Foto de Junior Ceccon

Foto de Junior Ceccon

Não te abandono mais, morro contigo volta em cartaz

 

Depois do sucesso da temporada de estreia da Cia. Carne Agonizante volta em cartaz no mês de março no SESC Santo Amaro e, em seguida, no Kasulo Espaço de Arte e Cultura

 

O espetáculo ‘Não te abandono mais, morro contigo’ que tem direção artística de Sandro Borelli e que teve estreia em 2015, apresenta dois amantes cansados e desiludidos pelo fim de uma paixão que se diluiu por conta da inevitável ação do tempo. Ambos já estão mortos desde o momento em que se olham e se tocam. Suas almas já partiram cabisbaixas para o desconhecido há tempos. O que prevaleceu foi o amor, como sentido de ausência de toda esperança.

 

Como um desabafo, se entrelaçam desesperadamente em uma cama, numa espécie de dança da morte, completamente destituídos de tudo, exceto de uma inevitável necessidade de sexo para celebrar o desenlace.

 

Não te abandono mais, morro contigo é simplesmente a insuportável constatação de que nada restou para eles, e o desejo de se libertarem deste nó górdio os faz cúmplices, e os torna terrivelmente unidos.  Um brinde ao fim!

 

As primeiras apresentações acontecerão nos dias 11 e 12 de março no Sesc Santo Amaro. Já no Kasulo – Espaço de Arte e Cultura, sede da Cia localizada na Barra Funda, as apresentações serão de 18 de março a 03 de abril.

 

Ficha Técnica

Intérpretes: Alex Merino, Amanda Santos, Everton Ferreira, Laia Mora, Magô Borges, Mainá Santana e Rafael Carrion.

Concepção, Coreografia e Direção: Sandro Borelli

Assistente de Coreografia: Rafael Carrion

Trilha Sonora: Gustavo Domingues e Beethoven

Luz: Sandro Borelli

Figurino e cenário: Grupo

Arte Gráfica: Gustavo Domingues

Fotografia: Júnior Cecon

Preparação Corporal: Jose Ricardo Tomaselli e Vanessa Macedo

Produção Executiva: Júnior Cecon

Assessoria de Imprensa: Pombo Correio

Serviço:

Quando – De 11 de março a 03 de abril

Duração – 45 minutos

Recomendação – 16 anos

Informações – ciacarneagonizante@gmail.com

 

Sesc Santo Amaro

Dias 11 e 12 de março

Sexta às 21h e Sábado às 20h

ingressos: R$ 20,00

 

Kasulo Espaço de Arte e Cultura

Rua Sousa Lima, 300 – Barra Funda

De 18 de março a 03 de abril

Sexta e sábado – 21h; Domingo – 19h

Grátis.

 

 

Foto de Lígia Jardim

Foto de Lígia Jardim

Mergulho, novo espetáculo da Companhia Delas de Teatro, com direção de Silvana Garcia estreia dia 15 de outubro no Viga Espaço Cênico


Espetáculo inédito é livremente inspirado no romance “Hotel Mundo” da escritora escocesa Ali Smith e tem coordenação dramaturgia de Cássio Pires.
A trama rendeu à autora o Scottish Arts Council Book of the Year Award 2002

Mergulho, 10ª peça da Companhia Delas, que este ano completa 14 anos de atividades, apresenta quatro personagens femininas afetadas pela morte de Sara Wilby, camareira do Hotel Global. A narrativa é composta pelas vozes dessas personagens: uma jornalista, uma jovem estudante de música, a irmã da camareira, além da própria morta, que trava um diálogo consigo mesma, numa espécie de auto investigação de si e da própria morte.

 

A montagem foi construída a partir de uma minuciosa pesquisa para a criação de uma espécie de quebra-cabeça dramatúrgico, feito em muitas mãos: das atrizes, da diretora e do dramaturgo Cássio Pires. A montagem conta ainda com a seguinte equipe de criação: Mira Haar nos figurinos e direção de arte, Marisa Bentivegna na iluminação e na cenografia e Arthur Decloedt na trilha sonora.

 

Sinopse

Um acidente bizarro afeta a vida de quatro mulheres que, a partir de então, têm suas histórias entrelaçadas em encontros reais ou imaginários. Livremente inspirado no romance “Hotel Mundo” de Ali Smith.

 

Sobre a encenação

As atrizes, juntamente com a equipe de criação, fizeram uma delicada investigação no sentido de criar uma estrutura dramatúrgica que proporcione o encontro com essas quatro personagens. O público, acompanha as descobertas e os mistérios a respeito de um fato, sempre a partir dessas mulheres, com suas visões únicas de um mesmo acontecimento.

 

A diretora Silvana Garcia (que levou o Prêmio Shell deste ano pelo espetáculo ‘Não vejo Moscou da janela do meu quarto’) traz uma atmosfera de realismo fantástico para as cenas. A coexistência de situações diversas, os cortes no tempo, a sobreposição dos ambientes habitados pelas personagens e um cenário híbrido fazem parte das opções da encenadora para criar a peça.

 

Mira Haar, atriz, artista plástica e figurinista, que é parceira em todos os espetáculos do grupo, será responsável pela elaboração do figurino. Marisa Bentivegna fará o desenho de luz que será um elemento fundamental e que deverá caminhar junto com a cenografia, também feito por ela, criando uma atmosfera de mistério, fantasmagórica, repleta de climas, nuances e desenhando espaços. Por fim Arthur Decloedt que em uma primeira parceria com a Companhia, conceberá a trilha do espetáculo que irá contribuir juntamente com a construção dos climas, nuances das narrativas e das personagens, explorando as texturas e as várias possibilidades sonoras que podem existir nos ambientes do hotel.

 

 

Sobre a Companhia Delas

A Companhia Delas vem desenvolvendo um trabalho de reconhecido valor artístico há mais de dez anos, sempre trabalhando com diretores de grande relevância na cena teatral paulistana como Eric Lenate, Nelson Baskerville, Carla Candiotto, Mira Haar, Ana Roxo, entre outros. Durante sua trajetória, a Companhia vem se definindo como um grupo de linguagem atual, trazendo para o teatro um público jovem, muitas vezes avesso ao teatro, mas que encontra representatividade e interesse nos espetáculos da Companhia Delas. A Companhia Delas, composta apenas por mulheres, se deparou com personagens femininas muito instigantes. Para cada uma delas Ali Smith criou uma sintaxe específica, criativa e representativa de uma visão de mundo. Mais que isso, cada uma delas é um mundo: um ponto de vista.

 

Sobre a escritora Ali Smith

Nascida em Inverness, na Escócia, em 1962, Ali Smith é conhecida por seus contos magistrais, embora tenha escrito não menos impactantes romances, peças de teatro e, mais recentemente, Artful (2013), um híbrido de ensaio e ficção em que a autora parece arrematar seu projeto de dissolução das fronteiras entre os gêneros literários. Talvez por essa “permeabilidade”, somada à sua ousadia e inovação, Smith é considerada uma das mais importantes ficcionistas de língua inglesa em atividade, e é frequentadora assídua de premiações literárias. Hotel Mundo (2001), finalista dos importantes Booker Prize e Orange Prize e vencendor do Scottish Arts Council Book Award e do Encore Award, é o segundo romance da autora, publicado no Brasil em 2009 pela Companhia das Letras.  (trecho escrito por Sofia Mariuttti, editora da Companhia das Letras).

