Foto de Jairo Goldflus

Foto de Jairo Goldflus

Cada Dois Com Seus Pobrema volta em cartaz no Teatro Shopping Frei Caneca dia 13 de janeiro

Marcelo Medici e Ricardo Rathsam comemoram 80 apresentações da comédia com nova temporada em 2016

“Cada Dois Com Seus Pobrema” reestreia o Teatro Shopping Frei Caneca, e fica em cartaz até o dia 25 de fevereiro às quartas e quintas – feiras às 21h. Escrita e interpretada por Marcelo Medici, a peça foi criada pela mesma equipe que participou de “Cada Um Com Seus Pobrema”. Ricardo Rathsam, que dirigiu e colaborou no texto há dez anos, agora participa como ator, a atriz Paula Cohen que fez assistência de direção na montagem de Cada Um agora assina a direção e Kleber Montanheiro continua responsável pelo cenário iluminação e figurinos.

A comédia “Cada Dois Com Seus Pobrema” não é uma continuação, é uma peça independente, que será igualmente aproveitada pelo público que não assistiu “Cada Um Com Seus Pobrema”. Os personagens da primeira versão voltam para esta nova dramaturgia em outro contexto, com novas histórias.

“Cada Um Com Seus Pobrema” teve uma trajetória privilegiada, foi vista por aproximadamente 250 mil espectadores desde sua estreia em 2004 e no Teatro Shopping Frei Caneca teve em toda sua temporada ingressos esgotados com 3 meses de antecedência. Os personagens dessa montagem que estão em “ Cada Dois Com Seus Pobrema” são: Cleusa (funcionária do teatro), Mico Leão Dourado (o último da espécie), Sanderson (motoboy, torcedor do Corinthians), Tia Penha (apresentadora infantil que não mente, fuma, detesta crianças e adora dinheiro) e Mãe Jatira (vidente que trabalha a espiritualidade usando referências do universo infantil).

Todos esses personagens ganharam fama para além dos palcos. O Mico, por exemplo, está entre os virais mais vistos no youtube, Sanderson é integrante do programa humorístico “Vai Que Cola”, no Multishow, Mãe Jatira fez o comercial de uma Universidade e criou a gíria “toda trabalhada”, que passou a ser usada nas ruas, em programas de TV e no cinema. “Muita coisa mudou no mundo nestes 10 anos e vemos esse reflexo na identidade dessas figuras”, comenta a diretora Paula Cohen.

Sinopse
O espetáculo começa contando a história de uma atriz que repentinamente abandona a carreira, numa linguagem de sátira com referências a filmes de suspense da década de 50. A instável atriz e sua misteriosa governanta são vividas por Marcelo Medici em trocas de personagens dinâmicas, e o tímido jornalista interpretado por Ricardo Rathsam chega para investigar e entender o que teria acontecido com a famosa atriz.  Algo inesperado acontece e entram em cena alguns personagens já consagrados no espetáculo Cada UM Com Seus Pobrema e na TV, como o corinthiano Sanderson, o ultimo Mico Leão Dourado do mundo, a apresentadora infantil Tia Penha e a vidente Mãe Jatira, em novas situações, com novos textos.

SERVIÇO:

 

Local: Teatro Shopping Frei Caneca – Rua Frei Caneca, 596, 7o andar – Consolação.
Temporada: de 13 de janeiro a 25 de fevereiro de 2016.
Quartas e quintas às 21h.
Não haverá espetáculo na quarta-feira de cinzas, 10/02/16

Duração: 90 minutos. Classificação indicativa: 14 anos. Lotação: 600 lugares. Ingressos: R$ 70,00/R$ 35,00 e R$ 50,00/R$ 25,00. Vendas: Ingresso Rápido (11) 4003-1212 e internet: www.ingressorapido.com.brBilheteria: terça a domingo das 13h até o início do espetáculo. Telefones: (11) 3472-2229 e (11) 3472–2230

FICHA TÉCNICA:
Elenco: Marcelo Medici e Ricardo Rathsam. Texto: Marcelo Medici. Colaboração: Ricardo Rathsam. Direção: Paula Cohen. Cenário e Luz: Kleber Montanheiro.  Figurinos: Kleber Montanheiro e Marcelo Medici. Visagismo: Emi Sato. Trilha Sonora: Aline Meyer. Locução de Abertura: Paula Cohen. Operador de Luz: Adriano Tosta. Operador de Som: André Luis Omote. Contrarregras: Paulo Travassos e Mauro Félix. Camareira: Sabrina Rafaela. Fotos de Estudio: Jairo Goldflus. Fotos de Cena: João Caldas. Produção: Henriqueta Produções Artísticas e Solo Entretenimento. Realização: Henriqueta Produções Artísticas.

Foto de João Caldas Fº

Foto de João Caldas Fº

 

 

Quando eu era bonita volta em cartaz dia 20 de junho nos Parlapatões

 

Comédia reúne no palco duas grandes atrizes do teatro paulistano: Ester Laccava e Lulu Pavarin. Com texto e direção de Elzemann Neves

 

Ester Lacava e Lulu Pavarin dão vida a duas amigas que estão na festa de confraternização de fim de ano da firma. Quando eu era bonita reestreia dia 20 de junho, no Espaço Parlapatões para temporada até 12 de julho.

