em grande festejo para os jovens atores criarem em cena aberta a história de Jorge e Suzana, que moravam no Vale da Lua e tinhas dois filhos:  Carlos e Lúcia.  Numa noite em que as crianças olhavam o céu e viram uma estrela cadente, elas tiveram uma grande ideia. Inventaram um boizinho para brincar, dançar e encantar o Vale da Lua. Mas a brincadeira foi parar na cidade grande e para trazer o boizinho de volta, foi preciso contar com a ajuda das lendas.

Os quatro jovens atores se revezam para interpretar os quatro personagens da história (pai, mãe, Lúcia e Carlos), além das figuras que vão surgindo na narrativa, como a Dona Lua e a Ema. Para tanto se utilizam de objetos e adereços que vão encontrando pelo palco. “Dentre os objetos utilizados pelos personagens, existem alguns bem cotidianos, como vassouras, cestos e meias, a ideia é que a criança possa levar para casa algumas sugestões para criar o seu próprio Vale da Lua”, comenta a diretora Wilma de Souza.

O músico paraibano Chico César compôs 10 canções para o espetáculo. As canções são interpretadas ao vivo pelos atores e tocadas e cantadas por Cristiano Meirelles com sanfona, violão, flauta e muita percussão.

Realizado pelas produtoras Barros + Barros Produções, Tiarajú Produções Artísticas e Culturais e Brancalyone Produções A Lenda do Vale da Lua ainda conta com cenário figurinos e adereços de Márcio Vinícius, iluminação de Wagner Freire e coreografias de Gal Spitzer.

Ficha técnica
Texto: João das Neves
Músicas: Chico César
Direção: Wilma de Souza
Diretor Musical: Tato Fischer
Elenco: Sabrina Petraglia, Jacqueline Sato, Daniel Granieri, Vitor Placca e Cristiano Meirelles (ator/músico)
Iluminação: Wagner Freire
Figurinos, cenário e adereços: Márcio Vinicius
Coreografias: Gal Spitzer
Identidade visual: Imagens de André Neves para o livro A Lenda do Vale da Lua – Editora Dimensão
Fotos: Priscila Prade
Realização: Barros + Barros Produções; Tiaraju Produções Artísticas e Culturais e Brancalyone produções

Serviço
Temporada: 10 de outubro a 13 de dezembro
Sábados e domingos, 15h
Teatro Porto Seguro: Alameda Barão de Piracicaba, 740. Campos Elíseos
Capacidade: 484 lugares
Vendas: www.ingressorapido.com.br
Acessibilidade
Sistema de vendas: Ingresso Rápido
Ingresso: R$ 40 (plateia) e R$ 30 (frisa e balcão)
** Ingressos a R$ 10 no balcão levando uma peça de roupa ou brinquedo em bom estado doação.
Duração: 55 minutos
Censura: Livre

Bilheteria:
Horário de funcionamento:
Terça a sábado, das 13h às 21h e domingos, das 12h às 19h
Telefone: (11) 3226-7310

Foto de Erik Almeida

Foto de Erik Almeida

Eduardo Martini e Suzy Rêgo estão na comédia Valham-me Deuses, no Teatro União Cultural com direção de Neyde Veneziano

 Peça é a segunda parceria da dupla de atores, que atualmente também está em cartaz com a comédia ‘Até que o casamento nos separe’

Valham-me Deuses, texto inédito de Perito Monteiro, trata da eterna busca pela felicidade. Eduardo Martini e Suzy Rêgo estão no elenco, sob direção de Neyde Veneziano. De 30 de setembro a 3 de dezembro no Teatro União Cultural.

Na peça, Susy Rêgo é Renilda, uma esteticista, solitária e metódica, que recebe inesperadamente a visita de um homem tímido e estranho. Sua vida organizada muda, então, radicalmente. A paixão despertada pelo desconhecido faz com que ela entre em contato com esoterismos, autoajuda, religiões e tantos outros meios a fim de conseguir rever essa figura que passou a ser o “seu sonho de felicidade”. Sem perceber, ela vai caindo em mãos pouco confiáveis de malandros e trambiqueiros. Todos os personagens que Renilda encontra nessa saga são interpretados por Eduardo Martini. Cansada de tanto gastar seu dinheiro duro de ganhar, ela se transforma e usa o que aprendeu a seu favor, mudando o que diziam ser o seu destino.