 

Serviço

Viga Espaço Cênico – Rua Capote Valente, 1323 – Pinheiros. Telefone: (11) 3801 1843

Temporada: Estreia dia 15 de outubro (quinta a domingo até 25 de outubro)

Reestreia dia 10 de novembro (quartas e quintas até 10 de dezembro)

Horários: Quinta à sábado as 21h e domingos às 19h

Quando a temporada for apenas quartas e quintas, sempre as 21h.

Preços: R$ 20 (meia R$10)

Censura: 14 anos

Duração: 80 minutos

 

Ficha Técnica

Direção Silvana Garcia

Coordenação dramatúrgica Cássio Pires

Elenco: Fernanda Castello Branco, Julia Ianina, Lilian Damasceno, Thais Medeiros

Assistência de Direção Maria Tuca Fanchin. Iluminação e Cenografia Marisa Bentivegna Figurinos Mira Haar Trilha sonora Arthur Decloedt

Preparação e Desenho de Movimento Fabricio Licursi

Produção: Companhia Delas de Teatro

 

 

 

Foto de Karina Sousa

Foto de Karina Sousa

Beatles Para Crianças convida os pequenos para o primeiro show de rock de suas vidas
Depois de um ano em cartaz com casas lotadas e boas críticas, Beatles Para Crianças está em temporada no Teatro UMC e cumpre uma agitada agenda de shows por São Paulo e pelo Brasil.
Beatles para Crianças é um show idealizado pelo músico, educador e diretor musical Fabio Freire. O objetivo dele era fazer um espetáculo de música, que também, fosse uma experiência para as crianças, na qual elas vivenciam um show de rock, ao mesmo tempo em que escutam histórias e aproveitam a música dos garotos de Liverpool ao lado da família. “Durante a música Blackbird, convidamos os pequenos para subir ao palco e tocar os instrumentos junto com a gente, dessa forma elas sentem também a música de dentro do palco, que é uma ótica totalmente diferente da de quem está na plateia”, conta Fabio, que além de idealizador, no show é vocalista, toca violão e ukulele. Os pais são convidados logo em seguida e sem cerimônia sobem ao palco para tocar e cantar “All Together Now”.
Com projeções de desenhos animados, e muita interação dos músicos com a plateia, o show conta com animado repertório, que começa com Day Tripper, I Wanna Hold you Hand, A Hard Day’s Night e Lucy in the Sky with Diamonds. A apresentação, que leva cerca de 60 minutos, ainda traz outros hits, como “Can’t Buy me Love”, “Yellow Submarine”, “Hey Jude” e “She Loves You”.
Com sua experiência de mais de 10 anos como arte educador para crianças de todas as idades, com quatro CDs compostos para o público infantil e diversas apresentações musicais e teatrais, Fabio chamou para formar esse show, os músicos Eduardo (Ludi) Puperi (guitarra, teclados e gaita), Humberto Zigler (bateria), Johnny Frateschi (baixo) além do ator, dublador e também arte educador, Gabriel Manetti que também é vocalista.
O show não pretende ser um cover dos Beatles, os músicos não se vestem a caráter ou com instrumentos idênticos aos da banda britânica, ele pretende ser uma experiência feliz para toda a família, uma iniciação ao rock’n’roll para as crianças, com direito a um certificado de “primeiro show de rock”.
O projeto Beatles Para Crianças ganhou o aval do ex-Beatle Paul McCartney, com quem Fabio se encontrou no Recife em 2012 e recebeu autorização oficial do mestre.

Agenda setembro
Teatro Colinas (São José dos Campos) 05, 12, 19 e 26 às 16h
Teatro UMC (São Paulo) 06, 07, 13, 20 e 27, domingos, às 16h.
Av. Imperatriz Leopoldina, 550 – Vila Leopoldina, São Paulo.
Telefone: (11) 3476-6403
Duração: 60 minutos
Ingresso: R$ 60,00 – gratuito para crianças até 02 anos.

Agenda outubro – São Paulo
Teatro UMC – Av. Imperatriz Leopoldina, 550 – Vila Leopoldina, São Paulo.
Telefone: (11) 3476-6403
Dia 10, sábado às 17h30.
Dia 12, segunda-feira às 15h .
Dia 18, domingo às 16h.
Duração: 60 minutos
Ingresso: R$ 60,00 – gratuito para crianças até 02 anos
Av. Imperatriz Leopoldina, 550 – Vila Leopoldina, São Paulo. Telefone: (11) 3476-6403
Agenda novembro
Teatro UMC – Av. Imperatriz Leopoldina, 550 – Vila Leopoldina, São Paulo.
Telefone: (11) 3476-6403
Dias 01, 8, 15, 22 e 29, domingos às 16h
Dia 02, segunda –feira às 16h
Duração: 60 minutos.
Ingresso: R$ 60,00 – gratuito para crianças até 02 anos

 

Foto de Ligia Jardim

Nelson Baskerville dirige a comédia SUBURBANO CORAÇÃO que faz temporada popular no Teatro Cacilda Becker

Texto de Naum Alves de Souza, montagem da comédia Suburbano Coração estreia dia 11 de setembro no Teatro Cacilda Becker. Com direção de Nelson Baskerville, elenco é composto por Aldine Muller, Luiza Jorge, Luciana Azevedo, Claudinei Brandão e Fernando Fecchio.

Pedras no caminho e escolhas duvidosas confundem a trajetória de Lovemar, moça do subúrbio, que procura uma grande paixão incansavelmente. Ao lado de duas amigas extravagantes, ela se aventura em busca do homem ideal. E entre um erro aqui e um quase acerto ali, ela não desiste do sonho de encontrar o amor perfeito igual aos filmes românticos do cinema. E na espera, Lovemar vive alegrias e tragédias, embaladas na canção de Chico Buarque.

“Como bom brasileiro e excepcional dramaturgo, nesta comédia, mesclada de lirismo e humor ácido, Naum dota seus personagens de intensa maledicência, inveja e defeitos completamente humanos para contar a história de Lovemar. Nelson Baskerville, na direção, imprime humor e poesia no cotidiano comum e sem glamour, embalado na canção tema ‘Suburbano Coração’ de Chico Buarque com seu inquestionável entendimento do universo feminino”, conta Luiza Jorge, que além da protagonista, é idealizadora e produtora do espetáculo – ao lado de Fábio Santana.

“Quase caí na tentação de atualizar o texto que tem o rádio como seu interlocutor – companheiro das famílias e promotor de encontros amorosos -, mas resisti. As redes sociais e aplicativos promotores de encontros fazem exatamente o mesmo papel do rádio de antigamente, o que nos faz pensar que as formas mudam, as mídias progridem, mas a alma humana sempre estará em busca daquele que aplacará a solidão de nossos corações”, diz o diretor Nelson Baskerville.

Sugestão de sinopse para roteiro
Comédia sobre moça do subúrbio que sonha encontrar o amor perfeito, mas acaba se envolvendo em situações desastrosas e humoradas ao lado de amigas destrambelhadas, em busca do par ideal.

FICHA TÉCNICA
Texto: Naum Alves de Souza
Direção: Nelson Baskerville
Elenco: Aldine Muller, Luiza Jorge, Luciana Azevedo, Claudinei Brandão e Fernando Fecchio
Cenário: Amanda Vieira e Nelson Baskerville
Figurino: Marichilene Artisevskis
Desenho de luz: Wagner Freire
Trilha Sonora: Daniel Maia
Fotografia: Lígia Jardim
Produtores Associados: Luiza Jorge & Fábio Santana
Realização: Academia de Arte e Cultura & T3rceiro Sinal Produções Culturais

Serviço
Teatro Cacilda Becker
Rua Tito, 295 – Vila Romana – São Paulo – SP
Bilheteria abre 1 hora antes do início do espetáculo.
Telefone: (11) 3864 4513
Temporada de 11 de setembro à 01 de novembro
Sexta e sábado às 21hs e domingo às 19hs
Ingressos: Temporada Popular R$ 20,00 inteira e R$ 10,00 meia (estudantes, professores da rede pública de ensino, pessoas acima de 60 anos e portadores de deficiências).