 

Escrito e dirigido por Elzemann Neves (Josefina Canta, Mão e Pescoço), que já trabalhou com ambas as atrizes em diferentes projetos, Quando eu era bonita tem sua origem numa versão reduzida apresentada nas Satyrianas/2014. “A ideia de juntar em cena a Lulu e a Ester é irresistível. É um privilégio dividir com elas uma peça que discute sem pudor o lugar da mulher que já não sangra, mas que continua em pleno controle do querer, que vibra e se entrega como antes, mas que precisa lidar com o tempo que passa. E falar disso de uma forma libertária, aberta e sem melindres, só mesmo com a entrega total das duas atrizes”, diz o dramaturgo e diretor.

 

Nesta festa de fim de ano da firma, as duas personagens paqueram, falam mal dos colegas, dançam, enquanto relembram os bons momentos que já viveram, sempre se referindo ao passado como o tempo “em que eram bonitas”. Com humor e sensibilidade, o texto permite discutir o lugar da mulher de meia idade, que já não tem as “facilidades dos 20 anos”, mas são lindas, determinadas, e, claro, dadas a pequenas alterações de humor.

 

Entre algumas histórias divertidas e outras nem tanto, as personagens fazem um balanço sobre o que é ser uma mulher livre e ao mesmo tempo ter que se provar diariamente que a beleza não morre com o tempo, ao contrário, adquire novos critérios e padrões.

 

Parcerias
Elzemann Neves é parceiro de longa data das atrizes protagonistas. Com Lulu Pavarin, escreveu o texto de “Amor de Mãe – Parte 13”, com Rodrigo Audi e direção de Eric Lenate, e os filmes “Lia e o Anjo (2013)”, e “Depois do Almoço” (2010), filme pelo qual foram premiados em diversos festivais de cinema. Com Ester Laccava, atriz quatro vezes indicada ao prêmio Shell de Teatro com peças como “A Festa de Abigaiu” e “A Árvore Seca”, Elzemann trabalhou na peça Syngué Sabour – Pedra de Paciência (2014), com direção de Fernanda D’Umbra, em que ele assinava como diretor assistente.

 

SUGESTÃO DE SINOPSE
Uma mesa de bar e duas mulheres. Entre um remedinho aqui e uma bebidinha ali, elas dançam, falam mal dos outros, e lembram, sem nenhum pudor, da época em que bebiam e nem ficavam bêbadas… pelo menos não tão bêbadas. Mas isso faz muito tempo, quando elas eram bonitas, porque hoje… bom, hoje…deixa pra lá.

 

Ficha Técnica:
QUANDO EU ERA BONITA
Texto e direção: Elzemann Neves
Com Ester Laccava e Lulu Pavarin
Desenho de Luz: Isadora Giuntini
Fotos: João Caldas
Arte gráfica: Laerte Késsimos
Assessoria de Imprensa: Pombo Correio
Idealização: Lulu Pavarin
Realização: Laccava Produções Artísticas Ltda.

Serviço:


Quando Eu Era Bonita
De 20 de junho a 12 de julho.

Sábados às 22h; domingos às 21h.
Teatro Parlapatões
Praça Franklin Roosevelt, 158 – Consolação, SP.
Fone: (11) 3258-4449
Comédia
14 anos

R$ 40 reais

55 minutos.

ciahiato

Cia Os Barulhentos estreia versão audiovisual do premiado espetáculo Aqui Estamos Com Milhares de Cães Vindos do Mar

Baseado em coletânea de peças curtas do romeno Matéi Visniec, o filme tem direção de Rodrigo Spina e foi todo gravado com os personagens caracterizados em tons de cinza  

Homem ao lado de uma rocha ao lado da água

Descrição gerada automaticamente com confiança média

Link para download de fotos

Créditos: Rodrigo Spina 

Em 2015, a Cia Os Barulhentos estreava no teatro o espetáculo Aqui Estamos Com Milhares de Cães Vindos do Mar, de Matéi Visniec, com direção de Rodrigo Spina. Os artistas optaram – após bem-sucedida montagem de Muito Barulho Por Nada, de W. Shakespeare – por um autor contemporâneo que trata de questões atuais como a solidão e a falta de escuta entre nós.

Tons de cinza, branco e preto cobriam todo o palco, o cenário, os atores e os figurinos, trazendo uma completa ausência de cores que invadia a vida dos personagens e do espectador. Neste ano, a obra ganhou o Prêmio APCA de Melhor Espetáculo e o Prêmio Aplauso Brasil de Melhor Direção. 

Com a pandemia veio a possibilidade de fazer uma versão audiovisual e a Cia Os Barulhentos transformou o espetáculo em filme. Aqui Estamos Com Milhares de Cães Vindos do Mar estreia dia 17 de junho pelo Youtube do SESI. 

O filme retrata o deserto contemporâneo existente nas relações humanas: seja em aspectos da vida privada, como um casal revendo seu relacionamento após uma relação sexual, seja em aspectos políticos, como uma mãe que deseja atravessar certa fronteira com seu filho e é impedida por não ter um documento válido.

Para o filme, o diretor Rodrigo Spina manteve os intérpretes com caracterização totalmente em tons de cinza, porém, o cenário, desta vez, será a própria cidade – o mar, uma linha de trem, um bar – pulsante e viva, o que chega a dar a sensação de que as fotos foram feitas com chroma key ou são montagens trabalhadas em Photoshop.  

“Reproduzimos a peça com as cenas curtas pela gravadas pela cidade, causando um estranhamento estético do preto e branco no fundo colorido e pulsante. Tentamos também colocar uma lupa nas questões humanas dessas figuras. Os problemas, sejam eles do macropolítico quanto do microcosmo de cada indivíduo, são camadas que estão sendo trabalhadas no mesmo nível, pela escolha estética e pela dramaturgia”. 