Trabalhar com a diretora Neyde Veneziano é um desejo antigo de Martini, a encenadora trouxe ao espetáculo uma atmosfera de sonho, misturando realismo e devaneios, tudo no ritmo frenético que acompanha a vida da personagem Renilda. A trilha sonora de Ricardo Severo, especialmente composta para o espetáculo, traz um tema central, o tema de Renilda, que se desdobra em diferentes estilos para contar as mais diversas aventuras vividas por ela. O cenário de Caudio Carpenter e Eduardo Martini é versátil, simbolizando a casa e o consultório de Renilda e ao mesmo tempo com elementos que entram e saem de cena, que constroem o universo das ruas e feiras.

“Valham-me Deuses é um espetáculo que fala de sonho e auto- conhecimento, uma peça sobre a busca da felicidade, mas ao mesmo tempo repleta de humor e comédia, elementos essenciais da vida”, comenta o ator Eduardo Martini.

Serviço
Gênero: comédia
Duração: 90 min
Teatro União Cultural
Temporada: de 30 de setembro a 3 de dezembro
Horários: quartas e quintas, às 21h
Valores: R$ 20

Ficha Técnica
Direção: NEYDE VENEZIANO
Elenco: SUZY RÊGO e EDUARDO MARTINI
Figurinos: CLAUDIO CARPENTER
Cenografia: CLAUDIO CARPENTER e EDUARDO MARTINI
Trilha sonora especialmente composta: RICARDO SEVERO
Direção de Produção: ROSEMEIRE PASCHOALOTO

 

Foto de Dave Santos e Matheus Heck

Pedro Garrafa desconstrói a clássica personagem do mundo de Oz

O que a Dorothy Quer? estreia no Teatro Livraria da Vila do Shopping JK Iguatemi dia 3 de outubro, sábado, às 20h e faz temporada até dia 25 de outubro aos sábados às 20h e domingos às 18h. No elenco estão Naty Graciano, Luciana Espósito e Caroline Duarte.

A nova peça do autor e diretor Pedro Garrafa, que está em cartaz atualmente com Fale Mais Sobre Isso e O Alvo, é uma sequência alternativa do clássico de Luis Frank Baum, O Mágico de Oz, temperada com humor negro.

Sinopse
A trama começa com Dorothy escondida no abrigo anti-tornados da casa de seus tios no Kansas e, como num passe de mágica, se vê na presença de outras duas versões dela mesma. A partir daí, as três personagens começam a disputar o posto de “Dorothy verdadeira”, e com isso, revelam aos poucos as camadas da verdadeira personagem da menina.

Diferente da obra original, onde Dorothy é uma heroína pura e ingênua, a Dorothy de Pedro Garrafa revela ao longo da trama sua verdadeira personalidade: egoísta, manipuladora e com um caráter duvidoso, capaz de cometer as maiores atrocidades para se safar.

Ao desmontar a personagem de Luis Frank Baum, o espetáculo tem como objetivo mexer com a referência marcada na memória afetiva dos fãs da obra e vai de encontro com a questão central que o texto propõe: “Somos fiéis à imagem que fazemos de nós mesmos?”

“O drama de Dorothy com suas múltiplas personalidades e o conflito com seu verdadeiro eu reflete um panorama dos tempos atuais:  a feira das vaidades na qual estamos todos inseridos. E o imediatismo e superficialidade resultantes da superexposição nas redes sociais, fazendo uma alusão às personas que todos assumimos, optando em não mostrar o que realmente somos, mas sim a face que gostaríamos que os outros enxergassem”, diz Pedro Garrafa.