Duração: 80 minutos
Faixa etária: 14 anos
Gênero: Comédia

 

Foto de Pedro Bonacina

Foto de Pedro Bonacina

 

ãrrã, novo espetáculo de Vinicius Calderoni, estreia no SESC Belenzinho

 Os atores Luciana Paes e Thiago Amaral da Cia Hiato estão no elenco

           ãrrã  estreia dia 17 de setembro com  temporada até 11 de outubro, de quinta a sábado, às 21h30 e domingos às 18h30 na sala de espetáculo II no SESC Belenzinho.

Os intérpretes, Luciana Paes e Thiago Amaral, destacados atores da nova geração, ambos integrantes da Cia. Hiato se desdobram em múltiplos personagens, que promovem saltos no tempo e no espaço: dos espectadores que assistem um concerto para violoncelo solo pode-se saltar para um casal em seu primeiro encontro na mesa de um bar; de lá, para uma aldeia na África onde uma menina sofre o ritual de mutilação genital caminhando sem escalas para o pronunciamento de um presidente da República; ou ainda, encontrar um garoto que visita pela primeira vez o planetário, e pousar logo a seguir no diálogo entre um homem solitário e o aparelho de GPS de seu carro, entre muitas outras situações.

Permeando toda a dramaturgia do espetáculo está a investigação sobre encontros radicais de alteridade, sobre diferentes papéis que o outro, este desconhecido, pode assumir numa relação interpessoal: objeto de desejo, de curiosidade, de rivalidade, de estranhamento.

Com apenas 29 anos, Vinicius Calderoni além dos ensaios, segue com a agenda de shows da sua banda “5 a seco” e está com dois textos seus em cartaz, “Não nem Nada” (sua estreia como dramaturgo e diretor, indicado ao Prêmio Shell 2014 de Melhor Autor e Melhor Atriz para Renata Gaspar), em temporada no mês de agosto no Teatro Poeirinha (RJ) e “Mas Por Que – A História de Elvis” (escrito em parceria com Rafael Gomes), em cartaz até o final de agosto em São Paulo, no Teatro Porto Seguro.

Além do coletivo “5 a Seco” uma das revelações da cena musical paulista, Vinicius tem uma Cia Teatral com o diretor e também dramaturgo, Rafael Gomes: a Empório de Teatro Sortido que foi criada em 2010 como um coletivo de autores-encenadores, trabalhando com elencos diversos.

Desde seu primeiro espetáculo, “Música Para Cortar Os Pulsos”, a Cia. Empório de teatro sortido teve amplo reconhecimento e recebeu indicações e prêmios prestigiados, como o Shell, o APCA, o Questão de Crítica e o Prêmio FITA (RJ). No repertório da Cia além de “Música Para Cortar os Pulsos”, acima citado, estão outros cinco espetáculos, dentre os quais: “Gotas D’Agua Sobre Pedras Escaldantes”, (dirigida por Rafael Gomes) “Cambaio – A SECO” (dirigida por Rafael Gomes), “Não Nem Nada” (escrita e dirigida por Vinícius, co-dirigida por Rafael) e “Um Bonde Chamado Desejo” (dirigida por Rafael Gomes).

Segundo episódio da trilogia “Placas Tectônicas”, “ãrrã” é um jogo cênico para uma dupla de atores, e marca a primeira colaboração de Vinicius com Luciana Paes e Thiago Amaral. Esta trilogia explora uma dimensão lúdica da dramaturgia, como se todos os espetáculos fossem gincanas para atores-jogadores. Não à toa, todas têm números pares de participantes: “Não nem nada” são quatro atores; “Ãrrã” são dois e “Chorume”, o último episódio da trilogia, seis. comenta Calderoni.

Neste novo espetáculo, Vinicius aprofunda a pesquisa acerca das vozes que povoam nossa cabeça, e que correm em paralelo à dimensão objetiva dos fatos, que já estava apontada em Não nem nada. Gosto de investigar na minha escrita, coisas que não sejam da jurisdição imediata da dramaturgia. Essa noção de que nem sempre o pensamento está no mesmo lugar em que estamos fisicamente, e que isso pode ser material para uma cena: bem, isso me interessa muito, finaliza.

Ficha Técnica

Texto e direção: Vinicius Calderoni. Elenco: Thiago Amaral e Luciana Paes. Assistência de direção: Guilherme Magon. Cenografia: Valentina Soares e Wagner Antônio. Iluminação: Wagner Antônio. Figurino: Valentina Soares. Desenho de som: Miguel Caldas. Preparação Corporal: Fabrício Licursi. Direção de produção: César. Ramos e Gustavo Sanna. Um espetáculo da Cia. Empório de Teatro Sortido com produção de Complementar produções Artísticas.

Oficina Ponto de Fuga

Dias 01 e 02 de outubro, quinta e sexta-feira, das 14h às 18h

Com: Vinicius Calderoni

Público: interessados em artes cênicas, atores, estudantes e pesquisadores.

Inscrições até 24/09 por meio de envio de currículo para o e-mail pontodefuga@belenzinho.sescsp.org.br. Os selecionados serão avisados por e-mail até 29/09. Vagas: 15. Grátis

Não recomendado para menores de 16 anos

Local: Sala de Espetáculos II

ãrrã

De 17/09 a 11/10. Quinta a sábado, às 21h30 e domingos às 18h30.
Sala de Espetáculos II ( 80 lugares – acesso para pessoas com deficiência)
Duração: 60min
Não recomendado para menores de 12 anos

Ingressos à venda pelo Portal Sesc SP (www.sescsp.org.br), a partir de 08/09/2015, às 15h30, e nas unidades, a partir de 09/09/2015, às 17h30:

R$ 20,00 (inteira); R$ 10,00 (aposentado, pessoa com mais de 60 anos, pessoa com deficiência, estudante e servidor da escola pública com comprovante); R$ 6,00 (trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo credenciado no Sesc e dependentes [Credencial Plena]).

Sesc Belenzinho
Endereço: Rua Padre Adelino, 1000
Belenzinho – São Paulo (SP
Telefone: (11) 2076-9700
www.sescsp.org.br/belenzinho

Estacionamento
Para espetáculos com venda de ingressos:
R$ 6,00 (não matriculado);
R$ 3,00 (matriculado no SESC – trabalhador no comércio de bens, serviços e turismo/ usuário).

Foto de João Caldas Fº

Foto de João Caldas Fº

Última peça escrita por William Shakespeare, A Tempestade ganha versão de Gabriel Villela com Celso Frateschi no papel de Próspero

Como parte da programação comemorativa dos 50 anos do Tuca, estreia dia 21 de agosto no Teatro Tucarena A Tempestade, quinta direção de Gabriel Villela para uma peça de Shakespeare, depois de Romeu e Julieta (com o Grupo Galpão), Sonho de Uma Noite de Verão (com a Cia de Dança Palácio das Artes de BH), Macbeth (com Marcello Antony e Claudio Fontana) e Sua Incelença Ricardo III (com o grupo Clowns de Shakespeare).