Composta de 15 peças curtas divididas em 3 eixos (fronteiras, agorafobia e deserto), a coletânea é uma obra de caráter aberto (o próprio autor, em nota introdutória, afirma que não há ordem estabelecida para montagem). Para este trabalho, Rodrigo optou por misturar as peças, elas começam e são interrompidas por outras que depois saem de cena para que as primeiras de finalizem, um ir e vir de personagens solitários, que vivem abismos nas mais variadas formas de relações (estado X cidadão, marido X mulher, indivíduo X sociedade etc.). 

Apesar dos temas abordados, o texto de Visniec não é desprovido de expedientes poéticos, tampouco de humor, nele se evidenciam as influências do autor, por exemplo, o absurdo de Ionesco – sua maior referência. “Mais do que bradar propostas e soluções às inquietações de nossa sociedade fluídica, o grupo quer colocar esses questionamentos no espectador, e encerrar a encenação não com uma retumbante celebração da capacidade de superação, mas com um instigante silêncio.”, explica Rodrigo.

Ter vivido sob um regime autoritário influenciou definitivamente a obra de Visniec, sendo constante o tema da inadequação do ser humano ante a máquina estatal. Para além disso, porém, o autor não restringe esse conflito ao jugo ditatorial, demonstrando, por meio de um texto ao mesmo tempo lírico e ácido, que a democracia também pode tolher a humanidade do indivíduo, apenas o fazendo de forma mais sutil. “Vivendo em São Paulo, uma cidade com mais de 20 milhões de habitantes, não é difícil perceber que a solidão e a esquizofrenia parecem crescer exponencialmente”, finaliza o diretor Rodrigo Spina.

Ficha técnica:

Texto original: Matéi Visniec 

Tradução: Luiza Jatobá 

Adaptação: Os Barulhentos 

Direção artística e Fotografia: Rodrigo Spina 

Edição: Thiago Ozelami 

Elenco: Cadu Cardoso, Clara Rocha, Domitila Gonzalez, Elias Pintanel, Gustavo Pompiani, Lia Maria, Lucas Horita, Lucas Fernandes, Murilo Zibetti, Samantha Rossetti 

Intérprete de Libras: Jhafiny Lima 

Legendas: Lucas Lazarini 

Produção: TSS Produções Artísticas 

Assessoria de Imprensa: Pombo Correio

Serviço:

TEMPORADA ON-LINE 

17 a 27 de junho, exibição full time pelo Youtube do SESI: https://youtube.com/c/SesiSãoPauloOficial.

LIVE no dia 19 de junho, sábado, das 17h às 18h, com o diretor e elenco

Duração: 60 minutos
Classificação indicativa: 14 anos  

Grátis

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Foto de Felipe Stucchi

Foto de Felipe Stucchi

 

CARTAS LIBANESAS faz temporada no Teatro Livraria da Vila do Shopping Pátio Higienópolis

 

A dramaturgia de José Eduardo Vendramini (indicado ao Prêmio APCA 2015) foi inteiramente apoiada em histórias reais de imigrantes libaneses no Brasil, a direção é de Marcelo Lazzaratto e a atuação de Eduardo Mossri.

 

Em 2009 o ator Eduardo Mossri encontrou as cartas que sua avó recebia do seu avô, imigrante libanês, que tentava ganhar a vida no Brasil no início do século XX. Eduardo levou essas cartas para José Eduardo Vendramini, que também tem descendência libanesa. Além das cartas Vendramini pesquisou relatos verídicos de imigrantes libaneses no Brasil para construir esse requintado monólogo. Após uma temporada de sucesso no SESC Ipiranga, com ingressos esgotados e ótimas criticas, Cartas Libanesas reestreia no Teatro Livraria da Vila no Shopping Pátio Higienópolis, para temporada de 1º de agosto a 27 de setembro.

 

Sinopse

Miguel é um jovem libanês que vem para o Brasil com o intuito de prosperar financeiramente e logo voltar ao Líbano, onde deixou sua esposa grávida. Após anos de sofrimento e trabalho, se descobre apaixonado pela nova terra e decide convencer a mulher a vir morar com ele no novo país. “A peça é a historia de um mascate, contada por um ator mascate que resgata suas próprias historias para refletir sobre a imigração. É uma ode de amor e gratidão a todos aqueles que imigraram e enriqueceram nossa identidade cultural.”, comenta o ator.

 

A encenação

O diretor Marcelo Lazzaratto optou por priorizar a voz do ator e os sons da trilha para encenar este texto. Enquanto o ator Eduardo Mossri interpreta as angústias, as conquistas e aventuras de Miguel com sua mala de mascate e um microfone antigo a tira colo, a trilha composta por Gregory Slivar invade o palco. “Quero que a voz do Eduardo exista na mesma intensidade que a trilha, nesta encenação a música e os sons terão o mesmo volume e importância que a voz falada, uma história contada principalmente pelo som.”, explica o diretor que também é responsável pela luz do monólogo. O figurino criado pelo estilista Fause Haten traz cores claras desenhando a elegância masculina do início do século XX. O cenário assinado por Renato Bolleli tem como objetivo evidenciar o ator usando poucos elementos, como ribaltas margeadas por galhos de cedro que formam um semi-círculo atrás de Eduardo, torres de luz e um pedestal.

 

Um pouco sobre a comunidade libanesa no Brasil

A comunidade libanesa que vive no Brasil, formada em sua maioria por descendentes, obtém a marca expressiva de ser maior do que a própria população do Líbano. São quase 10 milhões de libaneses e descendentes em território brasileiro, contra 3,5 milhões que vivem no Líbano. Em 2015, são comemorados 135 anos do início oficial da imigração árabe no Brasil, com chegada dos primeiros imigrantes, onde muitos se tornaram grandes figuras emblemáticas e de grande importância na sociedade brasileira. Os clãs Jafet, Jatene, Murad, Saad, Maksoud, Abdallah, Abujamra, Khoury, Haddad, Temer, Jereissati, Yazigi, Nader, Nassif, Takla e Duailibi são famílias com forte representatividade no comércio, na indústria, na medicina, na política, na cultura, para citar apenas alguns setores.