Ficha técnica
Texto e direção: Pedro Garrafa
Elenco: Naty Graciano, Luciana Espósito e Caroline Duarte
Trilha sonora: Selva
Figurino: Ariana Martinelli
Iluminação: Matheus Heck e Pedro Garrafa
Produção: Elemento Cultural
Fotos: Dave Santos e Matheus Heck

SERVIÇO
Temporada: 3 a 25 de Outubro. Sábado às 20h e domingo às 18h
Ingresso: R$ 60 inteira e R$ 30 meia
Duração: 70 min
Local: Teatro Livraria da Vila – JK Iguatemi Av. Juscelino Kubitschek, 2041
Lotação: 125 lugares

 

Foto de Alexandre Catan

Foto de Alexandre Catan

Solilóquios e Em Abrigo estreiam no Espaço Mezanino do SESI Paulista sob direção de Johana Albuquerque

Montagens inéditas de Solilóquios, de Amarildo Felix e Em Abrigo, de Fernando Aveiro, textos produzidos pela 6ª turma do Núcleo de Dramaturgia SESI – British Council (2014), entram em cartaz no Espaço Mezanino do Sesi Paulista em setembro

Selecionados para se apresentarem concomitantemente, os espetáculos tem direção de Johana Albuquerque, produção da Bendita Trupe e realização do SESI Cultura. Em Abrigo estreia em 24 de setembro, realizando apresentações às 5as e 6as, e Solilóquios, em 26 de setembro, com sessões aos sábados e domingos. As apresentações acontecem de 5ª a sábado, as 20:30 e aos domingos, as 19:30, até o fim do ano. Grátis.

Solilóquios e Em Abrigo fazem parte do 7º Ciclo do Núcleo de Dramaturgia SESI-British Council no Centro Cultural FIESP – Ruth Cardoso, em São Paulo. São três semanas com espetáculos, seminários, workshops, palestras, leituras dramáticas, mesas-redondas e encontros com renomados dramaturgos brasileiros e estrangeiros (Escócia, Alemanha e Uruguai), onde os convidados expõem opiniões e compartilham experiências sobre o tema Dramaturgia e Liberdade de Expressão.

A diretora Johana Albuquerque escolheu uma equipe criativa diferente para cada um dos espetáculos. O elenco de Solilóquios é composto pela atriz Erica Montanheiro e pelo ator Luciano Gatti, a luz é assinada por Francisco Turbiani, o cenário é de Kleber Montanheiro, os figurinos de Leopodo Pacheco e trilha sonora de Pedro Birenbaum.

Para o elenco de Em Abrigo Johana escalou Joca Andreazza, Daphne Bozaski, Paulo Vasconcellos, Francine Souza e Manoela Afonso. O cenário é de Julio Dojcsar, figurinos de Silvana Marcondes, iluminação de Aline Santini e a trilha sonora de Pedro Birenbaum.

As encenações de ambos os textos foram especialmente idealizadas para o Mezanino do SESI, pequeno espaço de apresentações, que abarca uma plateia de 50 pessoas por sessão.

Iniciativa inédita e inovadora no Brasil, nascida em 2007 pelas mãos da professora e doutora Munira Mutran e coordenada pela dramaturga e jornalista Marici Salomão, o Núcleo de Dramaturgia SESI – British Council está voltado para a descoberta e formação de novos autores teatrais brasileiros.

O projeto estimula a invenção, a busca por novos paradigmas, a criação de dramaturgias que expressem diferentes visões de mundo, linguagens e experimentações estéticas, livres dos padrões do teatro tradicional e comercial. As encenações inéditas no Mezanino, que ocorrem aos 2os semestres de cada ano, têm o objetivo de divulgar os textos mais representativos e fomentar o trabalho de jovens dramaturgos brasileiros revelados pelo projeto.

Sinopse Solilóquios
Escrita por Amarildo Felix, Solilóquios é uma história de amor sob o prisma da incomunicabilidade. O silêncio que impera no minúsculo apartamento do centro da cidade impede que aquilo que ainda pulsa por dentro dos ex amantes possa ser dito, deixando, assim, estilhaços pelo caminho, diálogos ocos, solilóquios verborrágicos, na tentativa desesperada de mascarar o inevitável: a separação. Os textos do ex namorado e da ex namorada, construídos no pretérito do futuro, se entrecruzam, chocam-se e amalgamam-se, revelando que muitas palavras, ainda que pensadas, sequer foram pronunciadas, não somente no último dia do encontro, mas ao longo de todo o relacionamento do casal.