Para montar o último texto do consagrado autor inglês, Gabriel reuniu 11 atores, dos quais 9 ele já havia trabalhado em outros projetos. O elenco é composto por Celso Frateschi (Próspero), Helio Cicero (Caliban), Chico Carvalho (Ariel), Letícia Medella (Miranda) e Romis Ferreira, Dagoberto Feliz, Marco Furlan, Rogerio Romera, Leonardo Ventura, Felipe Brum e Rodrigo Audi.

Para muitos estudiosos, A Tempestade foi a peça em que o autor homenageou suas próprias criações anteriores e onde se despede da dramaturgia, já prevendo sua morte, que aconteceu cinco anos depois, em 1616.

A voz dos atores é instrumento de extrema importância para o teatro de Gabriel Villela, seja ela falada ou cantada. O diretor escalou para trabalhar a espacialização da voz do elenco a italiana Francesca Della Monica, uma importante e frequente parceira artística de seus trabalhos mais recentes.  Antropóloga da voz, pesquisadora de voz da Universidade de Brera, em Milão, Itália, foi também responsável pela pedagogia na Fondazione Pontedera. A direção musical, preparação vocal, arranjos vocais e a partitura dos textos coube a outra antiga parceira de Gabriel Villela: a mineira Babaya, que já fez 28 espetáculos com o diretor, enquanto os arranjos instrumentais foram elaborados por Marco França, músico e ator do grupo Clowns de Shakespeare, que junto com Babaya, assina a direção musical. Ambos contaram ainda com o suporte artístico e pedagógico do musicista e ator Dagoberto Feliz.

A música tocada e cantada ao vivo pelos atores é um elemento fundamental nesta montagem. Para compor o repertório da peça foram selecionadas canções populares brasileiras de domínio público cujo tema fosse universo das águas doces do Brasil e salgadas do Oceano Atlântico, com novos arranjos para ambientar a atmosfera onírica do espetáculo. “Buscamos uma delicadeza nas canções, a ideia do Marco de juntar violino, violão, flauta e acordeon foi pensada para esse fim. Mesmo quando a música vem com força, trata-se de uma força delicada“, comenta Babaya.

Os figurinos em tons de areia e terrosos e com inúmeras camadas de bordados, aplicações e sobreposições são de Gabriel Villela e José Rosa, com bordados de Giovanna Villela.

A cenografia de Gabriel Villela e Márcio Vinicius foi pensada para o formato de arena. O cenário aponta um grande círculo que envolve toda a encenação, remetendo à Ilha onde Próspero e sua filha Miranda vivem. Dentro deste círculo, potes de cerâmica, uma cama repleta de objetos míticos e de magia utilizados por Próspero, mesas, objetos que remetem a um navio naufragado, instrumentos musicais e outros símbolos teatrais preenchem a cena e tomam diferentes significados conforme a história acontece.

A iluminação é de Wagner Freire, os adereços e objetos de cena foram confeccionados por Shicó do Mamulengo e a direção de movimentos é do preparador corporal Ricardo Rizzo.

Completam a equipe criativa os diretores assistentes Ivan Andrade e Cacá Toledo que já acompanharam Gabriel em muitos outros espetáculos. “Ivan e Cacá são peças definitivas, eles atuam e afetam a estética deste trabalho“, ressalta o diretor.

O espetáculo conta com o patrocínio da AB Concessões, Sul America e 2S Inovações Tecnológicas através da Lei Federal de Incentivo à Cultura do Ministerio da Cultura

SINOPSE
A obra se passa numa ilha remota, onde Próspero, duque de Milão por direito, planeja restaurar sua filha Miranda ao poder, utilizando-se de ilusão e manipulação. Próspero tem a seu serviço Caliban, um escravo em terra, homem adulto e disforme, e Ariel, o espírito servil e assexuado que pode se metamorfosear em ar ou fogo. Os poderes eruditos e mágicos de Próspero e Ariel combinam-se para invocar uma grande tempestade, visando assim atrair seu irmão Antônio, que lhe usurpou a posição de duque, e seu cúmplice, o rei Alonso de Nápoles, para a ilha. Lá, suas maquinações acabam por revelar a natureza vil de Antônio, provocando a redenção do rei, e o casamento de Miranda com o filho de Alonso, Ferdinando. A Tempestade é uma história de vingança, amor, conspirações oportunistas, e também de reconciliações e perdão. “Temos A Tempestade nas mãos, e isso não é pouco. Trata-se de um dos textos mais importantes de Shakespeare e o que ele tem de mais atual é o fato de tratar do desejo”, comenta Celso Frateschi. “Tenho atração e encantamento por obras que traduzem o universo mítico, onírico e poético, como A Tempestade“, complementa Gabriel Villela.

Arqueologia da encenação
Neste espetáculo, o diretor faz referências a alguns dos seus trabalhos anteriores, como uma citação a uma cena da sua versão de Romeu e Julieta com o Grupo Galpão, no momento em que os personagens Ferdinando e Miranda se encontram. O galho de árvore utilizado como o cajado mágico de Próspero, assim como o galho que simboliza uma cobra, vieram do fundo das águas da represa de Carmo do Rio Claro, terra natal de Gabriel Villela. Algumas canções escolhidas para a peça já estavam há anos na cabeça do encenador para esta montagem. Elas fazem parte de uma pesquisa musical feita por Babaya no CD Velho Chico. Potes de cerâmica achados em antiquários são utilizados para uma reprodução da voz humana na acústica grega. Esta é uma forma de aquecimento de voz utilizada por Babaya em muitas peças do diretor (com baldes plásticos), mas somente desta vez essa técnica entra em cena através dos potes.

Sobre Gabriel Villela
Gabriel Villela estudou direção teatral na USP. É diretor, cenógrafo e figurinista. Iniciou sua carreira profissional em 1989 com “Você vai ver o que você vai ver”, de Raymond Queneau, e o “Concílio do Amor” de Oskar Panizza. Desde então, recebeu 3 prêmios Molière, 3 Prêmios Sharp, 8 Prêmios Shell, 10 Troféus Mambembe, 5 Troféus APCA, 5 Prêmios APETESP, 2 Prêmios Panamco, entre outros. Encenou Heiner Muller (Relações Perigosas), Calderón de la Barca (A Vida é Sonho) William Shakespeare (Romeu e Julieta, Ricardo III, Macbeth), Nelson Rodrigues (A Falecida e Vestido de Noiva), Arthur Azevedo (O Mambembe), Strindberg (O Sonho), João Cabral de Melo Neto (Morte e Vida Severina). Dirigiu a trilogia de musicais do Chico Buarque para o TBC: “A Ópera do Malandro”, “Os Saltimbancos” e “Gota D’Água”. Dirigiu também “A Ponte e a Água de Piscina”, de Alcides Nogueira. Dirigiu shows, musicais, óperas, dança e especiais para TV. Foi Diretor Artístico do Teatro Glória / RJ (1997/99) e também do TBC em SP (2000/2001). Tornou-se um dos mais renomados diretores teatrais com reconhecimento internacional, sendo convidado a participar de Festivas nos EUA, Europa e América Latina. Com o Grupo Galpão (“Romeu e Julieta”, “A Rua da Amargura” e “Os Gigantes da Montanha”), Gabriel foi convidado para a temporada no Globe Theatre, em Londres, conquistando a crítica e o exigente público londrino.