Ficha Técnica

Texto: José Eduardo Vendramini. Direção e Iluminação: Marcelo Lazzaratto Ator: Eduardo Mossri. Cenário: Renato Bolleli. Trilha Sonora: Gregory Slivar Figurinos: Fause Haten. Assistente de direção: Wallyson Motta. Preparação vocal: Rodrigo Mercadante. Visagismo: Nael Kassees. Fotógrafo: Felipe Stucchi Produção: Eduardo Mossri

 

Serviço

Teatro Livraria da Vila – Shopping Pátio Higienópolis: capacidade de 65 lugares.  Endereço: Avenida Higienópolis, 618 – Higienópolis. De 01 de agosto a 27 de setembro.  Sábados às 20 horas e Domingos às 18 horas Valor: R$ 40. Duração: 80 minutos Classificação Etária: 12 anos.

A Cuca Fofa de Tarsila_Negra Tarsila_Dario Uzam---

Cia Articularte comemora 15 anos de atividade com Mostra de Repertório no Espaço Promon

Uma das maiores companhias de teatro de bonecos da atualidade, a Cia Articularte comemora 15 anos de atividade. Formada em 2000 e coordenada por Dario Uzam e Surley Valério, a trupe apresenta Mostra de Repertório com três importantes espetáculos no mês de Março.

Os espetáculos Chapeuzim Vermelho e o Lobo Marrom, O Trenzinho Villa-Lobos e A Cuca Fofa de Tarsila são os que participam da Mostra que ficará em cartaz aos domingos de março às 15h30, no Espaço Promon: Av. Juscelino Kubitschek, 1830. A Cia se prepara para estrear seu novo trabalho, Jorginho e o Dragão Camaleão.

Em A Cuca Fofa de Tarsila, a graciosidade da negra Tarsila encanta o Boi da Lua, que decide enfrentar Abaporu, a quem ela já está prometida. Muitas surpresas antecedem o final surpreendente que espera Tarsila. Inspirada livremente na obra de Tarsila do Amaral, a peça completa 15 anos.

Chapeuzim Vermelho e o Lobo Marrom
é uma releitura do famoso clássico infantil recriado por Charles Perrault e Irmãos Grimm. A manipulação de bonecos é feita de forma irreverente e retoma a coragem e a sensibilidade de Chapeuzinho Vermelho ao enfrentar o Lobo Mau. A peça foi criada em 2009.

O Trenzinho Villa- Lobos foi inspirado nas histórias de infância de Heitor Villa-Lobos, o espetáculo – uma proposta musical de teatro de bonecos manipulados e articulados de corpo inteiro – mostra de maneira singela essa fase da vida de um dos maiores compositores do mundo. Empinando pipa, fazendo travessuras, Tuhu, apelido que o maestro ganhou quando menino pelo seu hábito de imitar o som das locomotivas era uma criança como outra qualquer até entrar em contato com os sons e a riqueza da música. 
 Entre as diversas aventuras de Tuhu está a busca por seu cachorro Bolinha, que foi aprisionado por uma Maria Fumaça feroz, chamada por ele de Trem de Fogo.
Este espetáculo é de 2001.

Sobre a Cia Articularte
Formada em 2000 e coordenada por Dario Uzam e Surley Valério, a Cia. Articularte – Teatro de Bonecos trabalha de forma culturalmente engajada, a partir de pesquisas fincadas na cultura brasileira, enfocando artistas fundamentais ou clássicos universais importantes para a formação da nossa cultura. Conta com 06 integrantes fixos e 10 peças que formam o atual repertório infantil.

Serviço dos espetáculos:

Local: Espaço Promon – Av. Juscelino Kubitschek 1830, bairro Itaim, São Paulo/ SP. Faixa Etária: a partir de 03 anos de idade e familiares. Preço: R$ 40 e R$ 20 (meia).

Dia 08/03 às 15h30 – Chapeuzim Vermelho e o Lobo Marrom – Duração 40 min.

Dia 15/03 às 15h30 – Chapeuzim Vermelho e o Lobo Marrom – Duração 40 min.

Dia 22/03 às 15h30 – O Trenzinho Villa-Lobos – Duração 50 min.

Dia 29/03 às 15h30 – A Cuca Fofa de Tarsila – Duração 40 min.

Fichas técnicas:

Chapeuzinho Vermelho e o Lobo Marrom – 
(Teatro de Luvas, fantoches de boca e sombras). Elenco: Dario Uzam e Surley Valério
Autor e Diretor: Dario Uzam. Bonecos: Surley Valério. Cenografia (Empanada com tecido de Chita): Telumi Hellen. Sonoplastia e Iluminação: Cia. Articularte e Dario Uzam. Duração: 40 minutos
Produção: Cia. Articularte – 2009. Faixa Etária: a partir de 02 anos de idade e familiares.

O Trenzinho Villa-Lobos-(Teatro de bonecos articulados de corpo inteiro, hastes e fantoches de boca). Elenco: Surley Valério,
Renato Bego,
Gabriela Zenaro, Camila Lobo, Tanagra Andria (Suplentes: Rafael Francisco e 
Luana Oliveira). Autor e Diretor: Dario Uzam
Criação de Bonecos e Adereços: Surley Valério. Pintura dos Bonecos, Cenografia, Adereços e Iluminação: Hernandes Oliveira. Direção Musical: Chico Botosso e Mariana Anacleto. Duração: 50 minutos. Produção: Cia. Articularte e Dario Uzam – 2001. Faixa Etária: a partir de 03 anos de idade e familiares.