Sinopse Em Abrigo
Em Abrigo, de Fernando Aveiro, é um lugar desabrigado criado para contar a história de Mourão, um homem que é acusado de pedofilia devido ao relacionamento com sua filha e passa por um processo de castração química para adequar-se às normas e padrões estabelecidos como aceitáveis pela sociedade. No percurso dessa metamorfose, seres “inadequados” surgem e o tomam como objeto de possível salvação. Já transmutado, porém, Mourão abandona as convenções e relações sociais e se lança numa última viagem em plena deriva, longe de qualquer abrigo. Pecado, crucificação, reflexão cerebral se contrapõem ao amor, ao desejo e a paixão entre pai e filha, referências presentes no texto de Fernando Aveiro, que apesar de sua avessa temática consegue atingir uma delicadeza estranha e atraente.

Sobre o 7º Ciclo do Núcleo de Dramaturgia SESI-British Council

De 21 de setembro a 8 de outubro acontece o 7º Ciclo do Núcleo de Dramaturgia SESI-British Council no Centro Cultural FIESP – Ruth Cardoso, em São Paulo. São três semanas com espetáculos, seminários, workshops, palestras, leituras dramáticas, mesas-redondas e encontros com renomados dramaturgos brasileiros e estrangeiros (Escócia, Alemanha e Uruguai), onde os convidados expõem opiniões e compartilham experiências sobre o tema Dramaturgia e Liberdade de Expressão. Gabriel Calderón (Uruguai), Lutz Hübner (Alemanha), David Harrower (Escócia) e os brasileiros Aimar Labaki, Amauri Falseti, Dib Carneiro Neto e Nelson Baskerville são alguns dos participantes Todas as atividades são gratuitas e abertas ao público em geral. O Núcleo de Dramaturgia SESI-British Council tem coordenação da jornalista e dramaturga Marici Salomão. Todas as atividades são gratuitas

FICHA TÉCNICA SOLILÓQUIOS
Texto: Amarildo Felix Direção: Johana Albuquerque. Elenco: Luciano Gatti e Erica Montanheiro. Cenário: Kleber Montanheiro. Figurinos: Leopoldo Pacheco. Trilha Sonora: Pedro Birenbaum. Iluminação: Francisco Turbiani

 FICHA TÉCNICA EM ABRIGO
Texto: Fernando Aveiro. Direção: Johana Albuquerque. Elenco: Joca Andreazza (Mourão), Daphne Bozaski (Menina e Ísis), Paulo Vasconcellos (Velho), Francine Souza (Enfermeira), Manoela Afonso (Jornalista). Cenário: Julio Dojcsar. Figurinos: Silvana Marcondes. Trilha Sonora: Pedro Birenbaum. Iluminação: Aline Santini.

PARA AMBAS AS PEÇAS:
Design Gráfico: Helena de Barros. Fotos: Alexandre Catan. Produção Administrativa: Anayan Moretto. Coordenação de Produção: Johana Albuquerque e Anayan Moretto Concepção e Direção Geral: Johana Albuquerque. Produção: Bendita Trupe. Realização: SESI – SP

SERVIÇOEM ABRIGO E SOLILÓQUIOS
Temporada: de 24 de setembro a 20 de dezembro
Datas e horários: Em abrigo, as quintas e sextas-feiras, às 20h30
Solilóquios, sábados, às 20h30 e domingos, às 19h30
Sessões extras em dezembro: Em Abrigo, dias 6 e 20 de dezembro às 16h30

Solilóquios, dias 29 de novembro e 13 de dezembro às 16h30
Local: Espaço Mezanino do Centro Cultural Fiesp – Ruth Cardoso (Av. Paulista, 1313 – Metrô Trianon-Masp)
Capacidade: 50 lugares
ENTRADA FRANCA
Retirada de ingressos no dia do espetáculo na bilheteria do teatro, de 5a a Sab, a partir das 13hs e dom a partir das 11 hs.
Duração: Solilóquios: 60 minutos / Em Abrigo: 60 minutos