Seus últimos trabalhos foram “Um Réquiem Para Antonio”, de Dib Carneiro Neto, com Elias Andreato e Claudio Fontana, “Os Gigantes da Montanha”, de Pirandello, elogiado espetáculo com o Grupo Galpão, “Macbeth”, de Shakespeare, com Marcello Antony e Claudio Fontana, “O Soldadinho e a Bailarina”, com Luana Piovani; “Calígula”, de Albert Camus com Thiago Lacerda; “Crônica da Casa Assassinada”, de Dib Carneiro Neto; “Hécuba” e “Sua Incelença Ricardo III”

Sobre Celso Frateschi
Ator, diretor e autor, Frateschi trabalhou com os principais diretores do teatro brasileiro, como Fernando Peixoto, Márcio Aurélio, Rubens Rusche, Enrique Diaz, Daniela Thomas, Roberto Lage e José Possi Neto. Foi premiado nos espetáculos: Os Imigrantes-autoria própria, Prêmio Mambembe de Melhor Projeto (1978), Eras (1988), de Heiner Müller, Prêmio Shell de Melhor Ator, Do Amor de Dante por Beatriz, de Dante Alighieri, com adaptação de Elias Andreato, Prêmio Apetesp de Melhor Ator (1996). É proprietário do Teatro Ágora, em São Paulo. Recentemente interpretou Potestad,  Ricardo III e Sonho de um homem ridículo. Foi um dos fundadores dos grupos Teatro Núcleo Independente, Teatro Pequeno, e Ágora – Centro para o Desenvolvimento Teatral, de São Paulo. Estreou no Teatro de Arena de São Paulo, em 1980, em Teatro Jornal 1ª Edição, de Augusto Boal.

Na televisão, participou de minisséries e novelas, como: Memorial de Maria Moura, A Muralha, O Beijo do Vampiro, Um Só Coração, Paixões Proibidas, Caros Amigos, Casos e Acasos, O Astro e José do Egito. Na área da administração pública, foi Secretário de Educação, Cultura e Esportes do Município de Santo André entre 1989 e 1992 e 1997 a 1998 e Secretário de Cultura do Município de São Paulo no período de 2003 a 2004. Também foi Presidente da Funarte de 2006 a 2008 e Secretário de Cultura de São Bernardo do Campo em 2009. Na USP, desde 1980 é professor de Interpretação da Escola de Arte Dramática, (EAD/ECA/USP) e foi diretor do Teatro da USP de 2006 a 2007 e de 2010 até o início de 2014.

Ficha Técnica
Tradução: Marcos Daud. Direção: Gabriel Villela. Elenco: Celso Frateschi (Próspero). Helio Cicero (Caliban), Chico Carvalho (Ariel), Leticia Medella (Miranda), Dagoberto Feliz, Romis Ferreira, Marco Furlan, Rogerio Romera, Felipe Brum, Rodrigo Audi e Leonardo Ventura. Figurino: Gabriel Villela e José Rosa. Cenografia: Gabriel Villela e Márcio Vinicius. Direção Musical: Babaya e Marco França. Direção de texto e preparação vocal: Babaya. Antropologia da Voz: Francesca Della Monica. Iluminação: Wagner Freire. Direção de Produção: Claudio Fontana. Produção Executiva: Francisco Marques. Realização: BF Produções. Patrocínio: AB Concessões, Sul America Seguros e 2S Inovações Tecnológicas

Serviço para roteiro
A TEMPESTADE, de W. Shakespeare, tradução de Marcos Daud. Comédia.  Exilado com sua filha em uma ilha fantástica, o feiticeiro Próspero, Duque de Milão destronado por seu irmão traidor, provoca uma terrível tempestade para atrair seus inimigos e assim fazer o seu acerto de contas. Elenco: Celso Frateschi, Helio Cicero, Chico Carvalho, Letícia Medella, Dagoberto Feliz, Romis Ferreira, Marco Furlan, Rogério Romera, Leonardo Ventura, Rodrigo Audi e Felipe Brum. Direção: Gabriel Villela. Duração: 90min. Onde: Teatro Tucarena: Rua Monte Alegre, 1024 – Perdizes – telefone:(11) 3670-8453. Temporada: Sextas às 21h30, sábados às 21h e domingos às 19h. Ingresso:  R$ 50 (sex), R$ 50 e 70 (sáb e dom). Classificação 12 anos. Estreia 21/8. Até 22 de novembro.

 

Foto de Gustavo Haddad

Foto de Gustavo Haddad

NAVIO FANTASMA – O HOLANDÊS VOADOR

Espetáculo jovem

1º de agosto a 27 de setembro

Teatro João Caetano

 

Inspirado no libreto escrito por Richard Wagner em 1839, a peça jovem tem adaptação de Paulo Rogério Lopes e direção de Kleber Montanheiro. Idealização e pesquisa de Deborah Correa e Elder Fraga (os mesmos de Crônicas de Cavaleiros e Dragões – O Tesouro dos Nibelungos)

 

Ação, mistério e romance costuram essa releitura de uma das mais clássicas lendas do mar, que já foi transposta para as mais diversas linguagens artísticas – como a Ópera de Richard Wagner ou como base para um dos personagens mais instigantes da franquia Piratas do Caribe. Navio Fantasma – O Holandês Voador estreia dia 1º de agosto no Teatro João Caetano para temporada até 27 de setembro.

 

Dramaturgia de Paulo Rogério Lopes com direção de Kleber Montanheiro (que também assina cenário e iluminação), o espetáculo tem pesquisa e idealização da dupla Deborah Correa (também figurinista da montagem) e Elder Fraga. No elenco: Gustavo Haddad, Gabrielle Lopez, Luciano Gatti, Ricardo Gelli e Suzana Alves. Completam a ficha técnica Michele Rolandi (adereços) e Rafael Gama Dantas (trilha composta original).

 

A composição do texto original para a montagem do dramaturgo Paulo Rogério Lopes parte do libreto escrito por Richard Wagner, que inspirou-se na lenda nórdica. Wagner dizia que a ideia de compor a ópera lhe veio à mente quando, em 1839, aos 26 anos, enfrentou uma grande tempestade marítima junto com sua mulher e, mais que o temor, o que o marcou foi a beleza aterradora do espetáculo da natureza, remetendo-o a lenda do navegador amaldiçoado, condenado a viver eternamente errante até encontrar um amor que prendesse de novo seu coração à terra e lhe desse a esperada paz e descanso advindos da morte.

 

Além do libreto utilizado por Wagner, várias outras versões do mito do Navegador Errante foram pesquisadas até definir qual seria linha a ser seguida. “Se na versão de Wagner impera o tema da ‘blasfêmia cristã’, e outras – como a Caribenha – colocam o homem em confronto direto com deuses pagãos, em todas fica evidente a necessidade juvenil de quebra de fronteiras, de descobertas e insatisfação. A partir deste dado, a dramaturgia cria um Navegador que é amaldiçoado a carregar sua juventude pela eternidade até obter a redenção pelo amor verdadeiro. Sendo assim, além de apresentar o mito para o universo juvenil, o texto pretende tratar de temas pertinentes para esta faixa etária: a insatisfação com o já estabelecido, a ânsia de quebrar fronteiras, de se colocar à prova, de testar seus limites e conquistar novos ‘espaços’; bem como a sede implacável de encontrar alguém que seja realmente cúmplice para essa tão difícil ‘jornada’.”

 

A figura do navegador errante popularizou-se a ponto de seu protagonista fazer parte do primeiro time dos personagens da saga juvenil Piratas do Caribe, onde o holandês Vanderdecken é rebatizado como David Jones e sua figura semi-humana composta de todo o tipo de vida marinha –  como a cabeça com tentáculos de polvo – tornou-se um ícone tão familiar ao universo pop juvenil quanto o vilão Dart Vader da série Guerra nas Estrelas.

 

“O texto de Navio Fantasma – O Holandês Voador procura transportar a grandiosidade do universo musical de Wagner para uma aventura dinâmica para tratar de temas como amor, maldição e morte”, conta o dramaturgo.