A Cuca Fofa de Tarsila (Teatro de bonecos articulados de corpo inteiro, hastes e fantoches de boca). Elenco: Surley Valério,
Renato Bego,
Gabriela Zenaro e Tanagra Andria (Suplente: Camila Lobo). Autor e Diretor: Dario Uzam
 e Adereços: Surley Valério. Pintura dos Bonecos e Adereços: Hernandes Oliveira. Iluminação, Cenografia, Sonoplastia e mixagem: Cia. Articularte e Dario Uzam. Produção: Cia. Articularte – 2000.

FOTOS:
A Chapeuzim vermelho e o Lobo Marrom: https://plus.google.com/photos/109019587248550144190/albums/6113924024457144513?authkey=CIKryJmkoYbrPg

O Trenzinho Villa-Lobos
https://plus.google.com/photos/109019587248550144190/albums/6113923391523233713?authkey=CMiZ96L_jc7bcA

A Cuca Fofa de Tarsila:
https://plus.google.com/photos/109019587248550144190/albums/6113920630755807201?authkey=CL6Qgqa9sffwuAE

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Não Nem Nada reestreia dia 27 de fevereiro no Teatro Cacilda Becker

Com Geraldo Rodrigues, Mayara Constantino, Renata Gaspar e Victor Mendes.
Co-direção de Rafael Gomes

Não Nem Nada é o texto de estreia de Vinicius Calderoni e também seu primeiro espetáculo como encenador. Calderoni é fundador com Rafael Gomes da Empório de Teatro Sortido, companhia criada em 2010 para abarcar diversas dimensões da cena contemporânea. Não Nem Nada – quinto espetáculo da companhia – é uma peça em plano sequência, com doze cenas interligadas (cada uma regida por um dispositivo dramatúrgico próprio) e dezenas de personagens interpretados por quatro atores. Espetáculo volta em cartaz dia 27 de fevereiro no Teatro Cacilda Becker, depois de temporada de sucesso de público e crítica.

As dores e delícias do mundo contemporâneo comparecem em diferentes temas e matizes. A profusão e a simultaneidade de informações do mundo das telecomunicações, a dinâmica de interações das redes sociais, o universo do telemarketing, os discursos retóricos das grandes corporações financeiras ou o mundo das celebridades: estes e outros assuntos surgem em cenas que se conectam vertiginosamente, na velocidade do pensamento.

“Comparo a dramaturgia da peça à visita a uma casa de espelhos onde você enxerga objetos reconhecíveis em proporções distorcidas, estranhas, provocativas. As cenas sempre tem um ponto de partida reconhecível, mas se desenvolvem numa direção de causar um estranhamento do mundo” afirma Vinicius.

No espaço cênico criado por Valentina Soares e Wagner Antônio que alude a um ginásio ou tabuleiro- repleto de rampas, alçapões e estruturas modulares- os atores atuam quase como jogadores de uma desafiadora gincana cênica.

“Não nem nada celebra e reafirma uma crença do poder da fala de instaurar universos e de promover saltos no tempo e no espaço. Ao mesmo tempo, ter estes atores jogando sobre este playground ajuda a restaurar uma dimensão do teatro como jogo lúdico, que achamos muito estimulante.”, complementa Calderoni.

Rafael Gomes, co-diretor da montagem, arremata: “Deste espaço cênico, podem emergir os mais variados personagens e situações. Não é por acaso que um dos subtítulos do texto é O palco como caixa de Pandora.”

FICHA TÉCNICA
Texto e direção: Vinicius Calderoni
Com: Geraldo Rodrigues, Mayara Constantino, Renata Gaspar e Victor Mendes
Co-direção: Rafael Gomes
Assistente de direção: Guilherme Magon
Cenografia: Valentina Soares e Wagner Antônio
Desenho de luz: Wagner Antônio e Robson Lima
Figurino: Valentina Soares
Direção de Produção: César Ramos e Gustavo Sanna
Preparação Corporal: Fabricio Licursi
Fotos:Pedro Bonacina e Renata Terepins
Projeto Gráfico: Laura Del Rey

Não Nem Nada
Texto e direção de Vinicius Calderoni
Co-direção de Rafael Gomes
Um espetáculo do Empório de Teatro Sortido.
Com: Geraldo Rodrigues, Mayara Constantino, Renata Gaspar e Victor Mendes
Indicação de faixa etária – 14 anos
Duração: 60 minutos

Teatro Cacilda Becker
de 27/02 até 29/03
Sextas e sábado às 21h e domingos às 19h
Não haverá sessão dia 20/3.
Ingressos: R$10,00
lotação:180 lugares
Endereço: Rua Tito, 295 – Lapa, SP
Telefone:(11) 3864-4513

Rui Ricardo Diaz está em cartaz com o solo ‘A Hora e Vez’ no Teatro do Núcleo Experimental

Fotos de Bob Sousa e Augusto Paiva

 Do conto A Hora e Vez de Augusto Matraga, de João Guimarães Rosa, o espetáculo A Hora e Vez faz temporada no do Núcleo Experimental a partir de 4 de junho a 28 de agosto. Com atuação de Rui Ricardo Diaz e direção de Antonio Januzelli.

A Cia do Sopro também se prepara para lançar novo trabalho, Como Todos os Atos Humanos no segundo semestre.

‘A Hora e Vez’ estreou em 2014 no SESC Ipiranga, no projeto Teatro Mínimo. Entre os destaques teatrais do ano, integrou a “Mostra 2014 em cena”. Em seguida o trabalho foi contemplado com o “Prêmio Zé Renato de apoio à produção e desenvolvimento da atividade teatral para a cidade de São Paulo” em sua 1ª edição.

Para o ano de 2016, “A Hora e Vez”, realizará temporada em São Paulo de 04 de junho a 28 de agosto de 2016, sábados às 21h e domingos às 19h, no Teatro do Núcleo Experimental, situado à Rua Barra Funda, 637 – Barra Funda – São Paulo – SP.

Sinopse
Depois de cair na emboscada liderada por Major Consilva, Nhô Augusto é dado como morto. Socorrido por um casal de pretos consegue sobreviver. Quando se recupera, vai viver longe do Murici e decide dedicar sua vida ao trabalho, à penitência e à oração. Depois de anos de reclusão, no povoado do Tombador, decide partir. O destino o leva ao Arraial do Rala-Côco, onde o reencontro com o amigo e poderoso cangaceiro, Seu Joãozinho Bem-Bem, será decisivo para o desfecho de sua história, de sua Hora e Vez.

Laboratório Dramático do Ator
O espetáculo foi criado dentro do Laboratório Dramático do Ator, de Antonio Januzelli. O Laboratório surge da inquietação de Januzelli diante da figura do homem/ator. A pesquisa tem como eixo central os estudos sobre o intérprete e os caminhos que o levam a um trabalho de interiorização e construção cênica.

Durante os estudos não há a preocupação com o tempo de processo, mas sim com a busca pela potência cênica de um criador que possa integrar à sua arte a relação direta com o vir e o devir que dá sentido e continuidade à sua própria existência.

Entre os trabalhos criados a partir do Laboratório Dramático do Ator, destaque para o espetáculo O Porco, de Raymond Cousse, com indicação de Henrique Schafer ao prêmio Shell de melhor ator em 2005.

Sobre Rui Ricardo Diaz
O ator é um dos protagonistas da série “Supermax”, da Rede Globo, com estreia prevista para outubro de 2016. Será protagonista do longa metragem “Blitz”, de Bosco Brasil, com direção de Renê Brasil, o filme será rodado em junho de 2016. Estreou em 2015 o filme “A Floresta Que Se Move”, de Vinicius Coimbra. Interpreta o Marechal Rondon no longa “Rondon, o grande chefe”, com estreia prevista para 2017. Em 2012 e 2013, trabalhou na novela “Lado a Lado”, da Rede Globo. Foi indicado em 2011 pela ACIE como melhor ator por interpretar o ex-presidente Lula, no filme “Lula, o Filho do Brasil”. Protagonizou o filme “Aos Ventos Que Virão” (2014), de Hermano Penna. Atua ainda no longa-metragem “De Menor”, de Caru Alves de Souza e Tata Amaral, melhor filme no Festival do Rio de Janeiro em 2013. Entre suas peças, destaque para “O Anjo de Pedra”, de Tennessee Williams, “A Propósito da Chuva”, de Dostoievski, “O Cobrador”, de Rubem Fonseca, “A Colônia Penal”, de Franz Kafka e “Macário”, de Álvares de Azevedo. Trabalhou com os diretores Cacá Carvalho, Paulo Fabiano, Inês Aranha, Marcello Airoldi, entre outros.

Sobre Antonio Januzelli
Diretor e pesquisador das práticas do ator. Professor de teatro da EAD/ECA/USP, Januzelli pesquisa o trabalho do intérprete no processo que desenvolve há mais de 30 anos, o “Laboratório Dramático do Ator”. Autor dos livros “Aprendizagem do Ator” Ed. Ática/SP e “Práticas do ator – Relatos de mestres”, este último a ser editado, já publicou diversos artigos em importantes revistas e ministrou cursos no Brasil e no exterior. Formou-se em Direito pela PUC – Campinas em 1966, como ator pela Escola de Arte Dramática – USP em 1970 e Mestrado e Doutorado em Teatro pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo entre 1884 e 1992. Entre os tantos trabalhos que dirigiu em teatro, destaque para o espetáculo “O Porco”, de Raymond Cousse, indicado ao prêmio Shell de melhor ator em 2005, “Um segundo e meio”, de Marcello Airoldi, “Fogo-Fátuo”, de Samir Yazbek, “Querido pai”, a partir de Carta ao Pai, de Franz Kafka, “De Verdade”, de Sandor Marai e “Se eu fosse eu”, a partir de textos de Clarice Lispector.

Sobre Cia do Sopro
A partir dos estudos sobre o trabalho do intérprete dentro do “Laboratório Dramático do Ator”, nasceu o solo “A Hora e Vez” e a Cia do Sopro. A Cia surge como meio de possibilitar a continuidade dos estudos sobre o intérprete e de uma investigação que dê base para verticalizar o trabalho de preparação do ator. A Cia. do Sopro foi contemplada em 2014 com o “Prêmio Zé Renato de apoio à produção e desenvolvimento da atividade teatral para a cidade de São Paulo” para a realização de uma nova temporada de “A Hora e Vez”. Para além dessa temporada, a Cia. estreia ainda em 2016 o seu segundo o trabalho, “Como Todos os Atos Humanos”, livremente inspirado obras de Marina Colasanti, Giorgio Manganelli e Nelson Coelho.