 

Sinopse

O orgulho de um marinheiro irrita os deuses que o amaldiçoam: navegará eternamente como Capitão do Navio Fantasma, e poderá desembarcar somente de tempos em tempos na busca de um amor que lhe seja fiel até a morte e lhe quebre a maldição. Séculos se passam até que é dado ao Capitão do Navio Fantasma uma nova chance de encontrar esse amor, mas o pai da moça, um próspero Pescador, irá se juntar a um Caçador, antigo namorado da filha, para impedir a todo custo que esse destino se cumpra e ela lhes seja levada para sempre. Ação, mistério e romance costuram essa releitura de uma das mais clássicas lendas do mar, que já foi transposta para as mais diversas linguagens artísticas – como a Ópera de Richard Wagner ou como base para um dos personagens mais instigantes da franquia Piratas do Caribe.

 

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Em 2013, Deborah Correa e Elder Fraga, com 19 anos de estrada, idealizaram, pesquisaram e produziram o espetáculo “Crônicas de Cavaleiros e Dragões – O Tesouro dos Nibelungos” (Prêmio FEMSA) adaptado do livro da autora Tatiana Belinky, “A Saga de Siegfried – O Tesouro dos Nibelungos”.  Inspirados no trabalho de profissionais de diversos segmentos artísticos – teatro, dança, artes marciais, teatro de animação, máscaras, música, circo e artes plásticas – e na pesquisa de linguagem de cada um, contam que “o principal objetivo é desenvolver projetos que promovam a interação desses talentos, consolidando, assim, um repertório diferenciado”.

 

“Com Navio Fantasma – Holandês Voador nosso objetivo é aproximar e despertar o interesse do público jovem para espetáculos que tramitem pelo universo fantástico que estão acostumados a consumir. Queremos trazer para o público todas as sensações vividas no palco, para que cada na plateia sinta a água, o vento, a tensão do espetáculo e a grandiosidade das canções. Tudo isso por meio de um jogo de iluminação, isso vai transportar cada uma delas para o mundo do Navio Fantasma”, contam.

 

O ser humano é um ser de sensibilidade, de emoção, dependente do amor. A partir disso, não é possível pensar em uma sociedade que busque a sensibilidade sem pensar e buscar os anseios, os desejos, as paixões desse ser dotado de sensibilidade. Com o Navio Fantasma – Holandês Voador pretendemos levar ao público uma história de amor e a busca pela redenção”, finalizam Deborah e Elder.

 

Ficha Técnica: NAVIO FANTASMA – O HOLANDÊS VOADOR
Ideia e Pesquisa: Deborah Corrêa e Elder Fraga
Autor: Paulo Rogério Lopes
Direção: Kleber Montanheiro

Elenco
Gustavo Haddad
Gabrielle Lopez
Luciano Gatti
Ricardo Gelli
Suzana Alves

Equipe técnica
Cenário e Iluminação: Kleber Montanheiro
Figurinos: Deborah Corrêa
Adereços: Michele Rolandi
Assistente de direção: Heloisa Maria
Trilha Composta Original: Rafael Gama Dantas
Preparação corporal: Bruna Longo
Design Gráfico: Gustavo Haddad
Fotos e filmagem: Gustavo Haddad
Operador de som e luz: Rodrigo Alves
Mediadora: Luciana Affonso
Assessoria de imprensa: Pombo Correio
Produção Executiva: Emerson Nigro e Karlito Soares
Direção de Produção: Deborah Corrêa e Elder Fraga
Realização: D&E Produções Artísticas Ltda / Cooperativa Paulista de Teatro  
Projeto Contemplado pelo Prêmio Zé Renato de Teatro

 

Espetáculo: NAVIO FANTASMA – O HOLANDÊS VOADOR

Gênero: Aventura – Juvenil

Classificação indicativa: 10 anos

Duração: 70 minutos

Temporada: de 01de agosto a 27 de setembro

Datas e horários: Quartas, às 15h e às 20h; aos sábados e domingos, às 16h.

Quartas, gratuito; aos sábados e domingos R$ 10,00.

Local: Teatro João Caetano (R. Borges Lagoa, 650 – Vila Clementino)

Informações: (11) 5573-3774

Capacidade: 438 lugares

 

Foto de João Caldas Fº

Foto de João Caldas Fº

 

“Florilégio Musical II – Nas Ondas do Rádio” faz curta temporada em agosto no Teatro MuBE  Nova Cultural

 

Carlos Moreno, Mira Haar e Adriana Fonseca estão no elenco do espetáculo musical com direção geral de Elias Andreato e direção musical de Jonatan Harold (indicado ao Prêmio Shell 2014)

 

Homenagem à Era de Ouro do rádio no Brasil, Florilégio Musical II – Nas Ondas do Rádio faz mais uma temporada em São Paulo. Espetáculo fica em cartaz no Teatro MuBE Nova Cultural em curtíssima temporada: de 8 a 30 de agosto, apenas oito sessões, aos sábados e domingos.

 

Com um repertório de clássicos da música popular brasileira que embalou toda uma geração de ouvintes nos anos de 1930, 40 e 50, espetáculo relembra, com muito carinho, bom humor e emoção, os cantores e cantoras dessa época, as grandes estrelas idolatradas pelo público de então.

 

Um trio de atores está no palco, recriando um programa musical e vespertino de auditório: Carlos Moreno, Mira Haar e Adriana Fonseca. A direção geral é de Elias Andreato e arranjos e direção musical de Jonatan Harold (indicado ao Prêmio Shell 2014 por este trabalho, que também está em cena).

 

Florilégio Musical II – Nas Ondas do Rádio traz composições memoráveis de autores como Ary Barroso, Cartola, Ataulfo Alves, Zé Keti, Dorival Caymmi, Herivelto Martins, Assis Valente, Lupicínio Rodrigues, entre tantos outros. Incluindo, naturalmente, a emblemática canção “Os cantores do Rádio” de Alberto Ribeiro, João de Barro e Lamartine Babo.

 

Como afirma Carlos Moreno, Florilégio Musical II é para toda a família: “O repertório conquista a todos porque atinge a memória afetiva e musical de cada pessoa, de diferentes formas para cada geração, mas sempre despertando lembranças que remetem subjetiva e carinhosamente aos bons tempos já vividos”, diz o ator, idealizador do projeto ao lado de Mira Haar.

 

Ficha técnica:

Elenco: Carlos Moreno, Mira Haar e Adriana Fonseca

Stand in: Helô Cintra

Direção: Elias Andreato

Direção Musical e Arranjos: Jonatan Harold

Cenários e Figurinos: Mira Haar

Gerência Administrativa: Sonia Kavantan

Produção Executiva: Rosangela Longhi

Fotos: João Caldas Fº

 

Serviço:

Florilégio Musical II – Nas Ondas do Rádio

De 08 a 30 de agosto de 2015

Sábados e domingos às 18h00

Ingressos: R$ 40 (inteira); R$ 20 (meia)

Duração: 70min

Classificação: Livre

 

Patrocínio: Bombril.

Apoio: Lei de Incentivo à Cultura – Ministério da Cultura.

 

Local:
Teatro MuBE Nova Cultural

Avenida Europa, 218 (entrada pela Rua Alemanha, 221 – Jardim Europa-SP)

Capacidade: 192 lugares

 

Bilheteria do teatro:

Quartas e Quinta das 14h00 às 18h00 (ou até o horário da atração)

Sexta e Sábado das 14h às 21h30 (ou até o horário da atração)

Domingo das 10h às 18h (ou até o horário da atração)

OBS: Atrações durante a semana funcionamento a partir das 14h até o início da mesma.