Ficha técnica
A Hora e Vez
A partir do conto “A Hora e Vez de Augusto Matraga”, de João Guimarães Rosa
Adaptação e atuação: Rui Ricardo Diaz
Direção e Figurino: Antonio Januzelli
Assistência: Fani Feldman
Iluminação: Osvaldo Gazotti
Pesquisa de Vocábulo Regional: Joaquim Dias da Silva
Estudo de Teatro Físico: Luis Louis
Arte Gráfica: Ideografia Soluções Gráficas
Acervo de figurino: Roupa de Santo
Produção: QUINCAS
Idealização: Cia. do Sopro

© Agnes Guimarães Rosa do Amaral, Vilma Guimarães Rosa e Nonada Cultural Ltda.

Realização
Governo do Estado de São Paulo

Secretaria da Cultura
ProAcSP

Serviço – A Hora e Vez
Reestreia dia 4 de junho.
60 minutos.
Classificação indicativa: 16 anos
Teatro do Núcleo Experimental
Rua Barra Funda, 637 – Barra Funda – São Paulo – SP
65 lugares.
Telefone: (11) 32590898 (a bilheteria abre com 1 hora de antecedência do espetáculo).
www.compreingressos.com
Sábados às 21h e domingos às 19h.
R$ 40.
Até dia 28 de agosto.

Florilégio Musical 4 - DNG

 

“Florilégio Musical II – Nas Ondas do Rádio” reestreia no Teatro Viradalata

 

Espetáculo dirigido por Elias Andreato fica em cartaz aos finais de semana de 13 de junho a 26 de julho

 

Fotos de João Caldas Fº

https://plus.google.com/photos/109019587248550144190/albums/6133252172483891329?authkey=CKHhjrXyhYelLA

 

O espetáculo de teatro musical Florilégio Musical II – Nas Ondas do Rádio reestreia dia 13 de junho no Teatro Viradalata, e fica em cartaz até 26 de julho, aos sábados e domingos.

 

O espetáculo faz uma homenagem à Era de Ouro do rádio no Brasil, através de um repertório de clássicos da musica popular brasileira que embalou toda uma geração de ouvintes nos anos de 1930, 40 e 50. E relembra, com muito carinho, bom humor e emoção, os cantores e cantoras dessa época, as grandes estrelas idolatradas pelo público de então.

 

Um trio de atores está no palco, recriando um programa musical e vespertino de auditório: Carlos Moreno; Adriana Fonseca; e Mira Haar ou Helô Cintra, que se revezam em cena em dias alternados. A direção geral é de Elias Andreato e arranjos e direção musical de Jonatan Harold (indicado ao Prêmio Shell 2014 por este trabalho).

 

Florilégio Musical II – Nas Ondas do Rádio traz composições memoráveis de autores como Ary Barroso, Cartola, Ataulfo Alves, Zé Keti, Dorival Caymmi, Herivelto Martins, Assis Valente, Lupicínio Rodrigues, entre tantos outros. Incluindo, naturalmente, a emblemática canção “Os cantores do Rádio” de Alberto Ribeiro, João de Barro e Lamartine Babo.

 

Como afirma Carlos Moreno, este é um espetáculo para toda a família: “O repertório conquista a todos porque atinge a memória afetiva e musical de cada pessoa, de diferentes formas para cada geração, mas sempre despertando lembranças que remetem subjetiva e carinhosamente aos bons tempos já vividos”.

 

 

Ficha técnica:

Elenco: Carlos Moreno, Mira Haar, Adriana Fonseca e Helô Cintra (stand-in) Direção: Elias Andreato

Direção Musical e Arranjos: Jonatan Harold

Cenários e Figurinos: Mira Haar

Gerência Administrativa: Sonia Kavantan

Produção Executiva: Rosangela Longhi

Fotos: João Caldas

 

SERVIÇO:

Teatro Viradalata

Rua Apinajés, 1.387 – Perdizes

Tel: (11) 3868-2535

www.viradalata.com.br

 

De 13 de junho a 26 de julho

Sábados às 21h e domingos às 18h

Lotação: 270 lugares

Duração: 70 minutos

R$ 40

 

Ar condicionado – acesso a deficientes – cafeteria

Estacionamento: serviço de vallet no local – R$ 20,00 o período

Bilheteria: Aberta 2 horas antes até 1 hora depois do horário de início do espetáculo.

Obs: A bilheteria do Teatro só abre em dias de espetáculo.

Aceita cartões MC, RC, V, VE.

 

Ingressos podem ser adquiridos pelo sistema da Ingresso Rápido (www.ingressorapido.com.br) ou Ingresse (www.ingresse.com)

 

Televendas: 4003-1212

 

 

Douglas Picchetti e Helô Cintra
(11) 9 9814-6911 / (11) 9 9402-8732

Pombo Correio Assessoria de Imprensa

Rua França Pinto, 1124

www.pombocorreio.art.br

 

O TRIBUNAL de Salomão

 

Começa dia 25 de fevereiro, no CEU Paraisópolis o Projeto Circulação Barracão Cultural – Todo Lugar é Palco.

O projeto, que foi contemplado pelo Prêmio Zé Renato, traz 20 apresentações dos espetáculos “A Condessa e o Bandoleiro” e “O Tribunal de Salomão e o julgamento das meias-verdades inteiras”, que integram o repertório da Barracão Cultural.
Os primeiros espaços a receberem o projeto são o CEU Paraisópolis, na Zona Sul de São Paulo e o Parque do Trote, na Zona Norte.
As apresentações são abertas à comunidade e são gratuitas e livres para todos os públicos.

SOBRE OS ESPETÁCULOS

“O Tribunal de Salomão e o Julgamento das Meias-Verdades Inteiras” é resultado do projeto Do Barracão Pra Rua, realizado em 2010. Com este projeto, a Barracão Cultural escolheu ir às ruas e chegar bem perto daquele público que tem pouco ou até nenhum acesso ao teatro. Para tal, durante o ano de 2010, realizou uma pesquisa sobre os elementos do teatro de rua e popular e também sobre ritmos musicais brasileiros, junto à percussionista Dani Zulu (Barbatuques).
Desde sua estreia, em maio de 2011, já foi visto por mais de 12.000 pessoas, em 90 apresentações passando por São Paulo (Parques do Ibirapuera, Chico Mendes, Aclimação, Trote, Luz, Carmo…, Sesi Vila Leopoldina, SESC Ipiranga), Rio de Janeiro, Belo Horizonte e cidades do interior dos Estados de São Paulo e Minas Gerais, como São Luis do Paraitinga, Catuçaba, Monteiro Lobato, São Francisco Xavier, São João del Rei e Prados, dentre outras.
“O Tribunal de Salomão…” é vencedor do Prêmio Coca-Cola Femsa 2012 de Melhor Produção e foi indicado em 11 categorias do referido prêmio no 1º. Semestre de 2011, incluindo melhor espetáculo, texto, direção, entre outros. Indicado ao Prêmio Cooperativa Paulista de Teatro – Melhor espetáculo para público juvenil.
Sinopse – Em uma praça pública, dois artistas preparam a apresentação do espetáculo no qual investiram suas últimas economias: um tribunal presidido pelo próprio sábio Salomão, auxiliado pela deusa da Justiça.
Mas no momento em que a encenação do julgamento das verdades está para começar, o espaço da representação é invadido por três pessoas envolvidas numa disputa por um frasco contendo algo misterioso.
Tomando aquela encenação como verdade, os três recorrem a justiça de Salomão para resolverem sua grande causa: qual deles teria o real direito à posse do objeto.

Duração – 55 minutos

O espetáculo “A Condessa e o Bandoleiro” estreou em São Paulo, em maio de 2014, realizou apresentações nos Parques do Trote, Carmo, Chico Mendes, Água Branca e Parque do Povo. Foi convidado a integrar a programação do Festival de Teatro Infantil de Registro (outubro de 2014) e o Circuito Cultural Paulista (outubro e novembro de 2014).
Em “A Condessa e o Bandoleiro” os elementos utilizados na construção do espetáculo são músicas e danças populares Brasileiras e elementos da linguagem tradicional de rua, como palhaços, bufões e máscaras. Cocos, Caboclinhos, Cavalos Marinhos, Xaxados, são a base de pesquisa corporal e musical que estruturam a encenação do espetáculo.
Cada elemento da cena foi pensado para compor imagens de grande apuro estético, buscando a apropriação e valorização das especificidades de um espetáculo para espaços abertos. Assim, a música entra como parte integrante da dramaturgia, como elemento narrativo, ajudando na determinação de climas e ritmo nas cenas. Cenários e figurinos de grande impacto visual definem a espacialidade e se tornam um recurso de atratividade e encantamento para o público.
Sinopse – Uma condessa entediada com a vida de riqueza, decide atravessar a floresta em direção a um baile, acompanhada de um barão e sua ama. No caminho, são obrigados a pernoitar em uma taberna, onde se encontrarão com o temido bandoleiro Zé Facada, que os colocará diante de um novo mundo, o que mudará suas visões de si mesmos e dos outros.

Duração – 60 minutos
FICHA TÉCNICA
Elenco: Eloisa Elena, Thiago Andreuccetti, Fabio Ferretti, Alexandre Maldonado e Victor Merseguel.
Direção Musical e Canções: Dr. Morris
Cenário e Figurino: Marco Lima
Designer Gráfico: Teresa Maita – (logo do espetáculo A Condessa e o Bandoleiro Claúdio Queiróz)
Fotos: João Caldas
Assessoria de Imprensa: Pombo Correio
Produção Executiva: Geondes Antonio
Administração: Tetê Ribeiro
Direção de Produção: Eloisa Elena
Idealização e Realização: Barracão Cultural.

O Tribunal de Salomão
Dramaturgia: Paulo Rogério Lopes
Direção: Cuca Bolaffi
Iluminação: Marisa Bentivegna
A Condessa e o Bandoleiro
Dramaturgia: Angelo Brandini
Direção: Fernando Escrich
Iluminação: Victor Merseguel, Eloisa Elena e Fábio Ferretti
Preparação corporal e coreografias: Andrea Soares

SERVIÇO

Projeto Circulação Barracão Cultural – Todo Lugar é Palco

Dia 25 de fevereiro as 19:30 – A Condessa e o Bandoleiro
Dia 05 de março as 19:30 – O Tribunal de Salomão e o julgamento das meias-verdades inteiras
Local: CEU Paraisópolis
Rua: Rua Dr. José Augusto de Souza e Silva, S/N – Vl. Andrade
Dia 28 de fevereiro as 16:00 – O Tribunal de Salomão e o julgamento das meias-verdades inteiras
Dia 07 de março as 16:00 – A Condessa e o Bandoleiro
Local: Parque do Trote
Rua: Nadir Dias de Figueiredo s/n – Portaria 1.

Dia 17 de março as 14:00 – A Condessa e o Bandoleiro
Dia 21 de março as 13:00 – O Tribunal de Salomão e o julgamento das meias-verdades inteiras
Local: CEU Inácio Monteiro
R. Barão Barroso do Amazonas, S/N – Cohab Inácio Monteiro
Acompanhe a programação completa no site – www.barracaocultural.com.br
Facebook: Barracão Cultural

Informações – Barracão Cultural – (11) 5539-1275