Telefone da Bilheteria: 11 4301-7521

Ingressos também pelo call center: (11) 4003-1212 ou pelo site
www.ingressorapido.com.br

 

 

 

 

HAMLET ao molho picante 3 - DNG

 

Rosi Campos, Luciana Paes, Paulo de Pontes e grande elenco voltam em cartaz com a comédia ‘Hamlet ao Molho Picante’

 

Espetáculo faz temporada popular com ingressos a R$ 10 no Teatro Alfredo Mesquita. Peça do renomado autor italiano Aldo Nicolaj, que revisita o clássico shakespeariano, tem direção de Dagoberto Feliz

Do autor italiano Aldo Nicolaj, Hamlet ao Molho Picante é uma comédia de sucesso nos palcos europeus e americanos. No espetáculo, a história do príncipe dinamarquês Hamlet é apresentada através dos acontecimentos na cozinha do castelo, que revelam uma versão bastante diferente da tragédia clássica. A peça volta em cartaz para temporada popular no Teatro Alfredo Mesquita, dia 31 de julho.

 

Com direção de Dagoberto Feliz, espetáculo tem elenco de peso: Rosi Campos (atualmente na novela ‘Babilônia’ – TV Globo), Paulo de Pontes (ator da companhia Os Fofos Encenam, que integrou o elenco da série da TV Globo ‘Amorteamo’), Luciana Paes (atriz da Cia Hiato, que interpretou a personagem Selma na novela ‘Além do Horizonte’ e que estreia em agosto ‘Aí eu vi vantagem, do canal Multishow), Cleber Tolini, Melany Kern, Pedro Brandi, Walter Cereja, Gabriel Hirschhorn (criador e roteirista da série ‘Contos do Edgar’) e Cacau Merz.

 

Espetáculo faz uma releitura do clássico de Shakespeare e abusa da acidez para criar uma divertida comédia de erros espiada e revivida na cheirosa atmosfera da cozinha de Elsinore. Para quem conhece o texto de Shakespeare, é um reencontro dos jogos do Maestro reelaborados e reinventados, para quem nunca leu, é navegar entre as águas de uma história divertida e cativante.

 

Em Hamlet ao Molho Picante, quem comanda a história é o cozinheiro Froggy e sua esposa Cathy. São eles os conspiradores e motor invisível da tragédia. Sensível e mimado, Hamlet é uma espécie de “bufo desastrado” que tem o seu destino manobrado pelo caos e pelo equívoco.

 

Todos os lados potencialmente cômicos do clássico são levados até as extremas e desastrosas consequências. De uma perspectiva completamente nova, é revisto todos os pontos importantes da clássica história: a aparição do fantasma, o banquete de casamento, a loucura do protagonista, a morte de Ofélia até chegar à tragédia final. O público é testemunha de uma espécie de revolução, não mais movida por nobres ideais de uma elite, mas pelo povo.

 

O espetáculo, que fez temporada lotada no ano passado em São Paulo, completa um ano desde sua estreia. Em comemoração, será lançado um livro de receitas com os pratos elaborados e servidos na peça e um DVD com os personagens ensinando passo a passo das divertidas receitas de Froggy.

 

A montagem conta, ainda, com cenário de José de Anchieta, figurinos de Fábio Namatame, luz de Wagner Freire, trilha sonora de Miguel Briamonte e direção de produção de Emerson Mostacco.

 

PROJETO REALIZADO COM APOIO DA LEI ROUANET – GOVERNO FEDERAL.

Projeto realizado com o apoio do Proac.

Este espetáculo tem seus direitos autorais licenciados pela ABRAMUS – Associação Brasileira de Música e Artes.

 

Ficha Técnica

CIA. PARÓDIA apresenta: HAMLET AO MOLHO PICANTE – TEMPORADA POPULAR

De: Aldo Nicolaj

Tradução: Claúdia Borioni

Direção: Dagoberto Feliz

Com: Rosi Campos, Luciana Paes, Paulo de Pontes, Cleber Tolini, Melany Kern, Pedro Brandi, Walter Cereja, Gabriel Hirschhorn, Cacau Merz

Cenários: José de Anchieta

Figurinos: Fabio Namatame

Luz: Wagner Freire

Trilha Sonora: Miguel Briamonte

Diretor de Produção: Emerson Mostacco

 

Serviço

Teatro Alfredo Mesquita

Endereço: Av. Santos Dumont, 1770 – Santana – São Paulo / SP

Telefone: (11) 2221-3657

Temporada: de 31 de julho a 6 de setembro

Sexta e sábado às 21h e domingo às 19h

90 minutos

Temporada Popular: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (cinco reais) meia entrada para estudantes, portadores de deficiência, aposentados, idosos, “50% de desconto para cliente e funcionário Porto Seguro e um acompanhante”.

 

Bilheteria: A bilheteria abre uma hora antes do início da sessão, limitado a um par de ingressos por pessoa.

Não aceitamos cartões de créditos e de débitos e não aceitamos cheques.

 

Capacidade Total: 198 lugares

Classificação: 12 anos

Estacionamento no local

 

Patrocínio:

MOVIDA, Promoção: TV GLOBO; TV CULTURA; FOLHA DE SÃO PAULO; Apoio: PORTO SEGURO, CRIATERIA, Parceria cultural: ESCOLA DE ESGRIMA; ONO-ZONE; OFICINA DE ATORES NILTON TAVESSO; FLÈCHE; Apoio gastronômico: KESTING & COMPANY; PLANETAS; LUNA DI CAPRI; REDE BIROSKA, FRANGO COM TUDO; Realização: DEC, E DA SECRETARIA DE CULTURA; Produção: MOSTACCO PRODUÇÕES; COOPERATIVA PAULISTA DE TEATRO; MANUFATURA PRODUÇÕES.

 

 

http://www.hamletaomolhopicante.com.br/

https://www.facebook.com/hamletaomolhopicante

https://twitter.com/hamlet_picante

Foto de Otávio Dantas

Foto de Otávio Dantas

Teatro de Senhoritas  traz à cena o universo de Eduardo Galeano em uma de suas obras primas “O Livro dos Abraços”.

 

Além da temporada da peça “Celebração da Realidade”, será realizada a oficina “Teatro Físico e Visual” ministrado pelo diretor inglês John Mowat, Toda a programação é gratuita e acontecerá na Oficina Cultural Oswald de Andrade

 

DOWNLOAD DE FOTOS EM ALTA RESOLUÇÃO:     https://goo.gl/c7ga0Q

WEB DOCUMENTÁRIO SOBRE A MONTAGEM:      https://vimeo.com/127213860

IMAGENS EM VÍDEO PARA DIVULGAÇÃO:              https://vimeo.com/123816013

 

Celebração da Realidade apresenta cenas inspiradas em contos escritos por Eduardo Galeano em “O Livro dos Abraços”. A peça tem direção do cômico e mímico inglês John Mowat, muito conhecido por seu trabalho de mais de 20 anos na Companhia do Chapitô de Portugal, onde criou célebres espetáculos como Édipo, A Tempestade, O Grande Criador, entre outras adaptações cômicas de textos clássicos.

Na mesma linha dos trabalhos do diretor, abusando do sarcasmo e da visualidade, o espetáculo mantém a narrativa dos contos escolhidos que, através de uma linguagem sintética, contam fatos da história universal a partir de pequenos causos da vida cotidiana, assim como obra fonte de inspiração dessa montagem: O Livro dos Abraços. Este trata a memória como coisa viva, sua memória pessoal e a nossa memória coletiva, da América. A montagem parte das expressões de Galeano em busca de uma dramaticidade que transporte seus personagens e situações para contextos inusitados cenicamente. A encenação propõe transformar em ação a escrita, transmutando-a em narrativas ou diálogos, para assim revelar a teatralidade.

Composta por cenas curtas e sintéticas, tal qual o livro que a inspira, a peça busca o equilíbrio entre momentos narrativos e ação dramática. “O jogo cênico é totalmente revelado, as transições de personagens e cenas são feitas abertamente, depositando sobre a corporeidade e a palavra a capacidade de transformação da cena.” Descreve Sandra Pestana.

“As histórias trazidas por Eduardo Galeano relembram e apresentam fatos, mostram que os acontecimentos que aconteceram lá, podem também acontecer cá; acontecimentos históricos que interferem na vida privada; vida íntima que modifica fatos políticos. Desta forma, transformar os contos em cenas é um meio de vivificação de nossa memória americana que nos convida a refletir sobre nosso protagonismo e pertencimento na construção da História.” comenta Isis Madi

O diretor, ator, mímico, escultor e cômico John Mowat, conduz com primor a conexão entre palavra, corpo e espaço, explorando as potencialidades físicas dos intérpretes. Em sua experiência como diretor, em especial da Companhia do Chapitô (Portugal), o modo como trabalha para que corpos e palavras se apropriem uns dos outros, em uma cena sem mais elementos cenográficos do que as panagens do teatro e com figurinos absolutamente cotidianos, evidenciam a enorme capacidade de síntese do diretor.

Celebração da Realidade é co-produzida pelo Teatro de Senhoritas e pela Périplo Produções que realizaram esse projeto a partir de recursos próprios.

 

SERVIÇO

 

OFICINA – TEATRO FÍSICO E VISUAL com John Mowat

De  20 a 24/07 (segunda a sexta)
 das 14 às 17h

Carga Horária: 12h

20 vagas – GRATUITO

Inscrições até 13 de julho atraves do link: http://goo.gl/XKBa56

 

ESPETÁCULO – CELEBRAÇÃO DA REALIDADE

Temporada de 23 de julho a 22 de agosto de 2015 (exceto 30/07)

Quinta a sábado às 20h (exceto 30/07)

Ingressos Gratuitos – Retirar convites com 30 minutos de antecedência

Duração do espetáculo: 70 minutos.

Recomendação etária: 14 anos

 

Oficina Cultural Oswald de Andrade

Rua Três Rios, 363 – Bom Retiro – São Paulo – SP

Informações: (11) 3222-2662 / 3221-4704

 

CONTATOS PARA ENTREVISTAS

Produção

Pedro de Freitas: (11) 96345-2222 / pedro@periplo.com.br

Gustavo Valezi: (19) 99236-4664 / produção@periplo.com.br

Diretor  (em inglês)

John Mowat: (11) 95441-1656

Elenco

Isis Madi: (11) 98143-9913

Sandra Pestana: (11) 98524-7212

 

SINOPSE

Celebração da Realidade é baseado em contos de “O Livro dos Abraços” de Eduardo Galeano. Através de uma linguagem sintética a peça conta fatos da história universal a partir de pequenos causos da vida cotidiana. As cenas relembram e apresentam fatos, mostram que os acontecimentos que aconteceram lá podem também acontecer cá; acontecimentos históricos que interferem na vida privada; vida íntima que modifica fatos políticos. Isso nos convida a refletir sobre nosso protagonis­mo e pertencimento na construção da História, especialmente neste momento em que se discute tanto questões relacionadas a cidadania, democracia, liberdade de expressão, religião, entre outros.

 

Ficha técnica:

Direção e Encenação: John Mowat / Elenco: Isis Madi e Sandra Pestana / Assistência de direção: Bruno Garcia / Trilha Sonora: Paulo Kishimoto / Cenografia: Marcelo Andrade / Iluminação:  Bruno Garcia / Figurinos: Sandra Pestana / Assistente de Figurinos: Heide Monezzi e Mariana Mattar / Adereços: Heidi Monezzi, Matias Arce e Renan Bal-Heitz / Design Gráfico:  Criss de Paulo – Arca Ilustada / Fotos: Otávio Dantas / Técnico de Som: Matias Arce / Colaboração:  Letícia Liesenfeld e Fabrício Lucursi / Produção Executiva: Gustavo Valezi e Mariana Novais / Diretor de Produção: Pedro de Freitas / Produção: Teatro de Senhoritas e Périplo Produções

 

SOBRE O TEATRO DE SENHORITAS

Fundado em 2007 pelas atrizes, pesquisadoras e produtoras Isis Madi, Sandra Pestana e Débora Zamarioli com intuito de criar uma metodologia de trabalho, baseada em estudos sobre técnicas narrativas, educação do movimento, visualidade cênica e fusão de linguagens. Atualmente, o grupo se dedica à circulação de seu repertório, que possui trabalhos voltados para o público adulto e infantil.

Em 2012, desenvolveu a intervenção poética Do Barro de Manoel. Essa performance leva a poesia do poeta Manoel de Barros em diferentes formatos e mídias para espaços urbanos. Em 2010, com o intuito de explorar espaços não convencionais e estabelecer uma relação artístico-performática entre a arte de rua, através do graffiti, e o Parangolé de Hélio Oiticica, Sandra Pestana criou a intervenção Parangolé-Graffiti. A performance que acontece nos mais variados tipos de espaços urbanos conta com a participação do público.

Em 2009 mergulhou no universo de Clarice Lispector para montar ANA-ME, espetáculo livremente inspirado no conto Amor. Em 2006, Isis Madi iniciou o projeto Mil e Uma Histórias que inclui contos tradicionais brasileiros, árabes e africanos dentre outros. Entre Divas e Senhoritas, criado em 2007, é o primeiro espetáculo do grupo. Baseado em entrevistas e nas biografias de atrizes brasileiras que participaram do movimento teatral dos anos 50 e 60 como Cacilda Becker, Etty Fraser e Nydia Licia. No campo da produção, o Teatro de Senhoritas desenvolve uma parceria com a Périplo Produções e com o grupo The Pambazos Bros, que já resultou na realização de diversos projetos contemplados por editais públicos e privados.

 

SOBRE JOHN MOWAT

John Mowat estudou escultura na Royal Academy de Londres e trabalhou para a BBC e o museu de cera Madame Tussauds. Participou de alguns cursos de verão com Jacques Lecoq até que em 1981, aos 33 anos estreou seu primeiro espetáculo solo no “Nine Mimes” no London International Mime Festival. Mowat visitou mais de 40 países apresentando seus espetáculos. Como diretor desenvolve projetos com diversos artistas, como a palhaça atriz Nola Rae, com a qual montou “Shakespeare the works” e a OddBodies Theatre Company da qual também é fundador. Desde 1992 é diretor artístico, ao lado de José Carlos Garcia, da Companhia do Chapitô de Lisboa, Portugal e já criou mais de 20 espetáculos, entre eles Don Quixote, O Grande Criador, A Tempestade, Cão que morre não ladra e Édipo. No Brasil desenvolve atualmente uma relação próxima com a atriz Andréa Padilha, ex-integrante do grupo Pé de Vento, de Florianópolis e com o Teatro de Senhoritas com o qual está dirigindo um novo espetáculo baseado em contos do Livros dos Abraços do autor uruguaio Eduardo Galeano. Mowat ministra aulas e cursos para atores por diversas partes do mundo e também é professor convidado e diretor em diversas faculdades de teatro, dança e música no Reino Unido e na Europa.